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	<title>Infância &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>Infância &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Crianças e animais de estimação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 16:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pets]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabemos que durante a infância as crianças se desenvolvem na presença deestímulos e contato com o meio em que vivem. Crescer na presença de animais deestimação traz possibilidades ainda mais variadas de aprendizado, fortalecimentode vínculos e incentivo aos estímulos.Cães, gatos, pássaros, roedores, entre outras espécies podem ajudar as crianças aterem mais autonomia, noções de responsabilidade [&#8230;]]]></description>
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<p>Sabemos que durante a infância as crianças se desenvolvem na presença de<br>estímulos e contato com o meio em que vivem. Crescer na presença de animais de<br>estimação traz possibilidades ainda mais variadas de aprendizado, fortalecimento<br>de vínculos e incentivo aos estímulos.<br>Cães, gatos, pássaros, roedores, entre outras espécies podem ajudar as crianças a<br>terem mais autonomia, noções de responsabilidade e principalmente auto confiança.<br>Os pais podem inclusive, incentivar os filhos no que diz respeito ao cuidado com os<br>animais. Oferecer alimento e ajudar a manter o ambiente limpo e organizado são<br>tarefas simples que auxiliam na construção de rotina e bons hábitos durante a<br>infância.<br>Os vínculos formados nessa fase da vida são importantíssimos, não é raro na rotina<br>de atendimentos alguém relatar que convive com determinado pet desde criança.<br>Esses animais se tornam companhia de uma vida, participando das transições e<br>mudanças na vida dessas pessoas. Laços de carinho e bom convívio que deixam<br>lembranças que perduram por anos.<br>Há quem diga que a forma como uma sociedade trata seus animais determina seu<br>nível de evolução. Não seria a infância o melhor momento para ensinar e presenciar<br>amizades tão concretas?</p>
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		<title>Um ambiente saudável! O melhor presente para seu filho.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 18:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Outubro é o mês das crianças e nós mães, começamos a pensar nos presentes e nas surpresas que faremos para nossos filhos, principalmente se eles estão na infância. Geralmente pensamos em presentes que alegrem o tão aguardado dia, e isso é muito bom! Hoje eu gostaria de chamar a sua atenção para ações e cuidados [&#8230;]]]></description>
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<p>Outubro é o mês das crianças e nós mães, começamos a pensar nos presentes e nas surpresas que faremos para nossos filhos, principalmente se eles estão na infância.</p>



<p>Geralmente pensamos em presentes que alegrem o tão aguardado dia, e isso é muito bom!</p>



<p>Hoje eu gostaria de chamar a sua atenção para ações e cuidados que são verdadeiros presentes (não materiais) para nossos filhos, e que terão um grande impacto em toda sua vida.</p>



<p>Estou me referindo ao cuidado com a saúde mental, mais especificamente a nossa saúde mental, como mães e pais.</p>



<p>Sim, a nossa saúde mental têm grande impacto sobre nossos filhos.</p>



<p>Vivemos tempos de um número crescente de adoecimento mental e não podemos estar despercebidas para esse fato que gera tantos impactos na vida familiar e no desenvolvimento dos nossos filhos.</p>



<p>Pais que enfrentam problemas de saúde mental como depressão, ansiedade, estresse crônico, entre outros, muitas vezes podem ter dificuldades em oferecer um ambiente estável e de apoio para seus filhos. Isso pode afetar o bem-estar emocional e psicológico das crianças e adolescentes, assim como seu desenvolvimento cognitivo e social.</p>



<p>Sabemos que os pais desempenham um papel fundamental no modelamento do comportamento e das habilidades de enfrentamento dos filhos, e crianças que crescem em um ambiente em que os pais enfrentam desafios de saúde mental podem estar em maior risco e sofrerem com problemas emocionais e comportamentais.</p>



<p>É claro que não podemos desconsiderar as dificuldades que todas nós sofremos, as pressões da vida, os inúmeras desafios que enfrentamos.</p>



<p>Não há aqui a intenção de nos fazer sentir culpa, mas sim de nos despertar para um investimento extremamente necessário, que é na nossa saúde mental.</p>



<p>Precisamos estar atentas ao fato de que pais emocionalmente adoecidos podem transmitir seu estresse, ansiedade, depressão ou outros problemas emocionais para seus filhos de várias maneiras já que as crianças muitas vezes imitam o comportamento e as reações dos pais. Se os pais estão constantemente estressados ou ansiosos, os filhos podem aprender a lidar com o estresse da mesma maneira.</p>



<p>A falta de apoio por parte dos pais adoecidos pode afetar o desenvolvimento emocional das crianças, além de oferecer um ambiente familiar instável, com conflitos frequentes, negligência afetiva, afetando negativamente o bem-estar das crianças e adolescentes.</p>



<p>Por tudo isso, preservar os filhos é uma preocupação importante e nós mães, podemos tomar algumas medidas que irão minimizar o impacto sobre nossos filhos.</p>



<p>No caso de adoecimento mental de um dos pais é importante buscar ajuda profissional, terapia, medicamentos ou outros tratamentos recomendados.</p>



<p>É importante também que os pais mantenham uma comunicação aberta com os filhos, adaptando a conversa à idade e compreensão deles e explicando de forma simples e apropriada o que está acontecendo, tranquilizando-os de que o problema não é culpa deles.</p>



<p>Oferecer uma rotina estável e previsível em casa também pode proporcionar aos filhos um senso de segurança e de estabilidade, o que é particularmente importante quando os pais estão enfrentando desafios de saúde mental.</p>



<p>Além de ajuda profissional, considere envolver outros membros da família, amigos ou grupos de apoio para oferecer suporte emocional aos seus filhos e a você.</p>



<p>Cuide de si mesma. As mães e os pais também precisam de cuidados.</p>



<p>Certifique-se de cuidar de sua própria saúde mental, buscando o apoio necessário e tirando tempo para si e esteja atenta às mudanças de comportamento significativas e no bem-estar emocional de seus filhos. Se notar sinais de estresse, ansiedade ou outros problemas, considere procurar ajuda adicional para eles.</p>



<p>O apoio profissional, como terapia familiar ou terapia infantil, pode ser útil para auxiliar as crianças e os adolescentes a lidarem com os desafios associados aos pais emocionalmente adoecidos.</p>



<p>É importante destacar que nem todas os filhos de pais com problemas emocionais desenvolvem problemas semelhantes. Muitos fatores podem influenciar no modo em que uma criança responde a essa situação, incluindo a presença de outros adultos de apoio, a personalidade da criança e suas próprias resiliências emocionais.</p>



<p>Mas não podemos negar que pais e mães saudáveis e felizes tem maiores chances de oferecem um ambiente adequado para seus filhos crescerem e criarem laços afetivos, se desenvolverem de modo a se relacionarem saudavelmente consigo mesmas, com o outro e com o mundo.</p>



<p>Saúde mental é um excelente presente, não só para o dia das crianças, mas para toda sua vida!</p>



<p>Pense nisso! Se cuide!</p>



<p>Com carinho!</p>



<p>Fátima Aquino</p>



<p>Psicóloga Clínica</p>
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		<title>Valores na infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[As crianças aprendem muitas coisas observando os pais e reproduzem como espelhos. Para transmitirmos valores, temos que compreender onde somos falhos e aprendermos a lidar com as nossas expectativas, dúvidas, angústias e anseios. O valor traz em si a concepção de algo desejável, e como pais, temos que ser o vínculo entre ele e as [&#8230;]]]></description>
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<p>As crianças aprendem muitas coisas observando os pais e reproduzem como espelhos. Para transmitirmos valores, temos que compreender onde somos falhos e aprendermos a lidar com as nossas expectativas, dúvidas, angústias e anseios.</p>



<p>O valor traz em si a concepção de algo desejável, e como pais, temos que ser o vínculo entre ele e as crianças. Vamos falar de alguns valores essenciais para transmitirmos para os pequenos desde o nascimento.</p>



<p>Amor próprio é uma palavra que ouvimos tanto, mas muita vezes não compreendemos de verdade o que significa e como trabalharmos ele em nossas vidas. Quando temos que estabelecer esse contato na vida adulta, e resgatar um auto cuidado que foi negligenciado, o processo é dificultado. Desta forma, devemos ensinar aos pequenos a se amar, exercer a paciência consigo mesmos, se perdoar pelas falhas e incentivar o autoconhecimento.</p>



<p>O autocontrole é outro ponto que deve ser trabalhado, pois precisamos ensinar às crianças que na vida existem situações em que as coisas não acontecem como esperamos. Elas precisam entender o “não” e aprender a lidar com as frustrações.</p>



<p>Um valor que não pode ser negligenciado é a honestidade. Os pais devem ser pilar para o ensinamento da importância de se falar a verdade e do entendimento de se fazer o que é certo e lidar com as consequências de seus atos.</p>



<p>A empatia é um valor que deve ser desenvolvido em todo ser humano. Se colocar no lugar do outro e compreender a sua dor é uma capacidade que nos torna humanos. Esse valor deve ser estimulado e enaltecido, e os pais precisam ser a base para o entendimento da inclusão, amor ao próximo, consciência e respeito. Além disso, o incentivo a ajudar ao próximo, compartilhar, dividir e criar oportunidades para se desenvolver a generosidade, são muito importantes para um adulto que não se torne egoísta.</p>



<p>Ser uma pessoa colaboradora também é essencial para a vida adulta. Ninguém consegue fazer tudo sozinho, e ter uma pessoa que ajuda por perto é ótimo. Estimular a ajudar nas tarefas de casa, organização dos brinquedos e materiais da escola ou ajudar um coleguinha são algumas ideias.</p>



<p>Devemos lembrar que teorias extensas não são bem compreendidas pelas crianças, havendo a necessidade de exemplos práticos. Ter uma comunicação positiva e diálogos construtivos é a melhor saída. Nossos filhos repetem certas palavras e atitudes nossas, por isso, nós devemos ser o exemplo. Praticar o que ensinamos é o mínimo.</p>
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		<title>Empreendendo desde à infância </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Thalita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 20:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[No artigo desta edição especial de Dia das Crianças quero compartilhar com você um pouco da minha história no empreendedorismo, porque a paixão por empreender nasceu desde muito cedo em mim. E gostaria de falar, especificamente com as mães, para te tranquilizar, caso você seja mãe de uma criança super agitada como eu já fui [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No artigo desta edição especial de Dia das Crianças quero compartilhar com você um pouco da minha história no empreendedorismo, porque a paixão por empreender nasceu desde muito cedo em mim. E gostaria de falar, especificamente com as mães, para te tranquilizar, caso você seja mãe de uma criança super agitada como eu já fui de que, podemos nos tornar em bons multipotenciais, só precisamos de ajuda.</p>



<p>Bom, como uma boa hiperativa, eu nunca fui muito boa em ficar quieta sem fazer nada e acredito que como sempre vi meu pai trabalhar muito, desde muito nova conectei minhas atividades a possibilidade de trabalhar. Afinal, já que é pra não ficar quieta, melhor fazer um dinheirinho, né?</p>



<p>Pois bem, quando eu era bem novinha, antes dos 10 anos de idade existiam aquelas máquinas de fazer chocolate e chiclete da Eliana, naquela época em que ela ainda apresentava na televisão o “Programa da Eliana” para crianças. Eu tinha todas essas máquinas de brinquedo, e pensei que eu poderia fazer alguns produtos diferentes e vender na igreja, na escola e para os vizinhos. Assim foi feito. Uma brincadeira se tornou também uma forma legal de aprender a ganhar dinheiro.</p>



<p>Eu não sei te dizer quanto eu ganhei nesse tempo, mas eu sei que ele não passou tão rapidinho e acabou tomando outros formatos, gostei do negócio, gostei de negociar e comecei a perceber que fazer dinheiro não era tão fácil, mas era totalmente possível através do trabalho.</p>



<p>Com isso, eu que não tinha muito mais do que 10 anos de idade comecei a ter minhas primeiras noções de organização financeira e empreendedorismo. Esse foi um dos grandes presentes que eu me dei e que meus pais me deram, me permitir empreender desde criança, ou pelo menos, brincar de empreender.</p>



<p>Eu acredito que existem algumas coisas que se pudermos oferecer para as crianças, é um grande presente, como: conhecer Jesus desde a infância, ter princípios bem desenvolvidos, uma educação baseada no desenvolvimento das habilidades da sua criança (em outro momento, posso fazer um texto contando minha experiência com a educação), e nunca dizer para uma criança que seus sonhos são impossíveis, mas sempre perguntar a ela como fará para realizá-los, e oferecer um ambiente seguro para ela. Todo o resto, a gente consegue fazer a partir daqui. Eu acredito que essas são, talvez, as coisas mais importantes que os pais podem oferecer aos filhos. E por sorte, eu tive tudo isso.</p>



<p>As crianças não precisam de todos os brinquedos que querem, muito menos precisam ouvir “sim” sempre, as crianças não precisam estar longe da frustração, porque todas essas coisas nos ajudam a moldar o nosso caráter e isso reflete no adolescente que seremos e por consequência, no adulto que seremos.</p>



<p>Conheci Jesus aos 4 anos, cresci com meus pais deixando claro quais eram os princípios da nossa família, tive uma educação maravilhosa que olhava para mim e para a forma como eu aprendia, respeitando todos os meus processos, meus pais nunca me disseram que eu não conseguiria, mas sempre me perguntaram como eu faria e me deixaram fazer, tive os meus erros também, e por fim, eles sempre me deram um ambiente seguro para contar meus problemas e para eu voltar quando eu precisasse.</p>



<p>Eu acredito que o maior presente que os pais dão aos filhos não é o peixe, mas sim, ensinar como pescar o peixe, e se porventura, for possível, a vara de pescar pode ser um bom presente também. Mas, não entregue o peixe, mesmo que você possa, mesmo que você veja seu filho no corre, noites sem dormir, resolvendo diversos BOs, deixe ele resolver, o peixe estará muito mais gostoso depois.&nbsp;</p>



<p>Bom, hoje, muitas pessoas dizem: “Bruna, como você dá conta de tudo?”, e a verdade é&nbsp; que eu não comecei apenas depois da faculdade, o meu corre é a minha realidade desde muito nova, hoje, só estou colhendo as alegrias das minhas decisões e das decisões que os meus pais fizeram por mim quando eu era criança.</p>



<p>É dia das crianças, que a gente permita que as crianças sejam crianças sem torná-las em eternas crianças, sem impedi-las de crescer, sem acreditar que elas não podem realizar.</p>



<p>Sabe por que ser criança é tão incrível assim? Porque é nesse momento que nós estamos definindo quem seremos quando formos adultos, e os nossos pais estão nos ajudando a definir isso… cuide bem dessa definição, esses rastros ficarão para sempre.</p>



<p>Feliz Dia da Criança para todas as crianças que são e podem ser crianças!</p>
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		<title>Redes sociais e seu impacto na infância das nossas crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2022 16:08:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é nada raro nos depararmos com crianças sendo expostas às redes sociais cada vez mais cedo, e muitas vezes sem a supervisão de seus responsáveis. O objetivo não é dar um veredito de certo ou errado, mas sim refletir sobre os possíveis desdobramentos de hábitos aparentemente inofensivos, mas que têm potencial para desencadear uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não é nada raro nos depararmos com crianças sendo expostas às redes sociais cada vez mais cedo, e muitas vezes sem a supervisão de seus responsáveis. O objetivo não é dar um veredito de certo ou errado, mas sim refletir sobre os possíveis desdobramentos de hábitos aparentemente inofensivos, mas que têm potencial para desencadear uma série de consequências indesejáveis, porém duradouras.</p>



<p>Será que esse é o novo modelo de infância? Será que tentar controlar, dosar e modificar o excesso de consumo e produção de conteúdo das crianças nas mídias sociais seria adiar o inevitável? Ou seria possível encontrar um ponto de equilíbrio entre o ideal e o excessivo? E se sim, qual seria o ideal?</p>



<p>A questão é essa, muitos pais agem na base da tentativa e erro, tentando não serem “caretas”, ultrapassados e retrógrados demais, nem permissivos além da conta. A verdade é que a maioria foge desses extremos opostos. Acontece que esses conceitos podem ser (e são) relativos.</p>



<p>O fato é que a criança não pode deixar de ser criança, agir como criança e se preocupar apenas com coisa de criança. Se a questão da comparação nas mídias já é uma dificuldade para nós, adultos, imagine os efeitos que pode surtir sobre os pequenos, os quais ainda estão formando suas crenças, a forma como veem o mundo e, principalmente, a forma como enxergam a si mesmos.</p>



<p>Não dá para liberar o livre consumo de tudo o que é postado na internet sem nos indagarmos sobre o que isso pode acarretar na mente das nossas crianças. Com ou sem internet, criança demanda atenção, participação e supervisão. Não adianta o responsável entregar um equipamento eletrônico para ela com a falsa crença de que vai obter sossego e tranquilidade enquanto a criança se entretém na internet, delegando às mídias uma tarefa que seria do próprio responsável.</p>



<p>Uma hora ou outra, a conta chega. Como resultado, vemos adolescentes cada vez mais ansiosos, depressivos, não vendo razões para viver, já que não possuem a vida dos sonhos “vendida” na internet. E esse é só um dos inúmeros desdobramentos de uma geração que está crescendo com o celular na mão e olhos na tela.</p>



<p>Talvez seja tarde para mudar a ideia de como utilizamos a internet, mas certamente ainda está em tempo de não deixarmos o excesso desse uso na infância prejudicar o futuro das nossas crianças.</p>
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		<title>A importância do afeto na infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Apr 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Importância do afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira infância é uma fase de extrema importância no aspecto da personalidade dos nossos filhos. Crianças desprovidas de afeto demonstram alterações nas áreas cerebrais relacionadas às emoções. De acordo com pesquisas feitas na Universidade de Harvard e Yale, o carinho e o cuidado na infância funcionam no futuro protegendo contra doenças da mente. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A primeira infância é uma fase de extrema importância no aspecto da personalidade dos nossos filhos. Crianças desprovidas de afeto demonstram alterações nas áreas cerebrais relacionadas às emoções.</p>



<p>De acordo com pesquisas feitas na Universidade de Harvard e Yale, o carinho e o cuidado na infância funcionam no futuro protegendo contra doenças da mente. A falta de cuidado compromete o funcionamento cerebral e as consequências aparecerão na fase adulta. As crianças que não possuem vínculos afetivos sólidos possuem maior tendência à agressividade, depressão e comportamentos destrutivos.</p>



<p>Nós, mamães, sabemos todas as emoções que nos envolvem quando nasce um filho. Em laboratório, pesquisadores são capazes de “construir” uma mãe rata que maltrata os próprios filhotes e uma das situações mais estressantes para uma mãe rata que amamenta é a falta de uma cama adequada. É fato que ratos não tem a necessidade de uma cama luxuosa, mas as mamães ratas de laboratório possuem lencinhos e tiras de papel para arquitetar seu ninho. Ao privar as mamães ratas dos materiais para construir seus ninhos e mudá-las de maneira abrupta para outra gaiola, os pesquisadores conseguem criar animais totalmente estressados. Imagine você, voltando para casa do hospital da maternidade, com o seu recém-nascido e ser recebida por alguém que diz: “Olá! Antes de colocar o bebê no berço, permita-me explicar que nós colocamos você em uma nova casa. Ah, e jogamos todas as suas roupas e a mobília na lixeira. Até logo!”. Você pode ter uma ideia do que aquelas ratas estavam sentindo.</p>



<p>Essas mamães ratas totalmente estressadas maltratavam os seus filhotes. Elas os deixavam cair, pisavam neles. Não passavam o tempo necessário cuidando e lambendo seus filhotes. Esse ambiente abusivo precoce prejudicou o desenvolvimento neuronal dos filhotes. Não é sinal de uma criação feliz.</p>



<p>Uma pesquisa feita na Universidade de Washington comprovou, com imagens do cérebro de mais de 100 crianças em idade pré-escolar, que o amor materno, o afeto entre mãe e filho, tem a capacidade de dobrar o tamanho do nosso hipocampo. Região responsável pela memória, aprendizado e regulação das emoções. No entanto, crianças agredidas pelos pais naturalizam a violência. Isso acontece porque na infância, o cérebro não consegue vincular que tal atitude é do pai ou da como negativa, e, assim, se desenvolve acreditando que os comportamentos violentos são aceitáveis.</p>



<p>Naturalmente, uma criação amorosa é essencial para bebês e crianças humanas também. A criação sensível pode ajudar as crianças a desenvolver um bom controle de emoções, o que quer dizer que elas tendem a experimentar sentimentos negativos sem que se sintam dominadas por eles.</p>
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		<title>Pandemia e saúde mental das crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[2022]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano é novo, 2022, mas a história ainda persiste: pandemia. O isolamento impactou – independentemente da idade – de alguma forma, a vida do seu pequeno. Mas não tinha como ser diferente, de uma hora para outra, a escola, as aulas extras, o parquinho, os passeios foram trocados pelo confinamento em casa e os [&#8230;]]]></description>
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<p>O ano é novo, 2022, mas a história ainda persiste: pandemia. O isolamento impactou – independentemente da idade – de alguma forma, a vida do seu pequeno. Mas não tinha como ser diferente, de uma hora para outra, a escola, as aulas extras, o parquinho, os passeios foram trocados pelo confinamento em casa e os pais na ameaça de um inimigo difícil de explicar, ele é invisível aos olhos desses serzinhos que tanto querem saber das coisas.</p>



<p>“Mamãe, que dia vou voltar pra escola?”, “Mamãe, quero ver meus amiguinhos!” “Mamãe, você está com coronavírus?”, “Quando é que ele vai embora?”. Acho que em muitas casas essas perguntas têm sido frequentes. E com elas, as mudanças no comportamento também se aliam.</p>



<p>Um estudo chinês, com 320 crianças e adolescentes revelou efeitos psicológicos imediatos da pandemia: dependência em excesso dos pais (36% dos avaliados), desatenção (32%), preocupação (29%), problemas no sono (21%), falta de apetite (18%), pesadelos (14%) e agitação (13%).</p>



<p>Sabemos que a variação se dá pela forma como os pais lidam com a situação, a idade da criança, o contexto social e familiar em que está inserida, o ambiente em que vive e o apoio emocional recebido nesse momento. Qual pode ser, então, uma maneira dos pais terem um impacto positivo na saúde emocional dessas crianças?</p>



<p>Em primeiro lugar, devemos saber e aceitar que as coisas estão diferentes, e compreendermos isso de forma a enxergar nossos próprios sentimentos. Entender que você pode estar ansioso, preocupado e impaciente (o que é aceitável pela situação vivida), e como lidar com isso de forma a dar acolhimento e ter um bom diálogo com seus filhos.</p>



<p>Não podemos nos esquecer da rotina dos pequenos. Eles amam rotina, e ela é muito importante. Devemos manter uma rotina que seja possível e adequada a cada ambiente familiar. Tenha definidas as prioridades e os horários importantes. A rotina traz segurança para a criança, pela previsibilidade, o que ajuda a diminuir a ansiedade e até a irritabilidade.</p>



<p>Um fator muito importante é estar atento as informações que seus filhos consomem. Essas, devem estar adequadas a idade deles e ao entendimento e compreensão para um cérebro em formação. Notícias podem gerar angústia e fazer com que eles fantasiem coisas que podem trazer medo e insegurança. Aqui vale também um anexo para o excesso de telas, que já foi cientificamente relacionado ao aumento da probabilidade de as crianças apresentarem habilidades motoras pobres, inatividade física e diminuição das horas de sono.</p>



<p>Um ambiente de tensão pode ser maléfico. É importante que os momentos de diversão estejam presentes. Momentos de brincadeiras e compartilhas experiencias com os pais trazem alegria e facilitam o dia a dia.</p>



<p>No caso de os comportamentos estarem com prejuízo e atrapalhando as relações familiares, talvez seja necessário procurar ajuda profissional. Relatar esse tipo de percepção, que vai além da desorganização comum nesse momento, pode trazer o entendimento de que a família precise de algum apoio externo.</p>



<p>De qualquer forma, nesse momento, o maior aprendizado é o cuidado uns com os outros, feito com muita paciência e esperança. O acolhimento é imprescindível para os pequenos, e fazer a diferença no mundo começa pela infância.</p>
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