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	<title>Mães &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>Mães &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Quem é Mônica Xavier?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 17:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Empathie]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Mônica Xavier]]></category>
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					<description><![CDATA[Criadora do Instituto Empathiae, Monica Xavier é movida por um propósito que pulsa empatia, coragem e transformação — especialmente para mães que recebem o diagnóstico da deficiência de seus filhos. Mônica não apenas escuta histórias difíceis: ela adentra suas vidas no momento de maior fragilidade, as toma em pelas mãos como quem segura uma peça [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Criadora do Instituto Empathiae, Monica Xavier é movida por um propósito que pulsa empatia, coragem e transformação — especialmente para mães que recebem o diagnóstico da deficiência de seus filhos. Mônica não apenas escuta histórias difíceis: ela adentra suas vidas no momento de maior fragilidade, as toma em pelas mãos como quem segura uma peça de porcelana delicada e frágil — com cuidado, beleza e respeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre fios e tecidos, criou os programas Mães que Criam – Crochê e Mães que Criam – Costura, onde cada ponto é uma forma de reconstruir o mundo interno de quem vive a maternidade atípica. Sua atuação é de presença genuína — daquelas que fazem a diferença sem alarde, mas com profundidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela é mãe — de filhos que hoje são adultos, mas que sempre terão nela o abrigo que possam precisar. É cuidadora de histórias, tradutora de afetos, tecelã de vínculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Onde estiver, leva junto a escuta atenta, a palavra doce e o desejo de criar redes mais humanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre alinhas e espectros</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O Instituto Empathiae promove evento de cultura inclusiva</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo dia 23 de setembro, comemorando o Dia Nacional da Luta da pessoa com deficiência, a Fábrica de Cultura de Diadema será palco de um dia especial dedicado à inclusão, ao acolhimento e à valorização das potencialidades de pessoas com deficiência e de suas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação conta com uma oficina de tear, onde jovens com deficiência poderão experimentar a arte têxtil de forma criativa e sensorial. Paralelamente, haverá uma roda de conversa para acolher as mães presentes, proporcionando um espaço de escuta, troca de experiências e fortalecimento mútuo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, uma oficina prática de psicomotricidade trará o tema “O movimento como meio para a alfabetização”, destacando como o corpo e o movimento contribuem para o processo de aprendizagem. Para encerrar, a energia e a alegria tomarão conta com uma oficina de dança coordenada pela talentosa dançarina Paloma Fonseca, referência na dança inclusiva e inspiração para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento é aberto ao público e reafirma o compromisso com uma sociedade mais acolhedora, acessível e diversa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serviço:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Data: 23 de setembro, das 9h às 13h</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Local: Fábrica de Cultura Diadema</p>



<p class="wp-block-paragraph">R. Vereador Gustavo Sonnewend Neto, 135</p>



<p class="wp-block-paragraph">Centro, Diadema &#8211; SP</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Instituto Empathiae</strong> é uma organização da sociedade civil dedicada a acolher e fortalecer mães e famílias que recebem o diagnóstico de deficiência de seus filhos no momento da notícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nos valores de empatia, honestidade, transparência e respeito à vida, o Instituto promove espaços de escuta e apoio emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos na capacidade de adaptação e transformação de cada ser humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossos programas, como “Mães que Criam – Crochê” e “Mães que Criam – Costura”, unem geração de renda e fortalecimento de vínculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, contribuímos para que famílias vivam o desafio da deficiência com dignidade, afeto e esperança.</p>
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		<item>
		<title>Jogos Digitais na Educação: Potenciais e Desafios para Alunos com TDAH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Francine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 14:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[tdah]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso de jogos digitais na educação tem crescido significativamente, sendo muitas vezes utilizado como ferramenta pedagógica para engajar e motivar os alunos. No entanto, há preocupações sobre o impacto desses jogos, especialmente no que diz respeito ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Vamos explorar os prós e contras dos jogos digitais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> O uso de jogos digitais na educação tem crescido significativamente, sendo muitas vezes utilizado como ferramenta pedagógica para engajar e motivar os alunos. No entanto, há preocupações sobre o impacto desses jogos, especialmente no que diz respeito ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Vamos explorar os prós e contras dos jogos digitais na educação, com um foco particular em como eles podem afetar indivíduos com TDAH.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os jogos digitais podem proporcionar diversos benefícios para crianças com TDAH. Eles são capazes de estimular habilidades cognitivas, como memória, atenção e resolução de problemas. Alguns estudos sugerem que jogos bem projetados podem ajudar crianças com TDAH a desenvolver melhor a concentração e a disciplina. Além disso, crianças com TDAH frequentemente se sentem mais motivadas e engajadas ao usar jogos digitais, devido ao feedback imediato e recompensas que esses jogos oferecem. Outra vantagem é que os jogos digitais podem ser adaptados às necessidades individuais, permitindo que crianças com TDAH aprendam no seu próprio ritmo e estilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No entanto, há também aspectos negativos a serem considerados. Jogos digitais podem ser altamente estimulantes, o que pode exacerbar os sintomas de TDAH em algumas crianças, levando a maior distração e impulsividade. O uso excessivo de jogos digitais pode levar à dependência, interferindo no tempo de estudo, sono e outras atividades essenciais. Além disso, crianças com TDAH podem ter dificuldade em fazer a transição de atividades altamente estimulantes, como jogos digitais, para atividades menos estimulantes, como tarefas escolares tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os jogos digitais, de forma geral, têm seus prós e contras na educação. Eles podem tornar a aprendizagem mais divertida e envolvente, aumentando a motivação dos alunos para participar e aprender. A natureza interativa dos jogos oferece feedback imediato, ajudando os alunos a entender rapidamente o que estão fazendo certo ou errado. Muitos jogos são projetados para desenvolver habilidades específicas, como resolução de problemas, pensamento crítico e coordenação motora. Além disso, jogos digitais podem ser usados para criar ambientes de aprendizagem inclusivos, onde alunos com diferentes habilidades e estilos de aprendizagem podem prosperar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Por outro lado, jogos podem distrair os alunos do conteúdo educativo se não forem bem integrados ao currículo ou se os alunos não tiverem uma supervisão adequada. A superestimulação de jogos digitais pode levar a problemas de concentração e foco, especialmente para alunos com TDAH. Nem todos os alunos têm acesso igual a dispositivos e tecnologias, o que pode criar desigualdades na aprendizagem. O uso excessivo de jogos digitais pode levar à dependência, impactando negativamente outras áreas da vida dos alunos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Para maximizar os benefícios e minimizar os riscos, é importante ter cuidados no uso de jogos digitais na educação. Jogos digitais devem ser cuidadosamente integrados ao currículo, garantindo que complementem e reforcem os objetivos educativos. Professores e pais devem supervisionar o uso de jogos digitais, estabelecendo limites de tempo e monitorando o conteúdo para garantir que seja apropriado e educativo. Escolher jogos que sejam educativos e que promovam habilidades relevantes pode maximizar os benefícios e minimizar os riscos. Complementar o uso de jogos digitais com atividades que promovam habilidades sociais e interações face a face é igualmente importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os jogos digitais podem ser uma ferramenta poderosa na educação, oferecendo inúmeros benefícios, especialmente para alunos com TDAH. No entanto, é crucial equilibrar esses benefícios com os potenciais riscos, garantindo que o uso de jogos digitais seja bem planejado, supervisionado e complementado com outras formas de aprendizagem. Dessa forma, podemos aproveitar ao máximo o potencial dos jogos digitais para enriquecer a educação, ao mesmo tempo em que protegemos o bem-estar dos alunos.</p>
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		<item>
		<title>Meu filho pode ter TDAH, quais passos devo seguir?</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/meu-filho-pode-ter-tdah-quais-passos-devo-seguir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 19:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tdah]]></category>
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					<description><![CDATA[Essa é uma pergunta que recebo frequentemente tanto em consultório quanto nas redes sociais, perceber as dificuldades dos filhos e saber o caminho exato a seguir tem se tornado difícil e frustrante para os pais, pensando nisso fiz um guia que irá te ajudar a se direcionar melhor para o diagnóstico precoce das crianças. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma pergunta que recebo frequentemente tanto em consultório quanto nas redes sociais, perceber as dificuldades dos filhos e saber o caminho exato a seguir tem se tornado difícil e frustrante para os pais, pensando nisso fiz um guia que irá te ajudar a se direcionar melhor para o diagnóstico precoce das crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neuropsiquiátrica que pode afetar crianças, adolescentes e adultos. O diagnóstico precoce e preciso é fundamental para um tratamento eficaz e para garantir o bem-estar da criança. Este guia fornece um passo a passo detalhado para ajudar os pais a navegar pelo processo de diagnóstico do TDAH.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Observação Inicial<br>Os primeiros sinais de TDAH frequentemente aparecem em casa ou na escola.<br>Fique atento aos seguintes comportamentos:<br>• Desatenção: Dificuldade em focar em tarefas, esquecer coisas facilmente, evitar atividades que exigem esforço mental.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list">
<li>Hiperatividade: Agitação constante, dificuldade em permanecer sentado, falar excessivamente.</li>



<li>Impulsividade: Interromper os outros, dificuldade em esperar a vez, agir sem pensar nas consequências.<br>2. Conversar com o Pediatra<br>O primeiro profissional a ser consultado deve ser o pediatra da criança. Ele pode<br>fornecer uma avaliação inicial e, se necessário, encaminhar para especialistas. Prepare-se para discutir:<br>• Histórico Familiar: Casos de TDAH ou outros transtornos de aprendizagem na família.</li>



<li>Comportamentos Específicos: Exemplos concretos de comportamentos preocupantes.<ol start="3"><li>Consulta com um Neuropsiquiatra Infantil ou Psiquiatra Infantil<br>Caso o pediatra identifique a necessidade, ele encaminhará a criança para um neuropsiquiatra infantil ou psiquiatra infantil. Este especialista tem a formação<br>necessária para diagnosticar e tratar o TDAH. Durante a consulta, espere:</li></ol>• Entrevista Clínica: O especialista conversará com os pais e a criança para entender os sintomas e o histórico de desenvolvimento.</li>



<li>Questionários e Escalas de Avaliação: Ferramentas padronizadas, como a escala de Conners, podem ser utilizadas para avaliar a frequência e a intensidade dos sintomas.
<ol class="wp-block-list" start="4">
<li>Avaliação Psicopedagógica<br>A avaliação psicopedagógica é uma parte crucial do diagnóstico, realizada por um psicopedagogo. Este profissional avaliará:<br>• Habilidades Acadêmicas: Leitura, escrita e matemática.</li>
</ol>
</li>



<li>Funções Cognitivas: Memória, atenção, habilidades visuo-espaciais.<br>• Comportamento Escolar: Interações com colegas e professores.
<ol class="wp-block-list" start="5">
<li>Testes Psicológicos<br>Além da avaliação psicopedagógica, testes psicológicos podem ser aplicados por um psicólogo. Esses testes incluem:<br>• Testes de QI: Para avaliar a inteligência geral e identificar áreas específicas de dificuldade.</li>
</ol>
</li>



<li>Testes de Atenção e Funções Executivas: Como o Teste de Atenção por Cancelamento e o Teste Wisconsin de Classificação de Cartas.
<ol class="wp-block-list" start="6">
<li>Observação na Escola<br>A colaboração com a escola é essencial. Os professores podem fornecer informações valiosas sobre o comportamento da criança em sala de aula. Isso pode incluir:<br>• Relatórios Comportamentais: Observações sobre atenção, hiperatividade e impulsividade.</li>
</ol>
</li>



<li>Adaptações e Intervenções: Estratégias que já foram tentadas e sua eficácia.
<ol class="wp-block-list" start="7">
<li>Diagnóstico Multidisciplinar<br>O diagnóstico de TDAH é multidisciplinar e pode envolver:<br>• Relatórios de Professores e Pais: Informações detalhadas sobre o<br>comportamento da criança em diferentes ambientes.</li>
</ol>
</li>



<li>Entrevistas: Com a criança, pais e, se necessário, outros membros da<br>família. • Análise dos Testes: Resultados dos testes psicopedagógicos e psicológicos.
<ol class="wp-block-list" start="8">
<li>Revisão e Discussão dos Resultados<br>Após a coleta de todas as informações, o especialista revisará os resultados e discutirá com os pais. Isso inclui:<br>• Diagnóstico Formal: Se a criança atende aos critérios para TDAH.</li>
</ol>
</li>



<li>Plano de Tratamento: Recomendações que podem incluir terapia<br>comportamental, orientação aos pais e, em alguns casos, medicação.
<ol class="wp-block-list" start="9">
<li>Implementação do Plano de Tratamento<br>O tratamento do TDAH é personalizado e pode incluir:<br>• Terapia Comportamental: Estratégias para melhorar a atenção e reduzir a hiperatividade e impulsividade.</li>
</ol>
</li>



<li>Apoio Educacional: Adaptações na escola, como tempo extra para testes e tarefas.</li>



<li>Medicação: Se prescrita, deve ser monitorada regularmente pelo médico.<br>10. Acompanhamento Contínuo<br>O acompanhamento regular é crucial para ajustar o tratamento conforme necessário e monitorar o progresso da criança. Isso envolve:<br>• Reavaliações Periódicas: Visitas regulares ao especialista para avaliar a eficácia do tratamento.</li>



<li>Comunicação Constante: Entre pais, escola e profissionais de saúde.<br>Seguindo esses passos, os pais podem garantir que a criança receba um diagnóstico preciso e o suporte necessário para lidar com o TDAH, promovendo seu desenvolvimento saudável e sucesso acadêmico e social.</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>CAMA COMPARTILHADA</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/cama-compartilhada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Kamilla Corsino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jul 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[cama compartilhada]]></category>
		<category><![CDATA[familia]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se trata de cama compartilhada, ouço muitas pessoas dando palpites dizendo que é errado, mas temos que pensar principalmente nas pessoas envolvidas e no porquê fazem. Eu mesma paguei a língua (assim como muitas mães por aí) e ainda pago a respeito de muitos assuntos na maternidade. Hoje, penso diversas vezes antes de falar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quando se trata de cama compartilhada, ouço muitas pessoas dando palpites dizendo que é errado, mas temos que pensar principalmente nas pessoas envolvidas e no porquê fazem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu mesma paguei a língua (assim como muitas mães por aí) e ainda pago a respeito de muitos assuntos na maternidade. Hoje, penso diversas vezes antes de falar algo sobre qualquer coisa ou qualquer assunto que ainda irei passar no decorrer da vida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre cama compartilhada, sempre julguei e nunca entendi, por exemplo, porque pessoas tão próximas a mim colocavam os seus filhos para dormirem na cama com elas. Pensava não só nos riscos que vemos sempre por aí, mas no vício que se tornaria, tanto para os pais quanto para os filhos se deixarem acontecer com frequência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entendo o que dizem quando “a cama dos pais tem um sonífero”, ou que tem “um pó misterioso de amor” impregnado nos travesseiros, que faz com que as crianças durmam mais. No meu caso, tem mais que isso, tem amor e cuidado! É onde meu filho sente segurança em dormir a noite toda, porque se sente protegido!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns profissionais da saúde, acreditam que a independência e autonomia da criança ficam prejudicadas e que dormir com os pais pode gerar dependência emocional. Para quem faz o uso da cama compartilhada, isso não é real, pelo contrário, li em um texto que “ter uma segurança e estabilidade emocional na hora de dormir torna as crianças mais seguras, autoconfiantes e com melhor autoestima, fazendo com que o processo de tomada de independência e autonomia seja natural com o aumento da idade.” E isso é muito real!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que, por trás de tudo que dizem,&nbsp; se você estiver considerando uma cama compartilhada, recomendo discutir a questão com seu parceiro, considerar os prós e contras, e garantir que todos os envolvidos estejam confortáveis e seguros com a decisão. Dependendo da rotina do casal, a vida a dois pode ser atrapalhada, mas nada que uma boa dose de criatividade não resolva. O que deve ser considerado é o tempo de descanso, onde os pais se dediquem ao próprio relacionamento. Se os pais optarem por compartilhar a cama, é preciso reservar um tempo a sós para manter a relação saudável.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Concluindo, a decisão vai ser sempre de cada família. Cada criança tem uma demanda diferente, cada família tem que entender e fazer o que melhor é para eles. O que temos que&nbsp; nos preocupar, é em manter sempre a segurança, que eu acho que é a palavra mais importante quando a gente fala dos nossos filhos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Xixi na cama, nunca mais!</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/xixi-na-cama-nunca-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Apr 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Xixi na cama]]></category>
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					<description><![CDATA[Enurese noturna é um distúrbio que se caracteriza pela perda involuntária de urinadurante o sono. Essa condição, conhecida popularmente como “xixi na cama”, acomete cerca de 15%das crianças por volta dos cinco anos; 7%, aos dez e 3% aos 12 anos. A incidência maior nos meninos do que nas meninas. Muitos pais sofrem na hora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Enurese noturna é um distúrbio que se caracteriza pela perda involuntária de urina<br>durante o sono.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Essa condição, conhecida popularmente como “xixi na cama”, acomete cerca de 15%<br>das crianças por volta dos cinco anos; 7%, aos dez e 3% aos 12 anos. A incidência <br>maior nos meninos do que nas meninas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Muitos pais sofrem na hora do desfralde, muitas dúvidas surgem e com ela muita<br>insegurança também.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mas afinal, até que idade é normal o xixi na cama? Existe alguma técnica que<br>possamos usar para melhorar esse processo?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Vem comigo que vou esclarecer essas e outras dúvidas sobre esse assunto, além de<br>dar dicas sobre como ajudar seu filho passar da melhor maneira por esse processo.<br>A enurese noturna é totalmente normal em crianças de até 5 anos. Passando dessa<br>idade, deve começar a ser investigada as possíveis causas da criança ainda fazer xixi<br>na cama.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em 80% dos casos, a enurese é hereditária. Provavelmente o pai ou a mãe da criança<br>também fez xixi até mais velho, lembrando também que pode ser causado por fatores<br>emocionais, onde a criança faz mais xixi quando passa por algum tipo de desconforto e<br>30% das crianças com enurese tem TDAH e estima-se que 10% das crianças com<br>TDAH tem enurese.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A enurese noturna nas crianças pode ser classificada em:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>● Enurese noturna primária – quando a criança com cinco anos ou mais nunca<br>apresentou um período prolongado de controle da urina durante o sono;<br>● Enurese noturna secundária – quando, sem causa aparente, a criança volta a<br>fazer xixi na cama depois de ter passado seis meses, no mínimo, sem molhar a<br>cama. Neste caso, parece estar associada a acontecimentos sociais e familiares<br>estressantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Para ajudar nesse processo, podemos utilizar algumas técnicas que são muito eficazes,<br>lembrando que a opção de tomar remédios deve ficar em último caso, visto que,<br>remédios podem ajudar, porém quando interromper o uso do medicamento a criança<br>pode voltar a fazer xixi na cama, o melhor é utilizar “exercícios” práticos que são na<br>maioria dos casos mais eficaz que os próprios remédios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Primeiro passo é deixa a criança confortável com a situação, conte a ela se o pai ou a<br>mãe fez também até mais tarde xixi na cama, sendo assim, ela percebe que ela não é<br>a única a fazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Perceba a quantidade de água que essa criança ingere e lembrar que ela precisa ir pelo<br>menos 7x ao banheiro por dia e é muito importante ensiná-la a passar mais tempo no<br>vaso sanitário, muitas vezes as crianças interrompe esse momento por ansiedade de<br>voltar a fazer algo, como ver tv ou jogar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No meio da noite, se a criança acorda molhada, o correto é que troquem os lençóis<br>juntos, trabalhando sempre em conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ofereça premiações, lembrando que não precisa ser um brinquedo mais caro ou algo<br>valioso, veja o que seu filho gosta de fazer e dê um tempo extra a ele, como por<br>exemplo: 30 minuto jogando vídeo game, vc prolonga por mais 10 minutos, esses<br>pequenos estímulos ajudam o cérebro ir em busca da recompensa e fazer por onde ter<br>a recompensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A opção de um calendário também é uma ótima opção para estimular essa criança, pois<br>ela irá visualizar e marcar os dias que não fez xixi na cama, com isso irá fortalecendo<br>com o tempo esse objetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Hoje em dia existe um aparelho que é vendido na internet que possui um alarme com<br>sensor de molhado, assim que a criança começa a soltar a urina, o sensor dispara, a<br>criança acorda, é automaticamente corta o xixi, com o tempo ela vai aprendendo a<br>segurar e controlar essa ação involuntária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A enurese noturna nada mais é que um déficit inibitório para acordar e segurar o xixi, ou<br>seja, esse déficit é o freio do cérebro, por isso utilizar as técnicas acaba sendo mais<br>eficaz que os remédios, porque assim, a criança está treinando seu controle e não<br>inibindo pelas por substâncias dos remédios</p>
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