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	<title>Liberdade &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>Liberdade &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>DONNA: Empreender com estratégia para viver com liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Thalita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Empreender]]></category>
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					<description><![CDATA[Empreender pode ser libertador, mas também pode ser solitário, cansativo e confuso. Muitas mulheres começam seus negócios com paixão, mas logo se veem presas em uma rotina exaustiva, apagando incêndios, acumulando funções e sentindo que quanto mais trabalham, menos vivem. Você começa um negócio para realizar seu sonho, conquistar mais dinheiro e liberdade e acaba [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Empreender pode ser libertador, mas também pode ser solitário, cansativo e confuso. Muitas mulheres começam seus negócios com paixão, mas logo se veem presas em uma rotina exaustiva, apagando incêndios, acumulando funções e sentindo que quanto mais trabalham, menos vivem. Você começa um negócio para realizar seu sonho, conquistar mais dinheiro e liberdade e acaba se vendo presa em uma rotina que te prende.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi a partir dessa realidade, que conheço de perto, que nasceu a mentoria DONNA: um programa de crescimento estratégico para mulheres que desejam estruturar seus negócios, aumentar seu faturamento e, acima de tudo, conquistar liberdade, ou seja, para quem deseja construir um negócio que cresce e vende mais sem dobrar as suas horas de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta da DONNA é simples: você não precisa trabalhar o dobro para faturar o dobro. Você precisa parar de operar como profissional autônoma e começar a agir como empresária. E isso significa ter uma mentalidade ajustada ao empreendedorismo, com visão clara, processos, planejamento, equipe e posicionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É fato que muitas mulheres executam seus conhecimentos com maestria, mas tem dificuldade de pensar o que fazem como negócio, de dar o próximo passo, de construir estrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a mentoria, conduzimos as alunas por uma jornada de 12 encontros para discutirmos, tirar dúvidas e auxiliar na construção do seu negócio, além de oferecer a metodologia gravada com aulas práticas, diagnósticos, ferramentas de gestão, marketing, estrutura e vendas. É uma verdadeira imersão estratégica que transforma não só o negócio, mas também a mentalidade da empreendedora, trazendo toda a estrutura que ela precisa para construir um negócio de verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mentoria DONNA é para quem já tem um negócio, já fatura, mas sente que está presa no operacional e sem espaço para crescer. É para quem quer parar de sobreviver no caos e construir uma empresa que funcione de forma inteligente, com ou sem a sua presença em tempo integral. É para mulheres que querem ganhar mais, com mais liberdade para usufruir dos resultados do seu trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que técnica, a DONNA é sobre visão e construção de negócios que façam sentido para a realidade que cada mulher deseja construir. Sobre acreditar que sim, é possível crescer e viver. Faturar bem e ter tempo. Ser mãe, ser mulher, ser empresária, sem abrir mão de nenhuma parte de si.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você sente que está pronta para dar esse próximo passo, vem com a gente. Ser DONNA é sobre fazer as pazes com a sua potência e colocar o seu negócio no lugar onde ele merece estar: no alto. Enquanto você tem mais tempo para viver outras experiências que deseja!</p>
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		<title>Vamos começar pelo começo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Markendorf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Mar 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Libertação]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na política]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
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					<description><![CDATA[As manchetes políticas diárias, em sua grande maioria, tratam de algum ponto envolvendo algum dos nossos poderes. Desde os atos do Presidente da República ou as diversas polêmicas com os ministros do Supremo Tribunal Federal, especialmente na figura do ministro Alexandre de Moraes; ou como ocorreu mês passado com a eleição da Presidência da Câmara [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><br>As manchetes políticas diárias, em sua grande maioria, tratam de algum ponto envolvendo algum dos nossos poderes. Desde os atos do Presidente da República ou as diversas polêmicas com os ministros do Supremo Tribunal Federal, especialmente na figura do ministro Alexandre de Moraes; ou como ocorreu mês passado com a eleição da Presidência da Câmara e da Presidência do Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Porém, focando nessa última situação, por exemplo, como falaremos da eleição por votação através da eleição da mesa da Câmara dos Deputados entre os deputados federais que acontece a cada dois anos sendo proibida a reeleição dentro da mesma legislatura ou que Pacheco foi reeleito para a Presidência do Senado, que passou a ter a sua mesa diretora composta pelo PT, MDB, União Brasil, PDT, PSB e Podemos; sem entender o que tudo isso significa?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A primeira coisa que precisamos entender, nessa situação, é que o Poder Legislativo brasileiro é exercido pelo Congresso Nacional, composto da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Mas, afinal, o que é “Poder Legislativo”?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Todos os países possuem uma estrutura de poder, usualmente criada para garantir a administração e funcionamento do país. O Brasil adotou uma forma de organização denominada “tripartição dos poderes” (desenvolvida por Montesquieu, sob a influência das ideias de Aristóteles e Locke). Esse modelo possui como objetivo conferir autonomia e equilíbrio aos poderes para evitar a centralização e, possivelmente, a tirania.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A nossa Constituição Federal de 1988 adotou esse formato em seu art. 2º: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”. Importante lembrar que essa consolidação é uma cláusula pétrea, dispositivo constitucional imutável, que não pode ser alterado nem mesmo pela via de emenda à Constituição (conteúdo técnico, eu sei, mas o que precisamos fixar aqui é: não podemos mudar).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O Poder Executivo é responsável pela administração do Estado. Esse poder é representado por aqueles que têm funções governamentais e administrativas no Estado: o presidente (nível federal), os governadores (nível estadual), os prefeitos (nível municipal). Aqui ainda temos os ministros (que auxiliam o presidente, tais como Ministério da Fazenda, Educação, Justiça, etc), os secretários estaduais (que auxiliam os governadores) e os municipais (que auxiliam os prefeitos).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O Poder Legislativo, por conta do sistema bicameral, é constituído de duas câmaras: a dos Deputados e o Senado Federal. Juntas, compõe o Congresso Nacional e possuem funções específicas, discriminadas na Constituição Federal, como a elaboração, o debate e a aprovação de leis. As casas possuem competências distintas e algumas atribuições privativas (que supõe o exercício exclusivo), bem como atuam de forma conjunta em algumas situações. Esse poder, portanto, é ocupado por senadores e deputados federais (nível federal), deputados estaduais (nível estadual), e vereadores (nível municipal). Sua função básica é a de legislar e fiscalizar o Executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O Poder Judiciário, por sua vez, é responsável pela interpretação e execução dessas leis, e deve, em tese, observar os limites impostos pela própria legislação. Ainda, possui a atribuição de mediar os conflitos cidadão-cidadão e cidadão-Estado, além de garantir o respeito aos direitos constitucionais. O Supremo Tribunal Federal (STF) é a instância máxima e deve guardar a Constituição e julgar questões que envolvem preceitos e cláusulas constitucionais, além de processos contra autoridades federais dos três poderes (prerrogativa de foro privilegiado – papo para outra hora). Ao seu lado temos o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), instituição de gestão e consulta e composta por representantes de todas as instâncias. O Judiciário é composto por três instâncias, através das quais tramitam as ações judiciais – mas isso também é papo para outra hora (rs).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sim, eu sei, é complexo e aqui encontramos muita informação! Mas é isso que vamos fazer: entender, aos poucos, e desmistificar todo esse sistema, pois, como já conversamos, só o conhecimento liberta e aqui encontramos o nosso espaço de libertação!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Um beijo cheio de liberdade e até a próxima!</p>
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		<title>Disclaimer necessário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Markendorf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Disclaimer]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Agora que já fui apresentada a vocês e já indiquei o objetivo principal dessa coluna, preciso trazer aqui um disclaimer necessário para essa primeira edição. Mas, Juliana, o que é isso? No mundo jurídico é muito comum utilizarmos essa palavra – “disclaimer” – para nos referirmos a algum aviso legal. E aqui já demonstro a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Agora que já fui apresentada a vocês e já indiquei o objetivo principal dessa coluna, preciso trazer aqui um disclaimer necessário para essa primeira edição. Mas, Juliana, o que é isso?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No mundo jurídico é muito comum utilizarmos essa palavra – “disclaimer” – para nos referirmos a algum aviso legal. E aqui já demonstro a linha condutora que norteará os nossos trabalhos: a desmistificação através do conhecimento (que nada mais é do que o aprendizado das informações).<br>Portanto, falaremos sobre política – e sobre seus reflexos legais – da forma mais descontraída e didática possível. Por isso, se algum ponto ficar nebuloso: não hesite em reclamar!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ok, compreendido, mas por qual motivo essa primeira coluna vai nos trazer um aviso? Por uma simples questão: quando as expectativas estão alinhadas não há frustração, e eu espero que a experiência das nossas leituras seja tão prazerosa quanto o assunto é polêmico!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Assim, o disclaimer que eu quero trazer para vocês é simples: esse será o nosso espaço da defesa da liberdade. Mais especificamente, daquela relacionada ao aspecto intelectual político. Todos os assuntos serão tratados de forma técnica e imparcial, mas sempre buscando defender a liberdade – inclusive quando divergirmos de opinião.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Somos e permanecemos coerentes quando defendemos ideias, pois somente as ideias iluminam a escuridão (parafraseando Mises) e não quando defendemos pessoas, que nos levam à ilusão do crepúsculo dos ídolos (parafraseando Nietsche). Defender um indivíduo leva à relativização, cedo ou tarde, das suas ações. Por outro lado, defender ideias, permite críticas de quem quer que as viole.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E esse será o nosso posicionamento e é assim que trataremos todos os temas dessa coluna. Com pitadas de humor, poesia – e por que não, filosofia? – as quais me escusarei da explicação utilizando a licença poética para tanto (sem sofrer a pena da falta de informação).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Simon Sinek, escritor considerado especialista em desenvolvimento de lideranças, criou o conceito de “círculo dourado”, no qual explica, basicamente, que quem tem um “porquê” enfrenta qualquer “como”. Trazendo para a nossa interação: a liberdade é o nosso “porquê” e a busca pelo conhecimento é o nosso “como”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Essa coluna será uma ferramenta de desenvolvimento do como para chegar ao porquê. Parece loucura querer ser agente de informação e influenciar positivamente a sociedade nos dias de hoje, né?! Mas, lembrem-se: “a loucura é diagnosticada pelos sãos que não se submetem a diagnóstico” (Carlos Drummond de Andrade).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Quer loucura maior do que permanecer na inércia? Ainda, aproveitando os embalos festivos dessa edição carnavalesca, menciono Clarice Lispector: “carnaval era meu, no entanto, na realidade, eu dele pouco participava”. Quer loucura maior do que não participar da sua própria realidade?<br>Um beijo cheio de liberdade e até a próxima!</p>
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		<title>Meus pais não me deixam fazer intercâmbio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Independência]]></category>
		<category><![CDATA[Intercâmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se deparou com essa situação? Já viu alguém não ter conseguido fazer intercâmbio pelo motivo de os pais não aprovarem esse tipo de experiência?Por mais que pareça tranquilo, para muitos não é fácil receber essaaprovação dos pais ou responsáveis. Mas, por quê disso? Ser pai, ainda mais nos dias de hoje, requer muita [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Você já se deparou com essa situação? Já viu alguém não ter conseguido <br>fazer intercâmbio pelo motivo de os pais não aprovarem esse tipo de experiência?<br>Por mais que pareça tranquilo, para muitos não é fácil receber essa<br>aprovação dos pais ou responsáveis. Mas, por quê disso?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ser pai, ainda mais nos dias de hoje, requer muita atenção e cuidado com o<br>seu bem mais precioso, afinal, o mundo está cada vez mais perigoso e louco, não é<br>mesmo? Não é fácil para os pais abrirem mão e deixarem seus filhos viajarem<br>sozinhos para um lugar muitas vezes desconhecido, com pessoas de uma cultura<br>diferente, com hábitos e até religião diferentes das que eles seguem, além do<br>desejo de estarem sempre presentes e compartilharem momentos únicos com seus<br>filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>“Libertar” seu filho para essa nova aventura, onde ele adquirirá novas<br>experiências, ganho de crescimento e maturidade, ele precisará se cuidar e se virar<br>sozinho, o que gera um turbilhão de sentimentos que envolvem não só posse como<br>inseguranças e incertezas. Porém, se esse é o sonho do seu filho, há vários motivos<br>para o pai tentar se sentir mais confiante na hora de tomar essa decisão:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>1 &#8211; Um diálogo que gere confiança</strong><br>Confiar no seu baby é importante e fundamental nesse momento, então o<br>primeiro passo, e mais fácil, é ter uma conversa clara e séria sobre o assunto com<br>ele, seja sobre os estudos que ele realizará na viagem, seja sobre os lugares e<br>coisas que ele deseja fazer no momento em que ele estiver lá.<br>Quanto mais conversas pai e filho consigam ter abertamente, mais fácil será<br>para resolver essa questão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>2- Demonstração de responsabilidade</strong><br>É difícil exigir muita responsabilidade de uma criança ou adolescente, mas o<br>trabalho do pai e da mãe de passarem seus valores e educação aos filhos acontece<br>de forma natural e rotineiramente, então, se o pai já percebe um grau de maturidade<br>do filho, o quão sério ele já está levando a vida e o quanto deseja crescer não só<br>como profissional, mas como pessoa, mais um ponto para a permissão da viagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>3- Estabelecer metas</strong><br>Não posso dizer todo o mundo, porém muitas pessoas, ao terem uma meta,<br>se sentem desafiadas e com um impulso de atingi-la. Estabelecer uma meta entre<br>pai e filho sobre o filho “merecer” é importante. O filho conseguindo atingi-la, isso<br>demonstra responsabilidade e determinação.<br>É necessário que essas metas sejam estabelecidas em conjunto, pais e<br>filhos, com definições e especificações de prazos e objetivos a serem atingidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>4- Buscar segurança</strong><br>A ideia de buscar segurança nesse momento é o passo mais importante, mas<br>que segurança seria essa? Ouvir do filho os planos e ideias que ele possui da sua<br>viagem é ótimo, mas os pais ouvirem de alguém que realmente trabalha com isso,<br>como uma empresa ou um consultor, é outros quinhentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Busque empresas especializadas e sérias, pesquise a credibilidade dessas<br>empresas e escolas, agende um horário e vá pessoalmente conversar e ver as<br>propostas do projeto antes de tomar qualquer decisão. Antes do encontro, os pais<br>precisam elaborar suas questões a respeito do intercâmbio cultural, e se possível,<br>troque telefone com o consultor, pois sempre haverão dúvidas que precisarão ser<br>respondidas para deixar os pais mais seguros e confortáveis com a viagem do filho<br>e, assim, tomarem a decisão final.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em resumo, serão dias e dias de conversa, busca do destino perfeito, da<br>empresa perfeita e dia após dia, muita confiança precisa ser criada entre pai e filho<br>para que essa imersão a outra cultura aconteça</p>
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		<title>As bruxas e as mulheres contemporâneas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Oct 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das bruxas]]></category>
		<category><![CDATA[Halloween]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher empoderada]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Poder]]></category>
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					<description><![CDATA[A imagem&#160;da bruxa tradicional, montada em sua vassoura ou diante de seu caldeirão onde cozinha sapos povoa o imaginário de todas nós. Ela é sempre uma mulher má, velha e feia, corcunda e com verruga na ponta do nariz. A bruxa, definida como mulher que conhece os segredos e magias da natureza existe provavelmente desde [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A imagem&nbsp;da bruxa tradicional, montada em sua vassoura ou diante de seu caldeirão onde cozinha sapos povoa o imaginário de todas nós. Ela é sempre uma mulher má, velha e feia, corcunda e com verruga na ponta do nariz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A bruxa, definida como mulher que conhece os segredos e magias da natureza existe provavelmente desde os tempos das cavernas. Seu objetivo é conquistar um poder de transformação sobre as coisas do mundo, sobre os outros e sobre si mesma. Bruxa seria então, uma mulher&nbsp;de poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No decorrer dos milênios, essas mulheres de poder quase sempre desempenharam livremente o seu papel, eram respeitadas e admiradas. Eram curandeiras, parteiras, sábias no uso medicinal e conhecedoras dos mistérios da natureza, da vida e muito mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O poder patriarcal identificou nessas mulheres um perigo, uma ameaça, e reagiu. Como poderiam aqueles homens admitir a existência de mulheres livres e mais poderosas do que eles próprios?&nbsp;A ordem foi acabar com essas mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A liberdade que ostentavam era uma ameaça à estabilidade social. Alguns séculos de terror permitiram a construção de uma nova ordem patriarcal, ainda mais opressora em relação às mulheres, verdadeira política de controle de seus corpos, que impôs um modelo de comportamento feminino pautado em recato, obediência e silenciamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso podemos fazer algumas analogias com nós, mulheres da atualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É fácil perceber que a degradação da imagem da mulher na sociedade daquela época tem reflexos até hoje. Mesmo com o abandono do mito da feiticeira, as mulheres permaneceram associadas à idéia de criaturas perigosas, descontroladas, interesseiras, vingativas e promíscuas, noção que repercute, por exemplo, na falta de credibilidade de sua palavra.</strong> Não por outra razão, são as mulheres as mais questionadas e recebidas com desconfiança quando relatam terem sido vítimas de violência física, psicológica, patrimonial, moral e principalmente, sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada mais atual, porque a desconfiança que recai sobre a palavra da mulher vítima de violência sexual e de relações abusivas, soma-se a imposição de que ela teria desobedecido a padrões de recato, prova disso são os questionamentos sobre seu comportamento, sua roupa, seu consumo de álcool ou o fato de estar sozinha em determinado local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, são as representações construídas sobre as mulheres desde a era das bruxas que estão orientando a forma como elas são vistas ainda hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mito atual é o da mulher empoderada, temida por sua liberdade, seu conhecimento e seus desejos de emancipação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse ponto, não podemos aceitar o legado de desconfiança, que impõe e descredibiliza nossa palavra, pelo simples fato de sermos mulheres. Caso contrário, mesmo com o avanço na conquista de nossos direitos, o tratamento a nós reservado continuará sendo tão desumano e degradante quanto o da Idade Média.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe a cada uma de nós, de posse do entendimento do nosso valor e dos nossos direitos, continuar a lutar contra qualquer tipo de cerceamento e &#8220;Inquisição&#8221; que tentam calar a nossa voz e nos &#8220;queimar&#8221; em fogueiras de opressão, descredito e desvalor.&nbsp;</p>
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