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	<title>Setembro Amarelo &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>Setembro Amarelo &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Setembro Amarelo: quando falar é um ato de coragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 14:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
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					<description><![CDATA[O Setembro Amarelo é uma campanha que nos lembra do valor da vida, da importância do cuidado e da força que existe em pedir ajuda. Você já percebeu como, às vezes, uma simples conversa pode mudar o rumo de alguém? Um “pode contar comigo” ou “estou aqui para te ouvir” pode parecer pequeno, mas, para [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Setembro Amarelo é uma campanha que nos lembra do valor da vida, da importância do cuidado e da força que existe em pedir ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você já percebeu como, às vezes, uma simples conversa pode mudar o rumo de alguém? Um “pode contar comigo” ou “estou aqui para te ouvir” pode parecer pequeno, mas, para quem sofre em silêncio, pode ser a diferença entre desistir ou seguir em frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Setembro nos traz esse lembrete urgente: precisamos falar sobre saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é moda, não é exagero, muito menos demonstração de fraqueza. É cuidado. É amor pela vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde mental não é algo que se vê no espelho, mas que se sente no coração. E merece a mesma atenção que damos a saúde do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo. Só no Brasil, são cerca de 14 mil casos por ano, o que significa, em média, 38 pessoas por dia. São números que nos assustam, mas também nos convidam à ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como psicóloga, sei que pedir ajuda pode parecer difícil. Vejo isso no meu dia a dia. Existe medo, vergonha, até a crença de que “ninguém vai me entender”. Mas a verdade é que ninguém precisa enfrentar a dor sozinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está em sofrimento severo, converse com alguém de confiança ou ligue para o 188 (CVV) que tem atendimento gratuito, 24 horas, em todo o Brasil ou ainda, procure ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se o sofrimento é de alguém que você ama, procure escutar sem julgamentos, evitando frases que diminuam a dor, como “isso vai passar” ou “seja forte”. No lugar disso, mostre empatia, presença e interesse, ouça com atenção e amor, acolha com um abraço, enviei uma mensagem e se for possível convide para um café e seja presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se perceber que essa pessoa precisa de mais do que isso, incentive a busca por acompanhamento profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sinal de fraqueza admitir que não está bem. É um ato profundo de coragem e de amor-próprio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Setembro Amarelo vai além de uma campanha. É um convite para que possamos viver com mais empatia e respeito, reconhecendo que cada vida importa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que possamos cuidar de quem está ao nosso redor e de nós mesmas, com mais ternura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, no fim, falar sobre saúde mental é falar sobre amor. E o amor é o elo perfeito, que sustenta a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,<br>Fátima de Aquino<br>Psicóloga Clínica<br>CRP 04/45482</p>
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		<title>Setembro amarelo: O valor da vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 14:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
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		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
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					<description><![CDATA[“O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente.” (João 10:10) Setembro é marcado pela campanha do Setembro Amarelo, um movimento que nos lembra da importância da vida e da necessidade de falar sobre cuidado, acolhimento e esperança. É um mês em que somos convidados [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>“O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente.” (João 10:10)</em><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Setembro é marcado pela campanha do Setembro Amarelo, um movimento que nos lembra da importância da vida e da necessidade de falar sobre cuidado, acolhimento e esperança. É um mês em que somos convidados a refletir sobre as lutas silenciosas que muitos enfrentam e sobre como podemos ser instrumentos de amor e apoio na vida uns dos outros.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que a vida nem sempre é leve. Todos nós passamos por dias de escuridão, momentos em que a alma se sente cansada e até sem sentido. A Bíblia não ignora essas dores — ela nos mostra profetas, reis e homens de fé que choraram, que se sentiram sozinhos, que pediram socorro. O próprio Jesus, no Getsêmani, disse que a alma Dele estava profundamente triste, até a morte (Mateus 26:38). Isso nos mostra que sentir dor não é fraqueza, é parte da condição humana.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o evangelho também nos revela uma verdade poderosa: Deus nos criou para a vida, e não para a morte. Em Cristo, temos a promessa de uma vida plena, que não significa ausência de problemas, mas presença de esperança. Ele é o Deus que enxuga lágrimas, que sustenta no vale e que lembra ao coração: “Você não está sozinho.”<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste Setembro Amarelo, o convite é para que você se lembre do quanto é preciosa. A sua vida tem valor, tem propósito e faz diferença. Você não é um acaso, não é um erro, não é peso: você é criação do Pai, obra-prima Dele, planejada e amada desde o ventre.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E mais do que isso: somos chamados a sermos luz na vida dos outros. Às vezes, um abraço, uma mensagem, um “estou aqui” pode ser o sopro de esperança que alguém precisa para continuar. Somos instrumentos de Deus quando decidimos amar de forma prática, estendendo a mão aos que caminham no escuro.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Que este mês seja um lembrete: a vida é dom de Deus, e cada amanhecer é prova da fidelidade Dele. Se os dias parecem pesados, olhe para a cruz. Ali está a prova máxima de amor: alguém morreu para que você tivesse vida. E essa vida, mesmo em meio às dores, vale a pena ser vivida, porque é cheia da presença de um Pai que nunca abandona.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Setembro Amarelo não é apenas uma campanha, é um chamado à consciência de que cada vida importa — a sua, inclusive. Que possamos viver com gratidão, amar com intensidade e lembrar, todos os dias, que em Cristo sempre há esperança.</p>
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		<title>E se o problema não for você, mas o peso que você carrega?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danielle Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 13:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[sobrecarga]]></category>
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					<description><![CDATA[Setembro é o mês da conscientização sobre saúde mental. E talvez não exista assunto mais urgente do que este: como estamos por dentro, enquanto o mundo exige que estejamos bem por fora. É sobre isso que quero falar com você hoje. E falar sobre saúde mental muitas vezes envolve finanças. Até porque saúde mental e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Setembro é o mês da conscientização sobre saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E talvez não exista assunto mais urgente do que este: como estamos por dentro, enquanto o mundo exige que estejamos bem por fora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre isso que quero falar com você hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E falar sobre saúde mental muitas vezes envolve finanças. Até porque saúde mental e dinheiro estão mais conectados do que parecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos cansadas. E com razão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa da Think Olga revelou que:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 55% das mulheres vivem com ansiedade</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 48% têm a renda apertada</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 36% estão endividadas</p>



<p class="wp-block-paragraph">• E quase metade já foi diagnosticada com algum transtorno mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não é coincidência. Isso é sobrecarga, pressão, culpa, é o acúmulo de funções, de exigências, de expectativas e a ausência de tempo, rede, escuta e apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>A verdade que ninguém te contou: você não é fraca. Você está esgotada.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E aqui entra um trecho poderoso do livro <em>A Coragem de Ser Imperfeita</em>, da Brené Brown:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando nos silenciamos por medo da imperfeição, abrimos mão da nossa humanidade. E é aí que adoecemos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes você se sentiu culpada por não dar conta?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes sentiu que “deveria estar mais avançada financeiramente”?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes fingiu que estava tudo bem porque não dava tempo de sentir e lidar com o que estava passando?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a verdade é que viver nessa lógica da performance constante do corpo, do humor, da conta bancária adoece!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>A saúde financeira é parte da saúde mental.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não saber por onde começar, ter vergonha de pedir ajuda, se sentir perdida diante de um extrato bancário&#8230; Tudo isso gera culpa, medo e paralisia emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas e se a gente trocasse a cobrança por compaixão?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se, em vez de metas impossíveis, a gente começasse com um passo real?</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Entenda para onde vai o seu dinheiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Guarde um pouco, mesmo que seja muito pouco</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Divida esse momento com alguém de confiança, pode ser uma amiga</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Procure informação sem julgamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">• E, principalmente, reconheça que pedir ajuda é um ato de coragem</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Setembro Amarelo é sobre vida. E uma vida plena inclui liberdade emocional e financeira.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de que você precisa “dar conta de tudo” é uma mentira vendida como virtude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você não precisa estar sempre perfeita, forte, produtiva ou confiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você precisa estar viva. Consciente. Gentil consigo mesma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, aos poucos, precisa e merece (re)construir sua autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autonomia de dizer não, de fazer escolhas, de cuidar de você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E também de cuidar do seu dinheiro, não como um fardo, mas como ferramenta de liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tem algo que aprendi acompanhando tantas histórias de vida e patrimônio, é que <strong><u>liberdade começa com um simples gesto: o de se escutar.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Então se permita respirar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comece devagar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desligue o piloto automático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E lembre-se: <strong>você não está sozinha. Nem precisa estar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos encontramos no próximo mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Danielle Alves</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Dica de leitura do mês de Setembro: <strong>“A Coragem de Ser Imperfeita”</strong>, de Brené Brown &#8211; Um livro que nos ensina que a força não está em parecer invencível, mas em sermos inteiras, mesmo quando vulneráveis.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Como você lida com os contratempos da vida?</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/como-voce-lida-com-os-contratempos-da-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nathalia Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 16:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Quantas vezes nos deixamos afetar desproporcionalmente por coisas do dia a dia? Certamente, ao longo de nossos dias, inúmeras situações têm o potencial de perturbar nossa tranquilidade. Desde uma noite mal dormida até um encontro com alguém rude no trânsito, ou até mesmo a demora no caixa do supermercado, esses são apenas exemplos de pequenos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><br>Quantas vezes nos deixamos afetar desproporcionalmente por coisas do dia a dia? Certamente, ao longo de nossos dias, inúmeras situações têm o potencial de perturbar nossa tranquilidade. Desde uma noite mal dormida até um encontro com alguém rude no trânsito, ou até mesmo a demora no caixa do supermercado, esses são apenas exemplos de pequenos momentos de estresse que todos nós experimentamos. No entanto, é fundamental reconhecer que esses incidentes passageiros não deveriam ter um impacto duradouro em nossa vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O curioso é que, muitas vezes, somos nós mesmos que concedemos a esses incidentes um poder desproporcional, permitindo que afetem e contaminem todo o nosso dia. Parece que, de forma quase automática, permitimos que esses momentos de estresse assumam o controle, esquecendo que somos capazes de escolher como reagir a eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A verdade é que somos naturalmente inclinados a reagir a estímulos negativos de forma mais intensa, mas isso não significa que precisamos permitir que essas reações moldem o curso de nossas vidas. Todos nós enfrentamos problemas, alguns mais sérios e outros passageiros. O que faz uma diferença significativa em nossa qualidade de vida é a maneira como lidamos com esses contratempos, sejam eles grandes ou pequenos. Devemos aprender a separar o que é verdadeiramente importante do que é insignificante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sendo assim, aqui entra o papel da perspectiva. Muitas vezes, a intensidade do estresse que sentimos está diretamente relacionada à nossa perspectiva sobre a situação. Se conseguirmos enxergar uma situação de maneira mais objetiva e menos emocional, é mais provável que possamos lidar com ela de forma mais calma e eficaz. Em vez de permitir que o estresse tome conta, podemos aprender a reconhecer nossas emoções, respirar fundo e buscar maneiras construtivas de lidar com as situações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Portanto, que tal praticar esse exercício? Sempre que algo tirar a sua paz, pare por um momento e reflita se essa situação realmente merece a sua atenção prolongada ou se pode ser deixada de lado. À medida que você se torna mais hábil nessa abordagem, perceberá que seus dias se tornam mais leves e gratificantes. O poder de escolher como reagir a cada situação está em suas mãos, e essa habilidade pode ser a chave para uma vida mais tranquila e feliz</p>
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		<title>Setembro Amarelo: O corpo mostra sinais</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/setembro-amarelo-o-corpo-mostra-sinais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daiana Figueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 21:45:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira 3 sinais que as unhas mostram para ansiedade, depressão, transtorno alimentar e mais. Olá, queridas leitoras, que bom estar com vocês mais uma vez. Aqui,&#160;vamos tratar de um tema sensível, mas que pode salvar vidas: O&#160;Setembro Amarelo. Nele, nos empenhamos pela prevenção ao suicídio. A ligação entre transtornos psiquiátricos e doenças dermatológicas já é algo constatado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Confira 3 sinais que as unhas mostram para ansiedade, depressão, transtorno alimentar e mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Olá, queridas leitoras, que bom estar com vocês mais uma vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui,&nbsp;vamos tratar de um tema sensível, mas que pode salvar vidas: O&nbsp;Setembro Amarelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nele, nos empenhamos pela prevenção ao suicídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ligação entre transtornos psiquiátricos e doenças dermatológicas já é algo constatado. Cada um desses transtornos se manifesta na pele de forma diferente como: acne, onicotilomania, acrocianose, úlceras e outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, temos as chamadas escoriações psicogênicas, ou seja, a pessoa provoca em si as lesões, sem apresentar condição dermatológica de base. Essas escoriações ocorrem onde as mãos alçam com facilidade. E esse transtorno acomete principalmente mulheres, independentemente da idade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os casos mais comuns de acarretarem escoriações são: depressão e ansiedade, transtorno de personalidade borderline, transtorno dismórfico corporal, transtorno de uso de substâncias, transtornos alimentares, tricotilomania e cleptomania.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o ato de escoriar-se é uma resposta ao sentimento de tensão aumentada, somado à tentativa de resistir a esse sentimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A externalização na pele impacta a vida social e emocional. As lesões carregam consigo um estigma difícil de lidar. Mesmo que, em sua maioria, elas não apresentem risco direto à vida, afetam a qualidade de vida podendo gerar isolamento social e redução da autoestima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3&nbsp;</strong><strong>condições</strong><strong>&nbsp;</strong><strong>para observar nas unhas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1&nbsp;–&nbsp;Onicotilomania</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma neurose compulsiva. O mais frequente é o ato de tracionar as cutículas para trás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso causa distrofia do corpo da unha e prejudica seu crescimento, que em casos graves pode ser irreversível. Além de poder abrir porta para infecções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 – Onicofagia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roer as unhas!<br>Isso mesmo, o hábito de roer as unhas e com os dentes mexer nas laterais das unhas costuma ser uma resposta a situações de estresse, ansiedade e tristeza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, ocorre sangramento podendo descolar toda a unha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui, os riscos maiores são de unha encrava e infecção, que pode inclusive acometer o apêndice, pelos pedacinhos de unha e cutícula engolidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3 – Unhas encravadas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sem tirar de forma compulsiva os cantos das unhas ou&nbsp;roê-las, o corpo pode responder a uma&nbsp;condição psicológica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As células envolvidas no crescimento e desenvolvimento das unhas podem reagir, fazendo com que a unha cresça mais fechada, o que acaba por encravá-las. Esse quadro pode gerar muita dor em alguns casos, podendo trazer também inflamações e infecções nas laterais das unhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como uma Podóloga pode ajudar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de conseguirmos auxiliar com tratamentos como:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25aa.png" alt="▪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;Desinfecção e curativos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25aa.png" alt="▪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;Ortoniquinia: aplicação de&nbsp;órteses para corrigir a alteração da curvatura das unhas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25aa.png" alt="▪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;Cortes técnicos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de outras técnicas que podem ajudar nos processos de cicatrização, cura física das mãos&nbsp;e pés&nbsp;e, não menos importante, no cuidado e elevação&nbsp;da autoestima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante dizer que, quem convive com essas situações precisa da ajuda de uma equipe multidisciplinar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Daiana compartilha:&nbsp;</strong><strong>Meu Setembro Amarelo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Queridas, sei que este assunto é muito sensível. E sinto no coração de compartilhar o que vivi.&nbsp;Então, segue meu testemunho abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando meu filho tinha sete anos, começou a&nbsp;comer&nbsp;as pontas dos dedos&nbsp;(mutilar)&nbsp;a pele.&nbsp;Começou com esse ato,&nbsp;o que parece normal para muitas crianças e adolescentes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma das muitas tentativas em entender esse comportamento, perguntei por que ele estava fazendo aquilo. Ele contou que estava sofrendo bullying na escola, onde era machucado por&nbsp;duas crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resolvida essa situação, ao longo dos anos, fui percebendo um estado profundo de tristeza na vida dele. E observei que as unhas dele começaram a encravar&nbsp;e isso foi um alerta para mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Orei e pedi ajuda a Deus, porque não sabia o que estava acontecendo com ele. Ele tentou dois suicídios. E foi muita fé, força e amor para que passássemos por tudo isso.&nbsp;Também, contamos com uma equipe de profissionais que nos ajudou muito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje&nbsp;ele está muito bem, é um adolescente de&nbsp;17&nbsp;anos cheio de vida e sonhos!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você tem alguém perto e percebe algum dos sinais pelas unhas, ofereça ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma palavra de acolhimento pode fazer toda diferença na vida de&nbsp;uma pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escolha pela vida!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até breve.</p>
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