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	<title>relacionamento &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>relacionamento &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Existe lei Maria da Penha para namorado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Onofre Caixeta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 17:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos Namorados]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[Lei maria da penha]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O namoro é considerado como relação íntima de afeto, que independe de as partes morarem na mesma casa. Violência doméstica não é um assunto novo, no entanto, segundo pesquisas, todos os dias milhares de pessoas são vítimas de agressão e na grande maioria dos casos as vítimas são mulheres. Para definirmos melhor, violência contra a [&#8230;]]]></description>
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<p>O namoro é considerado como relação íntima de afeto, que independe de as partes morarem na mesma casa. Violência doméstica não é um assunto novo, no entanto, segundo pesquisas, todos os dias milhares de pessoas são vítimas de agressão e na grande maioria dos casos as vítimas são mulheres.</p>



<p>Para definirmos melhor, violência contra a mulher é qualquer conduta – ação ou omissão – de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a vítima ser mulher e que cause dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda patrimonial. Essa violência pode acontecer tanto em espaços públicos como privados. (Fonte da definição: Conselho Nacional de Justiça)</p>



<p>Assim, em vésperas do dia dos namorados, é importante lembrar que o STJ já decidiu que namorado(a) que agredir ou ameaçar a integridade física ou mental do outro, responderá pelas penalidades impostas pela lei Maria da Penha. Portanto, a agressão do namorado ou namorada, ainda que o relacionamento tenha acabado, mas que ocorra em decorrência dele, caracteriza violência doméstica.</p>



<p>Exemplos de Situações de Violência:</p>



<p>A Lei Maria da Penha não contempla apenas os casos de agressão física. Também estão previstas as situações de violência psicológica, sexual, patrimonial e moral.</p>



<p>1. Humilhar, xingar e diminuir a autoestima</p>



<p>Condutas como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.</p>



<p>2. Tirar a liberdade de crença</p>



<p>Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.</p>



<p>3. Fazer a mulher achar que está ficando louca</p>



<p>Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.</p>



<p>4. Controlar e oprimir a mulher</p>



<p>Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, controlar o que ela vestirá,</p>



<p>não a deixar sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail. As condutas descritas podem caracterizar violência psicológica.</p>



<p>5. Expor a vida íntima</p>



<p>Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como, por exemplo, vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.</p>



<p>6. Atirar objetos, sacudir e apertar os braços</p>



<p>Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos com a intenção de</p>



<p>machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.</p>



<p>7. Forçar atos sexuais desconfortáveis</p>



<p>Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a</p>



<p>realização de fetiches, também é violência.</p>



<p>8. Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar</p>



<p>O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática</p>



<p>da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.</p>



<p>9. Controlar o dinheiro ou reter documentos</p>



<p>Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como reter documentos pessoais da mulher,</p>



<p>isso é considerado uma forma de violência patrimonial.</p>



<p>10. Quebrar objetos da mulher</p>



<p>Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.</p>



<p>Fonte dos exemplos de situações de violência doméstica: (Portal Brasil) </p>
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		<title>Relacionamento Tóxico X Relacionamento Abusivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 12:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento abusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos tóxicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Relacionamentos amorosos são sempre desafiadores. São duas pessoas diferentes, com histórias e históricos diferentes, com uma visão de mundo particular, vindos de famílias com tradições e costumes, na maioria das vezes, também muito diferentes. Se relacionar é algo que toda pessoa precisa e anseia, afinal somos seres relacionais e nascemos com essa predisposição para a [&#8230;]]]></description>
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<p>Relacionamentos amorosos são sempre desafiadores. São duas pessoas diferentes, com histórias e históricos diferentes, com uma visão de mundo particular, vindos de famílias com tradições e costumes, na maioria das vezes, também muito diferentes.</p>



<p><br>Se relacionar é algo que toda pessoa precisa e anseia, afinal somos seres relacionais e nascemos com essa predisposição para a relação.</p>



<p><br>Quando falamos em relacionamento amoroso, é importante entender as dinâmicas presentes nas relações, que de modo geral, se encaixam em uma dessas 4 dinâmicas: funcional, disfuncional, tóxica ou abusiva.</p>



<p><br>É claro que toda relação tem problemas a serem resolvidos, situações a serem ponderadas e pontos que precisam de ajuste, mas isso é comum, natural e faz parte do processo, mas existem dinâmicas relacionais que são extremamente prejudiciais e até perigosas e é sobre isso que vamos nos atentar agora.<br>Nesse artigo quero considerar dois tipos de relação, o relacionamento tóxico e o relacionamento abusivo, suas dinâmicas e suas principais características.</p>



<p><br>Quero iniciar dizendo que essas duas dinâmicas, se não forem bem observadas e bem compreendidas, podem se confundir e até parecerem a mesma coisa, mas não são.</p>



<p><br>As relações tóxicas são bastante confundidas com as relações abusivas mas elas apresentam uma dinâmica diferente. A maior diferença é que nas relações tóxicas não existe o desequilíbrio de poder que vemos nas relações abusivas.</p>



<p><br>Nas relações tóxicas podem aparecer os constrangimentos, as brigas, os chingamentos e até violência doméstica, porém as agressões são recíprocas, e não há a existência de manipulação constante e intencional.</p>



<p><br>O casal não se encaixa, não se entende e existe uma reciprocidade destrutiva, ou seja, eles se agridem moralmente, verbalmente e podem inclusive chegarem a agressão física mútua. Esses comportamentos acabam por extrair o que o outro tem de pior.</p>



<p><br>É comum ver um quebrando o celular do outro, arranhando o carro, rasgando algo de valor ou de estima do outro, expondo e envergonhando o parceiro, mas sempre há o revide, onde o que foi agredido de alguma forma, toma a atitude de também agredir, trazendo ainda mais toxidade para a relação.<br>Na relação tóxica não há respeito e o estado emocional dos dois, ao longo da permanência na relação, fica bastante prejudicado, eles se sentem angustiados, irritados, irados, desafiados e podem apresentar também episódios de depressão e de ansiedade. Porém, quando o relacionamento termina, apesar dos dois estarem bastante prejudicados, tendem a melhorar sem grandes seqüelas emocionais, diferente do que acontece nos relacionamentos abusivos.</p>



<p><br>Aí fica a pergunta: Vale a pena continuar numa relação tóxica?</p>



<p><br>Claro que cada caso é um caso, geralmente os dois tem uma personalidade difícil, sendo importante avaliar se é possível a continuidade dessa relação. Dependendo do nível de adoecimento e de como está o relacionamento, nem sempre é válido continuar ou investir, já que se observa um grande comprometimento na saúde e no bem estar de cada um, podendo desenvolver até mesmo uma dependência emocional.</p>



<p><br>Outra questão que deve ser observada é o fato de que a adrenalina presente nesse tipo de relação ás vezes se torna viciante, tornando quase imperceptível ao casal o quanto eles se fazem mal, pois já se acostumaram a essa emoção e a essa toxidade. Dependendo do grau de toxidade e de adoecimento pode haver melhora e o casal conseguir permanecer junto, mas isso precisa ser avaliado com bastante critério.</p>



<p><br>Eles precisam se cuidar individualmente, se possível buscando ajuda profissional.</p>



<p>Em se tratando de um relacionamento abusivo a manipulação é o fator primordial e como principal característica há o desequilíbrio de poder, onde a &#8220;balança&#8221; não oscila e sempre há um que manipula e o outro que é manipulado, diferente do que acontece nas relações tóxica, onde os dois são tóxicos.<br>Existe o poder de uma pessoa sobre a outra, ou seja, há um desequilíbrio de poder e domínio, onde a mulher se submete a vontade do seu companheiro, e vai se tornando insegura, com dificuldades de tomar decisões e com baixa autoestima.</p>



<p><br>Em todo relacionamento abusivo temos a presença de violência doméstica, porém nem sempre acontece a violência física.</p>



<p><br>Existem graus diferentes de violência nesse tipo de dinâmica mas a violência psicológica é a que a vitima demora mais tempo para se recuperar, pois deixa danos emocionais profundos e duradouros, muitos traumas e problemas com a autoestima.</p>



<p><br>É importante saber que um abusador é uma pessoa abusiva mesmo antes de entrar na relação amorosa. Ele pode ser um abusador nato ou circunstancial.</p>



<p><br>Os abusadores circunstanciais foram desenvolvidos em um ambiente onde aprenderam a abusar e a ter prazer nisso, eles aprenderam com suas figuras de referência, pai, mãe, irmãos mais velhos, entre outros, que essa é a forma de se relacionar.</p>



<p><br>Já o abusador nato é considerado narcisista, ou seja, apresentam um transtorno de personalidade. Uma das características desse perfil é que são extremamente simpáticos, sedutores, intensos e tem uma lábia sensacional, o que leva sua vítima a se apaixonar e se apegar rapidamente. O inicio da relação com um abusador narcisista é sempre muito intenso e apaixonante. Ele conquista não só a vítima mas seu entorno, como familiares e amigos, se passando pela pessoa &#8220;quase perfeita&#8221;. É uma pessoa fria e calculista, sabendo exatamente onde quer chegar naquela relação e usado todas as oportunidades para isso.</p>



<p><br>Com o passar do tempo, ele começa com a mudança, sempre trazendo para a vítima o peso de que ela é quem causa problemas desnecessários e conflitos para a relação, que era ótima.<br>Insegurança e tensão passam a ser constantes na relação e a vítima, geralmente a mulher, passa a ficar &#8220;pisando em ovos&#8221; com o parceiro, com medo do que vai fazer ou falar, já que qualquer coisa pode causar problemas e brigas terríveis.</p>



<p><br>Ela passa a se sentir culpada por tudo o que acontece na relação, a se acha ruim demais e não merecedora de uma pessoa tão especial e incrível como o seu parceiro.<br>Os danos emocionais começam a se instalar e a vítima começa a duvidar de si mesma, se achando sempre a culpada pelos problemas. Nessa altura ela já é uma vítima manipulada.</p>



<p><br>O abusador então começa a cerciar suas escolhas e suas decisões, a limitar as áreas de sua vida, a determinar o que ela pode ou não fazer, vestir, comer e onde pode ir. Começa a determinar com quem ela pode falar e o que pode conversar. Afasta e isola a vítima de amigos e familiares como uma forma de enfraquecer e de gerar dependência.</p>



<p><br>Temos aqui uma mulher totalmente adoecida que não confia mais em si e que se sente totalmente dependente do abusador, já que uma das principais falas é de que ela nunca mais vai arrumar ninguém porque não há quem agüente uma pessoa tão difícil, complicada e sem graça como ela.</p>



<p><br>Pode ser que ao ler esse texto você se identifique. Pode ser que ao ler esse texto você pense: Como alguém pode cair em uma relação como essa? Como alguém se submete a isso? Mas quero te dizer que isso acontece todos os dias, com mulheres de diferentes classes sociais e intelectuais e qualquer mulher pode entrar em um relacionamento abusivo. Se não prestarmos muita a atenção podemos ser a próxima vítima.</p>



<p><br>Muitas vezes a mulher não percebe ou entende que está em uma relação abusiva, ela acha que a culpa é dela ou que o companheiro está passando por momentos difíceis e justifica o comportamento dele com essas desculpas. Ela acha que o problema é ela e que é ela quem precisa aprender a se relacionar com o companheiro e a se tornar uma pessoa melhor.</p>



<p><br>Assim ela se esforça e continua a se esforçar para ser uma mulher melhor para ele, porém isso nunca é o suficiente e ele sempre reclama dela e do seu jeito de ser.<br>A vítima está sempre subjugada e até quando tenta reagir, a culpa cai no mesmo lugar ou seja, nela. Ela é o problema, sempre.</p>



<p><br>Mesmo em casos de traição o abusador coloca na vítima a culpa e diz coisas como: &#8220;se eu te traí foi por sua culpa&#8221;.</p>



<p><br>A mulher demonstra uma insegurança generalizada e é preciso um trabalho amoroso para tentar conscientizá-la de sua real condição.</p>



<p><br>Em um relacionamento abusivo não há ajustes e raramente a dinâmica prejudicial muda.<br>A única saída para que a mulher se recupere e saia de estados de adoecimento é o fim da relação, de preferência com contato zero com o parceiro.</p>



<p><br>Não há a possibilidade de mudança do abusador, já que esse é seu modus operandi.<br>É mais fácil para o abusador mudar de vítima do que de conduta, ele não busca ajuda porque ele não quer mudança, já que tem prazer nesse tipo de relação.</p>



<p><br>Se cuide e esteja atenta!</p>



<p>Com carinho,<br>Fátima Aquino<br>Psicóloga Clínica </p>
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		<title>Quando o amor é um crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Emília Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Lealdade]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Reciprocidade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento saudável]]></category>
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					<description><![CDATA[Freud nos diz “Amaremos aquilo que fomos e deixamos de ser, ou aquilo que possui qualidades que nunca teremos”. A escolha não é sobre o outro, a escolha é sobre nós e sobre o que o outro nos desperta, consciente ou inconscientemente. Compreender o que o outro nos causa é importante e indispensável. As relações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Freud nos diz “Amaremos aquilo que fomos e deixamos de ser, ou aquilo que possui qualidades que nunca teremos”.</p>



<p>A escolha não é sobre o outro, a escolha é sobre nós e sobre o que o outro nos desperta, consciente ou inconscientemente. Compreender o que o outro nos causa é importante e indispensável. As relações são trocas, e nem sempre conseguimos nos envolver em relações que geram trocas positivas e válidas. E se movimentar frente a essa compreensão, exige coragem e amor, auto amor.</p>



<p>O outro pode nos despertar motivação, esperança e vitalidade. Mas podemos entrar em relações que se conectam diretamente às partes sombrias do nosso ser. Não se engane, todos temos. Essa conexão não é vista e nem sempre é sentida com clareza, mas podemos reconhecer essa conexão negativa quando me mantenho em uma relação destrutiva. Isso foge do que é saudável. Não dizemos correto. </p>



<p>Mas repito, saudável. Comportamentos destrutivos, são aqueles que fazem com que você permaneça em lugares, sejam eles físicos ou emocionais, que te adoecem, te distanciam do que antes era realmente importante pra você, lugares que fazem você duvidar da sua sanidade, te causam insegurança, desesperança e de todas ou mesmo que de poucas formas, te destroem.</p>



<p>Quando dizemos sobre essa parte sombria, falamos sobre traumas, perdas, medos e qualquer outra coisa que tenha lhe causado dor, que não foi reparado e que você carregou gerando assim cicatrizes, quase que invisíveis e que em algum momento, quando afetada, pode trazer a sensação de pertencimento, não por ser bom, mas por ser seu e quando vista, de alguma forma, gera a sensação de que pode ser mudada. Uma falsa sensação. Pois essas dores, não precisam de substitutos, elas precisam de cuidado, de escuta e de compreensão. &nbsp;</p>



<p>Compreender tudo isso é importante e pode fazer com que relações ruins se findam mais cedo. Mas ainda não nos priva de ser vista pelo outro como um objeto totalmente pertencente a ele, sem escolhas, sem passado, sem futuro, sem individualidade. Somente um objeto que foi criado para agrada-lo e satisfaze-lo. E por nos colocar como o centro, algo quase místico que foi criado totalmente para ele, ele acredita então que é dono e que por ter autoridade, tem liberdade para fazer o que o seu ego determinar.</p>



<p>O amor é crime quando ele se torna posse. Eu poderia usar as aspas na palavra amor, mas escolhi assim não as usar, pensando que quem o detém, acredita cegamente ser amor e tudo gira em torno do que ele acredita. É assustador e de alguma forma hilário pensar que o autor de um amor obsessivo, acredita amar tanto o outro, mas vê somente a si e a seu próprio desejo.</p>



<p> O outro passa a ser apenas quem realiza o seu desejo e muitas vezes o que ele mais quer é que o outro o ame da mesma forma, cega e obsessiva. A frustração que mais machuca é ouvir o não, é o não satisfazer, é quebrar o que ele mesmo criou, é frustrar o ego de alguém que achou que ele também era o centro. E dentro da frustração só há o desejo de tomar o controle daquela vida novamente pra si, mesmo que o fim seja trágico. Esse amor, sempre foi cego e, para o amor obsessivo o que mais importa é ter pra si, de qualquer forma, o “seu” objeto.</p>



<p>Há formas de não se envolver profundamente em relações de controle excessivo, mas muitas vezes esse amor exagerado não é mostrado logo no início, por isso é tão importante se perceber dentro das relações e mais ou tão importante quanto isso é se conhecer, cuidar das feridas abertas e dos traumas que o seu caminho pode ter deixado, impedindo assim que a sua mente encontre falsos substitutos para esses supostos vazios emocionais.</p>



<p>O amor não tem um formato. Não existe um guia para o amor saudável e não há um jeito certo ou errado para viver o amor nas relações. Mas dentro de toda relação deve conter características importantes como respeito, reciprocidade, lealdade .. e outras coisas que são indispensáveis para cada um dentro de uma relação, não abra mão do que é importante pra você.</p>



<p>De tudo que o amor é, ele também não pode ser várias coisas. Ao amar corremos o risco de perder. Ao amar nos envolvemos com diferenças muitas vezes gritantes. Ao amar damos de cara com aquilo que eu não gosto em mim e se reflete no outro. O amor não deixa de doer por ser amor.</p>



<p> A diferença é que essa dor é uma construção, nela há acolhimento, respeito, compreensão e carinho. Quando o amor que você vive invade quem você é, te faz sentir como se estivesse na corda bamba, sem segurança alguma e ao mesmo tempo, em um campo de batalha, onde a qualquer momento você corre o risco de pisar em uma bomba e tudo explodir, procure a saída desse campo minado. </p>



<p>O amor não te ataca, isso acontece quando o amor é um crime.  </p>
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		<title>Eu nunca conheci o Amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Thalita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento com Deus]]></category>
		<category><![CDATA[relações líquidas]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos uma época de relações líquidas como diz Zygmunt Bauman, e como pode perceber, a análise é certeira. Quase todas as nossas relações parecem frágeis demais, e talvez estejamos na maioria do tempo fingindo. Fingindo estar feliz, fingindo estar vivendo a vida que sonhamos, fingindo amar as pessoas ao nosso redor. Temos tanta facilidade em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vivemos uma época de relações líquidas como diz Zygmunt Bauman, e como pode perceber, a análise é certeira. Quase todas as nossas relações parecem frágeis demais, e talvez estejamos na maioria do tempo fingindo. Fingindo estar feliz, fingindo estar vivendo a vida que sonhamos, fingindo amar as pessoas ao nosso redor. Temos tanta facilidade em construir novos laços (mas, sempre frouxos) e em rompê-los, sem tanto esforço e muitas vezes, sem tanta dor.</p>



<p>Os amigos que falamos que estaríamos sempre juntos, que seríamos suporte e que viveríamos tantos momentos juntos são os mesmos que quando precisam de nós nos apresentamos tão ocupados. As juras de amor que fizemos para alguém é facilmente esquecida e ignorada quando as primeiras dificuldades aparecem, desanimamos rápido demais e julgamos que o relacionamento simplesmente não deu certo, sendo que na verdade, fomos nós que não fizemos nada por ele.</p>



<p>E essa forma de nos relacionarmos e de vermos a vida acaba afetando todas as áreas da nossa vida, inclusive a nossa relação com Deus e a forma como acreditamos que Ele olha pra nós. Muitas vezes, julgamos Deus a partir das nossas relações terrenas, mesmo que de forma inconsciente e acabamos por acreditar que Ele nem se importa tanto assim, afinal, o Cara lá de cima, já tem coisas demais para se preocupar.</p>



<p>Duas grandes verdades: primeiramente, julgar Deus a partir das relações que temos na terra é humanizar o que é espiritual e reduzir Deus a nós, e isso é simplesmente impossível. Você já pensou que Deus enviou Jesus para nos livrar dos nossos pecados? Essa é a maior manifestação de amor, é inimaginável pensar que um homem comum poderia ser capaz de tamanho amor. Em 1 João 4.9-11 a Bíblia nos mostra esse amor:</p>



<p>&#8220;Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu filho unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros.&#8221;</p>



<p>E a segunda verdade é que Deus nos ama e não há nada no mundo que é capaz de mudar isso, não há nada que possamos fazer para que Deus nos ame mais, nem para que Ele nos ame menos. Ele é o próprio amor.</p>



<p>E no meio de relações tão frouxas, de famílias que talvez tenham tirado a sua esperança, de amores que simplesmente foram logo após uma declaração de amor e de fazerem planos juntos, é possível encontrar um lugar que nunca muda, que permanece fiel e que o amor sempre foi, sempre é e sempre será o mesmo.</p>



<p>O amor de Deus nos acompanha, é um presente gratuito que ganhamos desde a nossa concepção (ou ainda antes, se pensarmos bem), e que jamais mudará.</p>



<p>Se você não faz noção de que amor é este, eu só posso te dizer, você precisa conhecer o Amor do Pai, e então você entenderá que não há nada como esse amor.</p>



<p>Vivemos uma vida terrena, isso é fato, mas é possível experimentarmos de um amor espiritual, basta nos achegarmos a Deus e nos permitir sentir e viver o amor dEle.</p>



<p>Eu só posso te dizer uma coisa: sua vida nunca mais será a mesma!</p>



<p>Vem conhecer o Amor!</p>
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