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	<title>Pobreza menstrual &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>Pobreza menstrual &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Pobreza Menstrual: O Ciclo de Desigualdade que Precisamos Romper</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 15:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza menstrual]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um mundo onde a desigualdade de gênero e as questões sociais ainda sãoamplamente discutidas, um tema de importância crítica, mas frequentementenegligenciado, é a pobreza menstrual. Esse fenômeno, que afeta milhões de meninas emulheres ao redor do globo, refere-se à falta de acesso a produtos de higiene menstrual,educação adequada sobre menstruação e instalações sanitárias seguras. [&#8230;]]]></description>
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<p>Em um mundo onde a desigualdade de gênero e as questões sociais ainda são<br>amplamente discutidas, um tema de importância crítica, mas frequentemente<br>negligenciado, é a pobreza menstrual. Esse fenômeno, que afeta milhões de meninas e<br>mulheres ao redor do globo, refere-se à falta de acesso a produtos de higiene menstrual,<br>educação adequada sobre menstruação e instalações sanitárias seguras. A pobreza<br>menstrual é um problema multifacetado que exige nossa atenção urgente e uma<br>abordagem abrangente para ser resolvido.</p>



<p><br>A menstruação é um processo biológico natural, mas a falta de recursos para gerenciá-la<br>adequadamente pode ter impactos devastadores na vida das mulheres. Sem acesso a<br>absorventes, tampões ou coletores menstruais, muitas meninas e mulheres recorrem a<br>métodos improvisados e muitas vezes insalubres, como pedaços de pano, papel e até<br>folhas. Esses métodos não só são ineficazes como também podem causar infecções e<br>outros problemas de saúde.</p>



<p><br>A pobreza menstrual não é apenas uma questão de saúde. É também um obstáculo<br>significativo para a educação e a igualdade de gênero. Em muitas partes do mundo,<br>meninas faltam à escola durante o período menstrual, o que pode resultar em atrasos<br>educacionais e, eventualmente, no abandono escolar. A vergonha e o estigma associados<br>à menstruação agravam ainda mais a situação, perpetuando um ciclo de silêncio e<br>ignorância.</p>



<p><br><strong>Impactos Profundos e Duradouros</strong><br>A falta de produtos menstruais adequados pode levar a consequências que vão além da<br>saúde física. A ausência de apoio institucional e social para lidar com a menstruação<br>afeta a autoconfiança e a dignidade das mulheres. Em comunidades mais vulneráveis,<br>onde a pobreza já é uma realidade constante, a pobreza menstrual agrava a desigualdade<br>de gênero e perpetua a marginalização das mulheres.</p>



<p><br>Além disso, a pobreza menstrual tem implicações econômicas. Mulheres que não<br>conseguem gerenciar sua menstruação de forma eficaz perdem dias de trabalho, o que<br>afeta sua produtividade e capacidade de sustentar suas famílias. Em uma escala maior,<br>isso contribui para a perpetuação da pobreza e impede o desenvolvimento<br>socioeconômico de comunidades inteiras.</p>



<p><br><strong>Caminhos para a Solução</strong><br>Para combater a pobreza menstrual, é essencial adotar uma abordagem multifacetada. A<br>distribuição gratuita ou subsidiada de produtos menstruais em escolas, locais de<br>trabalho e comunidades é um passo crucial. Organizações governamentais e não governamentais ao redor do mundo têm trabalhado para fornecer esses produtos, mas a<br>demanda ainda é alta.</p>



<p><br>A educação também desempenha um papel vital. Programas que ensinam sobre saúde<br>menstrual, desde o funcionamento do ciclo menstrual até a importância da higiene<br>adequada, são essenciais para desmistificar o tema e combater o estigma. Esses<br>programas devem ser direcionados não apenas para meninas, mas também para<br>meninos, professores e comunidades em geral.</p>



<p><br>Políticas públicas são outro pilar importante na luta contra a pobreza menstrual.<br>Governos precisam reconhecer a menstruação como uma questão de saúde pública e<br>garantir que produtos menstruais sejam acessíveis e isentos de impostos, como itens<br>essenciais que são.</p>



<p><br>Dar voz às mulheres e meninas afetadas pela pobreza menstrual é fundamental. Quando<br>elas compartilham suas experiências, ajudam a quebrar o silêncio e a promover uma<br>maior conscientização sobre o problema. Campanhas de sensibilização e movimentos<br>sociais têm um papel crucial na mobilização da sociedade e na promoção de mudanças<br>efetivas.</p>



<p><br>A pobreza menstrual é um desafio complexo que exige uma resposta coordenada e<br>comprometida. Romper esse ciclo de desigualdade é não apenas uma questão de justiça<br>social, mas também um passo essencial para a construção de um futuro mais equitativo<br>e saudável para todos. Ao reconhecer a importância de uma menstruação digna, damos<br>um passo significativo em direção à igualdade de gênero e ao empoderamento de<br>mulheres e meninas em todo o mundo.</p>
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		<title>A Fé que transforma – A mulher do fluxo de sangue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 May 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza menstrual]]></category>
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					<description><![CDATA[A história da mulher com o fluxo de sangue é um poderoso exemplo de fé e determinação. Por doze anos, ela sofreu com uma doença que a deixava fraca, isolada e desesperada. Ela tinha tentado de tudo, gastado todos os seus recursos, mas sua condição só piorava. Então, ela ouviu falar de Jesus e decidiu [&#8230;]]]></description>
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<p><br>A história da mulher com o fluxo de sangue é um poderoso exemplo de fé e determinação. Por doze anos, ela sofreu com uma doença que a deixava fraca, isolada e desesperada. Ela tinha tentado de tudo, gastado todos os seus recursos, mas sua condição só piorava. Então, ela ouviu falar de Jesus e decidiu ir até Ele.</p>



<p><br>Pense em momentos em que você se sentiu completamente sem esperança. Talvez você tenha enfrentado uma situação difícil no trabalho, um problema de saúde, ou uma crise familiar. Como a mulher da história, você pode ter tentado várias soluções sem sucesso. Esse sentimento de desespero é algo que muitos de nós conhecemos bem.</p>



<p><br>A mulher decidiu agir e dar um passo de fé. Ela acreditava que se pudesse ao menos tocar nas vestes de Jesus, seria curada. No nosso dia a dia, esse passo de fé pode ser uma simples oração, um momento de leitura bíblica, ou buscar ajuda na comunidade da igreja. A fé muitas vezes começa com uma pequena ação, mas essa ação pode ter um grande impacto.</p>



<p><br>Quando a mulher tocou nas vestes de Jesus, ela foi instantaneamente curada. Imagine algo simples no seu cotidiano, como fazer uma pausa para orar durante um dia agitado. Esses pequenos &#8220;toques&#8221; em Jesus podem trazer paz, direção e até milagres em nossas vidas. São os toques que transformam.<br>Jesus percebeu que alguém o havia tocado de uma maneira especial. Ele procurou a mulher e, ao encontrá-la, afirmou que a fé dela a havia curado. No nosso cotidiano, Jesus reconhece e honra nossa fé, mesmo nas pequenas coisas. Ele está sempre atento às nossas necessidades e pronto para nos ajudar. Precisamos reconhecer e confiar no poder de Jesus.</p>



<p><br>No trabalho, quando enfrentamos desafios, como prazos apertados ou conflitos, um &#8220;toque&#8221; em Jesus pode ser uma oração pedindo sabedoria e calma. Esse simples ato de fé pode mudar nossa perspectiva e nos dar forças para continuar.</p>



<p><br>Se houver desentendimentos ou problemas em casa, dedicar um momento para orar juntos como família pode ser um passo de fé que traz cura e restauração aos relacionamentos.</p>



<p><br>Está se sentindo-se sobrecarregado ou ansioso? Tire um momento para ler uma passagem bíblica ou ouvir uma música de adoração. Esses atos de buscar a presença de Deus podem renovar nossa mente e espírito.<br>Hoje, identifique uma área de sua vida onde você precisa de um &#8220;toque&#8221; de Jesus. Dê um passo de fé: ore sobre essa situação, leia um versículo que traga esperança, ou compartilhe sua necessidade com um amigo de fé. Confie que Jesus está atento e pronto para transformar sua situação.</p>



<p>Oração: “Senhor, assim como a mulher do fluxo de sangue, muitas vezes nos encontramos desesperados e sem esperança. Ajuda-nos a ter a mesma fé que ela teve, acreditando que apenas um toque em Ti pode transformar nossas vidas. Dá-nos coragem para buscar-Te em todas as situações e reconhecer o Teu poder em nossas vidas. Em nome de Jesus, amém.”</p>



<p>&#8220;No meio da multidão estava uma mulher que havia doze anos sofria de hemorragia. Tinha passado por muitas dificuldades nas mãos de vários médicos e, ao longo dos anos, gastou tudo que possuía, sem melhorar. Na verdade, havia piorado. Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se por trás dele no meio da multidão e tocou em seu manto, pois pensava: &#8220;Se eu apenas tocar em seu manto, serei curada&#8221;. No mesmo instante, a hemorragia parou, e ela sentiu em seu corpo que tinha sido curada da enfermidade. </p>



<p>Jesus imediatamente percebeu que dele havia saído poder; por isso, virou-se para a multidão e perguntou: &#8220;Quem tocou em meu manto?&#8221;. Seus discípulos disseram: &#8220;Veja a multidão que o aperta de todos os lados. Como o senhor ainda pergunta: ‘Quem tocou em mim?&#8221;. Jesus, porém, continuou a olhar ao redor para ver quem havia feito aquilo. Então a mulher, assustada e tremendo pelo que lhe tinha acontecido, veio e, ajoelhando-se diante dele, contou o que havia feito. Jesus lhe disse: &#8220;Filha, sua fé a curou. Vá em paz. Seu sofrimento acabou.&#8221; (Marcos 5:25-34)</p>
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		<title>Pobreza Menstrual: O Ciclo de Desigualdade que Precisamos Romper</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 May 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdadxe]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza menstrual]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um mundo onde a desigualdade de gênero e as questões sociais ainda são amplamente discutidas, um tema de importância crítica, mas frequentemente negligenciado, é a pobreza menstrual. Esse fenômeno, que afeta milhões de meninas e mulheres ao redor do globo, refere-se à falta de acesso a produtos de higiene menstrual, educação adequada sobre menstruação [&#8230;]]]></description>
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<p><br>Em um mundo onde a desigualdade de gênero e as questões sociais ainda são amplamente discutidas, um tema de importância crítica, mas frequentemente negligenciado, é a pobreza menstrual. Esse fenômeno, que afeta milhões de meninas e mulheres ao redor do globo, refere-se à falta de acesso a produtos de higiene menstrual, educação adequada sobre menstruação e instalações sanitárias seguras. A pobreza menstrual é um problema multifacetado que exige nossa atenção urgente e uma abordagem abrangente para ser resolvido.</p>



<p><br>A menstruação é um processo biológico natural, mas a falta de recursos para gerenciá-la adequadamente pode ter impactos devastadores na vida das mulheres. Sem acesso a absorventes, tampões ou coletores menstruais, muitas meninas e mulheres recorrem a métodos improvisados e muitas vezes insalubres, como pedaços de pano, papel e até folhas. Esses métodos não só são ineficazes como também podem causar infecções e outros problemas de saúde.</p>



<p><br>A pobreza menstrual não é apenas uma questão de saúde. É também um obstáculo significativo para a educação e a igualdade de gênero. Em muitas partes do mundo, meninas faltam à escola durante o período menstrual, o que pode resultar em atrasos educacionais e, eventualmente, no abandono escolar. A vergonha e o estigma associados à menstruação agravam ainda mais a situação, perpetuando um ciclo de silêncio e ignorância.</p>



<p><br><strong>Impactos Profundos e Duradouros</strong></p>



<p><br>A falta de produtos menstruais adequados pode levar a consequências que vão além da saúde física. A ausência de apoio institucional e social para lidar com a menstruação afeta a autoconfiança e a dignidade das mulheres. Em comunidades mais vulneráveis, onde a pobreza já é uma realidade constante, a pobreza menstrual agrava a desigualdade de gênero e perpetua a marginalização das mulheres.</p>



<p><br>Além disso, a pobreza menstrual tem implicações econômicas. Mulheres que não conseguem gerenciar sua menstruação de forma eficaz perdem dias de trabalho, o que afeta sua produtividade e capacidade de sustentar suas famílias. Em uma escala maior, isso contribui para a perpetuação da pobreza e impede o desenvolvimento socioeconômico de comunidades inteiras.</p>



<p><br></p>



<p><br>Para combater a pobreza menstrual, é essencial adotar uma abordagem multifacetada. A distribuição gratuita ou subsidiada de produtos menstruais em escolas, locais de trabalho e comunidades é um passo crucial. Organizações governamentais e não- governamentais ao redor do mundo têm trabalhado para fornecer esses produtos, mas a demanda ainda é alta.</p>



<p><br>A educação também desempenha um papel vital. Programas que ensinam sobre saúde menstrual, desde o funcionamento do ciclo menstrual até a importância da higiene adequada, são essenciais para desmistificar o tema e combater o estigma. Esses programas devem ser direcionados não apenas para meninas, mas também para meninos, professores e comunidades em geral.</p>



<p><br>Políticas públicas são outro pilar importante na luta contra a pobreza menstrual. Governos precisam reconhecer a menstruação como uma questão de saúde pública e garantir que produtos menstruais sejam acessíveis e isentos de impostos, como itens essenciais que são.</p>



<p><br>Dar voz às mulheres e meninas afetadas pela pobreza menstrual é fundamental. Quando elas compartilham suas experiências, ajudam a quebrar o silêncio e a promover uma maior conscientização sobre o problema. Campanhas de sensibilização e movimentos sociais têm um papel crucial na mobilização da sociedade e na promoção de mudanças efetivas.</p>



<p><br>A pobreza menstrual é um desafio complexo que exige uma resposta coordenada e comprometida. Romper esse ciclo de desigualdade é não apenas uma questão de justiça social, mas também um passo essencial para a construção de um futuro mais equitativo e saudável para todos. Ao reconhecer a importância de uma menstruação digna, damos um passo significativo em direção à igualdade de gênero e ao empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo.</p>
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		<title>Os prejuízos da pobreza menstrual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nathalia Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2023 16:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Absorvente]]></category>
		<category><![CDATA[Menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza menstrual]]></category>
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					<description><![CDATA[Geralmente a primeira menstruação ocorre por volta dos 10 a 15 anos de idade, podendo variar de acordo com o tempo de amadurecimento de cada corpo. Relembrar esse acontecimento nos coloca frente a nossa adolescência, aquele tempo em que estar um grupo é parte fundamental na construção da nossa identidade. E se tratando disso, a [&#8230;]]]></description>
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<p>Geralmente a primeira menstruação ocorre por volta dos 10 a 15 anos de idade, podendo variar de acordo com o tempo de amadurecimento de cada corpo. Relembrar esse acontecimento nos coloca frente a nossa adolescência, aquele tempo em que estar um grupo é parte fundamental na construção da nossa identidade. E se tratando disso, a menarca provavelmente era um tema recorrente e cheio de expectativas entre você e as amigas que ainda não haviam passado por isso.</p>



<p>E com certeza esse momento também foi celebrado em suas casas e pelos seus familiares sem você sequer entender muito bem o que significava. Toda essa ênfase tem motivo: é a representação “histórica” da transformação de meninas para mulheres.</p>



<p>Mas esses momentos de que hoje rimos estão longe de representar a realidade de todas. No Brasil, segundo pesquisa realizada pela UNICEF e UNFPA em 2021, 713 mil meninas não possuem acesso a banheiro ou chuveiro em suas casas. Esse número aumenta consideravelmente em relação ao nível de carência de itens básicos para cuidados menstruais nas escolas, como absorventes descartáveis, remédio, saneamento básico e até mesmo informações sobre como lidar de maneira segura com o próprio corpo, chegando a 4 milhões de meninas sem acesso.</p>



<p>Essa escassez de cuidados básicos é responsável por uma grande evasão escolar. Com medo de passarem por um grande constrangimento todos os dias centenas de meninas faltam à escola. Com isso, além da defasagem na frequência escolar, há a privação do convívio social e baixa autoestima visto a sensação de menos valia diante da sociedade, diante da posição de vulnerabilidade social em que se encontram.</p>



<p>Mas esse fato não se restringe apenas às adolescentes. De acordo com Instituto Locomotiva em parceria com a Always, mais de 5 milhões de mulheres já deixaram de ir ao trabalho devido à falta de produtos de higiene menstrual, acarretando em grandes consequências na economia. Na tentativa de contornar a situação, o cenário se torna ainda mais agravante ao fazerem uso de materiais inadequados &#8211; como papel, pedaço de tecidos, algodão &#8211; podendo gerar infecções, causando ainda mais privações.</p>



<p>Se tratando de uma condição natural do desenvolvimento da mulher, as pesquisas deixam claro que a pobreza menstrual traz prejuízos na educação, economia e na integração social. O manejo menstrual deve fazer parte das políticas públicas e campanhas que ampliem nosso autoconhecimento sobre a menstruação. E, é claro, também podemos fazer a nossa parte. Fique atenta às mulheres que estão perto de você! Um simples gesto de doação pode fazer uma grande diferença na vida de alguém.</p>
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		<title>Higiene Menstrual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giulia Cherulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 May 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Conscientização]]></category>
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		<category><![CDATA[Higiene menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza menstrual]]></category>
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					<description><![CDATA[Falar de menstruação ainda é um tabu na sociedade, um assunto que causa vergonha, constrangimento ao ser discutido. Porém se trata de um processo natural, porque o corpo feminino está repleto de desinformação e estigmas. A higiene menstrual é um direito humano reconhecido pelo Organização das Nações Unidas (ONU) desde de 2014, mas está longe [&#8230;]]]></description>
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<p>Falar de menstruação ainda é um tabu na sociedade, um assunto que causa vergonha, constrangimento ao ser discutido. Porém se trata de um processo natural, porque o corpo feminino está repleto de desinformação e estigmas.</p>



<p>A higiene menstrual é um direito humano reconhecido pelo Organização das Nações Unidas (ONU) desde de 2014, mas está longe de ser uma realidade fácil para as meninas, mulheres e homens trans.</p>



<p>No Brasil, estima-se, uma em cada quatro adolescentes não tem acesso a absorventes durante seu período menstrual, no qual relatam, não terem dinheiro para comprar, em consequência da baixa renda, optando consequentemente por métodos que evitar o ciclo menstrual.</p>



<p>A pobreza ou precariedade menstrual é o nome dado à falta de acesso para aquisição de produtos básicos para manter uma boa higiene no período da menstruação, que se caracteriza pela falta de acesso a produtos adequados para o cuidado da higiene menstrual, são eles, absorventes descartáveis, absorventes de tecido reutilizáveis, coletores menstruais descartáveis ou reutilizáveis, calcinha menstruais, além de papel higiênico e sabonete, como também por questões estruturais, como a ausência de banheiros seguros e em bom estado de conservação, saneamento básico e coleta de lixo.</p>



<p>De acordo com o relatório de pobreza menstrual no Brasil, o indicie de desigualdade e violação de direitos, estima-se cerca de 321 mil alunas, ou seja 3% do total de meninas nas escolas, em consequência da falta de banheiros em condição de uso, e falta de papel higiênico, que vem acarretando impactos direito na educação, além do impacto na saúde mental das jovens, a pobre menstrual contribui para aumentar a desigualdade na educação entre homens e mulheres, pois elas acabam faltando mais vezes às aulas.&nbsp;</p>



<p>A lei 6.799, de 2021 que prevê a distribuição gratuita de absorventes higiênicos em escolas e unidades básica de saúde para mulheres em situação de vulnerabilidade e estudantes da rede pública ainda não saiu do papel, sendo tal proposição vetada pelo atual presidente da república, Jair Bolsonaro.</p>



<p>Lei que prevê a dignidade menstrual permitindo que as meninas mais pobres também possam ter o mesmo acesso ao absorvente higiênico que as meninas da classe média e alta, deixando de usar métodos arcaicos e métodos que são prejudiciais a sua própria saúde, no intuito de impedir a ocorrência do ciclo menstrual.</p>



<p>Importante ressaltar que a pobreza menstrual que assola boa parte do Brasil e mundo não é de conhecimento por todos, até mesmo para as mulheres e adolescentes, os impactos como doenças, rendimento e evasão escolar decorrente dessa questão se torna invisíveis. </p>
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		<title>Pobreza menstrual afeta física e mentalmente</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/pobreza-menstrual-afeta-fisica-e-mentalmente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 May 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sáude menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[Sáude mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos sobre o tema pobreza menstrual se faz necessário compreender que a pobreza menstrual vai muito além da falta de dinheiro para comprar produtos de higiene adequados, ela denuncia problemas como a falta de acesso à água, a falta de saneamento básico, a desigualdade social e também como tudo isso afeta a saúde física [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando falamos sobre o tema pobreza menstrual se faz necessário compreender que a pobreza menstrual vai muito além da falta de dinheiro para comprar produtos de higiene adequados, ela denuncia problemas como a falta de acesso à água, a falta de saneamento básico, a desigualdade social e também como tudo isso afeta a saúde física e mental das pessoas que menstruam.</p>



<p>No Brasil, 713 mil meninas vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro em casa e mais de 4 milhões não têm acesso a itens mínimos de cuidados menstruais nas escolas. Isso inclui falta de acesso a absorventes e instalações básicas nas escolas, como banheiros e sabonetes. Dessas, quase 200 mil estão privadas de condições mínimas para cuidar da sua menstruação na escola.&nbsp;Os dados são da pesquisa “Pobreza Menstrual no Brasil: Desigualdade e Violações de Direitos”, lançada em maio de 2021 por UNICEF e UNFPA.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A ausência de condições sanitárias mínimas para que as pessoas possam&nbsp;lidar com&nbsp;sua menstruação&nbsp;afeta a dignidade,&nbsp;a&nbsp;integridade corporal,&nbsp;a saúde&nbsp;e o bem-estar, sendo&nbsp;um desrespeito aos&nbsp;direitos humanos.</p>



<p>A menstruação é uma condição natural&nbsp;no ciclo de crescimento e desenvolvimento&nbsp;e os cuidados com o manejo menstrual devem fazer parte das ações das políticas de saúde.</p>



<p>Dessa forma a elaboração e a implementação de políticas públicas que garantam a saúde menstrual é urgente, de modo a incluir&nbsp;desde o acesso à informação,</p>



<p>a&nbsp;distribuição&nbsp;gratuita de&nbsp;absorventes,&nbsp;e&nbsp;o acesso&nbsp;à&nbsp;condições adequadas de água, saneamento e higiene,&nbsp;garantindo&nbsp;a&nbsp;dignidade menstrual&nbsp;e possibilitando bem-estar&nbsp;durante o ciclo.</p>



<p>A pobreza menstrual pode ser fator de estigma e discriminação, levando muitas vezes à evasão escolar, causando perdas no desenvolvimento, desconforto, sofrimento psíquico e impactando a autoestima da pessoa para toda a vida. </p>



<p>Um manejo menstrual inadequado traz impactos nas oportunidades de socialização, por isso, é essencial que se tenha acesso às informações corretas, condições dignas de higiene e a discussões feitas abertamente com a intenção de impulsionar melhorias para um manejo menstrual adequado. </p>



<p>Pesquisas mostram que mulheres afetadas pela pobreza menstrual fazem uso de produtos não indicados durante esse período como, sacos plásticos, sacolinha de supermercado, roupas velhas, lencinho umedecido, toalhas, panos, filtro de café, papel higiênico e até mesmo jornal ou miolo de pão, o que tem reflexo direto na saúde física dessas pessoas podendo gerar infecções e adoecimento.</p>



<p>Da mesma forma é importante ressaltar também as consequências psicológicas e sociais.</p>



<p>Muitas mulheres nessa condição dizem se sentir muito frágeis ao menstruar, porque onde moram não tem condições adequadas para se higienizarem como gostariam nesse período e concordam que, nos dias que menstruam, sentem que estão perdendo espaço na sociedade por serem mulheres, porque os homens não precisam passar por isso.</p>



<p>Se sentem fragilizadas e diminuídas e sempre que faltam ao trabalho quando estão menstruadas devido ao forte mal-estar menstrual o chefe diz que isso é &#8220;mimimi de mulherzinha&#8221; e muitas acreditam que menstruar tira um pouco a sua dignidade porque, além do mal-estar e das cólicas, parece que estão sujas ou mesmo &#8220;inventando coisa que não existe&#8221;.</p>



<p>A intenção é trabalhar para combater a precariedade menstrual, que significa também a&nbsp; falta de acesso ou a falta de recursos para a compra de produtos de higiene e outros itens necessários ao período da menstruação feminina e além disso, devolver a dignidade a cada pessoa que menstrua, trazendo inclusão, pertencimento e respeito a essas pessoas.</p>



<p>Pensando nisso, nós da Revista Revolution propomos uma campanha de conscientização sobre o assunto e de arrecadação de absorventes.</p>



<p>Queremos contribuir com nossa parcela na sociedade falando sobre o tema, trazendo informação e ações praticas como a arrecadação e o oferecimento de absorventes a uma instituição que possa fazer uma distribuição adequada a quem precisa.</p>



<p>Gostaríamos muito de ter você com a gente nessa iniciativa.</p>



<p>Pode parecer pouco e talvez seja, mas se você vier conosco seremos um pouco mais fortes.</p>



<p>E aí, posso contar com você?</p>



<p>Logo traremos mais informações.</p>



<p>Fátima Aquino,</p>



<p>Psicóloga Clínica</p>
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