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	<title>Infantil &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>Infantil &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Entrevista sobre os livros Natureza fora da caixinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 02:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[Recomendamos os livros Natureza fora da caixinha (livro e baralho) pois apresentam inúmeros exemplos de experiências que ampliam a visão de crianças e mesmo de adultos para o contato com a natureza. São sugestões práticas, embasadas em teorias sólidas, fundamentais para um bom desenvolvimento físico, socioemocional e cognitivo. Entrevista com as autoras do livro Natureza [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Recomendamos os livros <em>Natureza fora da caixinha</em> (livro e baralho) pois apresentam inúmeros exemplos de experiências que ampliam a visão de crianças e mesmo de adultos para o contato com a natureza. São sugestões práticas, embasadas em teorias sólidas, fundamentais para um bom desenvolvimento físico, socioemocional e cognitivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entrevista com as autoras do livro <em>Natureza fora da caixinha: Bete P. Rodrigues e Juliana Gatti:</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vocês podem se apresentar brevemente e dizer como surgiu a ideia de duas profissionais de áreas distintas escreverem um livro infantil?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bete </strong>&#8211; Eu atuo na área de educação há 40 anos, em diferentes funções (professora, coordenadora, diretora, consultora e palestrante) e nos mais diversos contextos. Desde a época da Faculdade de Letras ou do mestrado em Linguística Aplicada, tinha vontade de escrever um livro infantil, mas queria escrever um livro que ensinasse, que ajudasse as famílias. Como nos últimos 10 anos venho atuando na área de educação parental (de pais e mães) e não apenas na formação docente, queria focar em um material que crianças de todas as idades pudessem se identificar e refletir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Juliana</strong> &#8211; quando a Bete me convidou para escrever esse livro junto com ela eu sabia que poderíamos unir nossos conhecimentos porque ela entende muito de educação em geral e meus estudos de mestrado e doutorado tem focado nessa questão da importância do verde/natureza na vida das pessoas – meu mestrado foi sobre o efeito dos elementos da natureza em crianças oncológicas no hospital &#8230; em São Paulo. Sou a fundadora e presidente do Instituto Árvores vivas e, depois de tantas ações em parques, escolas e empresas com crianças, jovens e adultos, tinha também o sonho de escrever um livro infantil. Acho que somos duas apaixonadas por nossas profissões e áreas de atuação e, por isso essa parceria deu tão certo! Mas não podemos deixar de agradecer o trabalho primoroso da artista Helena De Cortez que, com suas aquarelas, deu vida aos nossos personagens e história!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Apesar de ser um livro infantil, quero destacar a ótima sessão no final do livro com Reflexões para pais e educadores e os elogios de diversos profissionais de destaque para essa obra, tanto no prefácio quanto no final do livro. Vocês escreveram também o livro-caixa – ou baralho como costumamos falar – com o mesmo título. Por que surgiu o baralho? E eles devem ser usados juntos?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bete </strong>– Não necessariamente. Quando escrevemos a história do livro, não conseguimos colocar nem metade de todas as sugestões que gostaríamos de compartilhar com os leitores, então surgiu a ideia de criar uma “caixinha” fora da caixa, na qual cada cartinha traz uma sugestão diferente de contato com a Natureza. Procuramos nesse baralho trazer de um lado da cartinha a linda ilustração da Helena e do outro lado, perguntas e comentários que convidam à reflexão e ação- queremos que as crianças e seus familiares se sintam motivados a ampliar sua conexão com a natureza para poderem cultivar sua saúde física, mental e emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Juliana </strong>&#8211; </em>Ah! E vocês encontram em cada cartinha quais elementos (ar, terra, água ou fogo) e quais sentidos (visão, paladar, olfato, tato e audição) estão sendo utilizados ao colocar em prática aquela sugestão. Apesar do livro e do baralho se complementarem, eles não precisam ser usados juntos não!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vocês receberam algum feedback de crianças, pais ou profissionais sobre seus livros?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Juliana </strong>– Sim! várias crianças se identificam com a briga com irmão ou irmã por causa das telas e muitas fizeram questão de nos contar que atividades das sugeridas nos livros elas já vivenciaram e quais ainda querem experimentar. Adoramos fazer contação de história para crianças e perceber o quanto elas querem ampliar esse contato!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bete </strong>– E teve até escola que decidiu usar o livro como tema da apresentação de final do ano dos alunos! Eles adaptaram a história do livro que será encenada pelos alunos e várias das sugestões dadas no livro e no baralho estão sendo aplicadas na sala de aula.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Onde podemos adquirir esses livros e como podemos conhecer mais sobre o trabalho de vocês?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Juliana</strong> – Vocês podem adquirir no site da editora Literareou diretamente conosco se quiserem os exemplares autografados. Enviamos pelo correio para qualquer lugar do Brasil. Nosso instagram é o @naturezaforadacaixinha</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bete </strong>&#8211; E é com muito orgulho que informamos que já tem a versão do livro em inglês também!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contatos</strong>: Vocês podem conhecer melhor o trabalho da Bete P. Rodrigues (palestrante, Trainer em Disciplina Positiva, responsável pela Pós Graduação Integral em Educação Parental etc.) e saber sobre seus cursos no site (<a href="http://www.beteprodrigues.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.beteprodrigues.com.br</a>), instagram(@disciplinapositivabrasil) ou Whatsapp (11-975413385).</p>
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		<title>CRECHE: Um direito da mãe trabalhadora ou da criança?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giulia Cherulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 17:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Creche]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[Visibilidade Social]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta é uma questão que constantemente causa divergências entre as esferas jurídica e educacional. A&#160;Constituição Federal&#160;em seu art.&#160;7º&#160;garante à mãe trabalhadora o direito de, após o nascimento de seu filho, requerer licença de 120 dias de afastamento do trabalho, sem prejuízo do seu salário. A&#160;mãe trabalhadora ainda tem assegurado o direito a berçário ou creche [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Esta é uma questão que constantemente causa divergências entre as esferas jurídica e educacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/188546065/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988">Constituição Federal</a>&nbsp;em seu art.&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10641213/artigo-7-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988">7º</a>&nbsp;garante à mãe trabalhadora o direito de, após o nascimento de seu filho, requerer licença de 120 dias de afastamento do trabalho, sem prejuízo do seu salário. A&nbsp;mãe trabalhadora ainda tem assegurado o direito a berçário ou creche nos locais de trabalho, sempre que a empresa tiver trinta ou mais mulheres trabalhando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida o <a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1031134/estatuto-da-crian%C3%A7a-e-do-adolescente-lei-8069-90">Estatuto da Criança e do Adolescente</a>&nbsp;e o art.&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10650040/artigo-208-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988">208</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/188546065/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988">Constituição Federal</a>&nbsp;asseguram o atendimento em creche e em pré-escola&nbsp;às crianças&nbsp;de 0 a 6 anos de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observamos que o direito de ambos se entrelaça, pois garantir o direito de acesso à creche às crianças cujas mães sejam trabalhadoras auxilia o desenvolvimento profissional da genitora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A forma como este direito deve ser garantido se confunde no momento de classificar a creche como possível direito social das mães ou como início da vida escolar da criança. E erroneamente a maioria de nós ainda possui a visão de que somente a mãe trabalhadora tem direito a uma vaga para seu filho na creche.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos fatores que dificultam o acesso das crianças pequenas à Educação Infantil, dos quais citamos: a dificuldade de encontrar uma vaga nas escolas públicas, a distância entre o domicílio e a instituição pleiteada, a qualidade dos serviços oferecidos pelo município, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao déficit de vagas, podemos afirmar que a demanda vai muito além das longas listas de espera que se formam nas unidades públicas, pois, frequentemente, os pais ou responsáveis, ao terem conhecimento das grandes listas de espera e da inexistência de vagas, desistem de inserir o nome da criança na lista e passam a buscar novas alternativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das crenças que atribuem à creche a visão estereotipada de local para “guardar” as crianças enquanto suas mães trabalham derivam do desconhecimento da organização espaço-tempo e das funções cuidar-educar que as creches assumem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento de mulheres nos anos 1970, reivindicando creches, foi fundamental para o surgimento da creche como instituição, com a função de cuidar e educar as crianças (Oliveira, 1999). Como instituição, ela representa um bem, um direito da criança e do trabalhador, uma conquista da sociedade civil organizada com a finalidade de promover o desenvolvimento infantil, especialmente quanto às suas necessidades e competências educativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse fato teve como consequência a procura por creche tanto pelas mães trabalhadoras como pelas que não trabalhavam fora, pois essas contavam com poucos recursos no espaço doméstico para garantir a socialização da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vê-se também que a educação infantil integra o sistema de ensino, sendo um dever do Estado e organiza-se segundo normas do Sistema Educacional vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, precisamos ter bem claro que a oferta de vagas em creches e escolas de educação infantil pública não se trata de um favor, mas sim um&nbsp;direito de todas as crianças de 0 a 6 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é preciso que este problema tenha visibilidade social, pois somente através do reconhecimento desta demanda serão mobilizados esforços e recursos para a ampliação do atendimento à Educação Infantil com qualidade. </p>
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		<title>Nutrição Materno Infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 18:08:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidado]]></category>
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		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[A nutrição materno infantil engloba diferentes momentos na vida de uma mulher, desde as tentativas de engravidar, a gestação em si, até a alimentação da nutriz e do bebê. A nutricionista materno infantil tem a capacidade de orientar as mulheres enquanto tentantes sobre uma alimentação adequada para a fertilidade feminina e masculina, os melhores alimentos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A nutrição materno infantil engloba diferentes momentos na vida de uma mulher, desde as tentativas de engravidar, a gestação em si, até a alimentação da nutriz e do bebê.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A nutricionista materno infantil tem a capacidade de orientar as mulheres enquanto tentantes sobre uma alimentação adequada para a fertilidade feminina e masculina, os melhores alimentos para a concepção e as orientações para a gestação. A partir disso, há o acompanhamento durante toda a gestação, com os cuidados da dieta, que não são voltados apenas para o controle do ganho de peso, mas também com orientações para lidar com os principais sintomas de cada fase da gestação, que podem envolver enjoos, náuseas, vômitos, azia, sonolência e cansaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No nascimento do bebê, os olhos ficam todos voltados para o recém-nascido, mas essa mãe também precisa de cuidados. O conhecimento dos melhores alimentos para cada uma, no aleitamento materno, ajustes de peso, cuidados com patologias que possam existir, relação entre alimentação materna e cólicas do bebê, são alguns dos muitos pontos que precisam ser vistos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A amamentação, que representa em si o leite materno, o alimento ideal para o seu bebê, suprindo todas as necessidades nutricionais até os seis meses de idade, pode ser um desafio para muitas mães. Dentre os seus benefícios estão o desenvolvimento saudável, menores chances de infecção no ouvido, alergias, eczemas, asma, diarreia, diabetes e obesidade. E para a mãe, a amamentação pode diminuir o risco do desenvolvimento de câncer de mama, câncer de ovário e diabetes tipo 2.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A introdução alimentar, recomendada a partir dos 6 meses, é de extrema importância para consolidar hábitos saudáveis futuros. Essa fase faz parte da definição do paladar e do contato com sabores e texturas. Com a orientação adequada, aspectos individuais são levados em conta, como o desenvolvimento de cada bebê, a região onde vivem e a cultura familiar. Nessa fase, é avaliado o ganho de peso e crescimento da criança e alguns pontos precisam ser vistos de forma atenta, como recusa alimentar, seletividade e alergias alimentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Cuidar da nutrição desde o início da vida é de grande importância para garantir um bom desenvolvimento. Buscar profissionais especializados, que entendam as condições de cada fase, desde a preconcepção, gestação até a alimentação da própria criança e da família é fundamental para a saúde de todos.</p>
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