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	<title>Eleições 2022 &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>Eleições 2022 &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Pós-eleições, o que muda aos olhos internacional e dos investidores?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giulia Cherulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 19:42:32 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph"><br>Durante o todo o processo eleitoral no BRASIL, os fundos seguiram atentos às escolhas para o Congresso enquanto analistas políticos ressaltam a importância das relações internacionais em um cenário geopolítico em transformação, ou seja, as eleições foram observadas com especial interesse.<br>Afinal, trata-se de um momento de transformação no cenário global, como uma guerra na Europa, a crise do gás natural e discussões sobre o futuro da democracia no mundo.<br>Após as eleições, a expectativa é que a econômica brasileira venha desacelerar, ou seja, impactos dos juros altos tende a frear atividade na reta deste final de ano, conforme indicam analistas. Segundo eles, a perda está associada aos efeitos defasados dos juros altos, que dificultam o consumo de bens e serviços mais dependentes da concessão de credito. Como também, o endividamento das famílias e a redução do estimulo da reabertura da economia, são considerados fatores que podem segurar a atividade.<br>Economistas acreditam que os efeitos da política monetária se tornem cada vez mais claros, diz Lucas Mercadante, da Rio Bravo Investimentos, sobre o impacto da alta de juros. A perda de folego da economia já estava prevista para a segunda metade do ano de 2022, e o que tende a impedir essa desaceleração maior, é o reflexo das medidas de estimulo adotadas ao longo do ano eleitoral.<br>Apesar da perspectiva de um Estado mais inflado e protecionista, o retorno de Lula significaria a volta do Brasil ao cenário internacional. Bolsonaro se tornou persona non grata no exterior, num contexto em que os aspectos ambientais assumiram protagonismo nas escolhas das grandes companhias e fundos, observa Fernando da Cruz Vasconcellos, diretor da Valuation Consulting, em Londres. &#8220;Se tiver disciplina fiscal e continuar fazendo as reformas necessárias &#8211; apesar de ser muito difícil, como a gente tem visto -, o Brasil tem um futuro muito promissor em ESG [ambiental, social e governança], que cada vez mais está no centro das atenções dos investidores do mundo inteiro&#8221;, avalia. &#8220;<br>Às vésperas da disputas com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que venceu o pleito, o presidente Jair Bolsonaro (PL) apostou na liberação de recursos, na ampliação de benefícios sociais e no corte de tributos sobre itens como combustíveis.<br>O PIB deve avançar 0,6% no terceiro trimestre, e para o quarto trimestre, a projeção é re recuo de 0,4% neste ano de 2022. Há uma possível variação positiva de 0,3% projetada para os últimos três meses do ano, visando o crescimento de atividades de comercio e serviços na reta final do ano, marcada por Black Friday e Ntal, considerados setores de hipermercados e supermercados e o de vestuário, com produtos de valor mais baixo, fazem parte da lista, e mais, com a chegada da Copa do Mundo em novembro a dezembro, haverá estimulação nas atividades como a de bares e restaurantes.<br>Para o ano de 2023, sobre o novo governo Lula, um dos principais desafios da gestão será conciliar a responsabilidade fiscal com o pagamento de benefícios sociais prometidos durante a campanha, incluindo o valor mínimo de R$600 para o Bolsa Família – nome que deve rebatizar o auxílio do Brasil.<br>Quanto aos investimentos sustentáveis A percepção sobre o próximo presidente muda conforme a origem &#8211; os investidores nacionais tendem a preferir a continuidade. A saída dos nacionais dos fundos de ações brasileiros ante à perspectiva da volta do PT ao poder já acumula R$ 55 bilhões no ano. Já os estrangeiros veem com bons olhos a volta do petista. Muitos ainda se lembram com nostalgia da época em que os investimentos em títulos e ações no Brasil resultavam em retornos de dois dígitos, nos anos 2000.<br>Com a China desacelerando, a Rússia em guerra e a Europa em plena crise energética, o Brasil é visado como um mercado emergente com potencial em 2023.</p>
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		<title>A mulher na vida política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giulia Cherulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Sep 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulher na política]]></category>
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					<description><![CDATA[Te convido hoje a repensar no papel social desempenhado pelas mulheres na sociedade brasileira, no âmbito político, para ser mais especifica, se trata de um exercício interessante, principalmente quando levamos em consideração a nossa sociedade, que foi construída sob a égide do machismo do patriarcalismo no qual o homem sempre ocupou o espaço público e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Te convido hoje a repensar no papel social desempenhado pelas mulheres na sociedade brasileira, no âmbito político, para ser mais especifica, se trata de um exercício interessante, principalmente quando levamos em consideração a nossa sociedade, que foi construída sob a égide do machismo do patriarcalismo no qual o homem sempre ocupou o espaço público e a mulher, o privado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas em 1932, há quase 90 anos, o voto feminino foi autorizado em todo o Brasil, permitindo que as brasileiras então, pudessem ir às urnas e eleger seus representantes, e dentre eles, elegeu-se uma mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na década de 70 do século passado, as mulheres representavam 35% do eleitorado, ultrapassando a marca dos 50% no ano de 2006, quebrando a hegemonia do eleitorado masculino. Nas últimas eleições, de acordo com o TSE Tribunal Superior Eleitoral, o número de candidaturas femininas alcançou 31,7% do total de registros nas últimas eleições, o que significa certo avanço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a pergunta é, o aumento na participação do voto pelas mulheres é a confirmação de que elas estão conquistando seu espaço? Sim, podemos dizer que sim, embora os desafios encontrados pelas mulheres tanto na política quanto na sociedade de modo geral. As mulheres encontrarão grandes dificuldades em ocupar seu espaço de poder, como serem eleitas ou ter voz ativa nas tomadas de decisões políticas, de forma que a ocupação desses espaços deixa as mulheres à margem dos processos de elaboração das políticas públicas, além de enfraquecer a democracia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, por ocasião da pandemia, foram realizados eventos virtuais/workshops com o intuito de subsidiar pré-candidatas de informações que as auxiliassem na corrida eleitoral. Já em 2021, as ações deixam de ser pontuais somente nos anos eleitorais, para se tornarem uma meta estratégica, por meio de discussões permanentes e continuadas sobre a necessária participação das mulheres nos espaços de poder e decisão político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nítido que a mulher tem uma visão mais ampliada da sociedade e é mais afeita ao diálogo, além de ter maior conhecimento de causa sobre pautas femininas como aborto, saúde, assédio, maternidade e igualdade de gênero. A polícia precisa e deve ser assunto de mulher, é importante que a escolha de candidatos e candidatas que tenham compromisso com políticas públicas e propostas para as mulheres e para o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fortalecimento e a participação das mulheres nos espaços de poder e decisão são um dos eixos prioritários de atuação das políticas para mulheres e a sub-representação política das mulheres é um dos fatores que impede a equidade de gênero, e assim, promover a formação política e incentivar a participação das mulheres para que ocupem cargos de liderança política, possibilita uma democracia mais sólida e representativa.</p>
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