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	<title>Obesidade &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>Obesidade &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Comida, corpo e sociedade &#8211; Uma conversa necessária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 14:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já parou para pensar em como o seu corpo conta a história da sua vida? Elereflete nossas emoções, rotinas, desafios e até as condições do ambiente em quevivemos. Quando falamos em sobrepeso e obesidade, não estamos tratandoapenas de um número na balança, mas de uma realidade que afeta a maioria dosbrasileiros. No mês de [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Você já parou para pensar em como o seu corpo conta a história da sua vida? Ele<br>reflete nossas emoções, rotinas, desafios e até as condições do ambiente em que<br>vivemos. Quando falamos em sobrepeso e obesidade, não estamos tratando<br>apenas de um número na balança, mas de uma realidade que afeta a maioria dos<br>brasileiros.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>No mês de março, tivemos o Dia Mundial da Obesidade, uma data para<br>conscientização sobre um problema que vai muito além das escolhas individuais.<br>Muitas vezes, ouvimos que emagrecer depende apenas da força de vontade, mas a<br>realidade é bem diferente. Nossa saúde não se resume apenas ao que colocamos<br>no prato, ela também é moldada pelo ambiente que nos cerca.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>Atualmente, <strong>68% da população brasileira já está acima do peso</strong>, com as<br>mulheres sendo especialmente impactadas. Mas por que isso acontece? Não se<br>trata apenas de &#8220;comer menos e se exercitar mais&#8221;. A obesidade é influenciada por<br>fatores hormonais, emocionais, sociais e econômicos. Desde a sobrecarga mental<br>que muitas mulheres enfrentam, passando pela falta de tempo para cuidar da<br>alimentação, até a pressão estética que nos empurra para dietas extremas e o efeito<br>sanfona.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>E, enquanto o peso na balança aumenta, aumenta também o julgamento. Fomos<br>condicionadas a ver o nosso corpo como algo a ser corrigido, mas é fundamental<br>compreender que a obesidade é uma questão de saúde pública. Os desafios do<br>sobrepeso e da obesidade vão muito além da estética – eles dizem respeito à nossa<br>saúde. E saúde não se constrói com culpa e julgamento, mas com informação,<br>suporte e acesso a um tratamento humanizado.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>Se queremos mudanças reais, <strong>precisamos de políticas públicas que promovam<br>um ambiente mais saudável para todas nós.</strong> Precisamos de uma sociedade que<br>incentive o acesso à alimentação nutritiva, que facilite a prática de atividade física e<br>ofereça um tratamento que respeite e acolha cada indivíduo de forma<br>individualizada.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>Enquanto cobramos essas mudanças, também podemos agir juntas. Vamos trocar<br>experiências, apoiar umas às outras e criar um novo olhar para o autocuidado – um<br>olhar mais gentil, sem cobranças impossíveis, sem culpas e sem soluções mágicas.<br>Que tal começarmos com pequenas ações no dia a dia, buscando grupos de apoio,<br>compartilhando informações úteis e transformando nosso ambiente?</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>A obesidade é um desafio coletivo, e a mudança também precisa ser. Vamos juntas<br>transformar esse cenário?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Ultraprocessados e Obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo feito nos Estados Unidos nos trouxe estimativas do impacto do consumo de alimentos ultraprocessados no risco de obesidade. O embasamento foi feito nos dados de 3.587 jovens de 12 a 19 anos, onde foram divididos em três grupos de acordo com a quantidade consumida dos ultraprocessados. Comparando os que mais ingeriam ultraprocessados (aproximadamente [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo feito nos Estados Unidos nos trouxe estimativas do impacto do consumo de alimentos ultraprocessados no risco de obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O embasamento foi feito nos dados de 3.587 jovens de 12 a 19 anos, onde foram divididos em três grupos de acordo com a quantidade consumida dos ultraprocessados. Comparando os que mais ingeriam ultraprocessados (aproximadamente 64% do total consumido na alimentação) com os que comiam menos (média de 18,5%), foi observado que os jovens do primeiro grupo tinham 45% a mais de chance de obesidade e 63% a mais de chance de gordura visceral, um dado preocupante, pois esta condição está relacionada com o desenvolvimento de diabetes tipo 2, hipertensão, dislipidemia, doença arterial coronariana, e aumento do risco de mortalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse estudo, foi pioneiro na associação do processamento dos alimentos industrializados com a pandemia de obesidade originada nos Estados Unidos nos anos 1980 e que, no século 21, atingiu a maioria dos países do mundo. Foi a partir desse trabalho que lançaram as recomendações do Guia Alimentar para a população brasileira de 2014, o qual traz a recomendação do consumo de alimentos in natura ou minimamente processados e evitar os ultraprocessados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os alimentos e bebidas ultraprocessados possuem aditivos químicos (corantes, aromatizantes, emulsificantes e espessantes) com o intuito de melhorar as características sensoriais dos produtos. A maior parte possui alto valor energético e quantidades altas de gordura e açúcar, algo diretamente ligado ao ganho de peso. Devemos nos atentar também aos alimentos rotulados como “de baixa caloria”, mas que podem interferir na perda de peso por fatores que vão além da composição nutricional, como a sinalização de saciedade do organismo ou modificando a microbiota do intestino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa do estudo, a dieta dos adolescentes foi avaliada pelo Recordatório Alimentar de 24 horas. A partir deste, eles foram divididos em três grupos. O primeiro grupo com os jovens que consumiam até 29% do total de gramas da dieta em ultraprocessados. No segundo, aqueles para os quais esse percentual variou entre 29% e 47% e, no terceiro, aqueles com valores acima de 48%. Foram avaliados os dados antropométricos de todos os participantes &#8211; peso, altura e circunferência da cintura. O risco de obesidade total foi estimado com base no IMC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que o arroz com feijão ainda seja a base da alimentação brasileira, um estudo&nbsp;divulgado pelo Ministério da Saúde revelou que o consumo de ultraprocessados é frequente no país até mesmo entre crianças com menos de 5 anos: mais de 80% dos indivíduos nessa faixa etária fazem uso regular. O consumo desses produtos substitui os alimentos in natura ou minimamente processado em uma fase em que os hábitos alimentares estão sendo formados. A exposição das crianças e adolescentes a esses alimentos obesogênicos representa uma verdadeira programação para problemas futuros de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, devemos controlar a exposição dos jovens à esse tipo de alimentos e conscientizar os consumidores, tanto os pais, quanto os filhos. Estratégias como restrição de publicidades, regras de rótulos mais legíveis quanto aos malefícios de certos alimentos, e mais informações sobre escolhas alimentares saudáveis.</p>
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		<title>Nutrição Infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Mar 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[introdução alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição Infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
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					<description><![CDATA[A obesidade é um tema muito falado e tem sido cada vez mais comum quando o assunto são as crianças. A obesidade infantil é um ponto que assusta os profissionais de saúde. De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 33% das crianças entre 5 e 9 anos estão com sobrepeso. A partir [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A obesidade é um tema muito falado e tem sido cada vez mais comum quando o assunto são as crianças. A obesidade infantil é um ponto que assusta os profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 33% das crianças entre 5 e 9 anos estão com sobrepeso. A partir disso, comorbidades associadas podem surgir, como alterações na glicemia e perfil lipídico, resistência à insulina e desenvolvimento de Diabetes tipo 2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nutricionista infantil pode auxiliar de diversas formas e em diversos momentos. O acompanhamento desde o início da introdução alimentar pode ser um grande aliado para muitos pais. Esse é um momento que gera muitas dúvidas e o profissional capacitado pode auxiliar de forma efetiva, com a estruturação da alimentação do bebê, incluindo os modos de preparo, a conscientização da qualidade na escolha de alimentos, os grupos alimentares e a hora de oferecer cada alimento e líquidos. Você sabia que, por exemplo, a oferta de açúcar antes dos dois anos de idade é contraindicada? E muitos alimentos possuem o açúcar adicionado em sua fórmula sem que os pais saibam. A leitura de rótulos é uma ferramenta muito importante para os pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as mamães que amamentam, o acompanhamento de sua alimentação também é essencial. O aumento do consumo de energia feito de forma adequada, a ingestão hídrica, ajustes de nutrientes, são de extrema importância tanto para a mãe quanto para o bebê. O auxilio para a volta ao peso habitual deve ser feito com acompanhamento e dietas restritivas visando apenas estética não são indicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No período da escola, com o início do contato com os colegas, a conscientização da criança e dos pais sobre as melhores opções para uma alimentação nutritiva e saudável, são fatores chave. Nos casos em que houver perda ou ganho de peso sem causa aparente o acompanhamento se faz essencial, para investigação de sinais, queixas, sintomas e exames necessários para avaliação. Casos de alergias e intolerâncias alimentares também devem ser acompanhados, assim como a seletividade alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os pais, atitudes que podem ajudar são o desenvolvimento do interesse e autonomia da criança pelos alimentos, permitindo que elas auxiliem no preparo de receitinhas e escolha dos alimentos. O exemplo, que é fundamental, pois é complicado querer que seu filho coma salada se você não o fizer. Busquem ideias divertidas juntos de comer frutas e verduras. Escolha pelo menos uma refeição do dia para fazerem juntos, sentados à mesa. Esse momento é muito importante para consolidar hábitos saudáveis e familiares também. E reserve um tempinho para conversar sobre a diferença entre os alimentos, como uma vitamina de banana e um suco pronto, ou um pacote de bolachas e uma fruta in natura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A base para os hábitos das crianças começa em casa, e como pais, temos a oportunidade de sermos aliados dos nossos filhos em incentivar e ensinar hábitos saudáveis que os acompanharão por toda a vida.</p>
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