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	<title>psicologia &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>psicologia &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Setembro Amarelo: quando falar é um ato de coragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 14:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
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					<description><![CDATA[O Setembro Amarelo é uma campanha que nos lembra do valor da vida, da importância do cuidado e da força que existe em pedir ajuda. Você já percebeu como, às vezes, uma simples conversa pode mudar o rumo de alguém? Um “pode contar comigo” ou “estou aqui para te ouvir” pode parecer pequeno, mas, para [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Setembro Amarelo é uma campanha que nos lembra do valor da vida, da importância do cuidado e da força que existe em pedir ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você já percebeu como, às vezes, uma simples conversa pode mudar o rumo de alguém? Um “pode contar comigo” ou “estou aqui para te ouvir” pode parecer pequeno, mas, para quem sofre em silêncio, pode ser a diferença entre desistir ou seguir em frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Setembro nos traz esse lembrete urgente: precisamos falar sobre saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é moda, não é exagero, muito menos demonstração de fraqueza. É cuidado. É amor pela vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde mental não é algo que se vê no espelho, mas que se sente no coração. E merece a mesma atenção que damos a saúde do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo. Só no Brasil, são cerca de 14 mil casos por ano, o que significa, em média, 38 pessoas por dia. São números que nos assustam, mas também nos convidam à ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como psicóloga, sei que pedir ajuda pode parecer difícil. Vejo isso no meu dia a dia. Existe medo, vergonha, até a crença de que “ninguém vai me entender”. Mas a verdade é que ninguém precisa enfrentar a dor sozinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está em sofrimento severo, converse com alguém de confiança ou ligue para o 188 (CVV) que tem atendimento gratuito, 24 horas, em todo o Brasil ou ainda, procure ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se o sofrimento é de alguém que você ama, procure escutar sem julgamentos, evitando frases que diminuam a dor, como “isso vai passar” ou “seja forte”. No lugar disso, mostre empatia, presença e interesse, ouça com atenção e amor, acolha com um abraço, enviei uma mensagem e se for possível convide para um café e seja presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se perceber que essa pessoa precisa de mais do que isso, incentive a busca por acompanhamento profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sinal de fraqueza admitir que não está bem. É um ato profundo de coragem e de amor-próprio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Setembro Amarelo vai além de uma campanha. É um convite para que possamos viver com mais empatia e respeito, reconhecendo que cada vida importa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que possamos cuidar de quem está ao nosso redor e de nós mesmas, com mais ternura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, no fim, falar sobre saúde mental é falar sobre amor. E o amor é o elo perfeito, que sustenta a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,<br>Fátima de Aquino<br>Psicóloga Clínica<br>CRP 04/45482</p>
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		<title>E se o problema não for você, mas o peso que você carrega?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danielle Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 13:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Setembro é o mês da conscientização sobre saúde mental. E talvez não exista assunto mais urgente do que este: como estamos por dentro, enquanto o mundo exige que estejamos bem por fora. É sobre isso que quero falar com você hoje. E falar sobre saúde mental muitas vezes envolve finanças. Até porque saúde mental e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Setembro é o mês da conscientização sobre saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E talvez não exista assunto mais urgente do que este: como estamos por dentro, enquanto o mundo exige que estejamos bem por fora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre isso que quero falar com você hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E falar sobre saúde mental muitas vezes envolve finanças. Até porque saúde mental e dinheiro estão mais conectados do que parecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos cansadas. E com razão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa da Think Olga revelou que:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 55% das mulheres vivem com ansiedade</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 48% têm a renda apertada</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 36% estão endividadas</p>



<p class="wp-block-paragraph">• E quase metade já foi diagnosticada com algum transtorno mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não é coincidência. Isso é sobrecarga, pressão, culpa, é o acúmulo de funções, de exigências, de expectativas e a ausência de tempo, rede, escuta e apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>A verdade que ninguém te contou: você não é fraca. Você está esgotada.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E aqui entra um trecho poderoso do livro <em>A Coragem de Ser Imperfeita</em>, da Brené Brown:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando nos silenciamos por medo da imperfeição, abrimos mão da nossa humanidade. E é aí que adoecemos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes você se sentiu culpada por não dar conta?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes sentiu que “deveria estar mais avançada financeiramente”?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes fingiu que estava tudo bem porque não dava tempo de sentir e lidar com o que estava passando?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a verdade é que viver nessa lógica da performance constante do corpo, do humor, da conta bancária adoece!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>A saúde financeira é parte da saúde mental.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não saber por onde começar, ter vergonha de pedir ajuda, se sentir perdida diante de um extrato bancário&#8230; Tudo isso gera culpa, medo e paralisia emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas e se a gente trocasse a cobrança por compaixão?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se, em vez de metas impossíveis, a gente começasse com um passo real?</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Entenda para onde vai o seu dinheiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Guarde um pouco, mesmo que seja muito pouco</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Divida esse momento com alguém de confiança, pode ser uma amiga</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Procure informação sem julgamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">• E, principalmente, reconheça que pedir ajuda é um ato de coragem</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Setembro Amarelo é sobre vida. E uma vida plena inclui liberdade emocional e financeira.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de que você precisa “dar conta de tudo” é uma mentira vendida como virtude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você não precisa estar sempre perfeita, forte, produtiva ou confiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você precisa estar viva. Consciente. Gentil consigo mesma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, aos poucos, precisa e merece (re)construir sua autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autonomia de dizer não, de fazer escolhas, de cuidar de você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E também de cuidar do seu dinheiro, não como um fardo, mas como ferramenta de liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tem algo que aprendi acompanhando tantas histórias de vida e patrimônio, é que <strong><u>liberdade começa com um simples gesto: o de se escutar.</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Então se permita respirar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comece devagar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desligue o piloto automático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E lembre-se: <strong>você não está sozinha. Nem precisa estar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos encontramos no próximo mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Danielle Alves</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Dica de leitura do mês de Setembro: <strong>“A Coragem de Ser Imperfeita”</strong>, de Brené Brown &#8211; Um livro que nos ensina que a força não está em parecer invencível, mas em sermos inteiras, mesmo quando vulneráveis.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O desejo de ter e o tédio de possuir: uma reflexão sobre a condição humana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 18:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[condição humana]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe algo profundamente humano no desejo.Desejamos aquilo que não temos, aquilo que acreditamos que nos trará sentido, preenchimento, status ou felicidade.O desejo, como já dizia Schopenhauer, é o motor da existência, uma força incessante que nos impulsiona, mas que também nos condena a uma eterna insatisfação. Mal conquistamos o objeto do desejo e ele já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Existe algo profundamente humano no desejo.<br>Desejamos aquilo que não temos, aquilo que acreditamos que nos trará sentido, preenchimento, status ou felicidade.<br>O desejo, como já dizia Schopenhauer, é o motor da existência, uma força incessante que nos impulsiona, mas que também nos condena a uma eterna insatisfação. Mal conquistamos o objeto do desejo e ele já não nos basta. Surge o tédio. A posse esvazia o encanto.<br>E assim vamos caminhando, equilibrando a vida entre o desejo de ter e no tédio de possuir.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na clínica, essa dinâmica aparece frequentemente: pessoas que lutaram por uma carreira, um relacionamento, uma conquista material e que, ao alcançá-los, se veem tomadas por uma sensação de vazio, de desorientação. “Era isso?”, se perguntam.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A filosofia nos ajuda a compreender esse paradoxo. Epicuro, por exemplo, já alertava para a distinção entre desejos naturais e necessários, e desejos vãos.<br>Se prestarmos atenção podemos perceber que a maioria dos nossos desejos, especialmente os moldados pelo consumo e pela comparação social, são fabricados, prometem prazer, mas entregam frustração. São eles que nos mantêm num ciclo de busca incessante, mas sem direção existencial. São eles que geram a grande parte das nossas ansiedades.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na psicanálise, o desejo é entendido não como algo que se satisfaz plenamente, mas como algo que estrutura o sujeito. Lacan nos lembra que o desejo é o desejo do Outro.<br>Desejamos ser desejados, aceitos, reconhecidos. E por trás de cada objeto de desejo há um apelo mais profundo, o de sermos amados, de pertencermos, de termos um lugar no mundo e também no mundo de alguém.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que confundimos o valor das coisas com o valor da vida. Acreditamos que a posse trará sentido, mas o sentido raramente está naquilo que acumulamos.<br>Está nos vínculos, na experiência, na consciência de estarmos presentes no agora. O tédio que segue a posse é um sinal de que não é o objeto que nos faltava, mas um encontro mais profundo com o que realmente importa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa reflexão nos convida a rever nossas prioridades:<br>O que temos desejado?<br>O que estamos colocando no centro da nossa existência?<br>O que estamos sacrificando em nome de conquistas que, no fundo, não conversam com o que somos?<br>O que realmente importa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a vida peça menos acúmulo e mais presença, menos idealizações e mais verdade. Menos corrida e mais pausa. Porque, no fim, não se trata apenas do que temos, mas de quem nos tornamos enquanto desejamos. E, principalmente, do que cultivamos em nós quando o desejo cede espaço à reflexão e o tédio, à consciência.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho!<br>Fátima Aquino<br>Psicóloga Clínica</p>
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		<title>Como manter a saúde mental nos negócios em um mundo que nunca desliga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:23:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia clínica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Paula Manzolli – Psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, Relacionamento e Família. Ao longo dos meus anos como psicóloga clínica, acompanhando de perto a realidade emocional de empresários, empreendedores e profissionais de alta performance, tenho visto um cenário se repetir com frequência: pessoas que chegam ao consultório esgotadas, ansiosas, deprimidas ou em burnout. O discurso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Paula Manzolli – Psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, Relacionamento e Família.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos meus anos como psicóloga clínica, acompanhando de perto a realidade emocional de empresários, empreendedores e profissionais de alta performance, tenho visto um cenário se repetir com frequência: pessoas que chegam ao consultório esgotadas, ansiosas, deprimidas ou em burnout. O discurso inicial geralmente aponta o trabalho como vilão, mas à medida que vamos investigando a história de vida, percebo que o problema nem sempre está no trabalho, sim em uma vida desorganizada, negligenciada e mal cuidada nas outras áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Família, saúde, espiritualidade, vida social e organização financeira são pilares que sustentam o bem-estar. Quando esses pilares estão fragilizados, é o trabalho que acaba absorvendo os sintomas: queda de rendimento, procrastinação, irritabilidade, crises de ansiedade, conflitos interpessoais, sensação de vazio ou de não dar conta de tudo. E o que aparece no ambiente profissional, muitas vezes, é apenas o reflexo de conflitos emocionais mal resolvidos, padrões de pensamento disfuncionais ou hábitos de vida desgastantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) nos ensina que nossa forma de pensar interfere diretamente em como sentimos e agimos. Pensamentos distorcidos como &#8220;eu tenho que dar conta de tudo&#8221;, &#8220;não posso falhar&#8221;, &#8220;descansar é perder tempo&#8221; ou &#8220;só serei valorizado se produzir o tempo todo&#8221; alimentam um ciclo tóxico de autoexigência, culpa e exaustão. E nesse ritmo, é comum o corpo e a mente darem sinais de esgotamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vivemos numa era em que o trabalho cabe na palma da mão. Ele vai conosco para todos os lugares: no celular, no notebook, no carro, nas férias e até na mesa de jantar. A facilidade de comunicação trouxe agilidade, mas também dissolveu os limites entre o pessoal e o profissional. Com isso, o descanso virou exceção, e não mais a regra. O lazer virou culpa. A pausa virou fraqueza. E viver em constante alerta passou a ser normalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter a saúde mental nos negócios exige, antes de tudo, coragem para reorganizar prioridades e rever crenças que sustentam esse modo de vida acelerado e insustentável. Não se trata de abandonar o sucesso, mas de redefinir o que é sucesso. Porque de nada adianta uma empresa próspera com um corpo em colapso e uma mente adoecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mente saudável é a maior aliada da produtividade sustentável. E esse cuidado precisa ser diário, consciente e estratégico. Por isso, compartilho aqui algumas orientações que aplico na minha vida e ensino aos meus pacientes que desejam manter a saúde mental enquanto seguem firmes em seus negócios:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Liste suas prioridades com clareza: nem tudo é urgente, e nem tudo é importante. Saber o que realmente importa evita a sensação de viver apagando incêndios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Inclua atividade física regular na rotina: o movimento do corpo regula o humor, organiza o pensamento e previne doenças emocionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Pratique o mindfulness: ainda que por poucos minutos ao dia, estar presente no momento, de forma consciente, ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Registre os pensamentos negativos ou disfuncionais: identificar padrões de pensamento automáticos é o primeiro passo para reestruturá-los com mais equilíbrio e racionalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Faça psicoterapia pelo menos uma vez por semana: cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. A psicoterapia oferece um espaço seguro de acolhimento, reflexão e reorganização interna, o que reflete diretamente na sua postura profissional e nos seus resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sinal de fraqueza pedir ajuda. Pelo contrário, é sinal de lucidez. Quem aprende a cuidar de si com responsabilidade emocional está mais preparado para enfrentar os desafios do mundo dos negócios com clareza, criatividade, equilíbrio e propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembre-se: o seu negócio precisa de você bem. Sua mente é seu principal ativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Síndrome da Impostora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 15:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[atacar]]></category>
		<category><![CDATA[Conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome da impostora]]></category>
		<category><![CDATA[sorte]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já sentiu que, não importa quantas conquistas tenha, sempre existe aquela voz interna dizendo que você simplesmente deu sorte? Que, a qualquer momento, alguém vai descobrir que você não é tão boa assim? Se sim, bem-vinda ao clube – e não é um clube pequeno. Essa é a tal da síndrome da impostora – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você já sentiu que, não importa quantas conquistas tenha, sempre existe aquela voz interna dizendo que você simplesmente deu sorte? Que, a qualquer momento, alguém vai descobrir que você não é tão boa assim? Se sim, bem-vinda ao clube – e não é um clube pequeno.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a tal da síndrome da impostora – e ela adora atacar justamente quem mais se esforça e que já tem alguma conquista.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A síndrome da impostora afeta cerca de 70% das pessoas em algum momento da vida, segundo um estudo publicado na International Journal of Behavioral Science. E adivinha só? As mulheres são as mais atingidas. Em ambientes corporativos, por exemplo, 75% das executivas já admitiram sentir que não merecem o cargo que ocupam, de acordo com uma pesquisas, ou seja, essa sensação de “não sou boa o bastante” não acontece porque você realmente não é – acontece porque fomos condicionadas a duvidar de nós mesmas.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O termo síndrome da impostora foi cunhado em 1978 pelas psicólogas Pauline Clance e Suzanne Imes, que estudaram mulheres bem-sucedidas e perceberam um padrão: independentemente do talento e das realizações, elas acreditavam que tinham chegado lá por sorte ou engano, e não por mérito. De lá pra cá, a ciência já provou que esse fenômeno é um reflexo de fatores sociais, culturais e psicológicos. Ou seja, não é um problema seu. É um problema nosso.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, vamos ao que interessa: como lidar com isso?<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, reconheça o padrão. Você sente que nunca está pronta o suficiente? Vive achando que as outras pessoas sabem mais do que você? Se cobra mil vezes mais do que cobraria qualquer outra pessoa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que você é incapaz – significa que sua mente está te pregando uma peça.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois, faça um teste: se uma amiga te dissesse tudo isso, o que você responderia? Provavelmente algo como “para de loucura, olha tudo o que você já conquistou!”. Então por que não falar isso para si mesma?<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E, por último, lembre-se: você não precisa ter certeza absoluta o tempo todo. Nenhuma pessoa bem-sucedida sabe tudo antes de começar. Elas simplesmente vão lá e fazem, com medo, com dúvida, mas fazem.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, da próxima vez que essa vozinha inconveniente vier questionar seu valor, olha para trás e relembra tudo o que você já superou. As escolhas que fez, os desafios que enfrentou, os resultados que conquistou. Isso não foi sorte. Isso foi você e o seu trabalho.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Respira fundo e segue em frente. Porque, no fim das contas, sucesso não é sobre nunca sentir medo, é sobre não deixar que ele te paralise.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,<br>Fátima Aquino<br>Psicóloga Clínica</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alienação Parental e o sofrimento emocional da criança vítima desse abuso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 14:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação parental]]></category>
		<category><![CDATA[Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Alienação parental. Talvez você já tenha ouvido essa expressão e não saiba exatamente sobre o que se trata. E pior, talvez você não saiba quais sejam os danos que ela pode causar à criança que passa por isso. Alienação parental é um termo que se refere ao processo pelo qual um dos pais manipula a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Alienação parental. Talvez você já tenha ouvido essa expressão e não saiba exatamente sobre o que se trata. E pior, talvez você não saiba quais sejam os danos que ela pode causar à criança que passa por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alienação parental é um termo que se refere ao processo pelo qual um dos pais manipula a criança para que ela rejeite o outro genitor, criando com isso um distanciamento ou mesmo um rompimento emocional entre a criança e ele(a).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode ocorrer através de atitudes como: comentários negativos, acusações falsas, mentiras, interferência na comunicação, afastamento ou isolamento da criança, entre outras estratégias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certamente o intuito inicial é agredir o genitor, o fazendo sofrer, porém o maior prejudicado será a relação com o pai ou a mãe alienados e a própria saúde mental da criança, já que esse comportamento pode causar sérios danos emocionais e psicológicos à ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos países, a alienação parental é considerada uma forma de abuso emocional e pode ter implicações legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível perceber alguns dos principais aspectos emocionais que podem afetar a criança, vítima de alienação parental. Geralmente ela se sente confusa emocionalmente, vivenciando um conflito de lealdade, dividida entre o amor pelos pais ou mesmo se sentido culpada por ter sentimentos positivos em relação a um deles, ou por não conseguir agradar o genitor alienante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pressão para “escolher” entre um deles e a manipulação emocional que ela sofre, podem levar a criança a sentimentos confusos, podendo desenvolver sintomas ansiosos e depressivos devido ao estresse contínuo e ao conflito interno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível perceber que a criança exposta à alienação parental é mais propensa a apresentar baixa autoestima, já que começa a sentir que ela própria é a causa dos conflitos entre os pais, sente-se rejeitada por um deles e muitas vezes tem dificuldades em perceber o seu real valor, chegando até a deixar de se amar. Tudo isso pode levar a uma diminuição significativa da sua autoestima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a criança pode desenvolver sentimentos de raiva e ressentimento em relação ao genitor alienante ou ao genitor alienado, ou a ambos, de modo que ela não consiga ter uma boa relação nem com um e nem com o outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Crescer em um ambiente onde um dos pais é constantemente criticado e desvalorizado pode levar a dificuldades em confiar nas outras pessoas, já que as dificuldades emocionais vividas durante a infância podem impactar negativamente a capacidade da criança de formar e manter relacionamentos saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, observamos também aspectos comportamentais como agressividade ou retraimento, ou seja, a criança pode manifestar comportamentos agressivos ou, ao contrário, tornar-se excessivamente retraída e isolada, manifestando dificuldades para interagir. Pode ter dificuldades em desenvolver um senso de identidade claro e positivo, especialmente se o genitor alienado desempenhava um papel significativo na formação de sua identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ambiente escolar, o estresse e os conflitos emocionais podem levar a uma queda no desempenho e na motivação para aprender, além de uma dificuldade no relacionamento e na interação com os colegas, o que prejudica também o seu convívio social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os impactos a longo prazo desse tipo de problema são as dificuldades emocionais que podem persistir até a idade adulta, resultando em problemas psicológicos duradouros, que podem afetar negativamente a capacidade da criança em formar e manter relacionamentos saudáveis no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses aspectos emocionais e comportamentais podem variar em intensidade e impacto dependendo da gravidade da alienação parental e também do suporte que a criança recebe de outras figuras significativas em sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas é preciso estarmos atentos pois os efeitos da alienação parental podem ser profundos e duradouros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É crucial que a criança que passa por isso receba apoio emocional adequado, tanto de profissionais de saúde mental quanto de outras figuras de apoio, para diminuir esses impactos e ajudar na recuperação emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trago esse texto como um alerta, para que se você vive um processo onde há uma ou mais crianças envolvidas, cuide para que elas não sejam expostas à esse tipo de abuso emocional, pois as dores são profundas e as marcas podem seguir por toda a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Aquino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga Clínica</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>&#8220;MÃE É QUEM FICA&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[edição especial]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe é quem fica]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Para celebrar esse Dia das Mães e ressaltar o amor e a dedicação que as mães oferecem diariamente, expressando sentimentos profundos e entrega amorosa, encontrei nas palavras desse poema uma forma de homenagear essas mulheres extraordinárias. Permitam-me compartilhar com vocês um poema que captura a beleza e a grandeza do amor materno. POEMA: “MÃE É [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Para celebrar esse Dia das Mães e ressaltar o amor e a dedicação que as mães oferecem diariamente, expressando sentimentos profundos e entrega amorosa, encontrei nas palavras desse poema uma forma de homenagear essas mulheres extraordinárias. Permitam-me compartilhar com vocês um poema que captura a beleza e a grandeza do amor materno. </p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">POEMA: “MÃE É QUEM FICA” DE: Bruna Estrela </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Depois que todos vão. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Depois que a luz apaga. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Depois que todos dormem. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Mãe fica. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Às vezes não fica em presença física. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Mas mãe sempre fica.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"> Uma vez que você tenha um filho, nunca mais seu coração estará inteiramente onde você estiver. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Uma parte sempre fica.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"> Fica neles. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Se eles comeram. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Se dormiram na hora certa. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Se brincaram como deveriam. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Se a professora da escola é gentil. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Se o amiguinho parou de bater. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Se o pai lembrou de dar o remédio. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Mãe fica.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"> Fica entalada no escorregador do espaço kids, pra brincar com a cria. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Fica espremida no canto da cama de madrugada pra se certificar que a tosse melhorou. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Fica com o resto da comida do filho, pra não perder mais tempo cozinhando.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"> É quando a gente fica que nasce a mãe.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"> Na presença inteira. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">No olhar atento. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Nos braços que embalam. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">No colo que acolhe. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Mãe é quem fica. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Quando o chão some sob os pés. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Quando todo mundo vai embora. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Quando as certezas se desfazem. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Mãe fica. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Mãe é a teimosia do amor, que insiste em permanecer e ocupar todos os cantos. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">É caminho de cura. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Nada jamais será mais transformador do que amar um filho.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"> E nada jamais será mais fortalecedor que ser amado por uma mãe.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"> É porque a mãe fica, que o filho vai. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">E no filho que vai, sempre fica um pouco da mãe: Em um jeito peculiar de dobrar as roupas. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Na mania de empilhar a louça só do lado esquerdo da pia. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">No hábito de sempre avisar que está entrando no banho. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Na compaixão pelos outros. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">No olhar sensível. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Na força pra lutar. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">No coração do filho, mãe fica. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Com o coração cheio de amor e emoção eu te desejo um feliz dia das mães! </p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Com carinho! </p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Fátima Aquino, Psicóloga Clínica </p>
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		<title>O Impacto da Tecnologia na Saúde Mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[impactos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da internet e das redes sociais, podemos perceber uma mudança significa no comportamento das pessoas de modo geral, não me refiro apenas às crianças e adolescentes, mas também aos adultos. De certa forma essa novidade pegou a todos nós despreparados e sem saber como lidar com suas consequências. Sempre existem prós e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da internet e das redes sociais, podemos perceber uma mudança significa no comportamento das pessoas de modo geral, não me refiro apenas às crianças e adolescentes, mas também aos adultos. De certa forma essa novidade pegou a todos nós despreparados e sem saber como lidar com suas consequências.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sempre existem prós e contras, pontos positivos e negativos, mas quando se trata das tecnologias, internet e redes sociais fico com a impressão de que ficamos todos inebriados com suas delícias e suas infinitas possibilidades que só depois de um bom tempo estamos parando para nos atentarmos às consequências e aos impactos negativos do uso excessivo. Pesquisas mostram que há uma tendência ao aumento do tempo gasto on-line, sendo que a média de tempo em que o brasileiro passa conectado pode variar bastante, dependendo da faixa etária, do acesso à internet e de outros fatores. Em média as pessoas tendem a passar entre 3 e 4 horas por dia nas redes sociais e os adolescentes e adultos jovens, tendem a passar ainda mais tempo nessas plataformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ainda há muito a ser estudado mas já é possível perceber que o vício em tecnologia pode afetar a saúde mental de várias maneiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O impacto da tecnologia na saúde mental é um tema relevante e vale a pena observar alguns aspectos como, por exemplo, o aumento do isolamento social, já que o uso excessivo de dispositivos tecnológicos pode levar a uma redução no tempo dedicado a interações face a face, comprometendo os relacionamentos interpessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O tempo gasto em redes sociais pode substituir o tempo que as pessoas passariam interagindo pessoalmente, o que pode resultar na diminuição das habilidades sociais e na falta de prática em situações sociais reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialmente por parte da chamada geração Z, nascido entre 1995 a 2010, é fácil perceber através de uma rápida observação, a dificuldade que muitos apresentam para se relacionar pessoalmente, para estabelecer um diálogo sem a mediação de um celular ou computador e a pouca habilidade para lidar com todas as emoções que estão envolvidas nas relações humanas.<br>Embora as redes sociais possam fornecer uma sensação de conexão, o uso excessivo delas pode levar a uma dificuldade de interação social e de se relacionar com o próximo no mundo real, do olho no olho, do calor da presença, levando a interações superficiais e menos significativas, onde as pessoas se concentram mais em compartilhar aspectos selecionados de suas vidas do que em desenvolver relacionamentos genuínos, significativos e saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mesmo que as redes sociais forneçam uma aparente conexão, certamente não substituem a verdadeira interação humana. Com isso as pessoas tem sentido cada vez mais um aumento da solidão e da sensação de desconexão, especialmente quando as interações online não são satisfatórias, favorecendo o aparecimento de processos depressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Um outro aspecto importante a se considerar é a grande busca por validação social, que se dá através de curtidas e comentários, ainda mais por parte do pré-adolescente e do adolescente e por um padrão de comparação constante e prejudicial com outras pessoas, o que pode gerar sentimentos de inadequação e baixa autoestima, quando comparamos nossas vidas comuns com as vidas idealizadas de outras pessoas, apresentadas nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É como se comparássemos nossos “bastidores” bagunçados, com os lindos “palcos” das outras pessoas, as nossas lutas e dificuldades diárias com a alegrias e vitórias dos outros. Essa é por si só, uma comparação injusta e irreal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O vício em tecnologia pode contribuir também, para níveis aumentados de ansiedade e estresse, especialmente quando há uma sensação de dependência constante em relação aos dispositivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O excesso de estímulos sensoriais por um longo período levam a agitação e dificuldades de relaxamento, prejudicando a capacidade de concentração e foco, afetando negativamente o desempenho acadêmico e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Diante disso, é importante reconhecer os sinais de vício em tecnologia, tanto nosso quando em nossos filhos, e adotar estratégias para promover um uso saudável e equilibrado. Isso pode incluir estabelecer limites de tempo, praticar o autocontrole, buscar atividades offline e desenvolver relacionamentos pessoais significativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Somos uma sociedade digital e não temos como negar ou ficar alheios a isso, e nem há essa necessidade, mas é importante equilibrar o uso de redes sociais com interações sociais significativas, com o cultivo de relações pessoais prazerosas, dedicando tempo a atividades que promovam conexões genuínas e gerem o sentimento de pertencimento, tão vital para o desenvolvimento e manutenção da nossa saúde mental. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica o alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Fiquemos todas atentas a nós mesmas e ao nosso entorno!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com carinho, Fátima Aquino Psicóloga Clínica</p>
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		<title>Empreendedorismo Feminino: uma escolha ou sua essência?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Feb 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo feminino]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Talvez você não saiba, mas o empreendedorismo feminino tem uma história que remonta a séculos, com mulheres empreendedoras encontrando maneiras de superar barreiras culturais e sociais para estabelecer e administrar seus negócios. O saber milenar bíblico menciona algumas mulheres que demonstraram habilidades empreendedoras e de liderança. Por exemplo, em Provérbios 31, há a descrição de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Talvez você não saiba, mas o empreendedorismo feminino tem uma história que remonta a séculos, com mulheres empreendedoras encontrando maneiras de superar barreiras culturais e sociais para estabelecer e administrar seus negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O saber milenar bíblico menciona algumas mulheres que demonstraram habilidades empreendedoras e de liderança. Por exemplo, em Provérbios 31, há a descrição de uma mulher empreendedora, muitas vezes referida como a &#8220;mulher virtuosa&#8221;, que administrava seus negócios e investia em propriedades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Além disso, em passagens do Novo Testamento, como em Lucas 8:1-3, é mencionado que mulheres como Maria Madalena e Joana apoiavam financeiramente o ministério de Jesus e seus discípulos.<br>Embora as referências diretas ao empreendedorismo feminino sejam limitadas, essas narrativas ressaltam o papel ativo das mulheres na vida econômica e espiritual durante os tempos bíblicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No entanto, ao longo da história, as mulheres enfrentaram discriminação e restrições legais que limitavam suas oportunidades de empreender.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Somente nas últimas décadas é que houve um reconhecimento crescente das contribuições significativas das mulheres para o empreendedorismo e também esforços mais amplos para apoiar o seu sucesso nos negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É fato que muitas mulheres empreendedoras em todas as épocas tiveram que lidar com uma variedade de desafios emocionais, incluindo pressão para equilibrar vida profissional e pessoal, tiveram que lidar com expectativas sociais e ainda enfrentar a autocobrança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É comum as mulheres empreendedoras frequentemente carregarem diferentes tipos de culpa, como a culpa por não passar tempo suficiente com a família e com os filhos, a culpa por ter que delegar responsabilidades e a culpa por não atender às expectativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Elas se sentem pressionadas a ter que equilibrar múltiplos papéis e por enfrentar expectativas sociais conflitantes que contribuem para sentimentos de sobrecarga emocional e autoquestionamento.<br>Pesquisas indicam que essas mulheres lidam frequentemente com sentimentos de isolamento, dúvida e ansiedade, além de terem que superar obstáculos específicos de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A maternidade é um outro momento que, para mulheres empreendedoras, pode ser particularmente desafiador, pois equilibrar a responsabilidade de ter um filho e criar uma família com as demandas de administrar um negócio pode ser bastante difícil. Muitas enfrentam pressões relacionadas ao tempo e a tentativa de atender ao trabalho e a vida pessoal. Além disso, podem enfrentar obstáculos adicionais, como a falta de licença maternidade remunerada e a escassez de opções de cuidados infantis acessíveis.<br>No entanto, algumas políticas e iniciativas estão surgindo para ajudar a apoiar as mulheres empreendedoras que são mães.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em meio a tantas demandas, existem momentos em que muitas delas se questionam se fizeram a escolha certa ou mesmo se vão conseguir ir adiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A resposta é muito pessoal, porém é absolutamente possível que uma mulher empreendedora alcance sucesso tanto na sua vida profissional quanto na vida familiar e amorosa.<br>Embora possa ser desafiador equilibrar essas diferentes áreas da nossa vida, muitas mulheres têm demonstrado que é possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Estratégias como delegação de tarefas, estabelecimento de limites claros, comunicação aberta e apoio da família podem desempenhar um papel importante na realização desse equilíbrio. Além disso, flexibilidade e capacidade de se adaptar a mudanças são características frequentes das mulheres empreendedoras bem-sucedidas. Elas são naturalmente corajosas, resilientes e determinadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E como bônus, as mulheres com um espírito empreendedor, ao gerenciar vários papéis simultaneamente, tem uma sensação de realização pessoal que trazem sentido a tudo e as fazem sentir vivas e realizadas, mesmo que isso às vezes, possa vir acompanhado de desafios emocionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ao alcançar sucesso em diferentes áreas elas costumam ter um sentimento de autorrealização que funciona como um combustível, que dá forças para que elas se sintam felizes e colocadas nos lugares certos para os quais foram criadas. Assim elas ganham energia e vivacidade para realizem ainda mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Por isso, se você é uma mulher com essência empreendedora e se identifica com esse sentimento, não desanime ou se desespere diante dos desafios e obstáculos que inevitavelmente aparecerão no seu caminho. Busque estratégias e formas para avançar, se ligue a outras mulheres empreendedoras para ganhar encorajamento e se cerque de uma rede de apoio amorosa e eficaz, que possa suprir eventuais ausências, fragilidades ou necessidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E lembre-se: Se ser empreendedora é sua essência, se afastar dela não te fará mais feliz!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Espero ter ajudado!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,<br>Fátima Aquino<br>Psicóloga Clínica </p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>É Natal de novo? Que bom!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 17:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[É Natal! As luzes cintilantes iluminam não apenas as ruas, mas também nossos corações nos ajudando a compreender a magia que habita nas conexões humanas. As ruas ganham vida com decorações que não são apenas visuais, mas que tocam a alma, nos fazendo lembrar a alegria dos pequenos gestos e momentos compartilhados. As canções natalinas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">É Natal! As luzes cintilantes iluminam não apenas as ruas, mas também nossos corações nos ajudando a compreender a magia que habita nas conexões humanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>As ruas ganham vida com decorações que não são apenas visuais, mas que tocam a alma, nos fazendo lembrar a alegria dos pequenos gestos e momentos compartilhados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>As canções natalinas ecoam como suaves lembranças e nos transportam para um lugar onde a simplicidade ganha destaque. É uma temporada onde a gratidão se torna o enfeite principal, e os gestos de amor se espalham como flocos de neve.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em meio à agitação do mundo, encontramos pausas sinceras para celebrar o calor da família, a alegria dos amigos e a generosidade que se manifesta como presente, não só em pacotes coloridos, mas nas ações que tornam esta época verdadeiramente especial. Assim aquecemos nossos corações com o calor das relações que cultivamos ao longo do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Natal não é apenas sobre o presente que está debaixo da árvore, mas sobre quem está ao nosso redor.<br>É sobre partilhar risadas, sobre criar memórias que resistirão ao teste do tempo e, acima de tudo, cultivar um amor que transcende qualquer embrulho bonito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Natal é mais do que presentes cuidadosamente embrulhados; é sobre o presente da presença, a alegria de compartilhar a vida, é sobre criar memórias que se tornarão alicerces em nossas histórias.<br>Nas mesas festivas, não são apenas os pratos que se multiplicam, mas também o amor e a cordialidade que enchem nossos corações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em um mundo movido pela pressa, o Natal nos convida a pausar, refletir e celebrar a dádiva preciosa que é a vida compartilhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Neste Natal, vamos embrulhar os nossos problemas em papel de presente e desembrulhar a alegria de recomeçar, enfrentando as adversidades como desafios que nos fortalecem e transformando obstáculos em oportunidades de crescimento e solidariedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Que este Natal seja um convite para abraçar a bondade, estender a mão a quem precisa e valorizar os laços que dão sentido à nossa jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Que a alegria simples desta época nos inspire a sermos melhores, mais compassivas e a reconhecer a beleza nas pequenas coisas que, muitas vezes, nos passam despercebidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E acredite, se você olhar direitinho, vai encontrar um milagre em cada dia!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Que cada luzinha acesa nos lembre do potencial que temos para sermos luz na vida uns dos outros, e torne este Natal não apenas uma data no calendário, mas uma experiência de amor!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com muito amor,<br>Fátima Aquino<br>Psicóloga Clínica</p>
]]></content:encoded>
					
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