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	<title>Internet &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>Internet &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>O Impacto da Tecnologia na Saúde Mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[impactos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da internet e das redes sociais, podemos perceber uma mudança significa no comportamento das pessoas de modo geral, não me refiro apenas às crianças e adolescentes, mas também aos adultos. De certa forma essa novidade pegou a todos nós despreparados e sem saber como lidar com suas consequências. Sempre existem prós e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da internet e das redes sociais, podemos perceber uma mudança significa no comportamento das pessoas de modo geral, não me refiro apenas às crianças e adolescentes, mas também aos adultos. De certa forma essa novidade pegou a todos nós despreparados e sem saber como lidar com suas consequências.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sempre existem prós e contras, pontos positivos e negativos, mas quando se trata das tecnologias, internet e redes sociais fico com a impressão de que ficamos todos inebriados com suas delícias e suas infinitas possibilidades que só depois de um bom tempo estamos parando para nos atentarmos às consequências e aos impactos negativos do uso excessivo. Pesquisas mostram que há uma tendência ao aumento do tempo gasto on-line, sendo que a média de tempo em que o brasileiro passa conectado pode variar bastante, dependendo da faixa etária, do acesso à internet e de outros fatores. Em média as pessoas tendem a passar entre 3 e 4 horas por dia nas redes sociais e os adolescentes e adultos jovens, tendem a passar ainda mais tempo nessas plataformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ainda há muito a ser estudado mas já é possível perceber que o vício em tecnologia pode afetar a saúde mental de várias maneiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O impacto da tecnologia na saúde mental é um tema relevante e vale a pena observar alguns aspectos como, por exemplo, o aumento do isolamento social, já que o uso excessivo de dispositivos tecnológicos pode levar a uma redução no tempo dedicado a interações face a face, comprometendo os relacionamentos interpessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O tempo gasto em redes sociais pode substituir o tempo que as pessoas passariam interagindo pessoalmente, o que pode resultar na diminuição das habilidades sociais e na falta de prática em situações sociais reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialmente por parte da chamada geração Z, nascido entre 1995 a 2010, é fácil perceber através de uma rápida observação, a dificuldade que muitos apresentam para se relacionar pessoalmente, para estabelecer um diálogo sem a mediação de um celular ou computador e a pouca habilidade para lidar com todas as emoções que estão envolvidas nas relações humanas.<br>Embora as redes sociais possam fornecer uma sensação de conexão, o uso excessivo delas pode levar a uma dificuldade de interação social e de se relacionar com o próximo no mundo real, do olho no olho, do calor da presença, levando a interações superficiais e menos significativas, onde as pessoas se concentram mais em compartilhar aspectos selecionados de suas vidas do que em desenvolver relacionamentos genuínos, significativos e saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mesmo que as redes sociais forneçam uma aparente conexão, certamente não substituem a verdadeira interação humana. Com isso as pessoas tem sentido cada vez mais um aumento da solidão e da sensação de desconexão, especialmente quando as interações online não são satisfatórias, favorecendo o aparecimento de processos depressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Um outro aspecto importante a se considerar é a grande busca por validação social, que se dá através de curtidas e comentários, ainda mais por parte do pré-adolescente e do adolescente e por um padrão de comparação constante e prejudicial com outras pessoas, o que pode gerar sentimentos de inadequação e baixa autoestima, quando comparamos nossas vidas comuns com as vidas idealizadas de outras pessoas, apresentadas nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É como se comparássemos nossos “bastidores” bagunçados, com os lindos “palcos” das outras pessoas, as nossas lutas e dificuldades diárias com a alegrias e vitórias dos outros. Essa é por si só, uma comparação injusta e irreal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O vício em tecnologia pode contribuir também, para níveis aumentados de ansiedade e estresse, especialmente quando há uma sensação de dependência constante em relação aos dispositivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O excesso de estímulos sensoriais por um longo período levam a agitação e dificuldades de relaxamento, prejudicando a capacidade de concentração e foco, afetando negativamente o desempenho acadêmico e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Diante disso, é importante reconhecer os sinais de vício em tecnologia, tanto nosso quando em nossos filhos, e adotar estratégias para promover um uso saudável e equilibrado. Isso pode incluir estabelecer limites de tempo, praticar o autocontrole, buscar atividades offline e desenvolver relacionamentos pessoais significativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Somos uma sociedade digital e não temos como negar ou ficar alheios a isso, e nem há essa necessidade, mas é importante equilibrar o uso de redes sociais com interações sociais significativas, com o cultivo de relações pessoais prazerosas, dedicando tempo a atividades que promovam conexões genuínas e gerem o sentimento de pertencimento, tão vital para o desenvolvimento e manutenção da nossa saúde mental. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica o alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Fiquemos todas atentas a nós mesmas e ao nosso entorno!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com carinho, Fátima Aquino Psicóloga Clínica</p>
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		<title> Passo-a-passo para se tornar uma influencer de sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DigInflu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 18:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
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					<description><![CDATA[As redes sociais transformaram o modo como nos comunicamos e interagimos com o mundo. Entre as figuras mais influentes dessas plataformas estão as chamadas &#8220;influencers&#8221;, pessoas que conquistaram um seguidores e têm o poder de influenciar comportamentos, tendências e opiniões. Essas influencers se diferem em nicho, linha editorial, número de seguidores, engajamento e outros pontos. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">As redes sociais transformaram o modo como nos comunicamos e interagimos com o mundo. Entre as figuras mais influentes dessas plataformas estão as chamadas &#8220;influencers&#8221;, pessoas que conquistaram um seguidores e têm o poder de influenciar comportamentos, tendências e opiniões. Essas influencers se diferem em nicho, linha editorial, número de seguidores, engajamento e outros pontos. Se você sonha em se tornar uma influencer de sucesso, este guia passo-a-passo é para você. Vamos explorar as etapas fundamentais para construir sua marca pessoal, crescer sua base de seguidores e alcançar o tão desejado sucesso como influencer, quando as pessoas realmente te ouvem e você monetiza sua influência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passo 1: Defina sua identidade e nicho</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é definir sua identidade como influencer. Pense nos assuntos pelos quais você é apaixonado e que gostaria de compartilhar com seu público. Escolha um nicho específico, algo em que você seja especialista ou que tenha experiência, para se destacar em meio à concorrência. Aqui ainda é importante estabelecer seu subnicho e a linha editorial do seu perfil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passo 2: Crie conteúdo de qualidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conteúdo é a base do seu sucesso como influencer. Dedique tempo para criar posts, vídeos, fotos ou outros tipos de mídia que sejam relevantes e interessantes para o seu público-alvo. Explore diferentes formatos e encontre sua própria voz e estilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passo 3: Construa uma presença forte nas redes sociais</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escolha as redes sociais que melhor se adequam ao seu nicho e público. Construa perfis atraentes, consistentes e que reflitam sua identidade. Você precisa definir em quais redes sociais estará presente, e quais fazem mais sentido para o seu publico e o seu nicho. Esteja em mais de uma rede social, mas só depois de ter uma rede sólida. Publique regularmente e interaja com seu público. Utilize estratégias de marketing digital, como hashtags relevantes e parcerias com outras contas, para aumentar sua visibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passo 4: Engaje com seu público</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais características de uma influencer de sucesso é a capacidade de engajar com o público e criar conexão com a audiência. Responda a comentários, mensagens diretas e perguntas. Faça lives, faça enquetes e promova a interação entre seus seguidores. Mostre-se presente e interessada em suas vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passo 5: Colabore com outras pessoas e marcas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parcerias estratégicas com outras influencers e marcas podem impulsionar seu crescimento. Procure colaborações que façam sentido para o seu nicho e público. Essas parcerias podem incluir desde posts patrocinados até eventos conjuntos. Lembre-se de escolher marcas e projetos alinhados aos seus valores e interesses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passo 6: Monetize sua influência</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que sua base de seguidores cresce, você pode começar a explorar oportunidades de monetização. Isso pode incluir parcerias pagas, promoção de produtos, programas de afiliados, vendas de produtos próprios, entre outros. Esteja sempre atenta às oportunidades e negocie contratos que sejam justos para ambas as partes. Há ainda a possibilidade de começar a monetizar o seu perfil com menos de 500 seguidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ser uma influencer de sucesso requer dedicação, paixão, constância e perseverança. Siga esses passos e lembre-se de que construir uma marca pessoal leva tempo. Seja autêntica, ofereça conteúdo de qualidade e mantenha um relacionamento próximo com seu público. Com o tempo é muito trabalho, você alcançará seus objetivos e se tornará uma influencer de sucesso. Aproveite a jornada e divirta-se ao longo do caminho!</p>
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		<title>Sendo autêntica em tempos de alta nos conteúdos rasos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Fevereiro chegou, e nesse mês no Brasil já sabemos que ocorre um dos períodos mais aguardados do ano: o Carnaval. Fato é que, ultimamente, temos testemunhado uma onda de conteúdos “carnavalescos” durante o ano todo em algumas redes sociais, especialmente no TikTok. “Trends” de dancinhas são viralizadas constantemente, e de fato se trata de um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Fevereiro chegou, e nesse mês no Brasil já sabemos que ocorre um dos períodos mais aguardados do ano: o Carnaval. Fato é que, ultimamente, temos testemunhado uma onda de conteúdos “carnavalescos” durante o ano todo em algumas redes sociais, especialmente no TikTok.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Trends” de dancinhas são viralizadas constantemente, e de fato se trata de um tipo de conteúdo que tem ganhado cada vez mais espaço. Os “TikTokers” conquistaram seu lugar ao Sol e estão surfando a onda do momento. Mas a pergunta que fica é: quem não é adepto às dancinhas e não se sente confortável em reproduzir esse tipo de conteúdo, está ficando para trás ou ainda tem seu espaço?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu particularmente nunca fui fã das comemorações mais comuns de Carnaval. Grandes aglomerações não me atraem, muito menos a fugacidade com que relações são estabelecidas nas festas de Carnaval, se é que você me entende…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como sempre usei e continuo usando o Carnaval de uma forma não tão comum, priorizando descanso, contato com a natureza, com Deus e evitando aglomerações com fins tipicamente carnavalescos, também opto por usar as minhas redes sociais de maneira diferente, escolhendo não seguir o que a maioria está fazendo quando isso não faz sentido pra mim. Mais importante do que visibilidade, engajamento, números e alcance, é o respeito pelo que me faz bem. Escolho conscientemente não me atravessar com ações que nada combinam com quem eu sou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia é importante nas redes sociais, principalmente quando as usamos como ferramenta de trabalho, mas até onde uma estratégia substitui a nossa verdade? A boa estratégia é aquela que te faz alcançar os melhores resultados possíveis sem te fazer se sentir forçada a compartilhar aquilo que você claramente não está confortável para postar. Até porque, se o que você traz nas suas redes não conversar com a sua essência, não gerará conexão e identificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe absolutamente nenhum problema em ser adepto às dancinhas, mas não se sinta mal em não ser. Caso você se perceba remando contra a maré, saiba hoje que existe espaço para você. Não há nada de errado em conteúdos superficiais, muitas pessoas nas mídias sociais buscam apenas entretenimento sim, mas também não é ruim querer oferecer conteúdos mais profundos e que instiguem reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais ou no Carnaval, há lugar para todos brilharem sob o Sol. A sua mensagem quando autêntica, funciona. O que não vale é se fantasiar de algo que definitivamente não te representa só para agradar um alguém ou um algoritmo.</p>
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		<title>Redes sociais e seu impacto na infância das nossas crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2022 16:08:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é nada raro nos depararmos com crianças sendo expostas às redes sociais cada vez mais cedo, e muitas vezes sem a supervisão de seus responsáveis. O objetivo não é dar um veredito de certo ou errado, mas sim refletir sobre os possíveis desdobramentos de hábitos aparentemente inofensivos, mas que têm potencial para desencadear uma [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Não é nada raro nos depararmos com crianças sendo expostas às redes sociais cada vez mais cedo, e muitas vezes sem a supervisão de seus responsáveis. O objetivo não é dar um veredito de certo ou errado, mas sim refletir sobre os possíveis desdobramentos de hábitos aparentemente inofensivos, mas que têm potencial para desencadear uma série de consequências indesejáveis, porém duradouras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que esse é o novo modelo de infância? Será que tentar controlar, dosar e modificar o excesso de consumo e produção de conteúdo das crianças nas mídias sociais seria adiar o inevitável? Ou seria possível encontrar um ponto de equilíbrio entre o ideal e o excessivo? E se sim, qual seria o ideal?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão é essa, muitos pais agem na base da tentativa e erro, tentando não serem “caretas”, ultrapassados e retrógrados demais, nem permissivos além da conta. A verdade é que a maioria foge desses extremos opostos. Acontece que esses conceitos podem ser (e são) relativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato é que a criança não pode deixar de ser criança, agir como criança e se preocupar apenas com coisa de criança. Se a questão da comparação nas mídias já é uma dificuldade para nós, adultos, imagine os efeitos que pode surtir sobre os pequenos, os quais ainda estão formando suas crenças, a forma como veem o mundo e, principalmente, a forma como enxergam a si mesmos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não dá para liberar o livre consumo de tudo o que é postado na internet sem nos indagarmos sobre o que isso pode acarretar na mente das nossas crianças. Com ou sem internet, criança demanda atenção, participação e supervisão. Não adianta o responsável entregar um equipamento eletrônico para ela com a falsa crença de que vai obter sossego e tranquilidade enquanto a criança se entretém na internet, delegando às mídias uma tarefa que seria do próprio responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma hora ou outra, a conta chega. Como resultado, vemos adolescentes cada vez mais ansiosos, depressivos, não vendo razões para viver, já que não possuem a vida dos sonhos “vendida” na internet. E esse é só um dos inúmeros desdobramentos de uma geração que está crescendo com o celular na mão e olhos na tela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez seja tarde para mudar a ideia de como utilizamos a internet, mas certamente ainda está em tempo de não deixarmos o excesso desse uso na infância prejudicar o futuro das nossas crianças.</p>
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		<title>Influência com intenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[Influencer digital]]></category>
		<category><![CDATA[Influência]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[A verdade é que todos estão influenciando o tempo todo, consciente ou inconscientemente. A questão que fica é: você está usando sua influência com intencionalidade ou tem deixado esse cargo designado aos ventos do acaso? Eu sou a Bruna Ohanna, tenho 27 anos e moro em Uberlândia. Dentre outros tantos rótulos, me apresento como influenciadora [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que todos estão influenciando o tempo todo, consciente ou inconscientemente. A questão que fica é: você está usando sua influência com intencionalidade ou tem deixado esse cargo designado aos ventos do acaso?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sou a Bruna Ohanna, tenho 27 anos e moro em Uberlândia. Dentre outros tantos rótulos, me apresento como influenciadora digital. Ou influencer. Ou blogueira sem blog. Ou aquela moça do Instagram. Você já parou para pensar sobre como as pessoas se referem a você? Sobre como elas te descrevem ou quais são os nomes que elas dão às atividades profissionais que você desempenha? Como você é conhecido? E como você gostaria de ser reconhecido?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parei para pensar sobre isso há algum tempo e concluí que isso vai depender da maneira como cada um se coloca, não somente como a pessoa se apresenta, mas como os outros a reconhecem a partir do que ela compartilha ao longo de seus dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E como eu me apresento? Profissionalmente como Bruna Ohanna, ex-comissária de voo, mentora de futuros comissários, influenciadora, empreendedora, professora e marketeira digital. Um breve resumo de uma descrição complexa que eu não ousaria fazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O engraçado é que sempre que vou preencher minha profissão em formulários que pedem essa informação, nunca coloco a mesma ocupação. Dependendo do meu “mood” do dia eu informo profissões diferentes. Nenhuma em que eu não atue de fato, mas realmente em alguns dias eu me sinto mais encaixada em uma ou outra profissão dentre as que citei acima, dependendo das tarefas desempenhadas ou da minha “to do list”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dia de resolver muitas burocracias? Empreendedora. Dia de responder meus alunos dos cursos de inglês para comissários, ou de excelência no atendimento, ou de gerenciamento de comportamentos inconvenientes e indisciplinados, ou ainda dúvidas sobre o meu curso de como ser chamado para processos seletivos? Professora. Dia de idealizar, planejar, gravar, editar e postar “publis”? Influenciadora. Dia de planejar os próximos lançamentos e estratégias a serem utilizadas para abertura de vagas dos meus cursos? Marketeira Digital. Dia de sessão com meus mentorandos? Mentora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de agora tenho a liberdade optar por preencher os formulários com uma nova atividade. Dia de escrever um artigo para a coluna “Influencer” da revista? Colunista. Nada como a liberdade de escolher diariamente o que sou. E muitas vezes preciso desempenhar em um mesmo dia todos esses papéis, nesse dia escolho preencher com a primeira função que me vem à mente. E de verdade? Eu gosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que tem algo em comum dentro de todas as minhas versões. Em cada uma delas, de diferentes formas, exerço o papel da influenciadora. Estou sempre influenciando, até quando não percebo. A partir disso me coloco em um lugar de buscar ser intencional em tudo o que eu faço, sabendo para que rumo quero levar as pessoas que me tem como alguma referência, em menor ou maior grau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje conto com mais de 95 mil seguidores no Instagram, mas não é isso que faz de mim uma influenciadora. O que me torna uma influencer é o quanto as pessoas confiam em mim, o quanto dão crédito ao que eu digo, mostro, indico e ensino. Olhando por esse ponto, todas nós somos influenciadoras, inclusive você, que talvez tenha até um “rançozinho” velado por blogueiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão é que as influenciadoras digitais profissionais acharam um meio monetizar através de algo que todos já fazem, mesmo sem saber que estão fazendo. Elas se colocaram presentes e disponíveis para trabalhar em um local onde a maioria está gastando seu tempo de lazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você não se enxergue influenciando. Talvez você esteja influenciando mais do que imagina e nem tenha se dado conta disso. Muito provavelmente você também é influenciada diariamente. A influência está presente desde sempre, e quando aprendemos a usá-la com intenção, a “magia” acontece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E dessa “magia” essa coluna decolou. É um prazer fazer parte da tripulação da revista e é melhor ainda ter você a bordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguardo ansiosamente pelos próximos voos nessa nova coluna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ass.: Bruna Ohanna, Colunista </p>
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