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	<title>saúde mental &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>saúde mental &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>MULHERES SEM SONO: POR QUE DORMIR VIROU UMA MISSÃO QUASE IMPOSSÍVEL?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 01:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Bright Brains &#8211; @brightbrainsbr Insônia não é falta de força, muitas vezes é um sistema em alerta. Conheça agora as causas mais comuns da insônia no universo feminino e um plano realista para recuperar o sono como pilar da saúde mental. “Dormir é tratamento. Quando o sono melhora, a vida começa a caber de novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Bright Brains &#8211; @brightbrainsbr</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Insônia não é falta de força, muitas vezes é um sistema em alerta. Conheça agora as causas mais comuns da insônia no universo feminino e um plano realista para recuperar o sono como pilar da saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Dormir é tratamento. Quando o sono melhora, a vida começa a caber de novo no seu dia.”</strong> Explica a psicóloga Paula Manzolli, que integra a equipe técnica da Bright Brains e alia o cuidado emocional à Neuromodulação não invasiva para trazer de volta uma qualidade de vida que para muitas mulheres parecia impossível de reconquistar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reuniões, filhos, prazos, mensagens à noite. Para muitas mulheres, o corpo pede pausa enquanto a mente acelera. O resultado? Dificuldade para adormecer, despertares noturnos e acordar cansada. Este é o trio que alimenta ansiedade, irritabilidade, queda de foco e compulsões. Dormir volta a ser possível quando tratamos o sono como parte do plano de saúde da vida, não como sobra do dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que está por trás da insônia feminina?</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Ansiedade de alta performance: mente em loop de preocupações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Oscilações hormonais: perimenopausa, TPM/PMDD, puerpério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Carga mental invisível: tudo sob seu radar, 24/7.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Luz e telas à noite: atraso de melatonina, hiperestimulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Dor crônica / enxaqueca: cérebro hipervigilante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Cafeína, álcool e horários irregulares: micro sabotagens diárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora tente seguir estes 7 passos (que cabem no mundo real) para um sono melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Horários sagrados: acorde e deite em janelas quase fixas de horários, entre 21h e 22h, por exemplo</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Luz certa na hora certa: manhã na luz natural por 10 a 15 min; à noite, reduzir brilho e luz branca 90 min antes de dormir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Queda gradual de atividade: (a) encerrar tela de trabalho, (b) tarefa morna (banho/arrumar algo simples), (c) ritual breve (livro leve/respiração).</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Cama é para dormir: se não pegar no sono em 30 min, levante;com luz baixa, faça alguma atividade monótona; só volte para a cama com sono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Corpo a favor do sono: atividade física diurna regular (30 min); tente evitar treino intenso tarde da noite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. Cafeína com limite: nada após 14h; o álcool fragmenta o sono, modere, especialmente perto de deitar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">7. A mente que aprende a parar: tente 5 a 10 min de respiração lenta (4–6 ciclos/min) ou relaxamento muscular progressivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, veja alguns sinais de alerta para você buscar avaliação:</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Insônia 3 vezes por semana, durante 3 meses ou mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Ronco alto e sonolência diurna (investigar apneia).</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Humor muito instável, falta de esperança, uso frequente de álcool ou medicação para dormir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Onde a Neuromodulação não invasiva pode ajudar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Bright Brains, a equipe do Dr. Ricardo Galhardoni integra neurologia, psicologia, psiquiatria e protocolos customizados de Neuromodulação não invasiva para regular redes de estresse, humor e sono. O foco é devolver previsibilidade ao descanso e energia para o dia, com plano personalizado e acompanhamento próximo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, sono bom não é luxo. É a base. E quando o descanso volta, a vida inteira melhora.</p>
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		<title>Setembro Amarelo: quando falar é um ato de coragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 14:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[falar]]></category>
		<category><![CDATA[Força]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[O Setembro Amarelo é uma campanha que nos lembra do valor da vida, da importância do cuidado e da força que existe em pedir ajuda. Você já percebeu como, às vezes, uma simples conversa pode mudar o rumo de alguém? Um “pode contar comigo” ou “estou aqui para te ouvir” pode parecer pequeno, mas, para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Setembro Amarelo é uma campanha que nos lembra do valor da vida, da importância do cuidado e da força que existe em pedir ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você já percebeu como, às vezes, uma simples conversa pode mudar o rumo de alguém? Um “pode contar comigo” ou “estou aqui para te ouvir” pode parecer pequeno, mas, para quem sofre em silêncio, pode ser a diferença entre desistir ou seguir em frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Setembro nos traz esse lembrete urgente: precisamos falar sobre saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é moda, não é exagero, muito menos demonstração de fraqueza. É cuidado. É amor pela vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde mental não é algo que se vê no espelho, mas que se sente no coração. E merece a mesma atenção que damos a saúde do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo. Só no Brasil, são cerca de 14 mil casos por ano, o que significa, em média, 38 pessoas por dia. São números que nos assustam, mas também nos convidam à ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como psicóloga, sei que pedir ajuda pode parecer difícil. Vejo isso no meu dia a dia. Existe medo, vergonha, até a crença de que “ninguém vai me entender”. Mas a verdade é que ninguém precisa enfrentar a dor sozinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está em sofrimento severo, converse com alguém de confiança ou ligue para o 188 (CVV) que tem atendimento gratuito, 24 horas, em todo o Brasil ou ainda, procure ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se o sofrimento é de alguém que você ama, procure escutar sem julgamentos, evitando frases que diminuam a dor, como “isso vai passar” ou “seja forte”. No lugar disso, mostre empatia, presença e interesse, ouça com atenção e amor, acolha com um abraço, enviei uma mensagem e se for possível convide para um café e seja presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se perceber que essa pessoa precisa de mais do que isso, incentive a busca por acompanhamento profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sinal de fraqueza admitir que não está bem. É um ato profundo de coragem e de amor-próprio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Setembro Amarelo vai além de uma campanha. É um convite para que possamos viver com mais empatia e respeito, reconhecendo que cada vida importa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que possamos cuidar de quem está ao nosso redor e de nós mesmas, com mais ternura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, no fim, falar sobre saúde mental é falar sobre amor. E o amor é o elo perfeito, que sustenta a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,<br>Fátima de Aquino<br>Psicóloga Clínica<br>CRP 04/45482</p>
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		<title>E se o problema não for você, mas o peso que você carrega?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danielle Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 13:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[sobrecarga]]></category>
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					<description><![CDATA[Setembro é o mês da conscientização sobre saúde mental. E talvez não exista assunto mais urgente do que este: como estamos por dentro, enquanto o mundo exige que estejamos bem por fora. É sobre isso que quero falar com você hoje. E falar sobre saúde mental muitas vezes envolve finanças. Até porque saúde mental e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Setembro é o mês da conscientização sobre saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E talvez não exista assunto mais urgente do que este: como estamos por dentro, enquanto o mundo exige que estejamos bem por fora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre isso que quero falar com você hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E falar sobre saúde mental muitas vezes envolve finanças. Até porque saúde mental e dinheiro estão mais conectados do que parecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos cansadas. E com razão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa da Think Olga revelou que:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 55% das mulheres vivem com ansiedade</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 48% têm a renda apertada</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 36% estão endividadas</p>



<p class="wp-block-paragraph">• E quase metade já foi diagnosticada com algum transtorno mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não é coincidência. Isso é sobrecarga, pressão, culpa, é o acúmulo de funções, de exigências, de expectativas e a ausência de tempo, rede, escuta e apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>A verdade que ninguém te contou: você não é fraca. Você está esgotada.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E aqui entra um trecho poderoso do livro <em>A Coragem de Ser Imperfeita</em>, da Brené Brown:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando nos silenciamos por medo da imperfeição, abrimos mão da nossa humanidade. E é aí que adoecemos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes você se sentiu culpada por não dar conta?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes sentiu que “deveria estar mais avançada financeiramente”?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes fingiu que estava tudo bem porque não dava tempo de sentir e lidar com o que estava passando?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a verdade é que viver nessa lógica da performance constante do corpo, do humor, da conta bancária adoece!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>A saúde financeira é parte da saúde mental.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não saber por onde começar, ter vergonha de pedir ajuda, se sentir perdida diante de um extrato bancário&#8230; Tudo isso gera culpa, medo e paralisia emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas e se a gente trocasse a cobrança por compaixão?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se, em vez de metas impossíveis, a gente começasse com um passo real?</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Entenda para onde vai o seu dinheiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Guarde um pouco, mesmo que seja muito pouco</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Divida esse momento com alguém de confiança, pode ser uma amiga</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Procure informação sem julgamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">• E, principalmente, reconheça que pedir ajuda é um ato de coragem</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Setembro Amarelo é sobre vida. E uma vida plena inclui liberdade emocional e financeira.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de que você precisa “dar conta de tudo” é uma mentira vendida como virtude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você não precisa estar sempre perfeita, forte, produtiva ou confiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você precisa estar viva. Consciente. Gentil consigo mesma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, aos poucos, precisa e merece (re)construir sua autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autonomia de dizer não, de fazer escolhas, de cuidar de você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E também de cuidar do seu dinheiro, não como um fardo, mas como ferramenta de liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tem algo que aprendi acompanhando tantas histórias de vida e patrimônio, é que <strong><u>liberdade começa com um simples gesto: o de se escutar.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Então se permita respirar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comece devagar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desligue o piloto automático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E lembre-se: <strong>você não está sozinha. Nem precisa estar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos encontramos no próximo mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Danielle Alves</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Dica de leitura do mês de Setembro: <strong>“A Coragem de Ser Imperfeita”</strong>, de Brené Brown &#8211; Um livro que nos ensina que a força não está em parecer invencível, mas em sermos inteiras, mesmo quando vulneráveis.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Como manter a saúde mental nos negócios em um mundo que nunca desliga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:23:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia clínica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Paula Manzolli – Psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, Relacionamento e Família. Ao longo dos meus anos como psicóloga clínica, acompanhando de perto a realidade emocional de empresários, empreendedores e profissionais de alta performance, tenho visto um cenário se repetir com frequência: pessoas que chegam ao consultório esgotadas, ansiosas, deprimidas ou em burnout. O discurso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Paula Manzolli – Psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, Relacionamento e Família.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos meus anos como psicóloga clínica, acompanhando de perto a realidade emocional de empresários, empreendedores e profissionais de alta performance, tenho visto um cenário se repetir com frequência: pessoas que chegam ao consultório esgotadas, ansiosas, deprimidas ou em burnout. O discurso inicial geralmente aponta o trabalho como vilão, mas à medida que vamos investigando a história de vida, percebo que o problema nem sempre está no trabalho, sim em uma vida desorganizada, negligenciada e mal cuidada nas outras áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Família, saúde, espiritualidade, vida social e organização financeira são pilares que sustentam o bem-estar. Quando esses pilares estão fragilizados, é o trabalho que acaba absorvendo os sintomas: queda de rendimento, procrastinação, irritabilidade, crises de ansiedade, conflitos interpessoais, sensação de vazio ou de não dar conta de tudo. E o que aparece no ambiente profissional, muitas vezes, é apenas o reflexo de conflitos emocionais mal resolvidos, padrões de pensamento disfuncionais ou hábitos de vida desgastantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) nos ensina que nossa forma de pensar interfere diretamente em como sentimos e agimos. Pensamentos distorcidos como &#8220;eu tenho que dar conta de tudo&#8221;, &#8220;não posso falhar&#8221;, &#8220;descansar é perder tempo&#8221; ou &#8220;só serei valorizado se produzir o tempo todo&#8221; alimentam um ciclo tóxico de autoexigência, culpa e exaustão. E nesse ritmo, é comum o corpo e a mente darem sinais de esgotamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vivemos numa era em que o trabalho cabe na palma da mão. Ele vai conosco para todos os lugares: no celular, no notebook, no carro, nas férias e até na mesa de jantar. A facilidade de comunicação trouxe agilidade, mas também dissolveu os limites entre o pessoal e o profissional. Com isso, o descanso virou exceção, e não mais a regra. O lazer virou culpa. A pausa virou fraqueza. E viver em constante alerta passou a ser normalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter a saúde mental nos negócios exige, antes de tudo, coragem para reorganizar prioridades e rever crenças que sustentam esse modo de vida acelerado e insustentável. Não se trata de abandonar o sucesso, mas de redefinir o que é sucesso. Porque de nada adianta uma empresa próspera com um corpo em colapso e uma mente adoecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mente saudável é a maior aliada da produtividade sustentável. E esse cuidado precisa ser diário, consciente e estratégico. Por isso, compartilho aqui algumas orientações que aplico na minha vida e ensino aos meus pacientes que desejam manter a saúde mental enquanto seguem firmes em seus negócios:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Liste suas prioridades com clareza: nem tudo é urgente, e nem tudo é importante. Saber o que realmente importa evita a sensação de viver apagando incêndios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Inclua atividade física regular na rotina: o movimento do corpo regula o humor, organiza o pensamento e previne doenças emocionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Pratique o mindfulness: ainda que por poucos minutos ao dia, estar presente no momento, de forma consciente, ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Registre os pensamentos negativos ou disfuncionais: identificar padrões de pensamento automáticos é o primeiro passo para reestruturá-los com mais equilíbrio e racionalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Faça psicoterapia pelo menos uma vez por semana: cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. A psicoterapia oferece um espaço seguro de acolhimento, reflexão e reorganização interna, o que reflete diretamente na sua postura profissional e nos seus resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sinal de fraqueza pedir ajuda. Pelo contrário, é sinal de lucidez. Quem aprende a cuidar de si com responsabilidade emocional está mais preparado para enfrentar os desafios do mundo dos negócios com clareza, criatividade, equilíbrio e propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembre-se: o seu negócio precisa de você bem. Sua mente é seu principal ativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Alienação Parental e o sofrimento emocional da criança vítima desse abuso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 14:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação parental]]></category>
		<category><![CDATA[Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Alienação parental. Talvez você já tenha ouvido essa expressão e não saiba exatamente sobre o que se trata. E pior, talvez você não saiba quais sejam os danos que ela pode causar à criança que passa por isso. Alienação parental é um termo que se refere ao processo pelo qual um dos pais manipula a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Alienação parental. Talvez você já tenha ouvido essa expressão e não saiba exatamente sobre o que se trata. E pior, talvez você não saiba quais sejam os danos que ela pode causar à criança que passa por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alienação parental é um termo que se refere ao processo pelo qual um dos pais manipula a criança para que ela rejeite o outro genitor, criando com isso um distanciamento ou mesmo um rompimento emocional entre a criança e ele(a).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode ocorrer através de atitudes como: comentários negativos, acusações falsas, mentiras, interferência na comunicação, afastamento ou isolamento da criança, entre outras estratégias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certamente o intuito inicial é agredir o genitor, o fazendo sofrer, porém o maior prejudicado será a relação com o pai ou a mãe alienados e a própria saúde mental da criança, já que esse comportamento pode causar sérios danos emocionais e psicológicos à ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos países, a alienação parental é considerada uma forma de abuso emocional e pode ter implicações legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível perceber alguns dos principais aspectos emocionais que podem afetar a criança, vítima de alienação parental. Geralmente ela se sente confusa emocionalmente, vivenciando um conflito de lealdade, dividida entre o amor pelos pais ou mesmo se sentido culpada por ter sentimentos positivos em relação a um deles, ou por não conseguir agradar o genitor alienante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pressão para “escolher” entre um deles e a manipulação emocional que ela sofre, podem levar a criança a sentimentos confusos, podendo desenvolver sintomas ansiosos e depressivos devido ao estresse contínuo e ao conflito interno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível perceber que a criança exposta à alienação parental é mais propensa a apresentar baixa autoestima, já que começa a sentir que ela própria é a causa dos conflitos entre os pais, sente-se rejeitada por um deles e muitas vezes tem dificuldades em perceber o seu real valor, chegando até a deixar de se amar. Tudo isso pode levar a uma diminuição significativa da sua autoestima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a criança pode desenvolver sentimentos de raiva e ressentimento em relação ao genitor alienante ou ao genitor alienado, ou a ambos, de modo que ela não consiga ter uma boa relação nem com um e nem com o outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Crescer em um ambiente onde um dos pais é constantemente criticado e desvalorizado pode levar a dificuldades em confiar nas outras pessoas, já que as dificuldades emocionais vividas durante a infância podem impactar negativamente a capacidade da criança de formar e manter relacionamentos saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, observamos também aspectos comportamentais como agressividade ou retraimento, ou seja, a criança pode manifestar comportamentos agressivos ou, ao contrário, tornar-se excessivamente retraída e isolada, manifestando dificuldades para interagir. Pode ter dificuldades em desenvolver um senso de identidade claro e positivo, especialmente se o genitor alienado desempenhava um papel significativo na formação de sua identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ambiente escolar, o estresse e os conflitos emocionais podem levar a uma queda no desempenho e na motivação para aprender, além de uma dificuldade no relacionamento e na interação com os colegas, o que prejudica também o seu convívio social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os impactos a longo prazo desse tipo de problema são as dificuldades emocionais que podem persistir até a idade adulta, resultando em problemas psicológicos duradouros, que podem afetar negativamente a capacidade da criança em formar e manter relacionamentos saudáveis no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses aspectos emocionais e comportamentais podem variar em intensidade e impacto dependendo da gravidade da alienação parental e também do suporte que a criança recebe de outras figuras significativas em sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas é preciso estarmos atentos pois os efeitos da alienação parental podem ser profundos e duradouros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É crucial que a criança que passa por isso receba apoio emocional adequado, tanto de profissionais de saúde mental quanto de outras figuras de apoio, para diminuir esses impactos e ajudar na recuperação emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trago esse texto como um alerta, para que se você vive um processo onde há uma ou mais crianças envolvidas, cuide para que elas não sejam expostas à esse tipo de abuso emocional, pois as dores são profundas e as marcas podem seguir por toda a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Aquino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga Clínica</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O Impacto da Tecnologia na Saúde Mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[impactos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da internet e das redes sociais, podemos perceber uma mudança significa no comportamento das pessoas de modo geral, não me refiro apenas às crianças e adolescentes, mas também aos adultos. De certa forma essa novidade pegou a todos nós despreparados e sem saber como lidar com suas consequências. Sempre existem prós e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da internet e das redes sociais, podemos perceber uma mudança significa no comportamento das pessoas de modo geral, não me refiro apenas às crianças e adolescentes, mas também aos adultos. De certa forma essa novidade pegou a todos nós despreparados e sem saber como lidar com suas consequências.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sempre existem prós e contras, pontos positivos e negativos, mas quando se trata das tecnologias, internet e redes sociais fico com a impressão de que ficamos todos inebriados com suas delícias e suas infinitas possibilidades que só depois de um bom tempo estamos parando para nos atentarmos às consequências e aos impactos negativos do uso excessivo. Pesquisas mostram que há uma tendência ao aumento do tempo gasto on-line, sendo que a média de tempo em que o brasileiro passa conectado pode variar bastante, dependendo da faixa etária, do acesso à internet e de outros fatores. Em média as pessoas tendem a passar entre 3 e 4 horas por dia nas redes sociais e os adolescentes e adultos jovens, tendem a passar ainda mais tempo nessas plataformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ainda há muito a ser estudado mas já é possível perceber que o vício em tecnologia pode afetar a saúde mental de várias maneiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O impacto da tecnologia na saúde mental é um tema relevante e vale a pena observar alguns aspectos como, por exemplo, o aumento do isolamento social, já que o uso excessivo de dispositivos tecnológicos pode levar a uma redução no tempo dedicado a interações face a face, comprometendo os relacionamentos interpessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O tempo gasto em redes sociais pode substituir o tempo que as pessoas passariam interagindo pessoalmente, o que pode resultar na diminuição das habilidades sociais e na falta de prática em situações sociais reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialmente por parte da chamada geração Z, nascido entre 1995 a 2010, é fácil perceber através de uma rápida observação, a dificuldade que muitos apresentam para se relacionar pessoalmente, para estabelecer um diálogo sem a mediação de um celular ou computador e a pouca habilidade para lidar com todas as emoções que estão envolvidas nas relações humanas.<br>Embora as redes sociais possam fornecer uma sensação de conexão, o uso excessivo delas pode levar a uma dificuldade de interação social e de se relacionar com o próximo no mundo real, do olho no olho, do calor da presença, levando a interações superficiais e menos significativas, onde as pessoas se concentram mais em compartilhar aspectos selecionados de suas vidas do que em desenvolver relacionamentos genuínos, significativos e saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mesmo que as redes sociais forneçam uma aparente conexão, certamente não substituem a verdadeira interação humana. Com isso as pessoas tem sentido cada vez mais um aumento da solidão e da sensação de desconexão, especialmente quando as interações online não são satisfatórias, favorecendo o aparecimento de processos depressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Um outro aspecto importante a se considerar é a grande busca por validação social, que se dá através de curtidas e comentários, ainda mais por parte do pré-adolescente e do adolescente e por um padrão de comparação constante e prejudicial com outras pessoas, o que pode gerar sentimentos de inadequação e baixa autoestima, quando comparamos nossas vidas comuns com as vidas idealizadas de outras pessoas, apresentadas nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É como se comparássemos nossos “bastidores” bagunçados, com os lindos “palcos” das outras pessoas, as nossas lutas e dificuldades diárias com a alegrias e vitórias dos outros. Essa é por si só, uma comparação injusta e irreal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O vício em tecnologia pode contribuir também, para níveis aumentados de ansiedade e estresse, especialmente quando há uma sensação de dependência constante em relação aos dispositivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O excesso de estímulos sensoriais por um longo período levam a agitação e dificuldades de relaxamento, prejudicando a capacidade de concentração e foco, afetando negativamente o desempenho acadêmico e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Diante disso, é importante reconhecer os sinais de vício em tecnologia, tanto nosso quando em nossos filhos, e adotar estratégias para promover um uso saudável e equilibrado. Isso pode incluir estabelecer limites de tempo, praticar o autocontrole, buscar atividades offline e desenvolver relacionamentos pessoais significativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Somos uma sociedade digital e não temos como negar ou ficar alheios a isso, e nem há essa necessidade, mas é importante equilibrar o uso de redes sociais com interações sociais significativas, com o cultivo de relações pessoais prazerosas, dedicando tempo a atividades que promovam conexões genuínas e gerem o sentimento de pertencimento, tão vital para o desenvolvimento e manutenção da nossa saúde mental. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica o alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Fiquemos todas atentas a nós mesmas e ao nosso entorno!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com carinho, Fátima Aquino Psicóloga Clínica</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Um ambiente saudável! O melhor presente para seu filho.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 18:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Outubro é o mês das crianças e nós mães, começamos a pensar nos presentes e nas surpresas que faremos para nossos filhos, principalmente se eles estão na infância. Geralmente pensamos em presentes que alegrem o tão aguardado dia, e isso é muito bom! Hoje eu gostaria de chamar a sua atenção para ações e cuidados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Outubro é o mês das crianças e nós mães, começamos a pensar nos presentes e nas surpresas que faremos para nossos filhos, principalmente se eles estão na infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente pensamos em presentes que alegrem o tão aguardado dia, e isso é muito bom!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje eu gostaria de chamar a sua atenção para ações e cuidados que são verdadeiros presentes (não materiais) para nossos filhos, e que terão um grande impacto em toda sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou me referindo ao cuidado com a saúde mental, mais especificamente a nossa saúde mental, como mães e pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, a nossa saúde mental têm grande impacto sobre nossos filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vivemos tempos de um número crescente de adoecimento mental e não podemos estar despercebidas para esse fato que gera tantos impactos na vida familiar e no desenvolvimento dos nossos filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pais que enfrentam problemas de saúde mental como depressão, ansiedade, estresse crônico, entre outros, muitas vezes podem ter dificuldades em oferecer um ambiente estável e de apoio para seus filhos. Isso pode afetar o bem-estar emocional e psicológico das crianças e adolescentes, assim como seu desenvolvimento cognitivo e social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que os pais desempenham um papel fundamental no modelamento do comportamento e das habilidades de enfrentamento dos filhos, e crianças que crescem em um ambiente em que os pais enfrentam desafios de saúde mental podem estar em maior risco e sofrerem com problemas emocionais e comportamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que não podemos desconsiderar as dificuldades que todas nós sofremos, as pressões da vida, os inúmeras desafios que enfrentamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há aqui a intenção de nos fazer sentir culpa, mas sim de nos despertar para um investimento extremamente necessário, que é na nossa saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos estar atentas ao fato de que pais emocionalmente adoecidos podem transmitir seu estresse, ansiedade, depressão ou outros problemas emocionais para seus filhos de várias maneiras já que as crianças muitas vezes imitam o comportamento e as reações dos pais. Se os pais estão constantemente estressados ou ansiosos, os filhos podem aprender a lidar com o estresse da mesma maneira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de apoio por parte dos pais adoecidos pode afetar o desenvolvimento emocional das crianças, além de oferecer um ambiente familiar instável, com conflitos frequentes, negligência afetiva, afetando negativamente o bem-estar das crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por tudo isso, preservar os filhos é uma preocupação importante e nós mães, podemos tomar algumas medidas que irão minimizar o impacto sobre nossos filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de adoecimento mental de um dos pais é importante buscar ajuda profissional, terapia, medicamentos ou outros tratamentos recomendados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante também que os pais mantenham uma comunicação aberta com os filhos, adaptando a conversa à idade e compreensão deles e explicando de forma simples e apropriada o que está acontecendo, tranquilizando-os de que o problema não é culpa deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oferecer uma rotina estável e previsível em casa também pode proporcionar aos filhos um senso de segurança e de estabilidade, o que é particularmente importante quando os pais estão enfrentando desafios de saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de ajuda profissional, considere envolver outros membros da família, amigos ou grupos de apoio para oferecer suporte emocional aos seus filhos e a você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuide de si mesma. As mães e os pais também precisam de cuidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certifique-se de cuidar de sua própria saúde mental, buscando o apoio necessário e tirando tempo para si e esteja atenta às mudanças de comportamento significativas e no bem-estar emocional de seus filhos. Se notar sinais de estresse, ansiedade ou outros problemas, considere procurar ajuda adicional para eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O apoio profissional, como terapia familiar ou terapia infantil, pode ser útil para auxiliar as crianças e os adolescentes a lidarem com os desafios associados aos pais emocionalmente adoecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que nem todas os filhos de pais com problemas emocionais desenvolvem problemas semelhantes. Muitos fatores podem influenciar no modo em que uma criança responde a essa situação, incluindo a presença de outros adultos de apoio, a personalidade da criança e suas próprias resiliências emocionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não podemos negar que pais e mães saudáveis e felizes tem maiores chances de oferecem um ambiente adequado para seus filhos crescerem e criarem laços afetivos, se desenvolverem de modo a se relacionarem saudavelmente consigo mesmas, com o outro e com o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saúde mental é um excelente presente, não só para o dia das crianças, mas para toda sua vida!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pense nisso! Se cuide!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Aquino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga Clínica</p>
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		<title>Como você lida com os contratempos da vida?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nathalia Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 16:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Quantas vezes nos deixamos afetar desproporcionalmente por coisas do dia a dia? Certamente, ao longo de nossos dias, inúmeras situações têm o potencial de perturbar nossa tranquilidade. Desde uma noite mal dormida até um encontro com alguém rude no trânsito, ou até mesmo a demora no caixa do supermercado, esses são apenas exemplos de pequenos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><br>Quantas vezes nos deixamos afetar desproporcionalmente por coisas do dia a dia? Certamente, ao longo de nossos dias, inúmeras situações têm o potencial de perturbar nossa tranquilidade. Desde uma noite mal dormida até um encontro com alguém rude no trânsito, ou até mesmo a demora no caixa do supermercado, esses são apenas exemplos de pequenos momentos de estresse que todos nós experimentamos. No entanto, é fundamental reconhecer que esses incidentes passageiros não deveriam ter um impacto duradouro em nossa vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O curioso é que, muitas vezes, somos nós mesmos que concedemos a esses incidentes um poder desproporcional, permitindo que afetem e contaminem todo o nosso dia. Parece que, de forma quase automática, permitimos que esses momentos de estresse assumam o controle, esquecendo que somos capazes de escolher como reagir a eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A verdade é que somos naturalmente inclinados a reagir a estímulos negativos de forma mais intensa, mas isso não significa que precisamos permitir que essas reações moldem o curso de nossas vidas. Todos nós enfrentamos problemas, alguns mais sérios e outros passageiros. O que faz uma diferença significativa em nossa qualidade de vida é a maneira como lidamos com esses contratempos, sejam eles grandes ou pequenos. Devemos aprender a separar o que é verdadeiramente importante do que é insignificante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sendo assim, aqui entra o papel da perspectiva. Muitas vezes, a intensidade do estresse que sentimos está diretamente relacionada à nossa perspectiva sobre a situação. Se conseguirmos enxergar uma situação de maneira mais objetiva e menos emocional, é mais provável que possamos lidar com ela de forma mais calma e eficaz. Em vez de permitir que o estresse tome conta, podemos aprender a reconhecer nossas emoções, respirar fundo e buscar maneiras construtivas de lidar com as situações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Portanto, que tal praticar esse exercício? Sempre que algo tirar a sua paz, pare por um momento e reflita se essa situação realmente merece a sua atenção prolongada ou se pode ser deixada de lado. À medida que você se torna mais hábil nessa abordagem, perceberá que seus dias se tornam mais leves e gratificantes. O poder de escolher como reagir a cada situação está em suas mãos, e essa habilidade pode ser a chave para uma vida mais tranquila e feliz</p>
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		<title>Maternidade e saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 May 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[A influência materna no desenvolvimento dos filhos, de acordo com o psicanalista&#160; Winnicott, é algo notório e de grande relevância. A mãe é a principal responsável pelo desenvolvimento da saúde mental dos filhos e é fundamental na construção do sujeito que, desde muito cedo, irá iniciar sua vida em um ambiente que proporcione desafios e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A influência materna no desenvolvimento dos filhos, de acordo com o psicanalista&nbsp; Winnicott, é algo notório e de grande relevância. <strong>A mãe é a principal responsável pelo desenvolvimento da saúde mental dos filhos e é fundamental na construção do sujeito que, desde muito cedo, irá iniciar sua vida em um ambiente que proporcione desafios e recursos para o desenvolvimento da sua personalidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principalmente no primeiro ano de vida, a relação mãe e bebê vai definir um modelo ou uma estrutura que o acompanhará na sua vida adulta e que vai estabelecer como ele irá se relacionar consigo mesmo, com o outro e com o mundo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que isso não é uma condição imutável, e que as experiências que vivenciamos ao longo da vida também podem nos marcar e nos transformar.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diante da importância da maternidade, fica claro que para que o bebê possa encontrar esse ambiente saudável para o seu crescimento e desenvolvimento, a mãe precisa necessariamente estar saudável e apta para proporcionar tudo isso ao seu filho, ou seja, a saúde mental da mãe é fundamental para o desenvolvimento do bebê.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em média&nbsp; 20% das mães em todo o mundo apresentaram algum tipo de transtorno mental, em sua maioria a depressão. No Brasil, segundo estudo realizado pela&nbsp;Fiocruz, uma em cada quatro mulheres apresentam sintomas de depressão no período de 6 a 18 meses após o nascimento do seu&nbsp; filho.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das pesquisas, o assunto não tem ganhado destaque, ficando a atenção de todos voltada para o bem estar do bebê. A rede de apoio tão importante em vários momentos, na maioria das vezes mesmo que tenham as melhores intenções, se equivocam e ao invés de apoiarem a mãe, para que ela esteja bem e apta para cuidar do seu bebê, voltam os seus cuidados apenas para o bebê, ficando a mãe sem a assistência necessária e se sentindo perdida e sobrecarregada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maternidade sempre foi romantizada e a mãe é vista como uma leoa que dá conta de tudo. Esse status pode gerar culpa, frustração e sentimento de incapacidade em que muitas mulheres se vêem sem condições de lidar com todas as atividades que seus múltiplos papéis requerem delas, o que pode levá-las ao cansaço extremo, estresse e até mesmo ao adoecimento mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, o esgotamento mental da mãe gera um distanciamento emocional do filho e gera nela sentimentos como o de não realização e de pouca eficácia na maternidade. Sabemos que a maternidade traz consigo diversas mudanças na vida da mulher, mexendo com suas estruturas, com suas emoções, com sua rotina e trazendo muitas alterações, sendo uma experiência capaz de transformar a mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mulher, agora mãe, precisa ser compreendida, ouvida e auxiliada para conseguir se adequar à nova vida e às novas funções de uma maneira saudável, progressiva e natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de apoio e de compreensão nesse período podem ser muito prejudiciais, colocando em risco o bom desenvolvimento do relacionamento mãe/bebê e ocasionando até o aparecimento de doenças mentais, como os processos depressivos. Se a mãe adoece, é possível que o bebê tenha prejuízos no seu desenvolvimento, já que o desenvolvimento cognitivo do bebê depende primeiramente da relação estabelecida com a mãe sendo, portanto, imprescindível observar o bem-estar dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental falar sobre a saúde mental materna, trazer conscientização para a população, quebrar tabus e promover um novo olhar para a mãe e para a maternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dia das Mães, data que comemoramos esse mês,&nbsp;é uma ótima oportunidade para refletir sobre a saúde mental da mãe e também para ajustar nossas expectativas a respeito do papel e da função da mãe, diminuindo a cobrança e acrescentando empatia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O equilíbrio das diversas áreas na vida da mulher, sendo mãe, mulher, esposa, profissional é um desafio e não deve ser uma cobrança interna e nem externa, mas uma tentativa de encontrar equilíbrio sem culpa, refletindo sobre as expectativas e a realidade possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se forem observados desajustes, sintomas depressivos ou ansiosos, e houver a necessidade de auxílio profissional, a psicoterapia pode ajudar a mãe a lidar com as adversidades desse período e a viver a maternidade de forma mais leve, segura e feliz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tarde em procurar ajuda!</p>



<p class="wp-block-paragraph">A todas vocês, minha admiração e amor!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Feliz todos os dias mamães!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Aquino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga Clínica&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>ACALME-SE! Uma técnica que vai te ajudar a passar pela crise de ansiedade.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nathalia Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 14:03:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já passou por uma crise de ansiedade? Quando falamos sobre isso é importante ressaltarque a ansiedade é um sentimento normal e até mesmo saudável em determinadas situações,porém uma crise é nosso corpo respondendo com uma intensidade desproporcional arealidade. Imagine um alarme de incêndio, ele serve para te indicar que existe um risco realpara que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><br>Você já passou por uma crise de ansiedade? Quando falamos sobre isso é importante ressaltar<br>que a ansiedade é um sentimento normal e até mesmo saudável em determinadas situações,<br>porém uma crise é nosso corpo respondendo com uma intensidade desproporcional a<br>realidade. Imagine um alarme de incêndio, ele serve para te indicar que existe um risco real<br>para que você se prepare, em uma crise de ansiedade temos um alarme falso, disparando<br>diversas vezes sem nenhum perigo iminente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O fato de não saber lidar com a crise faz com que o medo aumente a intensidade dos<br>sintomas. Pensando nisso, a técnica ACALME-SE da terapia cognitiva comportamental, te<br>ajudará com dicas práticas de como agir , ou quem sabe, até mesmo ajudar alguém próximo a<br>você.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Cada letra da palavra te indicará o caminho a seguir. Vamos começar?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A primeira letra do ACALME-SE é a letra “A”, isso significa que você iniciará aceitando a<br>sua ansiedade. Aceitar aquilo que não se pode mudar no momento, é a melhor alternativa e<br>até mesmo o primeiro passo para a mudança. Quando decidimos lutar contra a ansiedade na<br>tentativa de fazer com que ela vá embora, a única coisa que conseguimos fazer, é com que ela<br>aumente. Reconheça e aceite os sintomas, entendendo que ela é um sentimento normal, que<br>surge mas também vai embora, sem oferecer um risco real, apesar de desconfortável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No segundo passo temos a letra “C&#8221;, de contemplar as coisas ao seu redor. Durante uma<br>crise de ansiedade temos a tendência a prestar atenção em nosso corpo, na respiração curta,<br>no coração acelerado, fazendo com que o medo de que algo ruim aconteça aumente cada vez<br>mais o desconforto. Evite olhar para dentro de si, aceite todos os sintomas e transfira sua<br>atenção para aquilo que está a sua volta e comece a descrever o que você está observando no<br>exterior, isso te ajudará a se afastar dessa observação interna. Observe e descreva : o que<br>você está vendo? Quais as cores dos objetos? Quais os formatos?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O segundo “A” da palavra acalme-se, está te indicando que você deverá agir apesar da<br>ansiedade. Continue agindo como se você não estivesse ansioso, fugir ou parar as atividades<br>te trará um alívio momentâneo, mas fará com que o medo aumente, e na próxima vez que<br>tentar realizar a mesma tarefa, possivelmente a ansiedade aumentará. Continuar agindo,<br>mesmo que em um ritmo menor, te ajudará a lidar com ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No próximo passo temos a letra “L”, pra te lembrar de liberar o ar dos seus pulmões.<br>Comece inspirando o ar pelo pelo nariz contando até três bem devagar, depois expire<br>suavemente pela boca, contando até seis. Quando estamos ansiosos a nossa respiração tende<br>a ficar mais curta, fazendo esse exercício você conseguirá regular tanto a respiração quanto<br>os sintomas da ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Agora que chegamos até aqui, a letra “M” te dirá para manter todos os passos anteriores.<br>Aceite a sua ansiedade, continue contemplando o seu redor e agindo apesar dela, lembrando<br>de respirar calmamente. Mantendo todos esses passos, você provavelmente já estará se<br>sentindo melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com os sintomas da ansiedade mais brandos, faremos o que a letra “E” nos ensina. Pare para<br>examinar os seus pensamentos. É comum durante uma crise você ter pensamentos<br>catastróficos, que antecipam situações com os piores cenários. Lembre-se que provavelmente<br>você já se sentiu assim antes e teve as mesmas preocupações, porém nenhuma das situações<br>catastróficas realmente aconteceu. Reflita racionalmente o que você está pensando, e se esses<br>pensamentos são realmente úteis, e qual a probabilidade de se tornarem realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E por fim, chegamos à última parte da palavra acalme-se, onde a sílaba “SE” te lembrará de<br>sorrir e esperar pelo melhor. Sorria, porque apesar de ser muito desconfortável você<br>conseguiu passar por ela e sobreviveu, e espere pelo melhor, pois caso aconteça novamente,<br>você agora possui novas ferramentas para lidar com ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Pronto! Com essa nova habilidade as crises de ansiedade já não te causarão tanto medo, pois<br>você se sentirá preparado para superá-la. Guarde essa técnica para recordar quando sentir<br>necessidade. E lembre-se, existem profissionais capacitados para te ajudar, não exite em<br>procurar por ajuda</p>
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