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	<title>Mulheres fortes &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Dedo podre! Porque você sempre está em relacionamentos ruins!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 21:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Eu não consigo entender, parece que é o mesmo filme se repetindo. Minha esperança se renova a cada novo relacionamento, mas com o passar dos dias tudo se repete, parece que já andei por aquele &#8220;caminho&#8221;, conheço onde isso vai dar&#8230; E sempre dá no mesmo lugar, eu sendo enganada, passada para trás, sendo colocada [&#8230;]]]></description>
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<p>&#8220;Eu não consigo entender, parece que é o mesmo filme se repetindo. Minha esperança se renova a cada novo relacionamento, mas com o passar dos dias tudo se repete, parece que já andei por aquele &#8220;caminho&#8221;, conheço onde isso vai dar&#8230; E sempre dá no mesmo lugar, eu sendo enganada, passada para trás, sendo colocada em segundo plano. Não consigo ser prioridade para ninguém&#8230;&#8221;</p>



<p>Relatos como esse são freqüentes na clinica. Não poucas vezes ouvi isso durante meus atendimentos e posso afirmar que reconhecer isso já é um estagio avançado, que muitas mulheres não conseguem alcançar sem um auxilio profissional.</p>



<p>Estar em relacionamentos semelhantes e escolher sempre o mesmo tipo de homem é uma das característica das mulheres que identificamos como tendo o &#8220;dedo podre&#8221;. São mulheres que vivem as mesmas situações, com diferentes pessoas, sempre em busca da pessoa certa.</p>



<p>Geralmente são homens complicados, indecisos, presos a relacionamentos do passado, comprometidos ou sem interesse em manter algo sério.</p>



<p>Encontrar a &#8220;pessoa certa&#8221; para se relacionar não é uma questão de sorte ou azar, é uma construção que começa em você. Nada acontece na sua vida que não seja através de você.</p>



<p>A partir dessa forma de pensar, não é difícil responder a seguinte pergunta:</p>



<p>O que existe em comum entre esses homens com quem você se envolveu? VOCÊ.</p>



<p>Acredite, o problema dos seus relacionamentos ruins pode ser você.</p>



<p>Não estou dizendo que não existam homens canalhas, sem caráter, sangue frio, narcisistas, que faça tudo de forma calculada. Sim, eles existem.</p>



<p>Mas será que todos os 10 namorados que você teve respondem a esse padrão? Dificilmente.</p>



<p>Então voltemos nossa atenção onde ela deve estar, em você.</p>



<p>Nossa visão do mundo, do outro, das relações e de nós mesmas é formada a partir das experiências e do ambiente em que vivemos desde a nossa infância, e são eles que constroem em nós a forma de ver e de relacionar, tanto conosco mesmas quanto com o outro e com tudo a nossa volta.</p>



<p>Por exemplo, se você teve um lar onde a figura masculina era fria, demonstrava pouco ou nenhum afeto, se você não cresceu sendo apreciada, valorizada, elogiada e amada, é bem possível que tenha internalizado que amor é isso, e que ser amada é dessa forma e assim, acaba sempre escolhendo homens que tenham essas atitudes.</p>



<p>Pode ser que você tenha aprendido esse padrão, e hoje nas suas relações, aceite esse &#8220;pouco&#8221; e até se incomode quando recebe mais. Por isso algumas mulheres relatam que quando encontra um homem amoroso, interessado, carinhoso, sentem que o homem começa a grudar ou a ser muito afetivo, elas se cansam e vão atras de alguém que corresponda ao modelo do que é amar que elas tem internalizado, ou seja, o pouco afeto, uma certa frieza e uma falta de priorizacao, que é o modelo que elas apreenderam desde a infância.</p>



<p>A forma como os pais ofertam amor à criança é, muito provavelmente, a forma com que&nbsp; ela irá esperar receber amor do mundo e os padrões amorosos repetitivos serão&nbsp; consequências do tipo de criação que tivemos, ou seja, a maneira como a nossa família nos apresenta o amor é um fator decisivo na maneira como vamos lidar com esse sentimento ao longo da vida.</p>



<p>Freud chamou essa necessidade de repetir uma experiência familiar, de “compulsão à repetição”. Ele acreditava que era causada por uma pulsão de natureza física e psicológica. Recentemente, a neurociência apresentou a mesma explicação, descobriu&nbsp; que os neurônios gostam de caminhos conhecidos que são repetidos em&nbsp;looping para que o cérebro gaste menos energia e se mantenha estável.</p>



<p>Dessa forma, continuar a escolher relações com padrões comportamentais semelhantes tem a ver com a necessidade do ser humano de repetir o mesmo hábito, porque isso é mais confortável para o cérebro.</p>



<p>Assim é possível entender que por traz disso há uma razão psicológica e que nem tudo é uma questão de falta de sorte.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A partir desse olhar ampliado, é essencial compreender o porquê de ter dado errado sempre e se dar a chance de perceber que o término não é só por causa do outro. Se as relações terminam sempre da mesma forma, uma hora fica insustentável pensar que a culpa é só do outro.</p>



<p>Quando nos recusamos a olhar para nós, permanecemos com crenças rígidas e com os mesmos padrões comportamentais, o que gera um ciclo vicioso negativo que muitas vezes, acontece de forma inconsciente.</p>



<p>Por isso antes de amar e aceitar alguém, precisamos nos amar e nos aceitar.</p>



<p>É muito importante e produtivo olhar para nossas luzes e sombras, para nossas qualidades e defeitos e nos permitir rever e criar novos caminhos mentais, novas formas de ver a nós mesmas, o outro e as relações, desenvolvendo uma percepção saudável e ajustada de todas essas esferas.</p>



<p>Claro que isso não é algo simples ou mesmo fácil. Mas é possível e libertador.</p>



<p>Se sentir que precisa de ajuda nesse processo, não pense duas vezes e procure ajuda psicológica, esse é o caminho mais seguro para sua transformação.</p>



<p>Boa sorte!</p>



<p>Com carinho,</p>



<p>Fatima Aquino</p>



<p>Psicóloga Clinica</p>
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