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	<title>educação &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>educação &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>De Wall Street para a Câmara Municipal: vereadora Cris Monteiro quer aplicar a eficiência do setor privado para resolver a educação e a segurança pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 01:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[câmara municipal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com base em sua experiência de vida e superação, dedica o mandato para ampliar oportunidades na educação e fortalecer a segurança pública. Filha de uma empregada doméstica e de um taxista, a vereadora Cris Monteiro construiu uma trajetória marcada pela educação e pelo compromisso com o trabalho. Natural do Rio de Janeiro, nasceu em uma [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Com base em sua experiência de vida e superação, dedica o mandato para ampliar oportunidades na educação e fortalecer a segurança pública.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Filha de uma empregada doméstica e de um taxista, a <strong>vereadora Cris Monteiro</strong> construiu uma trajetória marcada pela educação e pelo compromisso com o trabalho. Natural do Rio de Janeiro, nasceu em uma região periférica e, desde cedo, enfrentou a alopecia areata — condição autoimune que causou a perda de cabelo ainda na infância e a fez conviver com o bullying. Para ajudá-la a lidar com o isolamento, seu pai a presenteava com livros, o que despertou o gosto pelos estudos e se tornou um marco em sua formação pessoal e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cris iniciou sua vida profissional como recepcionista. Trabalhava durante o dia e cursava Ciências Contábeis à noite, em uma rotina puxada que exigia disciplina e determinação. Aos poucos, foi conquistando espaço no mercado financeiro, até alcançar cargos de diretoria em bancos internacionais como JPMorgan, Bank of America e Goldman Sachs. Apesar do sucesso, jamais ignorou as desigualdades que viveu e presenciou — realidade que a motivou a mudar de rumo e buscar um novo caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, deixou a estabilidade do setor privado para se dedicar à política, impulsionada pelo compromisso de contribuir para a sociedade e ampliar o acesso à educação. Eleita vereadora de São Paulo em 2020 pelo <strong>Partido NOVO</strong>, conquistou a reeleição em 2024 com 56.904 votos, Desde então, conduz seu mandato com foco em eficiência e transparência, tendo aprovado oito leis que fortalecem a modernização da <strong>gestão pública, a segurança urbana e as políticas educacionais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Minha história me ensinou que nada vem fácil. É preciso correr atrás, se dedicar e assumir responsabilidades. Entrei na política porque me recuso a aceitar que o serviço público não funcione como deveria. Quero ver resultado onde mais faz diferença na vida das pessoas&#8221;, afirma a vereadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre seus principais projetos está o <strong>Charter Schools</strong>, que busca melhorar a qualidade da educação em regiões com baixo índice de desenvolvimento humano por meio da gestão compartilhada das escolas públicas com organizações da sociedade civil — sem comprometer a gratuidade ou o caráter público. É também autora da lei que permite o uso de <strong>naming rights</strong> em espaços públicos, como ginásios e parques— uma estratégia para gerar receitas para áreas essenciais sem aumento de impostos. Já na segurança urbana, propôs a criação do <strong>Fundo Municipal de Segurança Urbana e Defesa Civil,</strong> com o objetivo de captar recursos para financiar ações preventivas e fortalecer a Guarda Civil Metropolitana, ampliando a proteção e a eficiência dos serviços prestados à população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, compartilhou sua trajetória em <strong>“Careca de Saber”</strong>, autobiografia lançada na Livraria da Travessa, em São Paulo. Na obra, relembra os desafios vividos desde a infância e reflete sobre os caminhos percorridos até chegar à vida pública. “Escrever esse livro foi uma forma de mostrar que é possível vencer, independentemente da sua fisionomia, origem ou condição”, disse durante o lançamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atuação de Cris na política é marcada pela disciplina que a acompanha desde o início da vida profissional e pela disposição em enfrentar desafios com pragmatismo. Sua vivência fora da política moldou uma visão voltada para soluções concretas — e hoje, ela coloca essa experiência a serviço de uma cidade mais funcional e justa para quem mais precisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vereadora Cris Monteiro</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Cris Monteiro foi diretora de grandes bancos americanos de investimento, como JPMorgan, Goldman Sachs e Bank of America. Formada em Ciências Contábeis e pós-graduada em Finanças pelo IBMEC, ocupou cargos de liderança em auditoria, compliance e gestão financeira. Em 2024, foi reeleita vereadora para a Câmara Municipal de São Paulo pelo Partido NOVO. Seu mandato é focado na educação e na modernização da administração pública, promovendo transparência e eficiência.</em></p>
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		<title>Enfrentando o TDAH- Os riscos invisíveis de fechar os olhos para o diagnóstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 21:20:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[tdah]]></category>
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					<description><![CDATA[A vida é um constante turbilhão de descobertas, desafios e alegrias. E quando se trata da jornada de uma criança, o papel dos pais é vital. Mas, e quando um obstáculo invisível ameaça a paz e o bem-estar de um filho? É preciso coragem, amor e determinação para enfrentar esse desafio de frente. Estamos falando [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A vida é um constante turbilhão de descobertas, desafios e alegrias. E quando se trata da jornada de uma criança, o papel dos pais é vital. Mas, e quando um obstáculo invisível ameaça a paz e o bem-estar de um filho? É preciso coragem, amor e determinação para enfrentar esse desafio de frente. Estamos falando do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, o TDAH. Neste texto, vamos mergulhar nas águas profundas desse diagnóstico e entender por que os pais não podem fechar os olhos para essa realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Olhar desatento</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine um jardim repleto de flores coloridas, cada uma representando um pensamento, uma ideia, uma descoberta. Para uma criança com TDAH, esse jardim pode parecer caótico, com pétalas voando em todas as direções, incapaz de se fixar em uma única flor. O TDAH, muitas vezes, se manifesta como uma tormenta interior, onde a atenção se esvai como água entre os dedos. É uma batalha diária para focar, para se manter no caminho certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Riscos Invisíveis</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui é onde a dor começa a surgir, como uma lâmina afiada atravessando os corações dos pais. Quando os olhos se fecham para o diagnóstico do TDAH, as consequências podem ser devastadoras. A criança que é diagnosticada tarde demais enfrenta o risco de desenvolver baixa autoestima, ansiedade, depressão e problemas de relacionamento. A falta de tratamento adequado pode afetar não apenas o presente, mas também o futuro desses pequenos guerreiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Abraço da Esperança</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, imagine um mundo onde os pais não fecham os olhos, mas os abrem para o diagnóstico do TDAH. Um mundo onde o amor se torna uma força inabalável, capaz de mover montanhas. Quando os pais aceitam a realidade, procuram ajuda e apoiam seus filhos, algo extraordinário acontece. Eles se tornam a âncora que sustenta a criança em meio à tempestade. Com tratamento, terapia e amor incondicional, a criança com TDAH pode florescer, suas pétalas desordenadas ganhando um padrão belo e único.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Força do Amor</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dor que sentimos quando nossos filhos enfrentam desafios é avassaladora, mas é essa mesma dor que nos impulsiona a agir. A jornada do TDAH é repleta de altos e baixos, mas é também uma jornada de aprendizado, crescimento e amor. Através dos olhos abertos do amor, podemos enxergar a beleza única de nossos filhos, mesmo quando o mundo parece não compreender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não fechar os olhos para o diagnóstico do TDAH é um ato de amor profundo e inabalável. É uma escolha que coloca a criança no centro de nossas prioridades, permitindo-lhes florescer apesar dos ventos contrários. Lembrem-se, é o amor que transforma a dor em força, a incerteza em esperança e o caos em harmonia. Mantenham os olhos abertos, pais, e guiem seus filhos na jornada do TDAH com coragem, empatia e amor incondicional.</p>
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		<title>Terrible Two</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kamilla Corsino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 22:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[terrible two]]></category>
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					<description><![CDATA[Vamos falar sobre um assunto bastante comentado por pais e todos que convivem com crianças próximas a completar 2 anos de idade. O termo “terrible two” se refere a uma fase de desenvolvimento pela qual muitas crianças pequenas passam, geralmente por volta dos dois anos de idade. Em algumas até inicia antes dos 2 anos. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"> Vamos falar sobre um assunto bastante comentado por pais e todos que convivem com crianças próximas a completar 2 anos de idade. O termo “terrible two” se refere a uma fase de desenvolvimento pela qual muitas crianças pequenas passam, geralmente por volta dos dois anos de idade. Em algumas até inicia antes dos 2 anos.<br><br>Essa fase é caracterizada por um aumento na desobediência, birras, oscilações de humor e outros comportamentos desafiadores. Acredite ou não, isso é uma parte normal do desenvolvimento infantil, à medida que as crianças começam a afirmar sua independência e testar limites.<br><br>Durante o “terrible two”, ou “terríveis dois anos&#8221;, as crianças pequenas estão aprendendo a comunicar seus desejos e necessidades, mas podem ainda não ter as habilidades verbais para se expressar de forma eficaz. Essa frustração pode levar a birras e explosões emocionais. <br><br>Além disso, as crianças nessa fase estão começando a entender que são indivíduos separados de seus pais e desejam mostrar que tem controle sobre seu ambiente. <br><br>Embora possa ser um momento desafiador tanto para os pais quanto para outras pessoas que ajudam a cuidar dessa criança, é importante lembrar que a fase dos &#8220;terrible two” é temporária. <br><br>E com as informações que temos no tempo de hoje, existem várias estratégias que podem ajudar a enfrentar essa fase da melhor forma!<br><br>É importante manter uma rotina, para ajudar essas crianças a se sentirem mais seguras e menos sobrecarregadas. Oferecer escolhas limitadas para que ela possa ter o senso de controle, como exemplo, perguntar: “você quer usar a camiseta azul ou a vermelha?”. Redirecionar a atenção pra criança, não ficar no celular enquanto ela está tentando chamar atenção por alguma coisa. Definir limites claros, saber impor para que a criança entenda comportamentos aceitáveis. Permanecer calmo, paciente e tranquilo transmite para a criança mais confiança, fazendo com que ela te ouça e obedeça seus estímulos. E podemos citar também que devemos deixar a criança fazer escolhas simples e realizar tarefas por conta própria para promover seu senso de independência.<br><br>Para concluir, temos que lembrar de que essa fase é uma parte normal do desenvolvimento e não dura para sempre. Com paciência, compreensão e orientação consistente, tanto você quanto a criança podem enfrentar os &#8220;terríveis dois anos&#8221; com o mínimo de estresse. Se você perceber que o comportamento da criança é extremamente desafiador ou persistente, considere buscar conselhos de um pediatra ou especialista em desenvolvimento infantil.</p>
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		<title>Educação Infantil: O Fundamento para um Futuro de Sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jul 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;A Educação Infantil é um dos pilares mais importantes no processo educacional de uma criança. É nessa fase inicial da vida que as bases do conhecimento, habilidades e valores são estabelecidas. Neste artigo, exploraremos a importância da Educação Infantil, destacando seu papel no desenvolvimento integral da criança e sua contribuição para um futuro de sucesso. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A Educação Infantil é um dos pilares mais importantes no processo educacional de uma criança. É nessa fase inicial da vida que as bases do conhecimento, habilidades e valores são estabelecidas. Neste artigo, exploraremos a importância da Educação Infantil, destacando seu papel no desenvolvimento integral da criança e sua contribuição para um futuro de sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. <strong>Estímulo ao desenvolvimento cognitivo:</strong> A Educação Infantil promove o desenvolvimento cognitivo da criança por meio de atividades que estimulam a curiosidade, a criatividade e a resolução de problemas. Jogos educativos, contação de histórias e atividades de exploração sensorial contribuem para o desenvolvimento de habilidades cognitivas fundamentais, como a linguagem, a concentração e o raciocínio lógico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. <strong>Desenvolvimento socioemocional:</strong> A Educação Infantil proporciona um ambiente propício para o desenvolvimento socioemocional da criança. Ao interagir com os colegas, compartilhar, cooperar e expressar emoções, a criança aprende a lidar com diferentes situações sociais e a desenvolver habilidades de comunicação, empatia e resolução de conflitos. Essas competências são fundamentais para um relacionamento saudável e uma integração harmoniosa na sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. <strong>Estímulo à criatividade e imaginação: </strong>Através de atividades artísticas, brincadeiras imaginativas e exploração de materiais diversos, a Educação Infantil estimula a criatividade e a imaginação da criança. Essas experiências permitem que ela desenvolva sua expressão pessoal, explore diferentes perspectivas e desenvolva habilidades de pensamento criativo, fundamentais para enfrentar desafios e encontrar soluções inovadoras no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. <strong>Aprendizado socioambiental:</strong> A Educação Infantil também tem um papel importante na conscientização socioambiental. Ao introduzir conceitos de sustentabilidade, cuidado com a natureza e respeito ao meio ambiente, a criança desenvolve uma consciência ecológica desde cedo, tornando-se um agente de mudança para um futuro mais sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. <strong>Preparação para o ensino fundamental:</strong> Além de desenvolver habilidades cognitivas e socioemocionais, a Educação Infantil prepara a criança para a transição ao ensino fundamental. Ela adquire noções de rotina, disciplina, organização e autonomia, que são fundamentais para uma adaptação tranquila e um bom desempenho acadêmico nos anos seguintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Educação Infantil é essencial para o desenvolvimento integral da criança. Ao estimular o desenvolvimento cognitivo, socioemocional e criativo, ela prepara as bases para um futuro de sucesso. Investir na Educação Infantil é investir no potencial de cada criança, oferecendo a elas as ferramentas necessárias para se tornarem cidadãos ativos, críticos e realizados. É uma oportunidade de construir um futuro mais próspero, equitativo e sustentável. Portanto, devemos valorizar e promover a qualidade da Educação Infantil como um direito fundamental de todas as crianças. </p>
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		<title>Valores na infância</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/valores-na-infancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[As crianças aprendem muitas coisas observando os pais e reproduzem como espelhos. Para transmitirmos valores, temos que compreender onde somos falhos e aprendermos a lidar com as nossas expectativas, dúvidas, angústias e anseios. O valor traz em si a concepção de algo desejável, e como pais, temos que ser o vínculo entre ele e as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As crianças aprendem muitas coisas observando os pais e reproduzem como espelhos. Para transmitirmos valores, temos que compreender onde somos falhos e aprendermos a lidar com as nossas expectativas, dúvidas, angústias e anseios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor traz em si a concepção de algo desejável, e como pais, temos que ser o vínculo entre ele e as crianças. Vamos falar de alguns valores essenciais para transmitirmos para os pequenos desde o nascimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amor próprio é uma palavra que ouvimos tanto, mas muita vezes não compreendemos de verdade o que significa e como trabalharmos ele em nossas vidas. Quando temos que estabelecer esse contato na vida adulta, e resgatar um auto cuidado que foi negligenciado, o processo é dificultado. Desta forma, devemos ensinar aos pequenos a se amar, exercer a paciência consigo mesmos, se perdoar pelas falhas e incentivar o autoconhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autocontrole é outro ponto que deve ser trabalhado, pois precisamos ensinar às crianças que na vida existem situações em que as coisas não acontecem como esperamos. Elas precisam entender o “não” e aprender a lidar com as frustrações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um valor que não pode ser negligenciado é a honestidade. Os pais devem ser pilar para o ensinamento da importância de se falar a verdade e do entendimento de se fazer o que é certo e lidar com as consequências de seus atos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empatia é um valor que deve ser desenvolvido em todo ser humano. Se colocar no lugar do outro e compreender a sua dor é uma capacidade que nos torna humanos. Esse valor deve ser estimulado e enaltecido, e os pais precisam ser a base para o entendimento da inclusão, amor ao próximo, consciência e respeito. Além disso, o incentivo a ajudar ao próximo, compartilhar, dividir e criar oportunidades para se desenvolver a generosidade, são muito importantes para um adulto que não se torne egoísta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ser uma pessoa colaboradora também é essencial para a vida adulta. Ninguém consegue fazer tudo sozinho, e ter uma pessoa que ajuda por perto é ótimo. Estimular a ajudar nas tarefas de casa, organização dos brinquedos e materiais da escola ou ajudar um coleguinha são algumas ideias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devemos lembrar que teorias extensas não são bem compreendidas pelas crianças, havendo a necessidade de exemplos práticos. Ter uma comunicação positiva e diálogos construtivos é a melhor saída. Nossos filhos repetem certas palavras e atitudes nossas, por isso, nós devemos ser o exemplo. Praticar o que ensinamos é o mínimo.</p>
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		<title>A importância de dar limites na educação infantil</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/a-importancia-de-dar-limites-na-educacao-infantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2022 16:27:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um desenvolvimento infantil saudável passa por uma educação harmoniosa e de qualidade e os pais devem estar atentos a fatores indispensáveis como o afeto e o estabelecimento de limites. Amar os nossos filhos não é nenhuma dificuldade para nós, mas a expressão desse amor precisa ser compreendida e podemos dizer que isso é uma construção diária, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um desenvolvimento infantil saudável passa por uma educação harmoniosa e de qualidade e os pais devem estar atentos a fatores indispensáveis como o afeto e o estabelecimento de limites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amar os nossos filhos não é nenhuma dificuldade para nós, mas a expressão desse amor precisa ser compreendida e podemos dizer que isso é uma construção diária, que se dá através de uma maternagem adequada, nos cuidados diários, na amamentação, no acolhimento, no colo, no olhar, na troca, na comunicação, na delicadeza e no estabelecimento de limites, conferindo aos filhos a sensação de segurança, de proteção e de amor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sentir amado é primordial para todos nós e é imprescindível para um bom desenvolvimento da criança em todos os aspectos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Freud disse: &#8221; Como fica forte uma pessoa quando está segura de que é amada.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, as crianças são incontinentes, ou seja, elas não conhecem os limites, e os pais ou responsáveis pela formação dessa criança devem estar conscientes da necessidade de ajuda-las nessa caminhada, imprimindo amor na forma de limites. Amar também é colocar limites e uma educação onde não há o ensino de limites e regras sem duvidas, tem falta de amor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O limite na vida de uma criança se dá inicialmente na rotina. É importante que as crianças tenham horários mais ou menos estabelecidos para todas as atividades do dia como, horário para acordar, para o banho, para brincar, para comer, para estudar, para não fazer nada e para dormir. A rotina dá segurança a criança e estabelecer regras também faz parte do ensino dos limites já que elas existem em todos os lugares, seja em casa, na escola, na sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma regra de ouro é construir os &#8220;combinados&#8221; junto com os filhos, pois assim eles se sentem incluídos e serão mais participativos, o que torna mais fácil o seu cumprimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que educar dá trabalho. Não vou dizer que a criança irá cumprir com todas as regras e com a rotina de um dia para o outro, mas é através delas, repetidas pacientemente e educadamente, que a criança vai compreendendo a necessidade do seu cumprimento e como se vive em sociedade. E isso dá trabalho e muito!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Determinar limites desde a infância é fundamental para construir um relacionamento estável e proporcionar a formação da criança que irá refletir seus valores, seus direitos e suas obrigações primeiro na família, na escola e, posteriormente na sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A criança precisar aprender desde cedo a lidar com as frustrações, com os “nãos” que a vida oferece. O papel das frustrações no desenvolvimento infantil é muito importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos pais desejam dar aos filhos tudo o que não tiveram e poupa-los de todas as dificuldades que tiveram que passar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas quando poupamos nossos filhos das frustrações, eles crescem com dificuldades em lidar com a vida, com as impossibilidades, com as diferenças e com as relações, o que será um grande prejuízo em todos os estágios da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas talvez o mais difícil para os pais nesse processo de estabelecer limites seja dizer não, pois muitos se sentem mal, ruins ou culpados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pais que amam não são aqueles que cedem em todo tempo e que sempre dizem “sim”. A verdadeira arte está em saber dizer “não”. Somente assim a criança não crescerá acreditando que tem direito a tudo e que pode tudo a todo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a criança obedecer não é fácil ou agradável, mas a obediência vem com mais facilidade quando os pais acreditam que estão fazendo o que devem e quando há firmeza. A criança percebe quando os pais estão inseguros no que dizem e no que fazem e se sentem inseguros também, por isso é tão importante que estejamos conscientes do nosso papel e do desconforto que por vezes teremos que sentir. Ser firme significa falar olhando nos olhos da criança de modo que ela entenda que aquela ordem não será revogada, ou seja, usar nossa autoridade sem autoritarismo e excessos.&nbsp;Alguns pais confundem limites com castigos físicos, o que só piora a situação, tornando as&nbsp;crianças mais agressivas e raivosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O “não” traz frustração e a frustração traz raiva, é natural. Mas é importante que os pais estejam prontos para acolher a criança e a ajuda-lá a lidar com aquela emoção, não cedendo aos choros, birras e pedidos dos filhos para voltar atrás na decisão. Quando os pais acabam cedendo, a criança aprende o que ela precisa fazer para conseguir o que quer e ira repetir esse comportamento toda vez que houver um não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que a criança faça de tudo para ter seu desejo atendido, ela se sentirá segura tendo pais que demonstram que sabem o que estão fazendo, que aquela ação não é uma punição, e que é o melhor naquele momento. A criança precisa entender porque isso ou aquilo pode ou não ser feito, esse entendimento gera a consciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os limites são importantes, dão contorno para a criança e devem ser vistos como uma prova de amor, mesmo que ocasionalmente causem dor. Os limites ajudam a criança a crescer segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria das vezes os pais procuram a melhor forma de educar seus filhos, fazendo o melhor que podem e muitas vezes se sentem culpados quando não conseguem colocar em prática o que acreditam ser o melhor.&nbsp;É preciso lembrar que não existem manuais de como criar um filho e cada criança é única.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como não existe fórmula pronta, as famílias estão em constante busca por alternativas, mas poucas conseguem educar os filhos com limites, muitos pais esbarram no sentimento de culpa, fecham os olhos para a razão e os filhos crescem indomáveis, desconhecendo o que é limite e respeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No momento de agir muitos pais pecam por acreditar que amor é fazer todas as vontades do filho e que liberdade é sinônimo de criança feliz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para educar e formar uma criança é necessário delimitar espaço, definir papéis, gerar consciência e não abrir mão de coisas fundamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe a nós pais, preparar nossos filhos para enfrentarem os desafios da vida através da formação da personalidade, do caráter, e do conhecimento das regras de convivência, os ajudando a respeitar limites e o espaço do outro, e esses são valores gerados exclusivamente e primordialmente no seio da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, limite é dizer ‘sim’ sempre que possível e dizer ‘não’ quando necessário”, é saber conviver com a frustração e saber adiar satisfações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pais devem ser a rota para que os filhos caminhem, cresçam e se desenvolvam, em meio a carinho, calor humano e sentimento de pertencimento. Nesse confronto entre o maduro e o imaturo, entre a experiência e a inexperiência, entre momentos de tensão e momentos de carinho é que a vida acontece e os laços se estreitam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formar a personalidade é um desafio, um grande e doce desafio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse desafio, nós pais podemos nos sentir impotentes, desnorteados e sem saber o que fazer. Nesses casos, buscar ajuda de um psicólogo que possa auxiliar com conhecimento profissional é muito importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Aquino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga Clínica</p>
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		<title>CRECHE: Um direito da mãe trabalhadora ou da criança?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giulia Cherulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 17:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Creche]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[Visibilidade Social]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta é uma questão que constantemente causa divergências entre as esferas jurídica e educacional. A&#160;Constituição Federal&#160;em seu art.&#160;7º&#160;garante à mãe trabalhadora o direito de, após o nascimento de seu filho, requerer licença de 120 dias de afastamento do trabalho, sem prejuízo do seu salário. A&#160;mãe trabalhadora ainda tem assegurado o direito a berçário ou creche [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Esta é uma questão que constantemente causa divergências entre as esferas jurídica e educacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/188546065/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988">Constituição Federal</a>&nbsp;em seu art.&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10641213/artigo-7-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988">7º</a>&nbsp;garante à mãe trabalhadora o direito de, após o nascimento de seu filho, requerer licença de 120 dias de afastamento do trabalho, sem prejuízo do seu salário. A&nbsp;mãe trabalhadora ainda tem assegurado o direito a berçário ou creche nos locais de trabalho, sempre que a empresa tiver trinta ou mais mulheres trabalhando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida o <a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1031134/estatuto-da-crian%C3%A7a-e-do-adolescente-lei-8069-90">Estatuto da Criança e do Adolescente</a>&nbsp;e o art.&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10650040/artigo-208-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988">208</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/188546065/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988">Constituição Federal</a>&nbsp;asseguram o atendimento em creche e em pré-escola&nbsp;às crianças&nbsp;de 0 a 6 anos de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observamos que o direito de ambos se entrelaça, pois garantir o direito de acesso à creche às crianças cujas mães sejam trabalhadoras auxilia o desenvolvimento profissional da genitora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A forma como este direito deve ser garantido se confunde no momento de classificar a creche como possível direito social das mães ou como início da vida escolar da criança. E erroneamente a maioria de nós ainda possui a visão de que somente a mãe trabalhadora tem direito a uma vaga para seu filho na creche.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos fatores que dificultam o acesso das crianças pequenas à Educação Infantil, dos quais citamos: a dificuldade de encontrar uma vaga nas escolas públicas, a distância entre o domicílio e a instituição pleiteada, a qualidade dos serviços oferecidos pelo município, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao déficit de vagas, podemos afirmar que a demanda vai muito além das longas listas de espera que se formam nas unidades públicas, pois, frequentemente, os pais ou responsáveis, ao terem conhecimento das grandes listas de espera e da inexistência de vagas, desistem de inserir o nome da criança na lista e passam a buscar novas alternativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das crenças que atribuem à creche a visão estereotipada de local para “guardar” as crianças enquanto suas mães trabalham derivam do desconhecimento da organização espaço-tempo e das funções cuidar-educar que as creches assumem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento de mulheres nos anos 1970, reivindicando creches, foi fundamental para o surgimento da creche como instituição, com a função de cuidar e educar as crianças (Oliveira, 1999). Como instituição, ela representa um bem, um direito da criança e do trabalhador, uma conquista da sociedade civil organizada com a finalidade de promover o desenvolvimento infantil, especialmente quanto às suas necessidades e competências educativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse fato teve como consequência a procura por creche tanto pelas mães trabalhadoras como pelas que não trabalhavam fora, pois essas contavam com poucos recursos no espaço doméstico para garantir a socialização da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vê-se também que a educação infantil integra o sistema de ensino, sendo um dever do Estado e organiza-se segundo normas do Sistema Educacional vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, precisamos ter bem claro que a oferta de vagas em creches e escolas de educação infantil pública não se trata de um favor, mas sim um&nbsp;direito de todas as crianças de 0 a 6 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é preciso que este problema tenha visibilidade social, pois somente através do reconhecimento desta demanda serão mobilizados esforços e recursos para a ampliação do atendimento à Educação Infantil com qualidade. </p>
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		<title>Educando um gênio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Dec 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aprender]]></category>
		<category><![CDATA[Cranças]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo com crianças &#8220;acima da média&#8221; revela o que é preciso para educar os cientistas que irão revolucionar e liderar o mundo. Em um dia de verão em 1968, o professor Julian Stanley conheceu um menino de 12 anos brilhante, mas entediado chamado Joseph Bates. O aluno estava tão à frente de seus colegas de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Estudo com crianças &#8220;acima da média&#8221; revela o que é preciso para educar os cientistas que irão revolucionar e liderar o mundo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um dia de verão em 1968, o professor Julian Stanley conheceu um menino de 12 anos brilhante, mas entediado chamado Joseph Bates. O aluno estava tão à frente de seus colegas de classe em matemática que seus pais o matricularam para fazer um curso de ciência da computação na Universidade Hopkins, onde Stanley lecionava. Ultrapassando os adultos da classe, a criança passou a ensinar programação para os alunos de pós-graduação. Seu instrutor na época, sem saber o que fazer, apresentou o aluno a Stanley, um pesquisador conhecido por seu trabalho em psicometria &#8211; o estudo do desempenho cognitivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para descobrir mais sobre o talento do jovem prodígio, Stanley deu a Bates uma bateria de testes, incluindo um exame de admissão em uma faculdade para alunos mais velhos. A pontuação do menino estava bem acima do limite para admissão. Stanley iniciou um estudo (SMPY), referindo Bates como &#8220;aluno zero&#8221;, para modificar a forma como as crianças superdotadas são identificadas e nutridas de conhecimento para alcançar seu maior potencial. Os resultados contradizem ideias estabelecidas há muito tempo, sugerindo que o desempenho é construído principalmente através da prática &#8211; que qualquer um pode obter com o esforço certo concentrado de forma suficiente. É importante ressaltar também, que a rotulação de crianças como ‘dotados’ ou ‘não dotados, não lhes faz nenhum favor, podendo até minar a motivação de uma criança para aprender. Ficou claro que não é suficiente apenas identificar o potencial, é preciso desenvolvê-lo de forma apropriada para manter essa chama iluminada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos 60 anos, Bates concluiu que era um garoto tímido e que as pressões para se adequar aos colegas da escola não teriam sido proveitosas, mas que na faculdade, mesmo que fosse muito mais novo que os outros alunos, ele se identificava com a capacidade e se encaixava, podendo se desenvolver no seu ritmo e se manter interessado. O estudo comprovou que essas crianças muitas vezes não precisam de nada inovador ou original, mas sim de acesso antecipado ao que já está disponível para crianças mais velhas. Para os pais, a intenção de criar um gênio, não é aconselhada a se fazer, pois lidar com isso como um objetivo pode levar a todos os tipos de problemas sociais e emocionais para a criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dicas para pais de crianças inteligentes:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Exponha as crianças a diferentes experiências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Quando uma criança demonstra grandes interesses ou talentos, ofereça oportunidades para desenvolvê-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Seja suporte tanto intelectual quanto emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Ajude as crianças a desenvolver sua mentalidade de capacidade elogiando o esforço, não a capacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Encoraje as crianças a identificar as suas falhas e aprender com elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Cuidado com os rótulos: ser identificado como ‘prodígio’ pode ser um fardo emocional. &#8211; Converse com os professores. Alunos inteligentes geralmente precisam de materiais mais desafiadores, suporte extra ou liberdade para aprender em seu próprio ritmo.</p>
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