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	<title>nutrição &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>nutrição &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Barrinha de proteína: amiga ou inimiga da saciedade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 14:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[Deixa eu te contar uma coisa que talvez você já tenha sentido na pele: na correria do dia a dia, quem nunca correu atrás de uma solução rápida e prática? Uma barrinha de cereal que cabe na bolsa, aquele iogurte proteico que promete matar a fome, ou até um sanduíche pronto que parece “fit”. Eu [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Deixa eu te contar uma coisa que talvez você já tenha sentido na pele: na correria do dia a dia, quem nunca correu atrás de uma solução rápida e prática? Uma barrinha de cereal que cabe na bolsa, aquele iogurte proteico que promete matar a fome, ou até um sanduíche pronto que parece “fit”. Eu sei que, na hora, tudo isso soa irresistível, porque junta praticidade com a promessa de ser saudável. E a gente pensa: “Pronto, agora vai!”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas calma… antes de se culpar por não ver resultado com essas escolhas, preciso te dizer: não é você que está falhando. A questão é que esses produtos, por mais bonitinhos e “do bem” que pareçam, não entregam o que prometem. E eu não estou falando só da minha experiência no consultório não, a ciência já mostrou isso também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Te conto: um estudo publicado na revista Nature Medicine pela University College London fez exatamente essa comparação. Eles colocaram um grupo para comer alimentos naturais e minimamente processados (coisas simples, comida de verdade) e outro grupo para seguir uma dieta baseada em ultraprocessados “fit”, tipo essas barrinhas e iogurtes proteicos. O resultado? O grupo que ficou com os<br>alimentos naturais perdeu quase o dobro de peso em relação ao grupo dos industrializados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E sabe por quê? São ricos em calorias escondidas: muito por pouco. Fáceis de exagerar: você come em segundos e mal percebe. Cheios de aditivos que bagunçam seus sinais de fome e saciedade. E com pouco nutriente de verdade: cadê as fibras, a água, a nutrição real?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o que acontece? Você troca o almoço por uma barrinha achando que fez uma super escolha estratégica, mas logo depois está com fome, cheia de vontade de beliscar algo e muitas vezes acaba compensando no restante do dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trazendo frustração e a sensação de “não consigo emagrecer nunca”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é aí que eu entro como sua nutri pra te dizer: a culpa não é sua. A indústria alimentícia é muito esperta em vender promessas, mas a transformação real não está na embalagem. Está na constância, no equilíbrio e na forma como você se relaciona com a comida no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que esses produtos podem sim, ter o seu espaço, ninguém precisa viver sem barrinha ou sem iogurte proteico. Mas é sobre consciência e equilíbrio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles são para momentos pontuais, tipo quando você realmente não tem outra opção. A base de verdade precisa ser feita de refeições equilibradas, simples e gostosas: frutas, uma marmita bem pensada ou até aquele café da manhã rápido em casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E sabe o que é melhor? Esse tipo de escolha não só te ajuda a emagrecer de forma mais consistente, como também te faz sentir mais energia, mais saciedade e até mais prazer em comer. Porque a comida de verdade tem sabor, nutre o corpo e acolhe a mente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, emagrecer não é sobre colecionar produtos “fit”. É sobre criar uma rotina que funcione pra você, que seja leve, prazerosa e possível de manter. E quando você entende isso, a jornada fica muito mais libertadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, da próxima vez que bater aquela tentação de comprar a “novidade saudável” da prateleira, lembre-se: o segredo não está ali. Está em você, nas suas escolhas do dia a dia e em como você cuida da sua relação com a comida. E nisso, pode contar comigo pra caminhar do seu lado.</p>
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		<title>O que as redes sociais estão servindo no seu prato?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 18:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Influência]]></category>
		<category><![CDATA[Instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, as redes sociais são uma das maiores fontes de informação (e influência) sobre o que colocamos na nossa mesa. Basta abrir o TikTok ou o Instagram para sermos bombardeados por vídeos rápidos, receitas virais e desafios alimentares que conquistam milhões de pessoas. Um exemplo recente foi a febre do “morango do amor”, um morango [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Hoje, as redes sociais são uma das maiores fontes de informação (e influência) sobre o que colocamos na nossa mesa. Basta abrir o TikTok ou o Instagram para sermos bombardeados por vídeos rápidos, receitas virais e desafios alimentares que conquistam milhões de pessoas.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo recente foi a febre do “morango do amor”, um morango coberto por uma camada fina, crocante e doce, que viralizou pela sua aparência irresistível e som “crack” na primeira mordida. Essa moda tomou conta do feed e virou até item de vitrine em confeitarias.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, para além das receitas, existe um efeito ainda mais profundo e menos visível: a influência social que as redes exercem sobre nossos hábitos. Muitas vezes, nem estamos com vontade de comer um alimento específico, mas porque “todo mundo está comendo” ou porque um vídeo apetitoso apareceu no feed, acabamos incluindo aquela comida no nosso dia.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou então, consumimos algo importante, como o leite, e paramos por causa de modismos ou informações incorretas que viralizaram, como o mito de que a lactose “inflama”, o que não é verdade para a maioria das pessoas.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse fenômeno é um lembrete claro do poder das redes sociais: apesar de trazerem conteúdos legais, educativos e inspiradores, também são terreno fértil para modismos infundados, promessas milagrosas e informações desconectadas da ciência.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que entra a necessidade do senso crítico. É fundamental que, como consumidores desses conteúdos, saibamos filtrar e questionar o que chega até nós. Porque o que escolhemos absorver não impacta apenas o que colocamos no prato, influencia também nosso estilo de vida, nossas crenças, nossas emoções e até nossa autoestima.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Viver conectado às redes sociais não precisa ser um risco para a saúde alimentar, pode ser uma oportunidade de aprender, experimentar e crescer. Mas isso só acontece quando estamos atentos, buscamos fontes confiáveis, e entendemos que o que é tendência nem sempre é o melhor para cada um.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como em nutrição, onde não existe alimento “perfeito” ou “vilão”, nas redes sociais também não existe receita mágica ou receita errada. O que importa é como essas informações se encaixam na sua vida, respeitando suas necessidades, preferências e seu corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, o convite é para que sejamos mais conscientes não só do que comemos, mas do que consumimos de informação, para que o nosso prato e a nossa mente estejam sempre em equilíbrio.</p>
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		<title>Mudar nem sempre acontece como idealizamos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 17:21:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Às vezes, o processo é mais lento, cheio de altos e baixos e exige mais do que força de vontade: exige disposição para encarar a realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse. É sobre estar aberta a observar seus hábitos de forma honesta. Reconhecer o que já não faz sentido. Aceitar que [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, o processo é mais lento, cheio de altos e baixos e exige mais do que força de vontade: exige disposição para encarar a realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre estar aberta a observar seus hábitos de forma honesta. Reconhecer o que já não faz sentido. Aceitar que existe algo a ser cuidado, não com culpa, mas com responsabilidade. A vida traz muitos desafios: a rotina apertada, o cansaço, o acúmulo de funções, as pressões externas. Claro que tudo isso tem um peso. Mas é importante também olhar para o que está ao seu alcance. Nem sempre conseguimos controlar tudo, mas sempre podemos escolher por onde começar.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A transformação começa no momento em que você escolhe se comprometer. Não com a perfeição, mas com o autocuidado. Com a sua saúde, com a sua autoestima, com a mulher que você quer se tornar.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Parar de repetir que “não consegue”, que “sempre foi assim”, que “não nasceu pra isso”, é o primeiro passo para criar um novo caminho.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E muitas vezes, esse caminho começa em algo tão simples quanto o que você escolhe comer em um dia comum.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação pode te reconectar com a presença, com a autonomia e com sua força interna.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser um ponto de partida ou um espelho que revela onde você tem se colocado na própria vida. Você não precisa mudar tudo de uma vez. Mas precisa aceitar o convite de se cuidar com mais consciência. De assumir seu papel na construção da sua saúde, da sua energia e do seu bem-estar. E principalmente, de acreditar que é possível fazer diferente. Mesmo que seja devagar. Mesmo que dê medo. Mesmo que você ainda não saiba exatamente como.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você sente que não sabe por onde começar, saiba: você não precisa fazer isso sozinha. O acompanhamento nutricional pode te ajudar a tornar esse caminho mais leve e possível, com um plano de ação construído junto com você e que se encaixe na sua rotina, na sua realidade e nos seus valores.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque cuidar da alimentação também é sobre ter suporte e transformar intenção em ação.</p>
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		<title>Por que emagrecer exige paciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 01:58:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos em um mundo acelerado, onde o que era novidade ontem, hoje já perdeu a graça. Com um clique, a comida chega à nossa porta, as mensagens são instantâneas e a informação aparece num piscar de olhos. E, de alguma forma, começamos a acreditar que nosso corpo deveria acompanhar essa velocidade. Para a mulher, esse [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Vivemos em um mundo acelerado, onde o que era novidade ontem, hoje já perdeu a graça. Com um clique, a comida chega à nossa porta, as mensagens são instantâneas e a informação aparece num piscar de olhos. E, de alguma forma, começamos a acreditar que nosso corpo deveria acompanhar essa velocidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a mulher, esse ritmo é ainda mais intenso. São reuniões, prazos, metas, clientes para atender, família para cuidar&#8230; tudo exige urgência. E, quando decidimos emagrecer, melhorar a saúde ou mudar a estética, queremos resultados imediatos. Mudamos hábitos, seguimos um plano alimentar, entramos na academia&#8230; mas, se os resultados não aparecem rápido o suficiente, vem a frustração. E o que fazemos? Ou desistimos, ou buscamos atalhos: dietas restritivas, jejuns prolongados, treinos exaustivos, chás milagrosos, medicamentos…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas me diz uma coisa: você já parou para observar o tempo da natureza?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma gravidez dura, em média, nove meses. Uma lagarta não vira borboleta de um dia para o outro, ela passa pelo estágio de pupa, um processo silencioso e essencial. Cada estação do ano segue seu próprio ciclo. Cada fase da lua tem seu tempo. Uma árvore leva anos até dar frutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tudo na natureza tem um ritmo, por que seria diferente com o nosso corpo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu corpo funciona da mesma forma. Ele precisa de tempo para se adaptar, se fortalecer e responder aos novos estímulos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas mudanças acontecem rápido, sim. Melhorar a hidratação, ajustar a alimentação e dormir melhor já trazem benefícios em poucos dias. Mas grandes transformações levam tempo. E, acima de tudo, precisam de constância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que queremos viver no ritmo da tecnologia, mas o nosso corpo segue o ritmo da biologia. Ele não entende pressa, ele entende processos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez essa seja a grande lição: respeitar o tempo das coisas. Parar de lutar contra o tempo. Deixar de lado a ansiedade pelo resultado e confiar no processo. Por exemplo, você investe tempo na sua carreira porque sabe que os resultados virão. Por que não enxergar seu bem-estar da mesma forma?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que você está construindo agora não é apenas um número na balança. É uma nova relação com a comida, com o seu corpo e, principalmente, com você mesma. Isso não acontece da noite para o dia. Mas acontece se você permitir que o tempo faça o seu trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando você respeita o tempo do seu corpo, você não está desistindo, está investindo! No seu bem-estar, na sua energia, na sua melhor versão.</p>
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		<title>Como ajudar alguém na alimentação com câncer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 01:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[ajudar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[A nutrição é essencial para a saúde e o bem-estar, especialmente durante o tratamento do Câncer. Além de ajudar tecidos e feridas a cicatrizarem melhor; evitarproblemas causados ​​por falta de nutrientes e hidratação o suficiente; e até encurtar Internação hospitalar. Como tal, é considerada uma terapia ou tratamento para pacientes com câncer, isso ajuda a: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A nutrição é essencial para a saúde e o bem-estar, especialmente durante o tratamento do Câncer. Além de ajudar tecidos e feridas a cicatrizarem melhor; evitarproblemas causados ​​por falta de nutrientes e hidratação o suficiente; e até encurtar Internação hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como tal, é considerada uma terapia ou tratamento para pacientes com câncer, isso ajuda a:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Prevenir a perda de peso indesejada durante o tratamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Manter músculos, energia, força e mobilidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Apoiar o sistema imunológico</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Promover a cura de tecidos danificados durante e após o tratamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Ajuda a lidar com os efeitos colaterais de alguns tratamentos</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Reduzir os riscos de complicações como infecções, úlceras de pressão</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nutrição pode ser fornecida de várias maneiras, incluindo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Nutrição oral – alimentos e líquidos são consumidos pela boca</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Suplementos ou Complementos alimentares em pó, líquidos ou capsulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Alimentação por sonda – fórmula nutricional líquida especial administrada através de um tubo que vai para o estômago ou intestino</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Nutrição intravenosa – nutrição especializada dada diretamente na corrente sanguínea</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Uma combinação de qualquer um dos itens acima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim a nutrição oral é o método preferido e mais comum para fornecer nutrição e inclui:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Alimentos regulares (chamamos de Dieta Geral)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Alimentos com textura modificada (por exemplo, alimentos mais macios)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Fortificação de alimentos (por exemplo, adicionar algo extra aos alimentos para aumentar conteúdo nutricional)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Planos de dieta especializados (por exemplo, alta proteína, alta energia)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Suplementos nutricionais (por exemplo, bebidas ricas em proteínas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação por sonda é usada quando o paciente não consegue comer e beber o suficiente alimentos e líquidos pela boca. O tubo pode ser inserido no estômago ou pelo nariz ou pode passar diretamente para o estômago através de uma incisão feita na pele. O nutricionista que trabalha com o a equipe médica prescreverá as fórmulas nutricionais especializadas corretas para o paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas comuns que afetam a nutrição durante a internação hospitalar, pode ser difícil para os pacientes cumprirem suas necessidades nutricionais. Pacientes em tratamento para câncer podem ter: maiores necessidades nutricionais e enfrentam problemas que afetam sua alimentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante tratamentos de câncer, como cirurgia, quimioterapia, terapia medicamentosa e radiação, o corpo utiliza mais energia (calorias) e proteínas. Alguns tratamentos também podem têm efeitos colaterais, que incluem:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Perda de apetite</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Náuseas e/ou vômitos</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Úlceras na boca ou garganta</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Hábitos intestinais irregulares (ou seja, diarreia ou prisão de ventre)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Mudanças no paladar e no cheiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estratégias de sintomas para ajudar:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perda de apetite (Coma quantidades menores com mais frequência, Beber líquidos após ou entre as refeições, Coma primeiro os alimentos que fornecem mais energia e proteína (por exemplo, carne, ovos, frango, peixe e laticínios) Distraia-se: você pode comer mais quando não está pensando nisso Mantenha-se em movimento: o exercício estimula o apetite e a digestão. Pense na comida como seu combustível e parte do seu tratamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">Náusea e vômito (Coma regularmente para evitar a fome, que pode piorar os sintomas, Experimente líquidos frios e claros, como suco, refrigerante de gengibre e limonada, escolha alimentos “frios” do cardápio hospitalar (por exemplo, sanduíches, sobremesas), Aproveite ao máximo quando estiver se sentindo bem, consumindo alimentos ricos em energia alimentos e líquidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Feridas na Boca ou dores de garganta (Selecione alimentos mais macios, dieta pastosa, branda ou liquida se precisar, Alimentos frios e líquidos como sorvete, iogurte, creme, leite e outras bebidas frias podem ser calmantes e também fornecer nutrição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diarreia (Beba muitos líquidos para repor perdas, Limitar a cafeína no chá, café e alguns refrigerantes (por exemplo, cola), Às vezes, fibra solúvel (por exemplo, purê de maçã) pode ajudar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Constipação (Beba bastante líquido para manter as fezes moles, Aumentar a ingestão de fibras com cereais integrais, frutas e vegetais, Mantenha-se em movimento – o exercício ajuda na digestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas com cheiro e mudanças no paladar: (Experimente diferentes alimentos no menu, pois alguns podem ter um sabor melhor do que outros. Experimente combinações incomuns. Às vezes um molho doce vai bem com alimentos salgados. Peça talheres de plástico se os talheres de metal causarem um sabor “metálico”, Experimente beber com o auxílio de um canudo para evitar o contato com as papilas gustativas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coisas que você pode fazer para ajudar seu familiar com nutrição:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Incentive a comer e beber. (com temperos inovadores) Lembre-se de que cada garfada conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faça das refeições uma ocasião agradável e social – você pode querer comer juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pergunte ao seu familiar sobre sua ingestão nutricional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Você está comendo menos que o normal?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Você come menos da metade das refeições?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Você tem algum sintoma que dificulte sua alimentação?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pergunte aos profissionais de saúde (por exemplo, médico, enfermeiro, nutricionista) se o seu membro da família está recebendo nutrição suficiente:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Quanto ele deveria comer e beber por dia?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Algum efeito colateral os impede de comer o suficiente?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Quanta comida ele come de cada bandeja de refeição?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Traga os alimentos ou bebidas favoritos ou preferidos do seu familiar. Pergunte à enfermeira ou nutricionista quais alimentos podem ser trazidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mirella Boscatto Torchia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nutricionista Crn 31978</p>



<p class="wp-block-paragraph">@mirellaboscatto</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pós-graduada em Oncologia pelo Hospital Israelita Albert Einsten</p>
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		<title>Comida, corpo e sociedade &#8211; Uma conversa necessária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 14:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já parou para pensar em como o seu corpo conta a história da sua vida? Elereflete nossas emoções, rotinas, desafios e até as condições do ambiente em quevivemos. Quando falamos em sobrepeso e obesidade, não estamos tratandoapenas de um número na balança, mas de uma realidade que afeta a maioria dosbrasileiros. No mês de [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Você já parou para pensar em como o seu corpo conta a história da sua vida? Ele<br>reflete nossas emoções, rotinas, desafios e até as condições do ambiente em que<br>vivemos. Quando falamos em sobrepeso e obesidade, não estamos tratando<br>apenas de um número na balança, mas de uma realidade que afeta a maioria dos<br>brasileiros.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>No mês de março, tivemos o Dia Mundial da Obesidade, uma data para<br>conscientização sobre um problema que vai muito além das escolhas individuais.<br>Muitas vezes, ouvimos que emagrecer depende apenas da força de vontade, mas a<br>realidade é bem diferente. Nossa saúde não se resume apenas ao que colocamos<br>no prato, ela também é moldada pelo ambiente que nos cerca.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>Atualmente, <strong>68% da população brasileira já está acima do peso</strong>, com as<br>mulheres sendo especialmente impactadas. Mas por que isso acontece? Não se<br>trata apenas de &#8220;comer menos e se exercitar mais&#8221;. A obesidade é influenciada por<br>fatores hormonais, emocionais, sociais e econômicos. Desde a sobrecarga mental<br>que muitas mulheres enfrentam, passando pela falta de tempo para cuidar da<br>alimentação, até a pressão estética que nos empurra para dietas extremas e o efeito<br>sanfona.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>E, enquanto o peso na balança aumenta, aumenta também o julgamento. Fomos<br>condicionadas a ver o nosso corpo como algo a ser corrigido, mas é fundamental<br>compreender que a obesidade é uma questão de saúde pública. Os desafios do<br>sobrepeso e da obesidade vão muito além da estética – eles dizem respeito à nossa<br>saúde. E saúde não se constrói com culpa e julgamento, mas com informação,<br>suporte e acesso a um tratamento humanizado.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>Se queremos mudanças reais, <strong>precisamos de políticas públicas que promovam<br>um ambiente mais saudável para todas nós.</strong> Precisamos de uma sociedade que<br>incentive o acesso à alimentação nutritiva, que facilite a prática de atividade física e<br>ofereça um tratamento que respeite e acolha cada indivíduo de forma<br>individualizada.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>Enquanto cobramos essas mudanças, também podemos agir juntas. Vamos trocar<br>experiências, apoiar umas às outras e criar um novo olhar para o autocuidado – um<br>olhar mais gentil, sem cobranças impossíveis, sem culpas e sem soluções mágicas.<br>Que tal começarmos com pequenas ações no dia a dia, buscando grupos de apoio,<br>compartilhando informações úteis e transformando nosso ambiente?</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>A obesidade é um desafio coletivo, e a mudança também precisa ser. Vamos juntas<br>transformar esse cenário?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A mídia, os padrões estéticos e autocuidado: uma reflexão para o dia da Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 17:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
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					<description><![CDATA[Quantas vezes você já se sentiu pressionada a mudar seu corpo? Um estudopublicado em 2022 pelo Brazilian Journal of Development mostrou que, por voltados 15 anos, 74% das adolescentes já estão insatisfeitas com o seu corpo,influenciadas especialmente pela mídia. Basta um simples rolar de tela nas redessociais e a mensagem parece clara: ser mulher está [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes você já se sentiu pressionada a mudar seu corpo? Um estudo<br>publicado em 2022 pelo Brazilian Journal of Development mostrou que, por volta<br>dos 15 anos, 74% das adolescentes já estão insatisfeitas com o seu corpo,<br>influenciadas especialmente pela mídia. Basta um simples rolar de tela nas redes<br>sociais e a mensagem parece clara: ser mulher está diretamente ligado a caber em<br>um padrão estético inalcançável. Corpos “perfeitos”, dietas da moda e a promessa<br>de felicidade vinculada à perda de peso são narrativas que a mídia sustenta há<br>anos.<br>Não estou dizendo que querer cuidar do corpo ou buscar mudanças seja algo<br>negativo. Pelo contrário, cuidar de si, buscar se sentir bem com o próprio corpo é<br>completamente válido. O problema surge quando essa busca se transforma em uma<br>constante comparação, acompanhada de autocríticas duras e da crença equivocada<br>de que a nossa felicidade depende de alcançar um corpo “ideal”. Essa pressão<br>contínua, em vez de promover o autocuidado, acaba gerando insatisfação e<br>frustração.<br>Essa pressão afeta também a nossa relação com a comida. Comer, que deveria ser<br>um momento de prazer, frequentemente se torna uma batalha marcada pela culpa e<br>por restrições desnecessárias. Comentários aparentemente simples – como<br>“menina bonita não come isso” ou “tem que se controlar para não engordar” –<br>podem deixar marcas profundas na forma como percebemos nossa alimentação e<br>nosso corpo, acompanhando-nos por toda a vida.<br>Nesse dia da Mulher, convido você a repensar essa relação. E se, ao invés de ver a<br>alimentação como um fardo, passássemos a encará-la como um ato de<br>amor-próprio? Imagine a diferença de substituir um lanche industrializado por um<br>sanduíche natural, não por imposição ou culpa, mas porque você reconhece que<br>está oferecendo ao seu corpo o cuidado e nutrição que ele merece. E se, em vez de<br>nutrir sentimentos negativos em relação ao seu corpo, você optasse por valorizá-lo<br>exatamente como ele é?<br>Amar o próprio corpo não significa se entregar ao conformismo. Pelo contrário,<br>significa reconhecer que você merece se cuidar não porque precisa atingir um<br>padrão, mas porque seu corpo é seu lar, e você merece sentir-se bem nele.<br>Encarar a alimentação como um espaço de autocuidado significa respeitar cada<br>etapa do seu processo, seja na busca por emagrecimento, no ganho de massa ou<br>na manutenção da saúde.<br>Optar por uma alimentação consciente, sem se prender a comparações, é um passo<br>rumo à liberdade. Uma sugestão prática é fazer uma pausa antes de cada refeição,<br>observar atentamente o aroma, as cores e a textura dos alimentos, e se perguntar<br>se a fome que você sente é física ou emocional. Pequenas mudanças, alinhadas ao<br>seu ritmo e às suas necessidades, podem transformar a maneira como você se<br>relaciona com a comida.<br>Ao celebrarmos o dia da Mulher, meu convite é simples: abrace o autocuidado como<br>uma forma de resistir à pressão estética. Valorize cada conquista, por menor que<br>pareça, e lembre-se de que você merece cuidar do seu corpo e da sua mente com<br>todo o carinho. Esse é o verdadeiro ato revolucionário.</p>
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		<title>O peso das palavras: como a criação molda nossa relação com a comida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 15:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[palavras]]></category>
		<category><![CDATA[peso]]></category>
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					<description><![CDATA[Já parou para pensar em como você desenvolveu seus hábitos alimentares? Preferências, crenças, facilidades e dificuldades podem ser influenciadas por diversos fatores. Entre eles, a criação e os hábitos alimentares da família têm grande impacto. Muitas das mensagens que recebemos durante a infância, especialmente relacionadas à comida e ao corpo, moldam nossa relação com a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Já parou para pensar em como você desenvolveu seus hábitos alimentares? Preferências, crenças, facilidades e dificuldades podem ser influenciadas por diversos fatores. Entre eles, a criação e os hábitos alimentares da família têm grande impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas das mensagens que recebemos durante a infância, especialmente relacionadas à comida e ao corpo, moldam nossa relação com a alimentação e nossa autoimagem. Por isso, é fundamental identificar esses padrões para trabalhar o comportamento alimentar de dentro para fora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas frases comuns na infância que podem ter um impacto duradouro incluem:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; &#8220;Coma tudo porque tem gente passando fome.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; &#8220;Se comer tudo, ganha sobremesa.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; “Se você se comportar, depois passamos na sorveteria.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; “Fique boazinha e pare de chorar que ganha um chocolate.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas mensagens podem criar associações disfuncionais, como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Dificuldade em perceber os sinais de fome e saciedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Culpa em deixar comida no prato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Utilizar a comida como forma de recompensa ou conforto emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os padrões alimentares familiares influenciam como você desenvolve sua relação com a comida. Famílias que valorizam dietas restritivas ou colocam um foco excessivo em peso e aparência muitas vezes criam adultos com uma relação desordenada com a alimentação. Enquanto que famílias que promovem uma alimentação saudável e inclusiva, onde os sinais de fome e saciedade são respeitados, tendem a gerar adultos com uma relação mais equilibrada com a comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante é o impacto dos comentários e comparações físicas que as mulheres enfrentam desde a infância. Seja de pessoas próximas ou das redes sociais, somos constantemente bombardeadas com ideias sobre o &#8220;corpo ideal&#8221; e dietas da moda. Isso pode levar à internalização da ideia de que nosso valor está diretamente ligado à aparência, gerando sofrimento emocional e a busca por soluções rápidas e milagrosas. Esse ciclo de dietas e insatisfação corporal frequentemente persiste até a fase adulta, afetando negativamente a autoestima e a relação com a comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas mulheres enfrentam desafios ao tentar separar a fome física da emocional. Com frequência, a alimentação se torna uma forma de lidar com o estresse, a ansiedade ou a baixa autoestima. No entanto, esses comportamentos, que muitas vezes têm raízes na infância, podem ser desconstruídos por meio do autoconhecimento e da reeducação alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como transformar esses padrões? O primeiro passo é refletir sobre as mensagens que você ouviu durante a infância e como elas podem estar impactando suas escolhas alimentares hoje. Observe seus pensamentos e diálogos internos diante da comida. O autoconhecimento é essencial para transformar seus comportamentos alimentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembre-se: cada refeição é uma oportunidade de melhoria. São as pequenas decisões do dia a dia que determinam sua jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, um acompanhamento nutricional pode ajudar a trazer consciência sobre as emoções e padrões automáticos ligados à comida, permitindo que você recupere o controle e faça escolhas mais alinhadas com suas reais necessidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, olhe para si mesma com acolhimento e procure ajuda, se necessário. Um profissional que te ajude a deixar o julgamento e os padrões disfuncionais para trás, e caminhe ao seu lado em direção a uma relação mais assertiva e gentil com sua alimentação e com seu corpo.</p>
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		<title>Nutrição e Autocuidado: O Poder da Alimentação no Outubro Rosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 19:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Outubro Rosa é um mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, uma doença que afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Para nós, mulheres empreendedoras e multitarefas, que muitas vezes colocamos o cuidado dos outros à frente do nosso próprio bem-estar, este é um lembrete poderoso de que nossa saúde [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Outubro Rosa é um mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, uma doença que afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Para nós, mulheres empreendedoras e multitarefas, que muitas vezes colocamos o cuidado dos outros à frente do nosso próprio bem-estar, este é um lembrete poderoso de que nossa saúde deve ser uma prioridade. E uma das formas mais eficazes de cuidarmos de nós mesmas é através da alimentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nutrição desempenha um papel crucial na prevenção do câncer de mama. Uma alimentação balanceada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras, pode ajudar a reduzir o risco, pois esses alimentos são ricos em vitaminas, minerais, antioxidantes e fitoquímicos, substâncias que protegem as células do corpo contra danos que podem levar ao desenvolvimento do câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é importante limitar o consumo de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares, gorduras saturadas e sódio, que estão associados a um maior risco de várias doenças crônicas, incluindo o câncer de mama. Um hábito alimentar equilibrado é uma forma de autocuidado que pode ter um impacto significativo na nossa saúde a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitas de nós, que vivemos na correria do dia a dia, é fácil cair na armadilha de uma alimentação rápida e nem sempre saudável. Contudo, o Outubro Rosa é uma oportunidade para refletirmos sobre nossas escolhas alimentares e a importância da alimentação consciente. Estar presente no momento das refeições, escolher alimentos que realmente nutrem o corpo e comer de forma que respeite nossas necessidades físicas e emocionais são práticas que podem transformar nossa relação com a comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação consciente também nos ajuda a reconhecer a diferença entre a fome física e a fome emocional, um passo essencial para manter um peso saudável e reduzir fatores de risco relacionados ao câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da alimentação vai muito além de estética; é um ato de autocuidado e amor-próprio. Ao adotar hábitos alimentares saudáveis, você não está apenas prevenindo o câncer de mama, mas também construindo uma base sólida para uma vida longa e cheia de realizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste Outubro Rosa, encare o desafio de cuidar da sua saúde como você cuida do seu negócio: com planejamento, estratégia e, acima de tudo, com amor. Lembre-se de que a alimentação é um pilar fundamental para manter a sua energia, o seu bem-estar e a sua força para enfrentar os desafios do dia a dia. Cuidar de si mesma é o primeiro passo para cuidar de tudo o que você ama. Que tal cuidarmos mais da nossa saúde e da saúde das mulheres ao nosso redor? Juntas, podemos alcançar coisas que seriam mais difíceis sozinhas.</p>
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		<title>Comer emocional na TPM &#8211; Saiba como lidar </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 15:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Comer emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[TPM]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já reparou como o ciclo menstrual pode impactar seus hábitos alimentares? Lidar como comer emocional durante a TPM é um desafio comum, principalmente devido àsflutuações hormonais dessa fase. Muitas mulheres experimentam uma combinação deirritabilidade, cansaço, ansiedade e tristeza, o que pode intensificar a fome e o desejo poralimentos específicos, como doces e chocolates. Esses [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Você já reparou como o ciclo menstrual pode impactar seus hábitos alimentares? Lidar com<br>o comer emocional durante a TPM é um desafio comum, principalmente devido às<br>flutuações hormonais dessa fase. Muitas mulheres experimentam uma combinação de<br>irritabilidade, cansaço, ansiedade e tristeza, o que pode intensificar a fome e o desejo por<br>alimentos específicos, como doces e chocolates. Esses alimentos podem proporcionar<br>prazer e alívio momentâneo ao estimular a liberação de dopamina, mas podem não ser a<br>solução mais eficaz para lidar com a questão de forma duradoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br>Passo 1: Reconhecimento e Consciência</strong><br>O primeiro passo para lidar melhor com a fome emocional é reconhecer e trazer à<br>consciência seus padrões comportamentais e os gatilhos para o comer emocional.<br>Pergunte-se: Quais são os pensamentos que passam na sua cabeça nesses momentos?<br>Quais são as situações ou emoções que desencadeiam esses desejos?<br>Identificando esses pontos, você pode se preparar e manejar a situação de uma forma<br>diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Passo 2: Alternativas para o Comer emocional.</strong><br>Crie opções para lidar com suas emoções sem descontar tudo na comida. Não busque<br>anestesiar todas as emoções difíceis com a comida, em vez disso, procure entender o que<br>você está realmente buscando.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br>Exemplos Práticos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br>Exemplo 1: Mudança de Humor</strong><br>● Situação: Você acorda irritada e sente que o dia não vai ser bom.<br>● Ação: Ao perceber essas mudanças no humor, tente uma distração saudável.<br>Coloque sua música preferida, dance ou faça uma atividade relaxante como um<br>banho quente seguido de uma massagem com creme pós-banho. Isso pode<br>transformar seu humor e fazer você se sentir melhor sem recorrer à comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Exemplo 2: Sentimento de Tristeza ou Solidão</strong><br>● Situação: Você se sente para baixo, triste ou sozinha.<br>● Ação: Em vez de buscar conforto na comida, mande uma mensagem para uma<br>amiga ou ligue para alguém de confiança. Outra opção é reformular os pensamentos<br>que estão provocando o sentimento: Tem alguma outra maneira de ver essa<br>situação? Pratique a autocompaixão e procure outras maneiras de se sentir melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No início, buscar outras alternativas pode ser difícil, mas com o tempo, isso promove uma<br>relação mais equilibrada com a alimentação e traz benefícios como maior<br>autoconhecimento e gentileza consigo mesma. Evitar a autocrítica e reduzir a culpa e a<br>ansiedade são passos importantes para melhorar seu bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Um acompanhamento nutricional pode ser extremamente benéfico nesse processo. Com o<br>apoio de um profissional, é possível desenvolver estratégias personalizadas para lidar com<br>o comer emocional e melhorar o bem-estar geral durante a TPM. Isso pode incluir um plano<br>alimentar adaptado às suas necessidades e suporte para gerenciar melhor suas emoções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Enfrentar o comer emocional durante a TPM é um processo autoconhecimento e<br>adaptação. Reconhecer seus padrões e gatilhos, buscar alternativas saudáveis e contar<br>com o apoio de profissionais são passos essenciais para transformar essa relação com a<br>comida. Com essas estratégias, você pode cultivar uma vida mais equilibrada e saudável,<br>mesmo nos dias mais desafiadores.</p>
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