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	<title>falar &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Setembro Amarelo: quando falar é um ato de coragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 14:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Setembro Amarelo é uma campanha que nos lembra do valor da vida, da importância do cuidado e da força que existe em pedir ajuda. Você já percebeu como, às vezes, uma simples conversa pode mudar o rumo de alguém? Um “pode contar comigo” ou “estou aqui para te ouvir” pode parecer pequeno, mas, para [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Setembro Amarelo é uma campanha que nos lembra do valor da vida, da importância do cuidado e da força que existe em pedir ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você já percebeu como, às vezes, uma simples conversa pode mudar o rumo de alguém? Um “pode contar comigo” ou “estou aqui para te ouvir” pode parecer pequeno, mas, para quem sofre em silêncio, pode ser a diferença entre desistir ou seguir em frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Setembro nos traz esse lembrete urgente: precisamos falar sobre saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é moda, não é exagero, muito menos demonstração de fraqueza. É cuidado. É amor pela vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde mental não é algo que se vê no espelho, mas que se sente no coração. E merece a mesma atenção que damos a saúde do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo. Só no Brasil, são cerca de 14 mil casos por ano, o que significa, em média, 38 pessoas por dia. São números que nos assustam, mas também nos convidam à ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como psicóloga, sei que pedir ajuda pode parecer difícil. Vejo isso no meu dia a dia. Existe medo, vergonha, até a crença de que “ninguém vai me entender”. Mas a verdade é que ninguém precisa enfrentar a dor sozinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está em sofrimento severo, converse com alguém de confiança ou ligue para o 188 (CVV) que tem atendimento gratuito, 24 horas, em todo o Brasil ou ainda, procure ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se o sofrimento é de alguém que você ama, procure escutar sem julgamentos, evitando frases que diminuam a dor, como “isso vai passar” ou “seja forte”. No lugar disso, mostre empatia, presença e interesse, ouça com atenção e amor, acolha com um abraço, enviei uma mensagem e se for possível convide para um café e seja presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se perceber que essa pessoa precisa de mais do que isso, incentive a busca por acompanhamento profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sinal de fraqueza admitir que não está bem. É um ato profundo de coragem e de amor-próprio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Setembro Amarelo vai além de uma campanha. É um convite para que possamos viver com mais empatia e respeito, reconhecendo que cada vida importa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que possamos cuidar de quem está ao nosso redor e de nós mesmas, com mais ternura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, no fim, falar sobre saúde mental é falar sobre amor. E o amor é o elo perfeito, que sustenta a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,<br>Fátima de Aquino<br>Psicóloga Clínica<br>CRP 04/45482</p>
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		<title>O poder da comunicação com a mulher mais importante da sua vida: você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 00:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[falar]]></category>
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					<description><![CDATA[Sempre que pensamos em Oratória nos vem à mente algo relacionado ao conjunto de técnicas e ferramentas próprias para superação do medo de falar em público, como fazer palestras e apresentações de impacto, posicionamentos nas redes sociais, habilidades para vendas, a arte de contar histórias que conectam (Storytelling) ou mesmo, gatilhos mentais para prender a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Sempre que pensamos em Oratória nos vem à mente algo relacionado ao conjunto de técnicas e ferramentas próprias para superação do medo de falar em público, como fazer palestras e apresentações de impacto, posicionamentos nas redes sociais, habilidades para vendas, a arte de contar histórias que conectam (Storytelling) ou mesmo, gatilhos mentais para prender a atenção do ouvinte para o persuadir e influenciar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas hoje vamos falar sobre uma comunicação pouco abordada, mas sem dúvida, a mais importante de todas! Como especialista em Comunicação e Oratória afirmo com muita convicção, que muito mais do que técnicas e estratégias para desenvolver eloquência e desenvoltura em sua fala com os outros, comunicar-se consigo mesma é a tarefa mais relevante e também, a mais complexa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A arte de lapidar a nossa habilidade de nos comunicarmos com intencionalidade ao nosso próprio coração é o alicerce correto que estruturará toda a transmissão de mensagens com o mundo exterior. E é sobre essa comunicação que teremos a oportunidade de nos debruçar agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas nós, mulheres, nascemos com uma necessidade em comum: estabelecer vínculos e relacionamentos íntimos e duradouros. Essa é a razão que norteia, na verdade, toda a nossa comunicação. E existem quatro maneiras extremamente eficazes de termos contato com o mundo: o que fazemos, o que aparentamos ser, o que falamos e como falamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somos todos os dias avaliadas e classificadas por meio de nossos comportamentos, atividades, por nossa comunicação verbal e não verbal, nossas vestes, postura, cabelo, gestos, nossas palavras e a maneira como as pronunciamos – se ríspida ou amavelmente, se timidamente ou com autoridade. Descobrir como podemos usar essas ferramentas de conexão a nosso favor, nos destacará como comunicadoras de excelência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para tanto precisamos trazer luz ao tema da comunicação interna pois negligenciamos, sobremaneira, o refinamento, a delicadeza e compaixão das nossas falas com nós mesmas, no íntimo do nosso ser, palavras que sequer são pronunciadas. Por vezes, somos muito compreensivas e incentivadoras com as pessoas com as quais nos relacionamos, mas somos muito severas na nossa autocrítica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque o autossacrifício feminino é um padrão tão incorporado a nossa cultura que não damos conta de que nunca fomos ensinadas a nos comunicar com leveza e persuasão conosco e, sequer nos despertamos para a necessidade de nos convencer intencionalmente a fazer, falar ou pensar em algo que sabemos ser o melhor para nós. Somos ótimas conselheiras para com os outros, mas agimos no piloto automático quando o assunto diz respeito a nossa pessoa, sem nem parar para “bater um papo” a sós com nossas ideias e pensamentos antes de qualquer decisão. Interessante pensar sobre isso, não é?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já aconteceu de, em algum momento da vida, você experimentar a incoerência de viver contrariamente ao que você acredita? Sabemos exatamente tudo o que é importante para nós e porquê, mas não conseguimos, na integralidade, agir de acordo. Sabemos de cor que não devemos nos envolver com cafajestes, por exemplo, que não precisamos ser boazinhas demais, nem dar confiança a todo mundo e que somos muito capazes e competentes para muitas tarefas. Mas por alguma razão, alheia a nossa racionalidade, nos surpreendemos com nossas próprias atitudes e comportamentos totalmente diferentes daquilo que defendemos com unhas e dentes. Por que isso acontece, afinal?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É que não paramos para observar que a raiz dos nossos problemas reside nas falhas da nossa comunicação!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes, emitimos mensagens antagônicas ao que queremos expressar, pois o nosso discurso não verbal é contraditório ao verbal. Há uma relação perfeita entre o que comunicamos e o que fazemos. E isso justifica o fato de estarmos inconscientemente reproduzindo padrões de comportamentos tóxicos e nocivos, mesmo sabendo que determinadas atitudes são equivocadas. Isso mesmo! Temos sido nossas maiores adversárias por não estarmos investindo na qualidade da nossa comunicação interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Preciso chamar sua atenção para uma verdade que embora simples é extremamente grandiosa: a comunicação exerce o poder de moldar a realidade! Tudo o que fazemos, vivemos, lembramos, nos dispusemos a executar, planejar, sonhar e realizar, nasce inicialmente na nossa comunicação interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque antes mesmo de apresentar as ideias ao mundo, elas são comunicadas internamente em nossa mente e coração! Agir e efetuar são meras consequências daquilo que já conversamos, antecipadamente, conosco. Logo, a nossa realidade, nossos relacionamentos, carreira, a maneira de ver e interagir com o mundo deriva da qualidade da comunicação interna: se somos tolerantes ou impacientes, amáveis ou nervosas, perdoadoras ou implicantes, se nossos relacionamentos são bem-sucedidos, nossas carreiras brilhantes, enfim, absolutamente tudo é oreflexo da qualidade das conversas que tivemos com nósmesmas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E essa habilidade de ter uma comunicação interna produtiva não é necessariamente inata. Qualquer pessoa que tenha despertado sua consciência para sua importância e relevância, consegue desenvolvê-la. Tudo o que é preciso é vontade e determinação aliado a um bom direcionamento para a transmissão da mensagem correta e da maneira adequada. O perfil comportamental deve ser considerado também, pois como seres diferentes, respondemos a estímulos de formas diversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do exposto, podemos afirmar que a melhor forma para adquirir excelência na nossa comunicação interna é investirmos massivamente no autoconhecimento. Afinal, só amamos verdadeiramente quem conhecemos! Então, ouça-se com carinho e sem julgamento, ame-se e perdoe-se como você faria a um melhor amigo. Assuma um relacionamento de amor e compromisso consigo e terá uma linguagem de amor alinhada aos seus objetivos e coerente com a história de vida que quer escrever.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao cuidar da forma como nos comunicamos internamente, teremos o poder de mudar a forma como vemos a nós mesmas. Existem técnicas e ferramentas muito legítimas e eficazes de verbalizar características que ainda não desenvolvemos, que ao serem proferidas com a escolha de palavras afirmativas e edificantes ao nosso respeito, essa comunicação terá o condão de nos elevar a um próximo nível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres são seres falantes por natureza, e mais do que melhorar e aprimorar a qualidade das nossas falas ao mundo, nos atentemos em refinar a nossa comunicação interna, escolhendo palavras poderosas, que estimulem nossa ação e reforcem nossa real identidade de princesas, delicadas e sensíveis que somos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredite: o sucesso de uma boa comunicação e oratória começa com a verdadeira transformação dos nossos comportamentos, posturas e atitudes mentais originadas pelo poder sobrenatural da comunicação interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Permita que sua comunicação intrapessoal esteja alinhada com seus mais elevados propósitos. Mude sua realidade e viva o extraordinário a partir da qualidade das suas conversas íntimas com a pessoa mais importante da sua vida: você mesma!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não subestime o poder da oratória e aplique-o primeiramente consigo, e todos os outros frutos da comunicação como, reconhecimento, autoridade, influência, respeito e validação lhe serão acrescentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dra Danielle Regis é Advogada há 21 anos, Palestrante, Pós Graduanda em Terapia Familiar, com experiência como Juíza Conciliadora do Tribunal de Justiça da Bahia, Especialista em Comunicação e Oratória, Empreendedora no Negócio de Educação OnLine, Mentora do Curso “O Milagre da Oratória” na plataforma digital do Instagram no @daniregisoficial, casada há 20 anos e mãe de Eduardo e Alice.</p>
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