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	<title>Terapia &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>A Síndrome da Salvadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 May 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos sobre a Síndrome da Salvadora estamos nos referindo ao comportamento de mulheres que colocam toda a sua energia no outro, estando sempre dispostas a ajudar, disponível para dar conselhos, sendo gentil e prestativa, fazendo tudo pelo outro, muitas vezes a custo de si mesma. Elas sentem constantemente a necessidade de &#8220;salvar&#8221; os outros [&#8230;]]]></description>
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<p>Quando falamos sobre a Síndrome da Salvadora estamos nos referindo ao comportamento de mulheres que colocam toda a sua energia no outro, estando sempre dispostas a ajudar, disponível para dar conselhos, sendo gentil e prestativa, fazendo tudo pelo outro, muitas vezes a custo de si mesma.</p>



<p>Elas sentem constantemente a necessidade de &#8220;salvar&#8221; os outros de seus problemas pessoais, de situações da sua vida particular ou de dificuldades de qualquer ordem, que eles tenham se metido por conta própria. Sendo as &#8220;mãezonas&#8221; de todos, as salvadoras costumam procurar pessoas que precisam de ajuda para exercer sua bondade, sacrificando suas próprias necessidades, desejos e aspirações.&nbsp;</p>



<p>Esse comportamento, quando observado superficialmente, acaba sendo muito louvado, elogiado e até mesmo apontado como um modelo a ser seguido. Isso, claro, traz ganhos&nbsp; sociais a essa pessoa, que se torna necessária, aceita, aprovada e até desejada, afinal de contas parece muito bom tê-la sempre por perto.</p>



<p>É claro que ajudar o próximo é algo muito importante já que vivemos em sociedade e devemos desenvolver uma postura de interdependência. Mas não é disso que se trata o tipo de comportamento da Salvadora.</p>



<p>Ela costuma ser excessiva e essa postura pode ser prejudicial tanto para ela mesma, quanto para a pessoa a quem ela endereça a sua salvação, gerando um sentimento de debito à pessoa que é ajudada.&nbsp;</p>



<p>Uma Salvadora não consegue olhar para o outro acreditando que ele seja capaz de lidar com o seu problema e pensa que somente ela&nbsp;tem a solução para resolver aquela situação. Ao ajudar ou salvar o outro, ela se sente realizada. Tudo isso pode acontecer a nível consciente e também inconsciente.</p>



<p>Podemos enumerar algumas razões ocultas por trás das boas ações e intenções de ”ajudar”, que podem ser medos, necessidades de controle, busca por aceitação e pertencimento, desejo de se sentir necessária, mede da rejeição, entre outros.</p>



<p>Esse tipo de dinâmica pode ocorrer em todos os tipos de relação, nas amizades, nas relações famíliares e nos relacionamentos amorosos.</p>



<p>As mães muitas vezes fazem isso com os filhos, e esse comportamento pode aparecer disfarçado de super proteção ou mesmo de amor, prejudicando o desenvolvimento e a autonomia do filho em qualquer fase da sua vida, desde a infância, adolescência e vida adulta.</p>



<p>Essas Salvadoras, no intuito de ajudar, exageram na dose gerando relacionamentos adoecidos pela dependência e co-dependência onde nenhuma das partes sentirá realmente feliz. A pessoa que é dependente terá cada vez menos autoestima e autoconfiança, enquanto o outro se sentirá sufocado com tantos problemas para resolver.</p>



<p>Esse modo de se comportar pode facilmente levar à criação de relacionamentos tóxicos, onde um dos indivíduos acredita que precisa constantemente da ajuda do outro para se sentir bem, para conseguir desenrolar a vida e resolver os próprios problemas, com a crença de que não pode viver sem essa pessoa e o outro, a salvadora, se sente mais forte graças à essa dependência, se sente necessária e muitas vezes encontra nisso, o sentido para sua existência e vai acumulando devedores no seu caminho.&nbsp;</p>



<p>É preciso entender que ajudar, muitas vezes, requer um certo recolhimento e reconhecimento da capacidade do outro perante a sua própria vida e seu próprio problema. Ajudar é importante, na medida em que essa ajuda não é excessiva, inoportuna e intrusiva.</p>



<p>Você se vê com comportamentos de Salvadora em alguma das suas relações?</p>



<p>Vou deixar aqui alguns pontos para reflexão que poderão te auxiliar caso você se identifique com essa síndrome:</p>



<p>1- Aprenda a dizer não</p>



<p>Para muitas pessoas, recusar-se a fazer o que um alguém querido pede é extremamente difícil, no entanto, dizer sim para o outro e não para si pode ter muito peso, trazendo futuras cobranças e adoecendo as relações.</p>



<p>2- Lembre-se: cada pessoa deve se responsável por sua própria vida, por suas emoções, por suas ações e consequências.&nbsp;Todos somos capazes e responsáveis e podemos, de modo geral, lidar com nossas questões.</p>



<p>3- Estabeleça limites</p>



<p>Saiba seus limites e também quando sua ajuda está invalidando o espaço do outro. Se você observar atentamente, vai saber até onde deve ir.</p>



<p>4- Seu bem estar é sua responsabilidade</p>



<p>Especialmente nós, mulheres, crescemos acreditando que cuidar do próprio bem-estar antes dos outros é ser egoísta. Mas se uma ação vai fazer você infeliz, fazer isso não faz sentido. Não podemos nos acostumar com o que não nos faz bem e a estar sempre em segundo plano. Dê exemplos de autocuidado e mostre como você poderia resolver o problema ao invés de resolver de fato.</p>



<p>5- Somente interfira à medida que as circunstancias&nbsp;permitem. Ajude quem pediu e quem realmente precisa.</p>



<p>6- E por último, aprenda a pedir. Não seja auto-suficiente, é saudável permitir que o outro também faça por você. Dessa forma você estará restaurando o fluxo de dar e receber, tão importante em todas as relações.</p>



<p>Se você perceber que precisa, busque auxilio profissional para fortalecer seu senso de valor e amor próprio, afinal as pessoas costumam gostar de quem gosta de si e respeitam quem se respeita primeiro.</p>



<p>Espero ter ajudado!</p>



<p>Com carinho,</p>



<p>Fatima Aquino</p>
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