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		<title>Meu corpo minhas regras??</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giulia Cherulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Apr 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não é fácil falar de aborto, nem sempre é uma tarefa fácil, uma vez que o tema além de ser delicado envolve questões morais, cientificas, éticas, religiosas e filosóficas. Segundo a Organização Mundial da Saúde, aborto, do latim “ab-ortus” privação do nascimento, que se refere à interrupção da gestação com a extração ou expulsão do [&#8230;]]]></description>
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<p>Não é fácil falar de aborto, nem sempre é uma tarefa fácil, uma vez que o tema além de ser delicado envolve questões morais, cientificas, éticas, religiosas e filosóficas.</p>



<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde, aborto, do latim <em>“ab-ortus”</em> privação do nascimento, que se refere à interrupção da gestação com a extração ou expulsão do embrião, ou do feto de até 500 gramas antes do período perinatal.</p>



<p>Por mais que se fale tanto em aborto, as vezes pode até parecer que ele é um fenômeno atual que decorre da vida moderna, entretanto esse procedimento já acompanha a humanidade há um bom tempo, estando presente nas mais variadas culturas.</p>



<p>Em 1869, quando a Igreja Católica apresentou seu posicionamento sobre a teoria da animação, a qual se refere ao momento em que se da inicio a vida, concluiu-se que a alma faz parte do embrião e declarou-se o aborto e outro métodos contraceptivos como pecado.</p>



<p>Com a descoberta das pílulas anticoncepcionais e o advento das teorias feministas, houve a dissociação entre as imagens de maternidade e sexualidade, no ano de 1920 a União Soviética criou politicas sociais para garantir a saúde da mulher trabalhadora e legalizou a pratica, e após pouco mais de uma década, o México reconheceu o direito ao aborto em caso de estrupo, em seguida, outros países como a Polônia, Islândia, Suécia, Reino Unido , Canada e mais recentemente a Irlanda, cada qual do seu modo, legalizaram o procedimento.</p>



<p>O Brasil faz parte do grupo de países que possuem legislação restritivas quanto a interrupção da gravidez, no entanto, para realizar um aborto induzido é considerado um crime contra a vida, tal regimento é disciplinado entre os artigos 124 e 128 o Código Penal desde o ano de 1984.</p>



<p>No entanto, devido a prática ser considera crime com pena de reclusão, muitas mulheres que não se enquadram nas categorias de interrupção da gravidez protegida por lei recorrem a clinicas clandestinas ou efetuam o processo em suas próprias casas, sem nenhuma assistência ou instrução de segurança.</p>



<p>Índices do Ministério da Saúde, estimam que aproximadamente 4 mulheres morrem por dia no Brasil em consequência de um aborto que deu errado, informa também que não é possível atribuir todos os óbitos ao abortamento provocado feito em boa parte dos casos clandestinamente.</p>



<p>O decreto-lei prevê punição as mulheres que se submetem ao procedimento ou as pessoas que, com ou sem o consentimento da gestante, induzem ou auxiliam o aborto. Havendo apenas três exceções, permitindo ao SUS administrar os cuidados necessários a mulher quando: há o risco à vida da mãe e não há outro meio de salvar a gestante; a gravidez resulta de estrupo e o aborto é consentido pela gestante ou, quando incapaz, por seu representante legal, o feto é anencéfalo, está prevista pelo Código Penal, mas por um julgamento do Supremo Tribunal Federal de 2012 cujo entendimento vigora em relação a esses casos.</p>



<p>Ainda, há os defensores da descriminalização do aborto no Brasil, o desejo da mulher em cursar ou não a gestação deve ser respeitada e garantida como direito individual, reconhecendo também o direito de segmentos religiosos em se posicionarem contrários ao ato, mas, sendo o Estado Laico, essa garantia não é suficiente para orientar o significado de vida para a legislação.</p>



<p>Eai qual a sua opinião?</p>
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