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	<title>mundo &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>mundo &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Caroline Balbino: Do chão de fábrica de Minas Gerais à liderança internacional em ESG nos Emirados Árabes Unidos e no mundo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2025 01:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Dubai, Abu Dhabi e todo o ecossistema de negócios do Oriente Médio têm sido palco de histórias de transformação e internacionalização de empresas brasileiras e não foi diferente com nossa entrevistada. Entre essas histórias, está a trajetória de Caroline Balbino, advogada e executiva trilíngue que vem consolidando sua presença como referência em ESG, compliance e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Dubai, Abu Dhabi e todo o ecossistema de negócios do Oriente Médio têm sido palco de histórias de transformação e internacionalização de empresas brasileiras e não foi diferente com nossa entrevistada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre essas histórias, está a trajetória de Caroline Balbino, advogada e executiva trilíngue que vem consolidando sua presença como referência em ESG, compliance e sustentabilidade corporativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma infância que moldou a visão de futuro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A caminhada de Caroline começou muito antes de sua atuação global. Ainda criança, cresceu no chão de uma madeireira, acompanhando o trabalho do avô, Orlando de Paula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa vivência plantou as primeiras sementes do que viria a ser sua carreira: uma especialista capaz de unir conhecimento jurídico e visão de negócios para setores estratégicos como indústrias e mineração, além do conhecimento técnico, também adquirido nos cursos e pós-graduações em Engenharia e Gestão Ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atua no APL da Indústria Moveleira, o Segundo da América Latina, a cidade de Ubá, com atuação na exportação e importação de insumos e matérias primas, é o berço onde Caroline iniciou sua carreira profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Grupo Legalizar: consultoria com propósito global</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundado e liderado por Caroline, o Grupo Legalizar consolidou-se como uma consultoria que não apenas oferece soluções ambientais e jurídicas, mas impulsiona marcas a prosperarem em mercados cada vez mais competitivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com foco em requisitos legais ESG, certificações de qualidade ambiental e estratégias de sustentabilidade, a empresa tornou-se parceira de indústrias, mineradoras e agronegócio que buscam se adaptar às novas exigências do mercado e da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novos horizontes: investimento no setor alimentício</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, Caroline também se projeta como investidora da Fantástica Fábrica Café Caramello em Dubai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fábrica, que receberá seus primeiros contêineres com maquinários e produtos prontos para consumo em outubro de 2025, já tem lançamento confirmado na Gulfood 2026, maior feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A fábrica de Dubai será responsável por abastecer todo o Oriente Médio com produtos derivados do nosso cafébrasileiro, incluindo franquias e cafeterias da marca&#8221;, enfatiza a entrevistada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento representa não apenas um marco nocomércio entre Brasil e Emirados, mas o setor alimentícioÁrabe como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura da fábrica Dubai estrategicamente também gera o fortalecimento da posição de Caroline como executiva e empreendedora internacional, conectando setores distintos sob a ótica da sustentabilidade e inovação, validando sua carreira também como Conselheira Executiva de um negócio multinacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um futuro em expansão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Minha jornada internacional só inicia. Agradeço a oportunidade de contribuir e deixo nossa Consultoria de Gestão de Governança para Internacionalização de Empresas à disposição para apoiar negócios no hub de Dubai”, afirma Caroline.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a experiência que une Brasil, Emirados e o mundo, Caroline Balbino segue firme em sua missão: transformar conhecimento em inteligência empresarial, impulsionar marcas e consolidar o ESG como ferramenta estratégica para prosperidade global, trazendo a segurança jurídica como base de todo negócio sustentável financeira sócio e ambientalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Meu papel e legado é unir desenvolvimento sustentável como modelo de gestão produtiva e operacional rentável, equalizando todos os interesses e legislação obrigatória. Protegemos o patrimônio e a reputação de nossos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">@grupolegalizar | @carolinebalbinooficial</p>
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		<title>De Olho no Mundo: a voz do Brasil no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 18:21:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[exterior]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Criada há dez anos pela jornalista Paula Azzar Mariosa, a agência De Olho no Mundo tem como missão informar sobre o Brasil e dar voz aos brasileiros que vivem no exterior. No primeiro semestre de 2025, o canal digital esteve presente na Europa e agora assume a curadoria da turnê internacional “Guardiões da Floresta”, com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Criada há dez anos pela jornalista <strong>Paula Azzar Mariosa</strong>, a agência <strong>De Olho no Mundo</strong> tem como missão informar sobre o Brasil e dar voz aos brasileiros que vivem no exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro semestre de 2025, o canal digital esteve presente na Europa e agora assume a curadoria da turnê internacional <strong>“Guardiões da Floresta”</strong>, com palestras sobre sustentabilidade, sobrevivência e espiritualidade em Portugal, Espanha, Alemanha e França.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto é liderado pelo <strong>Cacique Ronaldo Zokezomaiake</strong>, da etnia <strong>Haliti Paresi</strong>, de Mato Grosso, com o objetivo de inspirar ações e ampliar alianças internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atuação em eventos internacionais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em 2025, a agência foi contratada por uma empresa alemã para cobrir os eventos <strong>Paris Déco Off</strong>, na França, e <strong>Salone del Mobile</strong>, na Itália, onde entrevistou nomes como <strong>Cândida Cervieri</strong>, diretora da Abimóvel, e o premiado designer <strong>Pedro Franco</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo <strong>Alexandre Rosales</strong>, diretor da <strong>Debraqco</strong>, em Hamburgo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Contratamos a De Olho no Mundo para cobrir, por meio do canal digital, a presença de marcas e designers brasileiros em eventos internacionais de decoração. É fundamental divulgar não apenas os eventos, mas, sobretudo, o trabalho dos profissionais brasileiros — incentivando a exportação e fortalecendo o posicionamento do Brasil no mercado europeu.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do risco de conflito no Leste Europeu, o canal entrevistou o embaixador <strong>Roberto Abdalla,</strong> trazendo orientações à comunidade brasileira na Alemanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Iramaia Kotschedoff,</strong> líder do Grupo Mulheres do Brasil – Núcleo Düsseldorf, destacou a importância da cobertura:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ter uma jornalista brasileira com informações diretas da diplomacia local foi essencial. Muitos não sabem, por exemplo, que em caso de evacuação, o Itamaraty só pode atender cidadãos com passaporte válido.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também ressaltou a importância de uma agência dedicada a manter os brasileiros no exterior informados sobre <strong>mudanças nas leis e direitos</strong>, que muitas vezes não chegam à comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Grupo Mulheres do Brasil</strong> é uma das maiores organizações civis brasileiras no mundo, com mais de <strong>135 mil mulheres </strong>engajadas em <strong>155 núcleos</strong> espalhados por diversos países. Sua atuação internacional reforça a necessidade de uma mídia voltada aos brasileiros no exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conexão e representatividade global</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das coberturas institucionais, o canal realiza entrevistas com empresários e lideranças brasileiras na Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo <strong>Paula Azzar</strong>, a agência surgiu para conectar brasileiros expatriados:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São mais de 5 milhões de brasileiros fora do país, e muitos ainda não têm um canal confiável para se manterem informados.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com passagem como diretora de programas como <strong>Roda Viva</strong> (TV Cultura) e <strong>Canal Livre</strong> (Band), a jornalista também foi a criadora do formato <strong>Direto ao Ponto</strong>, da Jovem Pan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, comanda o canal <strong>De Olho no Mundo</strong>, presente no YouTube e nas redes sociais, que também produziu a série <strong>Academia de Gigantes</strong>, com nomes como <strong>Ives Gandra Martins, Pondé, Cortella, Derico e Angela Hirata</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais do que cobertura, visibilidade com propósito.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência abre espaço para <strong>profissionais e empresas brasileiras</strong> que buscam se posicionar no cenário internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a jornalista Paula Azzar, o canal vai além da notícia:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Construímos narrativas que informam, inspiram e geram oportunidades reais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em breve, será lançado o documentário da turnê<strong> “Guardiões da Floresta”</strong>, com estreia no canal digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para acessar a todos os conteúdos, se inscreva no:<a href="https://youtube.com/paulaazzar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">youtube.com/paulaazzar</a></p>
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		<title>Da Cidade para o Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 01:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
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		<category><![CDATA[prefeitura]]></category>
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					<description><![CDATA[Angela Gandra No final do ano passado, tive uma feliz surpresa: voltar à vida pública, compondo o grande time do Prefeito Ricardo Nunes, ao ser convidada para assumir a Secretaria Municipal de Relações Internacionais. Sempre com desejos de trabalhar por um mundo melhor, na vida jurídica e acadêmica, pude abraçar mais esse desafio, em âmbito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Angela Gandra</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">No final do ano passado, tive uma feliz surpresa: voltar à vida pública, compondo o grande time do Prefeito Ricardo Nunes, ao ser convidada para assumir a Secretaria Municipal de Relações Internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre com desejos de trabalhar por um mundo melhor, na vida jurídica e acadêmica, pude abraçar mais esse desafio, em âmbito de alta transcendência, já que como municipalista, acredito especialmente que é a cidade que pode cuidar efetivamente das pessoas, projetá-las e ouvir seu coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, nossa Secretaria pode ir ainda mais além, pois de certa forma, pode levar a cidade e suas boas práticas para o mundo! Por essa razão, logo no início — coincidindo com o aniversário de São Paulo — promovemos um evento convidando todos os consulados e imigrantes que fazem parte de nossa narrativa e da nossa história, assinando também a Declaração “São Paulo: Cidade de Todos os Povos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob seu guarda-chuva, nossa Secretaria abarca não só a promoção da internacionalização de cada pasta de nossa Prefeitura, tão eficaz para o intercâmbio de experiências e candidatura aos justos prêmios aos quais pode concorrer — não para “show off”, mas para ajudar outras cidades! — como também a busca dos devidos investimentos e financiamentos para o desenvolvimento de nossa São Paulo. Nessa linha, tenho ainda muito presente a importância da correta aplicação do dinheiro público, como procuramos fazer, envolvendo também outros tantos parceiros, de forma utilizá-lo plenamente em projetos que, de fato, impactem a vida das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O irmanamento com cidades que guardam similitude com a nossa tem nos trazido muitos benefícios, como, por exemplo, o projeto com Seul, referente à acessibilidade ou o trabalho que estamos levando adiante com Copenhagen, em torno da preservação de mananciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos trabalhado também muito junto aos Consulados, principalmente no campo cultural, levando o estudo dos diversos idiomas para os CEUS (Centro de Educação Unificada) —tais como, entre outros, alemão, francês, italiano, coreano, e, em breve, o grego. Paralelamente, celebramos as datas nacionais — inclusive iluminando o prédio da Prefeitura com a respectiva bandeira! —, promovendo exposições, cinema, gastronomia, etc., além de envolve-los em nossos eventos, como, foi, por exemplo, a participação do Corpo Consular na Virada ODS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através dos Cônsules — já os considero queridos e valiosos amigos, pois acredito que a união entre pessoas é essencial para cuidar de pessoas — reforçamos aquilo que, em última análise, é o verdadeiro propósito de nossa atuação, com o qual nos comprometemos, cada um, ao tomar posse: pensar todos os dias no que podemos fazer pela qualidade de vida das pessoas. Nossos imigrantes são também parte de nossas vidas, da nossa narrativa e da nossa história. Por isso, queremos que sejam não apenas incluídos, mas integrados — que interajam e se sintam, de fato, em casa. Que aqui seja para eles, verdadeiramente, “home”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora sejamos uma secretaria meio, temos conosco a pauta do desenvolvimento sustentável como atividade fim, em razão de seu forte caráter internacional. Temos trabalhado com pequenas e grandes ações — desde a promoção da educação ambiental, passando pelo road map que organizamos em preparação para</p>



<p class="wp-block-paragraph">a COP30, até o nosso querido projeto do Polo de Ecoturismo da Guarapiranga, que envolve agricultura urbana, economia circular, regularização fundiária e empreendedorismo, inclusive o feminino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao tocar nesse ponto, ressalto ainda que, entre nossas pautas consta a projeção mundial da mulher, para que tenha espaço, voz e possa dar toda sua contribuição social através de seu exercício profissional — tema com o qual temos atuado junto às redes de cidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, estamos implementando uma novidade: o intercâmbio internacional em convênio com universidades, voltado principalmente para professores da rede pública. Uma grande expectativa no radar é inaugurar um voo direto São Paulo-Atenas, com a presença daqueles que mais se dedicam a essa tão importante tarefa!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, em cada ação, queremos, de fato, unir pessoas, pois, em última análise, relações internacionais não se reduzem a relações econômicas. Elas vão muito além: são relações culturais, sociais e, principalmente, humanas. É por meio delas que podemos unir nações e, a partir das cidades, levar o melhor, começando pela paz, para todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Angela Vidal Gandra da Silva Martins é advogada e jurista brasileira, Pós-Doutora em Filosofia do Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie &#8211; SP, Doutora em Filosofia do Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mestra em Filosofia do Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo (USP). Presidente do Instituto Ives Gandra de Direito, Filosofia e Economia (IIG), é Sócia Licenciada do Escritório Gandra Martins Law Advogados Associados, além de possuir vasta experiência acadêmica e profissional, incluindo passagens como professora visitante e pesquisadora em Antropologia Filosófica, como Professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie – Campus Higienópolis, professora do Filosofia do Zero, professora de Filosofia do Direito na Faculdade Mar Atlântico, visitante e pesquisadora da Universidade de Harvard (Harvard University) e membro do Centro de Biotética do CREMESP. Foi diretora do Departamento Jurídico e Internacional da FAESP (Federação de Agricultura de São Paulo) e atuou como secretária Nacional da Família do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Hoje, faz parte do secretariado municipal da Prefeitura de São Paulo, a frente da Secretaria Municipal de Relações Internacionais.</p>
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		<title>Mitos sobre menstruação ao redor do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 May 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Menstruação]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de iniciarmos nossa volta ao mundo para explorarmos os diferentes tipos de mitos relacionados à menstruação que estão presentes em algumas sociedades, você sabia que existem tabus sobre esse tema? Exatamente, apesar de o período menstrual ser algo tão natural da mulher, um processo fisiológico normal que faz parte de quem somos, virou um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Antes de iniciarmos nossa volta ao mundo para explorarmos os diferentes tipos de mitos relacionados à menstruação que estão presentes em algumas sociedades, você sabia que existem tabus sobre esse tema?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exatamente, apesar de o período menstrual ser algo tão natural da mulher, um processo fisiológico normal que faz parte de quem somos, virou um tabu em várias culturas, ela é considerada por muitos ainda, mesmo em pleno século XXI, como um fenômeno quase místico, exótico, assustador e até mesmo impuro. Em algumas culturas, por exemplo, há a crença de que durante esse período as mulheres ficam amaldiçoadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lendo isso, é difícil acreditar que isso ainda ocorre, não é algo apenas do passado não. Embora as mulheres venham conquistando mais espaço, direitos e mais liberdade, a cultura em torno dessas crenças ainda existe, o que resulta em algumas consequências, pois restringe a mulher em vários aspectos do seu cotidiano, tanto na área profissional quanto em casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada cultura possui mitos semelhantes e outras bem diferentes sobre o assunto. Hoje vamos trazer algumas crenças e até costumes de alguns países, sobre como a mulher se porta ou se sente (ou a fazem sentir) quando estão durante o período menstrual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, por exemplo, há regiões em que acredita-se que as mulheres não podem andar descalças quando estão menstruadas e devem evitar ambientes mais frios, pois isso pode piorar as cólicas menstruais e assim o nosso corpo acaba ficando mais sensível. Muitas brasileiras durante esse período evitam praticar esportes, entrar na piscina e o medo de levantar em público ainda existe. A falta de conhecimento sobre o assunto, faz com que elas não se sintam confortáveis consigo mesmas, havendo uma visão de nojo, não só delas quanto dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na África, muitas garotas consideram a menstruação motivo de vergonha, algo que as torna impuras, um dos motivos que durante esse período, elas não podem encostar em imagens religiosas ou entrar em templos, por serem lugares sagrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em algumas regiões da Índia, as mulheres não podem sair de casa durante esse período, pois devem ser intocáveis. Por essa razão, para evitar o contato com outras pessoas, não se deve sair de casa. Acredita-se também que, por conta das impurezas, as mulheres não podem preparar as refeições, entrar na cozinha ou sentar-se à mesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Japão, até hoje, mesmo com todo o avanço da ciência, mulheres que estão menstruadas não podem fazer sushi, pois durante esse período, a temperatura do corpo sobe e assim, o aumento causa alterações na qualidade e no sabor do sushi, o que já causa um impacto na área profissional para as mulheres que gostariam de trabalhar em restaurantes no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para concluir, na Malásia, por questões de religião, uma mulher não pode participar das preces coletivas e é isenta de práticas esportivas. Contudo, não é sempre que são levadas a sério quando estão na escola, por exemplo, havendo casos em que elas precisam se justificar caso se ausentem das aulas de Educação Física. Existe um prática em que consiste na verificação se uma mulher realmente está menstruada, na qual as meninas precisam provar publicamente, mostrando o próprio sangue, que não estão aptas a participar das aulas.</p>
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		<title>Destinos da América Latina para fugir da alta do dólar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[2022 Destinos]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[O dólar ao longo dos últimos meses vem sofrendo uma alta surreal no mercado brasileiro. Além de todos os diversos aspectos negativos que influencia na economia do país, para os turistas brasileiros viajar para o exterior vem se tornando um desejo cada vez mais distante, porém, calma! Ainda é possível! Uma viagem internacional não precisa [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O dólar ao longo dos últimos meses vem sofrendo uma alta surreal no mercado brasileiro. Além de todos os diversos aspectos negativos que influencia na economia do país, para os turistas brasileiros viajar para o exterior vem se tornando um desejo cada vez mais distante, porém, calma! Ainda é possível!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma viagem internacional não precisa ser cara. Viajar para a América Latina pode ser considerada de um modo geral, o destino perfeito para os mochileiros que desejam gastar pouco. Há várias opções de países no continente para explorar com pouco na carteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que há exceções, nem todos os países são baratos para quem deseja se aventurar com um orçamento mais limitado como exemplo, Belize, Uruguai e Costa Rica, que são países que seu dinheiro não renderá muito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, pensando em turistas econômicos, trouxemos aqui 3 destinos mais baratos nessa região para não deixar o seu sonho de viajar para o exterior e conhecer uma outra realidade e cultura morrer por causa dessa economia louca do Brasil que não nos favorece no momento.</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Equador</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">É um destino relativamente perto, mas que raramente faz parte da lista de destinos dos turistas brasileiros, um país considerado como o melhor custo-benefício pelos mochileiros. Apesar da moeda usada lá ser o dólar americano, fazer turismo por lá ainda é barato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2000, quando a antiga moeda, o sucre, saiu de circulação, o dólar americano tornou-se a moeda oficial do país, o que facilitou muito a vida dos viajantes, já que não há aquela necessidade chata de ficar fazendo câmbio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Equador, apesar de pequeno, possui os mais diversos tipos de paisagens, ótimas praias, vulcões, montanhas, cidades históricas e até mesmo parte da floresta Amazônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas dicas de lugares imperdíveis para conhecer é o Vulcão Quilotoa, um vulcão que fica a cerca de quase 4 mil metros de altitude, onde no topo de sua cratera, ao invés de encontrarmos magma efervescente, você se espanta ao dar de cara com um lago que mescla um azul intenso com verde esmeralda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O outro lugar que não posso deixar de mencionar, é a cidade de Montañita, uma cidadezinha costeira, considerada a Ibiza da América do Sul. Lá você encontra praias, surfe, baleias, vários lugares para relaxar e claro, muitas festas para curtir à noite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro diferencial do país é que brasileiros não precisam de visto, caso a viagem seja a turismo por até 90 dias e caso prefira entrar no país portando passaporte, o mesmo deve ter validade mínima de seis meses.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>El Salvador</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">El Salvador é o menor país da América Central, um território menor do que o estado de Sergipe. Para quem não sabe, o menor estado brasileiro, o que é um ponto positivo, pois você dificilmente fará viagens longas entre os destinos escolhidos nesse país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ser um país famoso pelas Maras, as gangues que aterrorizam o país, também reserva grandes surpresas, paisagens lindas, pessoas simpáticas e uma cultura que encanta. Há diversas praias e vulcões para conhecer, vida noturna super movimentada além de uma gastronomia bem diversificada e super elogiada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capital San Salvador, é o destino que mistura história e modernidade. Lá você encontra sítios arqueológicos da civilização maia, um centro histórico com edifícios antigos além de também se deparar com belas paisagens e parques naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um outro lugar, que chama muito a atenção de turistas, é a cidade de Santa Ana, uma das maiores cidades do país. Localizada entre montanhas, ela também abriga um vulcão, sendo uma das suas principais atrações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O custo de viagem também é um diferencial, apesar da moeda local também ser o dólar americano como no Equador, o custo de vida é barato, o que faz o dinheiro render mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é necessário visto para turistas brasileiros, sendo necessário apenas o passaporte com validade de até 6 meses. Lembrando que deve-se ter comprovação do voo de ida e volta ao entrar no país.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Nicarágua</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Um país, localizado entre a Costa Rica e Hondura, não é tão visitado por brasileiros, mas já chamou atenção de muito estrangeiros, o que já já vira moda por aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brasileiros não precisam de visto para entrar no país, caso seja a turismo por até 90 dias, sendo solicitado também apresentar o Certificado de Vacinação Contra a Febre Amarela, sendo necessário tomar a vacina por pelo menos 10 dias antes da viagem. É válido ressaltar que para entrar na Nicarágua, há uma taxa de U$ 10,00 que dever ser paga em espécie, dólar ou a moeda local do país, o córdoba nicaraguense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seus lugares mais procurados por turistas são a cidade de Granada, um lugar com arquitetura colonial, restaurantes e bares com preços super acessíveis, a cidade de San Juan der Sur, uma das praias mais famosas do país, favoritas por mochileiros e surfistas, e a cidade de Leon, onde há um dos vulcões mais visitados do país, o Vulcão Cerro Negro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma viagem para esse país, é para pessoas que gostam de contato com a natureza. Por lá, você não encontrará muito luxo e sofisticação, embora os lugares turísticos ofereçam uma estrutura boa, de modo geral. Se você tem em mente em viajar para conhecer metrópoles, museus e vida noturna, esse não é o país que fará parte do seu roteiro.</p>
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		<title>Tradições de Ano Novo ao redor do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Dec 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[2022]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Comemoração]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<category><![CDATA[Transformação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Réveillon ou Ano Novo, é a comemoração da passagem de ano do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro do próximo ano. O “réveillon” vem do francês que significa “acordar”, “despertar”, ou seja, é um momento que se refere à uma nova etapa de vida que se inicia, é um momento [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Réveillon ou Ano Novo, é a comemoração da passagem de ano do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro do próximo ano. O “réveillon” vem do francês que significa “acordar”, “despertar”, ou seja, é um momento que se refere à uma nova etapa de vida que se inicia, é um momento de reflexão, de análises e até de encerramento de ciclos e tomada de decisão estabelecendo metas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma data celebrada em várias partes do mundo, transformando-se em uma das mais importantes festividades e celebrações, com raízes históricas e também culturais, sendo algumas tão famosas que atraem multidões e diversos turistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das viradas do ano mais famosas é a de Nova York, na Times Square. Milhares de pessoas se reúnem para acompanhar a descida de uma bola gigante no topo de um prédio, a Ball Drop. A bola é acesa às 18 horas e inicia sua subida, para depois cair às 23:59. Uma tradição norte-americana nesse momento da virada é dar um beijo no seu parceiro, sendo sinal de desejar muito amor e saúde para o ano inteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Austrália não é costume as pessoas utilizarem branco e não é permitido beber em qualquer lugar. Além disso, diferente de outros países, as crianças não precisam esperar até meia-noite para ver a queima de fogos, isso porque, às 21 horas há um show antecipado para elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Dinamarca, as pessoas costumam guardar as louças velhas até o dia 31 de dezembro, para jogá-las contra as portas de amigos e familiares à meia-noite. Essa tradição é para afastar os maus espíritos daquelas cujas casas foram atacadas com os pratos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas Filipinas, há o costume de servir apenas frutas redondas no dia de Ano Novo, pois o formato das frutas lembra as moedas, o que promete trazer dinheiro e prosperidade para o novo ano que se inicia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns países da América Latina, como Equador, Colômbia e Panamá, é comum ver espantalhos, bonecos ou fotos antigas, do ano que passou serem queimadas até em praça pública no dia 31 de dezembro. Essa tradição ocorre para assegurar que o novo ano que chega, traga sorte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No México, é costume jogar baldes de água pela janela e abrir a porta da frente da casa para varrer simbolicamente o ano antigo. Depois os mexicanos jogam moedas no chão e as varrem de volta para dentro de casa para encorajar um futuro próspero. Outro costume é sair com as malas vazias à meia noite para dar uma voltar pedindo por viagens nesse ano seguinte. Também há o costume latino-americano, no sul do país de queimar “el viejo” ou pinhatas como símbolo de renovação, dando boas-vindas ao novo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Japão, as comemorações começam no dia 31 de dezembro e se estendem até 3 de janeiro. No dia 31, as pessoas costumam ir a um templo budista trajando quimonos tradicionais para fazer suas orações e pedidos para o ano seguinte. No dia 31 pela noite, a contagem regressiva é feita por um ritual, no qual é preciso tocar um sino 108 vezes caso você queira começar o ano cheio de prosperidade. Acredita-se que tocando o sino uma vez para cada um dos pecados humanos, eles se limpam desses pecados e estão prontos para inicia um novo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns países não celebram o Ano Novo no dia 1º de janeiro, como a China, por exemplo, pois possuem um calendário distinto daquele usado em grande parte dos países. Lá é celebrado no final de fevereiro, início de março, conhecido como Ano Novo Lunar Chinês. As cores oficias dessa passagem do ano são o vermelho e dourado, cores que de acordo com eles, trazem sorte. Dias antes da passagem do ano, as ruas já são decoradas com as tradicionais lanternas vermelhas e no dia de encerramento da celebração do Ano Novo há o Festival da Lanternas. Uma festa em que as famílias se reúnem e lançam uma pequena lanterna que flutua no ar. Geralmente as pessoas escrevem um desejo na lanterna antes de lançá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Tailândia é outro país que celebro o Ano Novo em outra data. De acordo com o calendário astrológico indiano, é celebrado no dia 13 de abril, o chamado Songkran. Os tailandeses oferecem pratos festivos aos monges budistas e é costume também lavar as estátuas de Buda com água perfumada. Para celebrar a data, os tailandeses molham uns aos outros com pistolas de água, baldes ou mangueiras no Festival das Águas, como forma de se livrar das energias negativas que se acumularam ao longo do ano que passou.</p>
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		<title>Existe Natal na Coreia do Norte?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
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		<category><![CDATA[Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia de Natal é um feriado e festival comemorado anualmente em 25 de dezembro em várias partes do mundo. Existem diversas maneiras e tradições de se comemorar essa data, porém, como muitos esquecem, o Natal é uma data de cunho religioso cristão, ou seja, nem todas as religiões celebram tal feriado. É o que ocorre [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Dia de Natal é um feriado e festival comemorado anualmente em 25 de dezembro em várias partes do mundo. Existem diversas maneiras e tradições de se comemorar essa data, porém, como muitos esquecem, o Natal é uma data de cunho religioso cristão, ou seja, nem todas as religiões celebram tal feriado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o que ocorre então, na maioria dos países da a Ásia, e especificamente, na Coreia do Norte. A grande parte da população é ateísta, ou seja, não acredita em qualquer tipo de divindade, e estimam-se que atualmente, cerca de apenas 2% da população norte coreana segue o cristianismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Coreia do Norte, um dos regimes atuais mais repressores do mundo, não incentiva a população em questões religiosas, mantendo regras rígidas sobre esse assunto. Por isso, o Natal, teoricamente não é celebrado por lá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O país faz de tudo para que os costumes e festas do ocidente não cheguem as pessoas. Dessa forma, a maioria da população não faz ideia das tradições natalinas comemoradas em dezembro por grande parte do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A constituição da Coreia do Norte, menciona a liberdade religiosa a todos os cidadãos, porém, praticantes cristãos podem ser presos ou até mesmo morrerem por expressarem suas opiniões e crenças no país. Muitos se escondem e acabam fazendo cultos em lugares longe dos olhos das autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo autoritário norte coreano monitora outras crenças também, como Budismo e Chondoísmo, pois acreditam que este tipo de aglomeração incentive a emigração de pessoas para outros países.<br>Apesar de não haver o Natal (em seu princípio) que é o nascimento de Jesus Cristo, na Coreia do Norte é celebrado no dia 24 de dezembro o nascimento de Kim Jong-Suk, falecida avó do atual ditador, primeira esposa de Kim Il Sung (primeiro líder da Coreia do Norte). Ela é vista como uma grande heroína e esta data é comemorada por muitas organizações femininas que vão ao Cemitério dos Mártires Revolucionários de Taesongsan prestar homenagens a ela. Uma data na qual as famílias se reúnem para honrar os líderes do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O nascimento de Kim Il Sung acabou se tornando uma maneira de mascarar a data cristã no calendário dos coreanos, porque, por mais que o país proíba e até reprima as manifestações religiosas por parte dos seus cidadãos, há cinco igrejas católicas controladas e sancionadas pelo próprio Estado Norte Coreano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os habitantes do país encontram dificuldades para frequentar esses locais, a menos que sejam visitantes estrangeiros. Os templos religiosos tornaram-se uma tentativa usada pelo governo de mostrar que a Coreia do Norte é livre. Com isso, as celebrações de Natal são festejadas apenas por turistas, longe dos olhos da população norte coreana em ambientes controlados e restritos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Apesar da perseguição do regime, é possível encontrar algumas luzes e árvores decorativas pelas ruas, restaurantes, hotéis e lojas. Entretanto isso acontece somente para propaganda e para receber turistas. O que para alguns, são árvores de Natal, para outros são apenas decorações de inverno.</p>
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		<title>Museus ao redor do mundo sobre a Consciência Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 23:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Travel]]></category>
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					<description><![CDATA[A maior arma contra o preconceito e a ignorância é a informação. Com isso, é fundamental ter conhecimento que há museus que buscam trazer essas informações às pessoas a respeito de diversas áreas.Os museus são lugares ricos para encontrar conhecimento e por eles podemos viajar por diversas histórias mais afundo. Viajar e conhecer realidades diferentes [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A maior arma contra o preconceito e a ignorância é a informação. Com isso, é fundamental ter conhecimento que há museus que buscam trazer essas informações às pessoas a respeito de diversas áreas.<br>Os museus são lugares ricos para encontrar conhecimento e por eles podemos viajar por diversas histórias mais afundo. Viajar e conhecer realidades diferentes das que estamos acostumados é ter mais uma chance de tornar o mundo um pouco mais tolerante. Por isso, a Revista Revolution traz uma lista de alguns dos principais museus que falam sobre a história da consciência negra, pela luta e pela rica cultura do povo negro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1- Apartheid Museum &#8211; Johannesburgo, África do Sul </strong></p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="400" src="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-Museu-Africa-do-Sul-1-1.jpg" alt="" data-id="4871" data-full-url="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-Museu-Africa-do-Sul-1-1.jpg" data-link="https://revistarevolution.com.br/museus-ao-redor-do-mundo-sobre-a-consciencia-negra/1-museu-africa-do-sul-1-1/" class="wp-image-4871" srcset="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-Museu-Africa-do-Sul-1-1.jpg 800w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-Museu-Africa-do-Sul-1-1-300x150.jpg 300w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-Museu-Africa-do-Sul-1-1-768x384.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li></ul></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A África do Sul possui uma história de adversidade e que com ela moldou como o país é hoje dando uma lição ao mundo que não pode ser esquecida e a partir dela pode-se aprender muito e buscar inspiração e conscientizar a todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O Museu do Apartheid, localizado na cidade de Joanesburgo, é um dos pontos turísticos mais visitados e não pode ficar fora do seu roteiro. É um local dedicado à memória do sistema de discriminação racial, marco da África do Sul de 1948 a 1994.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O Apartheid, um regime no qual a minoria branca sendo os únicos com direito a voto na época, detinham o poder tanto político quanto econômico do país. O museu conta a história desse regime e a transição do país para uma sociedade democrática e igualitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Chegando ao museu, as pessoas já são recebidas com uma representação de como era a vida em uma sociedade com segregação racial. Ao comprar o ingresso, o papel que permite a entrada ao local tem uma mensagem escrita “entrada para brancos” ou “entrada para não brancos”. Esse ingresso é o que define qual entrada você deve tomar para entrar no museu. Essa divisão baseada apenas na cor da pele choca os visitantes, mas é essa a intenção, mostrar quão discriminatório foi esse regime de segregação racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2- International Slavery Museum – Liverpool, Inglaterra</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="825" height="396" src="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2-Museu-Liverpool-1.jpg" alt="" class="wp-image-4872" srcset="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2-Museu-Liverpool-1.jpg 825w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2-Museu-Liverpool-1-300x144.jpg 300w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2-Museu-Liverpool-1-768x369.jpg 768w" sizes="(max-width: 825px) 100vw, 825px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Liverpool foi a porta de entrada de escravos da África para a Europa e o museu da escravidão conta essa parte triste da cidade. Foi fundado em 23 de agosto de 2007, mesma data do Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e também no mesmo ano que foi comemorado o 200º aniversário da abolição da escravidão na Grã-Bretanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É localizado perto das docas de onde os navios eram preparados para o comércio dos escravos no século 18, junto ao museu marítimo, Merseyside Maritime Museum, no último andar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O museu recebe os visitantes com objetos, artesanato e instrumentos de vários países da África, com o intuito de mostrar que, antes da escravidão, o continente possuía diversas tradições artísticas e religiosas de longa data. Em seguida os turistas seguem para outras salas que abordam o comércio de negros, as ideologias racistas e o desconhecimento dos europeus em relação às culturas africanas. A visita no local acaba em uma área dedicada a pessoas importantes da luta pelos direitos humanos, como Martin Luther King Jr</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3- Museu Afro Brasil – São Paulo, SP</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="980" height="653" src="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/3-Museu-Afro-Brasil-1-1.jpg" alt="" class="wp-image-4873" srcset="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/3-Museu-Afro-Brasil-1-1.jpg 980w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/3-Museu-Afro-Brasil-1-1-300x200.jpg 300w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/3-Museu-Afro-Brasil-1-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um museu dentro do Parque do Ibirapuera, sendo uma instituição pública, subordinada à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e administrado pela Associação Museu Afro Brasil &#8211; Organização Social de Cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Possui um acervo com mais de 6 mil obras que abordam os temas como escravidão, religião, o trabalho, a arte, entre outros temas que registraram a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um museu muito importante no país, pois cobre a história do Brasil em uma perspectiva profunda e importante da positividade da presença negra e afro-brasileira na história e cultura nacional. Mostra como a cultura desse continente se mesclou com a do Brasil para criação das festividades, costumes e culinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4- National Civil Rights Museum – Memphis, Estados Unidos</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="673" src="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/4-National-Civil-Rights-Museum-Memphis-eua-1.jpg" alt="" class="wp-image-4874" srcset="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/4-National-Civil-Rights-Museum-Memphis-eua-1.jpg 900w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/4-National-Civil-Rights-Museum-Memphis-eua-1-300x224.jpg 300w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/4-National-Civil-Rights-Museum-Memphis-eua-1-768x574.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Museu construído dentro do hotel onde Martin Luther King Jr foi assassinado. Lugar onde você consegue ver tudo, desde seu quarto, onde estava hospedado, até a janela do imóvel de onde o atirador estava posicionado do outro lado da rua. De fora, é difícil notar que ali há um museu, pois a fachada do hotel foi preservada. Esse antigo hotel tinha como dono um negro e onde negros costumavam se hospedar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O museu mostra a história da luta pelos cidadãos negros pela igualdade dos direitos civis. Um dos eventos mais marcantes da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos foi a morte de Martin Luther King Jr em 4 de abril de 1968. O ativista político foi assassinado em frente ao Lorraine Motel, em Memphis, que depois se transformou no Museu Nacional dos Direitos Civis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele é bem completo contando sobre as lutas raciais e de direitos civis americanos. O espaço contém objetos, filmes, gravações e mídias interativas para mostrar aos visitantes os cinco séculos da história da luta dos negros no país. No início da exposição, já pode-se perceber os primeiros sinais de resistência durante o período da escravidão, contando sobre a Guerra Civil dos Estados Unidos e terminando com os últimos acontecimentos do século 20, o que deu inspiração às pessoas do mundo inteiro a lutarem por igualdade racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong> 5- National Museum of African American History and Culture – Washington D.C.,Estad<strong>os Unidos</strong> </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/5-National-Museum-of-African-American-History-and-Culture-2-1.jpg" alt="" class="wp-image-4875" srcset="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/5-National-Museum-of-African-American-History-and-Culture-2-1.jpg 750w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2021/11/5-National-Museum-of-African-American-History-and-Culture-2-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O museu de quatro andares foi inaugurado no ano de 2016, em Washigton D.C., nos Estados Unidos. Único museu do país exclusivamente dedicado à documentação da história e cultura afro-americana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O espaço de mais de 37 mil metros quadrados fica no National Mall, área que concentra os mais importantes museus e monumentos do país. O lugar contem cerca de 3500 artefatos da experiência afro-americana, abrangendo as artes, a escravidão, o Movimento dos Direitos Civis, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acervo representa os últimos 400 anos em que os negros estão vivendo na América até hoje, da escravidão aos direitos civis, abordando o assassinato de Martin Luther King Jr, os dois mandatos de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos, os Panteras Negras e terminando com o movimento “Black Lives Matter” dos dias de hoje. Após a onda de protestos pela morte de George Floyd, o museu também criou uma ferramenta online para fomentar a discussão sobre racismo.</p>
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		<title>Como é comemorado o Dia das Crianças ao redor do mundo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Oct 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[O dia das crianças é uma data celebrada em várias partes do mundo, um dia do ano que cada país determinou de acordo com a história e seus significados, para que seus pequenos fossem homenageados. Como todos sabem, no Brasil é comemorado na data de 12 de outubro. Há várias histórias sobre as origens do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O dia das crianças é uma data celebrada em várias partes do mundo, um dia do ano que cada país determinou de acordo com a história e seus significados, para que seus pequenos fossem homenageados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como todos sabem, no Brasil é comemorado na data de 12 de outubro. Há várias histórias sobre as origens do porquê ser essa data.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das versões diz que dia 12 de outubro foi a data em que Cristóvão Colombo descobriu as Américas, e ele batizou o continente de “continente das crianças”, pois as terras além-mar foram descobertas bem depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma outra versão conta sobre o 3º Congresso Sul-Americano da Criança que ocorria no Brasil em 1923, no qual o Rio de Janeiro foi sede. Um evento no qual reunia estudiosos de infância e políticos de vários países. Um deputado federal na época, aproveitando da atmosfera reflexiva que o congresso deixava no país pela comoção provocada pelo tema, propôs uma lei instituindo em 12 de outubro, o Dia Nacional das Crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E qual é a data de celebração em outros países?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A grande parte dos países comemora o Dia das Crianças em 1º de junho ou na data de 20 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A data de 1º de junho é conhecida como Dia Internacional da Criança, que foi proclamado na década de 20 em Genebra, durante a Conferência Mundial para o Bem-estar da Criança. Entretanto, a ONU (Organização das Nações Unidas) aprovou em 1959, a Declaração Universal do Direito das Crianças em 20 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como outros países comemoram esta data tão querida para todas as crianças?</p>



<p class="wp-block-paragraph">AUSTRÁLIA</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como no Brasil, a Austrália celebra essa data em outubro em uma quarta-feira. Eles organizam uma semana toda dedicada a criança, com um tema diferente todos os anos, com a principal missão de fazer com que as crianças possam aproveitar desse momento de infância em sua plenitude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ARGENTINA</p>



<p class="wp-block-paragraph">Argentina&nbsp;comemora no segundo domingo de agosto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">CANADÁ</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Canadá, é dia 20 de Novembro, pois também é a data da Declaração Universal dos Direitos da Criança, estipulada pela ONU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">CUBA</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuba&nbsp;comemora o dia das crianças&nbsp;no terceiro domingo de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">EGITO</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conformidade com a data em que a ONU celebra o Dia das Crianças, o Egito celebra em 20 de novembro, geralmente em clima de alegria e muita festa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ESTADOS UNIDOS</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos&nbsp;<em>Estados Unidos</em>&nbsp;o&nbsp;<em>Dia das Crianças</em>&nbsp;é comemorado no primeiro domingo de junho, podendo a data variar de Estado para Estado em nível nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ÍNDIA</p>



<p class="wp-block-paragraph">A data escolhida na índia é de 14 de novembro,&nbsp;uma homenagem ao aniversário de PanditJawaharlalNehru, primeiro-ministro que dizia preferir&nbsp;<em>crianças</em>&nbsp;a adultos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">JAPÃO</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente dos outros países, há o Dia dos Meninos e o Dia das Meninas. No dia 5 de maio é comemorado o Dia das Crianças (Kodomo no hi) no Japão. A data remonta ao período Nara, quando a data era chamada de “Tango no Sekku” (Dia dos Meninos) para celebrar a perseverança e força dos meninos. No período pós-guerra, com a nova Constituição de 1948, a data foi renomeada para “Kodomo no hi” para incluir também as meninas e demonstrar gratidão às mães. Porém, simbolicamente, a data continua sendo uma comemoração aos meninos, enquanto as meninas conseguiram uma outra data especial celebrada no dia 3 de março (chamado de&nbsp;<a href="http://madeinjapan.com.br/2011/03/03/japao-comemora-dia-das-meninas/">Hinamatsuri</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">MÉXICO</p>



<p class="wp-block-paragraph">30 de abril é a data celebrada pelos mexicanos. As escolas tendem a fazer festinhas substituindo as aulas por jogos e canções e famílias inteiras se reúnem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">NORUEGA</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na&nbsp;<em>Noruega</em>, o dia 17 de maio, além de ser o&nbsp;<em>Dia das Crianças</em>, é também Dia da&nbsp;<em>Noruega</em>, um feriado nacional. As crianças são muito valorizadas como sendo uma esperança de um futuro melhor. Nessa data são realizados diversos desfiles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">PARAGUAI</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dia das Crianças é tristemente lembrado no dia 16 de agosto, feriado nacional. Uma data escolhida por ter sido o dia em que soldados brasileiros massacraram um exército paraguaio, formado por crianças guaranis de 6 a 15 anos, na Guerra do Paraguai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">TAILÂNDIA</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na&nbsp;<strong>Tailândia</strong>, o Dia das Crianças é comemorado no segundo sábado de janeiro e o primeiro-ministro celebra a data com um tema específico todos os anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">TURQUIA</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dia das Crianças é comemorado em 23 de abril, junto com o Dia da Soberania Nacional. Nesta data, o governo organiza um grande festival, onde os estudantes saem às ruas marchando e tocando instrumentos, realizando apresentações culturais. Neste dia, todas as crianças vão à capital Ancara e assumem o lugar dos membros da Grande Assembleia Nacional, “governando” o país por um dia, e há discussões sobre políticas públicas para crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das datas serem diferentes, é muito interessante vermos como cada país olha para as suas crianças e como comemoram o dia de forma especial e cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, o que acha dessa data? Tem comemorado por aí?</p>
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