<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Trip &#8211; Revista Revolution</title>
	<atom:link href="https://revistarevolution.com.br/tag/trip/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://revistarevolution.com.br</link>
	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 Nov 2022 16:07:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/08/LOGOTIPO_REVOLUTION-MAGAZINE_Prancheta-1-copia-1-e1628862602357-150x150.png</url>
	<title>Trip &#8211; Revista Revolution</title>
	<link>https://revistarevolution.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Nice: por que visitar a capital da Riviera Francesa?</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/nice-por-que-visitar-a-capital-da-riviera-francesa/</link>
					<comments>https://revistarevolution.com.br/nice-por-que-visitar-a-capital-da-riviera-francesa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Nice]]></category>
		<category><![CDATA[Riviera Francesa]]></category>
		<category><![CDATA[Trip]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistarevolution.com.br/?p=5987</guid>

					<description><![CDATA[Nice é a quinta maior cidade da França, sendo o segundo principal destino turístico francês mais visitado, atrás apenas de Paris. Uma cidade litorânea localizada no sul do país e faz parte da Riviera Francesa (Cote d’Azur). Nice tem um ar de glamour, banhada pelas águas azuis do Mar Mediterrâneo, com temperatura boa e presença [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nice é a quinta maior cidade da França, sendo o segundo principal destino turístico francês mais visitado, atrás apenas de Paris. <br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma cidade litorânea localizada no sul do país e faz parte da Riviera Francesa (Cote d’Azur). Nice tem um ar de glamour, banhada pelas águas azuis do Mar Mediterrâneo, com temperatura boa e presença do sol quase o ano todo e inverno ameno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Existem diversos motivos pelos quais as pessoas visitam a cidade, como por exemplo, comparada às outras cidades da região, é um lugar barato, um dos climas mais quentes da região com cerca de 300 dias de sol por ano, tendo diversos atrativos turísticos, sendo um deles, o fácil acesso a cidade que possui aeroporto próprio, o terceiro mais movimentado da França, com voos diretos de Paris e de outras cidades da Europa, além de ter uma ótima malha ferroviária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Pouco mais de 300 mil habitantes, a cidade possui uma atmosfera de resort privado, sendo uma região muito preservada, mesmo as praias sendo badaladas em qualquer parte do ano com a orla sempre cheia de pessoas caminhando e praticando esportes ao ar livre. Não se compara à Ibiza, na Espanha, em termos de festas, mas Nice não fica muito atrás e tem também uma vida noturna super agitada. Há diversos bares com shows e música ao vivo, que misturam a elegância francesa com a descontração do clima praiano. A região da Vieux Nice e da avenida beira-mar possuem várias opções para curtir tanto de dia quanto de noite.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O sul da França é uma região bem famosa por suas delícias gastronômicas, e Nice se tornou um ótimo lugar para saboreá-las. Não faltam boas padarias, cafés e restaurantes por lá, dando destaque aos pratos com peixes e frutos do mar que são tradicionais nas receitas dos chefs da cidade, além das massas, uma vez que o balneário está próximo da Itália.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nice também é um destino perfeito para os amantes de vinhos. É fácil encontrar empresas que oferecem excursões guiadas até os vinhedos mais famosos da região, nos quais os visitantes podem entender melhor sobre todo o processo de fabricação e degustar alguns dos melhores vinhos franceses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos fortes desse destino é a prática de esportes ao ar livre, tanto aquáticos quanto nas montanhas. Uma cidade de praia, Nice possui clubes de praia particulares com uma paisagem incrível, com sensação de liberdade e com o clima relax do lugar, se tornou famoso por permitir o topless. Vale lembrar que, a costa é rochosa, então, não é exatamente confortável para se estender sobre uma toalha ou caminhar, pois as praias são de cascalho e assim, acabam machucando. Recomenda-se utilizar sapatilhas de praia para poder desfrutar melhor o momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O Castelo de Nice, o Le Chateau, é um dos pontos turísticos mais visitados e uma das mais belas vistas da capital da Costa Azul da França. O local fica no topo de uma rocha, um conjunto de ruínas localizadas onde no passado existiu um castelo. A subida é cansativa, mas compensa com uma vista panorâmica incrível, que é o cartão postal da cidade, mas pode ser acessível também de elevador a partir do centro da cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>São inúmeros motivos para conhecer a cidade, além de ficar ao lado de Mônaco, o segundo menor país do mundo, com extensão territorial de aproximadamente 2 quilômetros quadrados, sendo maior apenas que o Vaticano,<br>conseguindo ir de trem, ônibus, carro compartilhado ou alugar um carro mesmo, compensando pegar um dia de viagem para conhecer.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistarevolution.com.br/nice-por-que-visitar-a-capital-da-riviera-francesa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Expressões mexicanas para sua próxima viagem</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/expressoes-mexicanas-para-sua-proxima-viagem/</link>
					<comments>https://revistarevolution.com.br/expressoes-mexicanas-para-sua-proxima-viagem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 12:28:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Expressões mexicanas]]></category>
		<category><![CDATA[Mexicana]]></category>
		<category><![CDATA[Trip]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viajar]]></category>
		<category><![CDATA[Viajar para o México]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistarevolution.com.br/?p=5615</guid>

					<description><![CDATA[Quem nunca se atreveu a soltar um “portunhol” para conversar com umnativo da língua espanhola? É inegável que os dois idiomas possuem grandesimilaridade, tornando-se um convite a falar sem medo e até se divertir “falando” oespanhol. Isso decorre, pois ambas as línguas, a língua portuguesa e a língua espanholapossuem como origem o latim. Porém cuidado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quem nunca se atreveu a soltar um “portunhol” para conversar com um<br>nativo da língua espanhola? É inegável que os dois idiomas possuem grande<br>similaridade, tornando-se um convite a falar sem medo e até se divertir “falando” o<br>espanhol.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Isso decorre, pois ambas as línguas, a língua portuguesa e a língua espanhola<br>possuem como origem o latim. Porém cuidado, a realidade é que são diferentes sim,<br>e suas diferenças significativas podem gerar confusões e sair falando qualquer<br>coisa pode te levar a situações embaraçosas, há muitas armadilhas nessas<br>semelhanças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os nativos das línguas, por suas similaridades, possuem grande vantagem<br>inicial na hora do aprendizado do idioma, o que os motiva a se manterem focados<br>para progredir e seguir nesse estudo para tornarem-se fluentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mas, atenção! Como no Brasil, em cada região há gírias e expressões<br>idiomáticas, isso também ocorre nos países e culturas com a língua espanhola. Ao<br>viajar, é importante ter em mente esse “detalhe” e buscar aprender algumas delas<br>para não ficar perdido em algumas conversas ou situações é fundamental.<br>Pensando nisso, selecionei algumas expressões e gírias da cultura mexicana<br>para facilitar a sua próxima viagem ao México e aos outros países latinos, pois<br>alguns também possuem essas falas em comum:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>1- <em>Ni modo</em>: de jeito nenhum, de maneira alguma.<br>2- <em>A huevo</em>: possui dois significados &#8211; estou falando a verdade, é isso aí. Ou pode<br>significar fazer algo com coragem, “ter ovos” para fazer;<br>3- <em>La neta</em>: a verdade. Pode ser utilizado apenas como “neta”. Por exemplo:<em> “Neta<br>que ya te vas?”</em>;<br>4- <em>A poco?</em>: “é sério?&#8221;;<br>5- <em>Andale</em>: vamos! Mas pode ser usado também como uma interjeição de surpresa<br>“olha só” ou como “ah sim, entendi”, como concordância.;<br>6- <em>Orale</em>: pode ser usado como o famoso <em>“andale”</em>, ou até mesmo no sentido de “olha<br>eeela”;<br>7- <em>Hijo de la chingada</em>: é um palavrão: filho da puta;<br>8- <em>Qué chingada</em>: que azar, que droga. É uma expressão feia e informal;<br>9- <em>Qué chingón</em>: que legal, que ótimo;<br>10- <em>Un chingon de…</em> : um monte de…;<br>11- <em>Chido</em>: legal, massa;<br>12- <em>Qué padre</em>: muito legal;<br>13- <em>Padrísimo</em>: muito muito legal;<br>14- <em>Esa madre</em>: “essa porcaria”;<br>15- <em>Está de poca madre</em>: está muito bom, é ótimo;<br>16- <em>Desmadre</em>: bagunça, confusão;<br>17- <em>Estoy hasta la madre</em>: “na gota d’água”;<br>18- <em>Chavo/chava</em>: menino, menina;<br>19- <em>Wey/guey</em>: cara, véi, mano;<br>20- <em>Pinche</em>: no México é uma expressão usada como aumentador, dando ênfase<br>como o <em>‘fucking”</em> no inglês;<br>21- <em>No mames</em>: “você está de brincadeira”, “voce está me zoando”, expressão<br>informal;<br>22- <em>No manches</em>: versão educada e mais formal que “no mames”;<br>23- <em>Qué onda</em>: “e aí, como você está?”, “o que está acontecendo?”;<br>24- <em>Qué pedo</em>: que coisa, que droga. Também pode ser utilizado no sentido de qué<br>onda?;<br>25- <em>Ahorita</em>: daqui a pouco, mas pode significar em alguns segundos, ou alguns<br>minutos, algumas horas, até alguns dias;<br>26- <em>Cabrón</em>: pode ser algo positivo ou negativo, depende do contexto. Muito usado<br>quando alguém é muito bom em algo, ser “foda”</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistarevolution.com.br/expressoes-mexicanas-para-sua-proxima-viagem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como conhecer o mundo sem o velho da lancha?</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/como-conhecer-o-mundo-sem-o-velho-da-lancha/</link>
					<comments>https://revistarevolution.com.br/como-conhecer-o-mundo-sem-o-velho-da-lancha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 14:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Amigas]]></category>
		<category><![CDATA[Independência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Trip]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[turista]]></category>
		<category><![CDATA[Velho da lancha]]></category>
		<category><![CDATA[Viajem sozinha]]></category>
		<category><![CDATA[viajens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistarevolution.com.br/?p=5545</guid>

					<description><![CDATA[Estava conversando com umas amigas sobre a revista e perguntei a elas oque elas gostariam de saber, curiosidades na área de turismo, e um assuntoengraçado surgiu e o que muitos gostariam de fazer é viajar de graça, claro, e umadelas falou “Quero viajar sem ter o velho da lancha! Como faz?” Viajar cada vez mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> Estava conversando com umas amigas sobre a revista e perguntei a elas o<br>que elas gostariam de saber, curiosidades na área de turismo, e um assunto<br>engraçado surgiu e o que muitos gostariam de fazer é viajar de graça, claro, e uma<br>delas falou “Quero viajar sem ter o velho da lancha! Como faz?”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Viajar cada vez mais é um assunto que vem à tona para todos, porque viajar<br>é bom demais, porém às vezes fica inviável pela falta de dinheiro. Tem lugares que<br>vemos em filmes, em reportagens, na internet, que ao pesquisarmos sobre, são<br>surreais de ir com o namorado ou com as amigas. Ou por já serem extremamente<br>caros, como Maldivas, ou até pela moeda do país ser muito valorizada, como a<br>Jordânia (moeda mais cara que a libra esterlina).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Para muitos, a ideia de viajar para fora do país parece só um sonho, mas não<br>precisa ser! Hoje vim contar a vocês como isso pode ser possível, algo que nem<br>muitos sabem, e que outros sabem, mas não acreditam muito na veracidade da<br>organização e projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Há algumas organizações internacionais, projetos no exterior, até aplicativos<br>que te ajudam a realizar esse sonho de viajar e conhecer outras culturas. Claro, que<br>não é de graça, mas a ideia que eles oferecem é mais viável e sai mais barato caso<br>você tente fazer por conta própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Então, pensando nisso, vou contar minha experiência à você!<br>Em 2019, entrei em contato com a AIESEC, uma organização internacional<br>totalmente gerida por jovens, criada em 1948 após a Segunda Guerra Mundial,<br>como uma das soluções de evitar conflitos similares a partir da multiculturalidade e<br>desenvolvimento de liderança nos jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Hoje, a AIESEC está presente em mais de 110 países e em todas as regiões<br>do Brasil com um só objetivo: atingir a paz e o preenchimento das potencialidades<br>humanas através do desenvolvimento de liderança jovem.<br>Essa organização possui programas de intercâmbios, que são entregues<br>pelos membros, sendo todos voluntários. A ideia é entregar experiência para outros<br>jovens, enquanto desenvolvem habilidades de liderança e adquirem conhecimento<br>em áreas distintas. A liderança é desenvolvida a partir de alguns valores como<br>demonstrar integridade, buscar a excelência, ativar a liderança em cada um,<br>trabalhar o gosto de participação, viver a diversidade e agir sustentavelmente.<br>A AIESEC possui vários programas de voluntariado, de estágios, até<br>programas para desenvolver o seu currículo também, que é o Global Talent, um tipo<br>de programa assalariado. Mas como é isso?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nesse programa, você precisa entrar em contato com algum dos membros da<br>AIESEC, participa de uma entrevista, passando nesse processo, você pode<br>começar a entrar em processos seletivos para trabalhar em empresas no exterior.<br>Há uma área no site da organização, que você tem acesso a todas as vagas<br>disponíveis, com todas as especificações como o horário e dias de trabalho, o<br>trabalho que será desenvolvido, os pré-requisitos que você precisa possuir, aos<br>benefícios e valor que será recebido (que eu chamo de salário, afinal, é o valor que<br>você recebe da empresa por ter trabalho) e claro, ao tempo do programa também.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Tem programas de 2 semanas, mas tem programas de mais de 1 ano.<br>Selecionando as opções que você deseja, você se candidata às vagas,<br>sendo seu currículo escolhido pelas empresas, você entra para o processo seletivo.<br>Nessa de selecionar várias vagas, fiz para o Egito, apenas por curiosidade, porém,<br>passei. E lá fui eu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Para ingressar em um desses programas, tanto os de voluntariado, os de<br>estágio e os assalariados, você precisa pagar uma taxa no final do processo para<br>seguir com o andamento do processo. Não é uma taxa cara, mas precisa ter essa<br>reserva de dinheiro. Muitos desses programas você tem acomodação e até uma das<br>refeições, o que já te faz economizar um pouco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É uma experiência única, que me surpreendeu muito. Fui para Cairo, no Egito<br>com eles e logo em seguida, ainda estando no Egito, quando meu contrato de<br>trabalho lá já estava acabando, participei de outros processos seletivos para outras<br>vagas pelo mundo, e fui diretamente para o México, e dessa forma você pode ir<br>fazendo até resolver voltar para casa. Vale lembrar que muitas das empresas,<br>podem te oferecer um contrato com um período maior de duração quando estiverem<br>lá, o que pode ser ainda melhor caso sua intenção seja morar fora e explorar ainda<br>mais esse país e região.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistarevolution.com.br/como-conhecer-o-mundo-sem-o-velho-da-lancha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
