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	<title>maternidade real &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>maternidade real &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Xixi na cama, nunca mais!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Apr 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Xixi na cama]]></category>
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					<description><![CDATA[Enurese noturna é um distúrbio que se caracteriza pela perda involuntária de urinadurante o sono. Essa condição, conhecida popularmente como “xixi na cama”, acomete cerca de 15%das crianças por volta dos cinco anos; 7%, aos dez e 3% aos 12 anos. A incidência maior nos meninos do que nas meninas. Muitos pais sofrem na hora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Enurese noturna é um distúrbio que se caracteriza pela perda involuntária de urina<br>durante o sono.</p>



<p><br>Essa condição, conhecida popularmente como “xixi na cama”, acomete cerca de 15%<br>das crianças por volta dos cinco anos; 7%, aos dez e 3% aos 12 anos. A incidência <br>maior nos meninos do que nas meninas.</p>



<p><br>Muitos pais sofrem na hora do desfralde, muitas dúvidas surgem e com ela muita<br>insegurança também.</p>



<p><br>Mas afinal, até que idade é normal o xixi na cama? Existe alguma técnica que<br>possamos usar para melhorar esse processo?</p>



<p><br>Vem comigo que vou esclarecer essas e outras dúvidas sobre esse assunto, além de<br>dar dicas sobre como ajudar seu filho passar da melhor maneira por esse processo.<br>A enurese noturna é totalmente normal em crianças de até 5 anos. Passando dessa<br>idade, deve começar a ser investigada as possíveis causas da criança ainda fazer xixi<br>na cama.</p>



<p><br>Em 80% dos casos, a enurese é hereditária. Provavelmente o pai ou a mãe da criança<br>também fez xixi até mais velho, lembrando também que pode ser causado por fatores<br>emocionais, onde a criança faz mais xixi quando passa por algum tipo de desconforto e<br>30% das crianças com enurese tem TDAH e estima-se que 10% das crianças com<br>TDAH tem enurese.</p>



<p><br>A enurese noturna nas crianças pode ser classificada em:</p>



<p><br>● Enurese noturna primária – quando a criança com cinco anos ou mais nunca<br>apresentou um período prolongado de controle da urina durante o sono;<br>● Enurese noturna secundária – quando, sem causa aparente, a criança volta a<br>fazer xixi na cama depois de ter passado seis meses, no mínimo, sem molhar a<br>cama. Neste caso, parece estar associada a acontecimentos sociais e familiares<br>estressantes.</p>



<p><br>Para ajudar nesse processo, podemos utilizar algumas técnicas que são muito eficazes,<br>lembrando que a opção de tomar remédios deve ficar em último caso, visto que,<br>remédios podem ajudar, porém quando interromper o uso do medicamento a criança<br>pode voltar a fazer xixi na cama, o melhor é utilizar “exercícios” práticos que são na<br>maioria dos casos mais eficaz que os próprios remédios.</p>



<p><br>Primeiro passo é deixa a criança confortável com a situação, conte a ela se o pai ou a<br>mãe fez também até mais tarde xixi na cama, sendo assim, ela percebe que ela não é<br>a única a fazer.</p>



<p><br>Perceba a quantidade de água que essa criança ingere e lembrar que ela precisa ir pelo<br>menos 7x ao banheiro por dia e é muito importante ensiná-la a passar mais tempo no<br>vaso sanitário, muitas vezes as crianças interrompe esse momento por ansiedade de<br>voltar a fazer algo, como ver tv ou jogar.</p>



<p><br>No meio da noite, se a criança acorda molhada, o correto é que troquem os lençóis<br>juntos, trabalhando sempre em conjunto.</p>



<p><br>Ofereça premiações, lembrando que não precisa ser um brinquedo mais caro ou algo<br>valioso, veja o que seu filho gosta de fazer e dê um tempo extra a ele, como por<br>exemplo: 30 minuto jogando vídeo game, vc prolonga por mais 10 minutos, esses<br>pequenos estímulos ajudam o cérebro ir em busca da recompensa e fazer por onde ter<br>a recompensa.</p>



<p><br>A opção de um calendário também é uma ótima opção para estimular essa criança, pois<br>ela irá visualizar e marcar os dias que não fez xixi na cama, com isso irá fortalecendo<br>com o tempo esse objetivo.</p>



<p><br>Hoje em dia existe um aparelho que é vendido na internet que possui um alarme com<br>sensor de molhado, assim que a criança começa a soltar a urina, o sensor dispara, a<br>criança acorda, é automaticamente corta o xixi, com o tempo ela vai aprendendo a<br>segurar e controlar essa ação involuntária.</p>



<p><br>A enurese noturna nada mais é que um déficit inibitório para acordar e segurar o xixi, ou<br>seja, esse déficit é o freio do cérebro, por isso utilizar as técnicas acaba sendo mais<br>eficaz que os remédios, porque assim, a criança está treinando seu controle e não<br>inibindo pelas por substâncias dos remédios</p>
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		<title>Renúncia Materna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kamilla Corsino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Renúncia]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando um filho nasce uma mãe renasce”, essa é uma frase que é muito dita, e é verdade! Só que um filho nasce apenas uma vez, enquanto uma mãe nasce e renasce muitas outras vezes! E nesse processo de renascimento, existe um processo de recomeços, aprendizados, descobertas, amor, medo, tristeza, renúncia! Nem só de coisas [&#8230;]]]></description>
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<p>Quando um filho nasce uma mãe renasce”, essa é uma frase que é muito dita, e é verdade! Só que um filho nasce apenas uma vez, enquanto uma mãe nasce e renasce muitas outras vezes! E nesse processo de renascimento, existe um processo de recomeços, aprendizados, descobertas, amor, medo, tristeza, renúncia!</p>



<p>Nem só de coisas boas a maternidade é feita! Existe os dias cinzas também! Porém, esses dias mais “escuros” não são muito falados.</p>



<p>Não se pode pensar que quando um bebê nasce a mãe é feliz pra sempre! Não é bem assim que acontece de fato. E esse é um assunto que precisa ser falado!</p>



<p>Todos sabem que quando nasce um bebê, o mesmo passa por uma transformação a cada dia, cada semana, cada mês! E mudanças essas, que trazem muitos choros, e angústias. Mas e os choros e angústias das mães? Uma mãe também tem um recomeço, medos e angústias!&nbsp;</p>



<p>Quando estamos grávidas, ouvimos muito dizerem sobre o amor imensurável que iremos sentir quando nosso bebê chegar, e sim, esse amor vem mesmo! É realmente difícil medir esse amor a qualquer outro sentimento já vivido! O que não ouvimos, é que amor demais traz inseguranças que muitas das vezes se transformam em medo!</p>



<p>A maternidade é também, uma renúncia. Sim, renunciar a liberdade de&nbsp;tomar um banho na hora que quer, de deitar e dormir quando e como quiser. Ir e vir como bem entender. A mãe se doa por completo, e nesse processo por vezes, ela se perde. Se doa e não mais se encontra, e se culpa por vezes&nbsp;tentando&nbsp;se reencontrar.</p>



<p>Muito&nbsp;se fala hoje em dia sobre&nbsp;os famosos “saltos de desenvolvimento”&nbsp;que alteram o humor, apetite, sono e comportamento dos bebês. Mas o que nenhum artigo conta é que as mulheres também passam por&nbsp;uma&nbsp;fases de crescimento, nesse infinito crescimento como mães e como pessoa.Educar é muito mais aprender que ensinar. Compreender é muito mais assimilar que aceitar. A mãe passa pela fase da renúncia a vida antiga, processo que varia de mulher para mulher, mas que existe com todas elas.&nbsp;Então&nbsp;ela precisa recomeçar, reaprender&nbsp;para enfim, renascer como mãe!</p>



<p>Ninguém fala que nessas fases dolorosas de crescimento e aprendizado como mãe,&nbsp;e realmente, muitas coisas você só aprende sendo mãe de fato! Existem os&nbsp;dias em que você só gostaria de ficar sozinha, de ter&nbsp;ao invés de&nbsp;ser colo. Dias em que você se questionará&nbsp;no seu subconsciente se fez a escolha certa ao ser mãe. Dias que perderá a paciência e sentirá todo seu corpo se corroer em dúvidas, medo e culpa. Dias&nbsp;cinzas. E na grande maioria das vezes você sequer terá&nbsp;alguém para falar sobre eles, ou até mesmo não vai querer demonstrar pra ninguém isso.</p>



<p>Quando você abre o instagram, ou redes sociais, você&nbsp;acha que está rodeadas de mães felizes, e na verdade você está vendo mães que no silencio já desabou de lágrimas secretas, de cansaço.</p>



<p>“Não quis ter filho, agora aguenta” é o que no geral a&nbsp;muitos nos dizem. Não aceite&nbsp;que te rotulem dessa forma. Tem dias que você não&nbsp;aguenta,&nbsp;e está tudo certo! Maternidade&nbsp;é também um relacionamento, como qualquer outro,&nbsp;temos dias ruins e&nbsp;dias bons.&nbsp;</p>



<p>Do mesmo modo que um bebê aprende a falar, andar, comer, uma&nbsp;mãe&nbsp;também aprende a se tornar mãe. Quando se fala em desmame, desfralde, introdução alimentar dentre outros processos, sempre a preocupação e foco são o bebê.&nbsp;</p>



<p>Uma mulher que se torna mãe, renuncia a muita coisa, e nem sempre entendem muito bem isso!&nbsp;</p>



<p>Apesar de toda essa renuncia, quero deixar um recado para você, mãe.</p>



<p>Se você está tendo um dia ruim, sentindo&nbsp;que está perdendo sua força, olhe para seu filho, ali está sua força.&nbsp;descubra que você não só a doou&nbsp;como também a multiplicou. Você renasceu pra viver ele e você é maior do que pensa, e tão humana quanto qualquer outro. Você&nbsp;é a melhor&nbsp;mãe do mundo.</p>



<p>Todas as mães têm dias cinzas&nbsp;na maternidade,&nbsp;todas as mães renunciam a si mesmas,&nbsp;nós somente não falamos sobre&nbsp;isso, muito menos permitimos&nbsp;demonstrar&nbsp;até para nós mesmas.</p>



<p>Você não está sozinha. Não tenha medo.&nbsp;Não se esconda da escuridão, se permita e enxergará a luz.</p>
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		<title>“Iniciei a introdução alimentar e preciso voltar ao trabalho, o que eu faço?” </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Oct 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Baby]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Introdução Alimentar Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[A volta para o trabalho é um assunto que incomoda a maior parte das mães. Nesse momento, acontece uma difícil separação. Mas estou aqui para facilitar esse processo para vocês. Em primeiro lugar, devemos lembrar que a introdução alimentar deve ser iniciada aos 6 meses de idade do bebê. É nesse momento que ele apresenta [&#8230;]]]></description>
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<p>A volta para o trabalho é um assunto que incomoda a maior parte das mães. Nesse momento, acontece uma difícil separação. Mas estou aqui para facilitar esse processo para vocês.</p>



<p>Em primeiro lugar, devemos lembrar que a introdução alimentar deve ser iniciada aos 6 meses de idade do bebê. É nesse momento que ele apresenta os sinais de prontidão, que são quando a criança consegue sentar sozinha e sem apoio, consegue apoiar a cabecinha firme, leva objetos e alimentos à boca e consegue comunicar quando está satisfeita e não quer mais.</p>



<p>Já recebi em meu consultório mães que antecipam a introdução alimentar no intuito de facilitar para a pessoa que cuidará da criança em sua ausência de volta ao trabalho. Mas isso é um erro. Dentre os principais prejuízos de iniciarmos a introdução alimentar antes da hora são o maior risco de engasgo (um grande temor de todos os pais), e a frustração tanto do bebê quanto da mãe, pois a criança não está pronta para receber a alimentação, e ambos ficam frustrados com o resultado. Nesses casos, se a mãe precisa voltar ao trabalho e o bebê ainda mama no peito, ela deve tirar o leite e deixar para que a pessoa que vá ficar com a criança possa oferecer. Caso o bebê faça uso de fórmulas, a indicação é continuar só com ela.</p>



<p>Na hora do preparo da alimentação do seu bebê, muitas mães para facilitar a rotina congelam os alimentos em porções individuais. Existem forminhas especificas para essa pratica. Lembre-se de deixar os alimentos separados, pois é assim que devemos oferecê-lo à criança. Depois é só descongelar, aquecer em banho maria e dar ao bebê.</p>



<p>O período de introdução alimentar é um momento de aprendizado e adaptação, devendo ser agradável e prazeroso tanto para a mãe quanto para o bebê. Os bons hábitos aprendidos nessa fase, são para a vida inteira. Portanto, atente-se a esse aspecto tão importante da vida do seu pequeno.</p>
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		<title>Sobre ser mãe&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kamilla Corsino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
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		<category><![CDATA[mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de ser mãe, tudo que nos falam são apenas frases formadas. Até mesmo nossas mães sempre diziam: “quando você for mãe, você vai entender o que estou dizendo”. E nós nunca paramos para pensar nesse tipo de conversa até de fato nos tornarmos mãe. Para mim, ser mãe vai além de tudo que imaginei. [&#8230;]]]></description>
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<p>Antes de ser mãe, tudo que nos falam são apenas frases formadas. Até mesmo nossas mães sempre diziam: “quando você for mãe, você vai entender o que estou dizendo”. E nós nunca paramos para pensar nesse tipo de conversa até de fato nos tornarmos mãe. Para mim, ser mãe vai além de tudo que imaginei. Ser mãe é viver um dia de cada vez, é entender que exaustão anda junto com a gratidão e é pensar que tudo passa, inclusive o tempo! </p>



<p>Eu sempre andei muito rápido, com pressa, querendo que os dias passassem rápido para poder por exemplo, chegar uma data especial, ver alguém que não via há algum tempo. E a maternidade para mim chegou e disse: “Vamos com Calma, Kamilla! ” E assim eu tenho feito! Porque olha, nunca imaginei que sem a gente querer, os dias, semanas, meses e anos passassem tão depressa! </p>



<p>Quando eu paro para pensar no que eu vou escrever sobre esse tema que me emociona tanto, me vem um filme na cabeça. De quando eu descobri a gravidez, de quando contei para o meu marido, família e amigos, de quando a barriga foi crescendo, quando meu filho nasceu&#8230; e nossa, se passaram quase 2 anos disso tudo!</p>



<p>Viver a maternidade é se doar a todo momento. É pensar e estar com nossos filhos 24hs por dia. É se preocupar, é sentir esse medo, até mesmo um medo de perder. É querer aproveitar cada momento como se fosse único e pedir que o tempo pare. Ser mãe é crescer e amadurecer, é entender o real motivo do nosso propósito de vida, do amor, do que sentimos por eles. </p>



<p>Ser mãe é saber que vamos continuar vivas em algum canto, porque depois que você tem filho, você se vê em coisinhas que eles fazem. Ser mãe é se culpar, a todo momento&#8230; mas o melhor de tudo, é que a qualquer hora do dia, você sempre terá seu melhor sorriso, melhor abraço.</p>



<p>Como meu pai sempre me diz, ser mãe é padecer no paraíso!</p>



<p>Kamilla Corsino</p>
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		<title>Educando um gênio</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/educando-um-genio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Dec 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aprender]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo com crianças &#8220;acima da média&#8221; revela o que é preciso para educar os cientistas que irão revolucionar e liderar o mundo. Em um dia de verão em 1968, o professor Julian Stanley conheceu um menino de 12 anos brilhante, mas entediado chamado Joseph Bates. O aluno estava tão à frente de seus colegas de [&#8230;]]]></description>
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<p>Estudo com crianças &#8220;acima da média&#8221; revela o que é preciso para educar os cientistas que irão revolucionar e liderar o mundo. </p>



<p>Em um dia de verão em 1968, o professor Julian Stanley conheceu um menino de 12 anos brilhante, mas entediado chamado Joseph Bates. O aluno estava tão à frente de seus colegas de classe em matemática que seus pais o matricularam para fazer um curso de ciência da computação na Universidade Hopkins, onde Stanley lecionava. Ultrapassando os adultos da classe, a criança passou a ensinar programação para os alunos de pós-graduação. Seu instrutor na época, sem saber o que fazer, apresentou o aluno a Stanley, um pesquisador conhecido por seu trabalho em psicometria &#8211; o estudo do desempenho cognitivo.</p>



<p>Para descobrir mais sobre o talento do jovem prodígio, Stanley deu a Bates uma bateria de testes, incluindo um exame de admissão em uma faculdade para alunos mais velhos. A pontuação do menino estava bem acima do limite para admissão. Stanley iniciou um estudo (SMPY), referindo Bates como &#8220;aluno zero&#8221;, para modificar a forma como as crianças superdotadas são identificadas e nutridas de conhecimento para alcançar seu maior potencial. Os resultados contradizem ideias estabelecidas há muito tempo, sugerindo que o desempenho é construído principalmente através da prática &#8211; que qualquer um pode obter com o esforço certo concentrado de forma suficiente. É importante ressaltar também, que a rotulação de crianças como ‘dotados’ ou ‘não dotados, não lhes faz nenhum favor, podendo até minar a motivação de uma criança para aprender. Ficou claro que não é suficiente apenas identificar o potencial, é preciso desenvolvê-lo de forma apropriada para manter essa chama iluminada.</p>



<p>Aos 60 anos, Bates concluiu que era um garoto tímido e que as pressões para se adequar aos colegas da escola não teriam sido proveitosas, mas que na faculdade, mesmo que fosse muito mais novo que os outros alunos, ele se identificava com a capacidade e se encaixava, podendo se desenvolver no seu ritmo e se manter interessado. O estudo comprovou que essas crianças muitas vezes não precisam de nada inovador ou original, mas sim de acesso antecipado ao que já está disponível para crianças mais velhas. Para os pais, a intenção de criar um gênio, não é aconselhada a se fazer, pois lidar com isso como um objetivo pode levar a todos os tipos de problemas sociais e emocionais para a criança.</p>



<p>Dicas para pais de crianças inteligentes:</p>



<p>&#8211; Exponha as crianças a diferentes experiências.</p>



<p>&#8211; Quando uma criança demonstra grandes interesses ou talentos, ofereça oportunidades para desenvolvê-los.</p>



<p>&#8211; Seja suporte tanto intelectual quanto emocional.</p>



<p>&#8211; Ajude as crianças a desenvolver sua mentalidade de capacidade elogiando o esforço, não a capacidade.</p>



<p>&#8211; Encoraje as crianças a identificar as suas falhas e aprender com elas.</p>



<p>&#8211; Cuidado com os rótulos: ser identificado como ‘prodígio’ pode ser um fardo emocional. &#8211; Converse com os professores. Alunos inteligentes geralmente precisam de materiais mais desafiadores, suporte extra ou liberdade para aprender em seu próprio ritmo.</p>
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		<title>Os maiores mitos sobre Introdução Alimentar</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/os-maiores-mitos-sobre-introducao-alimentar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Oct 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[babys]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[introdução alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[mamãe]]></category>
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		<category><![CDATA[mitos e verdades]]></category>
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					<description><![CDATA[Pois bem, seu bebê completou 6 meses de idade e chegou a hora da temida (por muitas mamães) introdução alimentar. É um tema comumente associado a muitas dúvidas e incertezas e estou te contando que não precisa ser assim! Essa é uma fase importantíssima para a saúde e o desenvolvimento do seu filho, então, quanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pois bem, seu bebê completou 6 meses de idade e chegou a hora da temida (por muitas mamães) introdução alimentar. É um tema comumente associado a muitas dúvidas e incertezas e estou te contando que não precisa ser assim! Essa é uma fase importantíssima para a saúde e o desenvolvimento do seu filho, então, quanto melhor você dominar esse tema, mais fácil vai ser essa fase tão gostosa e única.</strong></p>



<p>Vamos começar ressaltando alguns pontos importantes: 1- seu bebê é único, portanto, evite comparações com os filhos de suas amigas, cunhadas, tias, etc, 2- suas expectativas e ansiedade sobre essa fase podem te atrapalhar na hora em que ela chegar, pois além de ser algo novo para você, é mais novo ainda para o bebê. Assim sendo, mantenha-se informada sobre o assunto, com informações de qualidade, e alinhe suas expectativas com a realidade, lembrando-se que esse é um período de adaptação e aprendizado, e cada criança tem seu tempo.</p>



<p>Entendido isso, quero te contar 6 mitos que vão te ajudar a se tranqüilizar para essa fase!</p>



<p>Mito 1: Se seu filho estiver realmente com fome, ele vai comer qualquer coisa.</p>



<p>Todo bebê precisa de educação nutricional para conhecer os alimentos e adquirir um hábito alimentar saudável. O paladar é formado nessa fase e você é a aliada do seu filho nesse aspecto. É neste momento em que a criança entra em contato a primeira vez com o alimento em si e é o que você oferece a ela, que ela tem acesso. Tenha consciência da qualidade dos alimentos que você oferece ao seu filho, pois as consequências desse primeiro contato serão para a vida toda.</p>



<p>Mito 2: A criança precisa comer, a qualquer custo.</p>



<p>Todo início de aprendizado, demanda paciência e persistência. A introdução alimentar é exatamente isso: introduzir o alimento na vida desse bebê. É o primeiro contato, uma nova experiência. Entenda que qualidade é melhor que quantidade. Mesmo que, muitas vezes, pareça decepcionante ver um prato pela metade, preze sempre pela qualidade dos alimentos que você oferece ao seu filho.</p>



<p>Mito 3: Dê a criança o que ela gosta, assim ela não fica sem comer</p>



<p>Mamães sejam sensatas. Você é quem tem o conhecimento e a habilidade de discernir o que é benéfico para seu filho. Oferecer um pacote de bolacha recheada porque “é o que ele gosta”, ao invés de persistir nos legumes e verduras por ser “difícil demais”, definitivamente não é uma atitude sábia. Pode parecer muito distante, mas os alimentos oferecidos ao seu filho nessa fase da vida irão impactar na vida deles em longo prazo.</p>



<p>Mito 4: Os bebês só podem comer alimentos sólidos quando tiverem dentes</p>



<p>Os bebês não precisam dos dentes no início da introdução alimentar para morder e mastigar os alimentos. A gengiva faz esse papel, estando mais firmes e com essa capacidade na idade dos 6 meses. Postergar a introdução alimentar para esperar o nascimento dos dentes, podendo ser com 9 – 12 meses, diminui de forma significativa a aceitação por parte da criança. Além de todos os benefícios perdidos falando do aspecto nutricional que há demanda a partir dessa idade.</p>



<p>Mito 5: Devemos começar a introdução alimentar com sucos</p>



<p>Mito! Por muito tempo, essa foi a orientação passada pelos pediatras. Mas hoje, sabemos que a melhor opção é oferecer a fruta in natura. O suco só é recomendado a partir de 1 ano de idade. Portanto, quando as avós e as tias trouxerem esse assunto, mostre o seu conhecimento e dissemine essa informação valiosa e que a fruta in natura trás muito mais benefícios para o bebê.</p>



<p>Mito 6: Bebê saudável é bebê gordinho</p>



<p>Não podemos generalizar. Existem crianças acima do peso e desnutridas, assim como existem crianças mais magras que não passam fome. O aspecto físico visto dessa forma não serve de parâmetro para avaliar a saúde da criança. Para saber se esse bebê é saudável ou não, o que deve ser avaliado é o que ele come. E o ganho de peso deve ser monitorado pelo pediatra e pelo nutricionista infantil.</p>



<p>Portanto, mamães, sei que são tantas informações, sugestões, que em muitos momentos ficamos na dúvida de qual método seguir e onde buscar referência. Primeiro, busquem um pediatra em que vocês confiem e que se identifiquem. E caso esse tema ainda seja de difícil compreensão, estou aqui para te ajudar! Existem profissionais especialistas que podem ser seus aliados.</p>
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