Projeto idealizado pela Dra. Cláudia Starling une acolhimento, arte e ciência no enfrentamento à violência contra a mulher
Em um país onde os índices de violência contra a mulher seguem alarmantes, um projeto social inédito promete transformar dor em esperança. Trata-se do Instituto Princesa Rivânia, idealizado pela Dra. Cláudia Starling, PhD em Odontologia, acadêmica de Medicina e criadora do método Estética Emocional. A iniciativa já é considerada uma das mais inovadoras e emocionantes do cenário social brasileiro.
Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2023 o Brasil registrou mais de 1.400 feminicídios e milhões de mulheres relataram episódios de violência psicológica e doméstica. É nesse contexto que surge o Instituto, inspirado na história de Rivânia, irmã de Claudia, vítima de um relacionamento abusivo que culminou em sua morte. Uma tragédia pessoal transformada em missão coletiva.
O Instituto Princesa Rivânia nasce com o compromisso de acolher, empoderar e salvar vidas, oferecendo suporte a mulheres em situação de violência emocional, psicológica e física. O lema “Por todas as que se foram. Por todas que ainda estão aqui”sintetiza a essência do projeto: honrar a memória das vítimas e proteger as sobreviventes.
Mais do que um centro de acolhimento, o Instituto apresenta uma proposta inédita no mundo. Ele será o primeiro a oferecer harmonização facial a mulheres vítimas de violência, como forma de devolver autoestima, identidade e dignidade. Esse processo estético, aliado ao cuidado psicológico, espiritual e cultural, transforma o que antes era marca de dor em símbolo de renascimento.
Um marco histórico em Belo Horizonte
A inauguração oficial já tem data marcada: 13 de dezembro de 2025, em Belo Horizonte. Na ocasião, será realizada a abertura da sede do Instituto e a estreia da peça teatral “Rivânia”. O espetáculo, produzido em grande estilo, contará a trajetória da jovem e denunciará o chamado “feminicídio psicológico”, uma violência invisível, sem marcas físicas, mas devastadora para a vida e saúde mental de milhares de mulheres.
A expectativa é que a cerimônia reúna sobreviventes, artistas, lideranças sociais, autoridades políticas e personalidades nacionais que já abraçaram a causa. O evento será um marco simbólico e histórico, representando um divisor de águas na luta contra a violência de gênero.
Ciência, arte e espiritualidade em movimento
O Instituto se diferencia por unir ciência, estética, arte e espiritualidade em uma abordagem única. Além da harmonização facial, as mulheres atendidas terão acesso a atividades culturais, rodas de conversa, apoio psicológico e experiências voltadas ao fortalecimento da autoestima e da identidade feminina.
“Nosso propósito é transformar a dor em movimento de vida. O Instituto não é apenas um espaço físico, mas um símbolo de resistência e renascimento”, afirma Cláudia Starling. “É arte que denuncia, ciência que cura, estética que acolhe e amor que renasce”.
Do Brasil para o mundo
O Instituto Princesa Rivânia nasce em Minas Gerais, mas com potencial de repercutir em escala nacional e internacional. A proposta inovadora de combinar acolhimento social com harmonização facial para vítimas de abuso é inédita no mundo, e já desperta interesse de pesquisadores, profissionais de saúde e organizações voltadas à defesa dos direitos humanos.
Para Cláudia, a missão é clara: “Queremos dar voz às mulheres silenciadas e mostrar que cada vida pode ser reconstruída. Rivânia não pôde ter essa chance, mas milhares ainda podem”.
O lançamento do Instituto não é apenas um evento, mas o início de um movimento transformador que deve ecoar por gerações.
























