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	<title>educação infantil &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>educação infantil &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>A Interligação entre Dificuldades Escolares e Problemas Emocionais: Um Olhar Sensível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Aug 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[criancas]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldades escolares]]></category>
		<category><![CDATA[educação infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[A jornada educacional é uma fase crucial na vida de qualquer indivíduo, repleta de desafios e oportunidades de crescimento. No entanto, é importante reconhecer que nem todos os obstáculos encontrados nas salas de aula estão relacionados apenas ao conteúdo acadêmico. Muitas vezes, a dificuldade na escola pode ser originada por problemas emocionais, lançando luz sobre [&#8230;]]]></description>
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<p>A jornada educacional é uma fase crucial na vida de qualquer indivíduo, repleta de desafios e oportunidades de crescimento. No entanto, é importante reconhecer que nem todos os obstáculos encontrados nas salas de aula estão relacionados apenas ao conteúdo acadêmico. Muitas vezes, a dificuldade na escola pode ser originada por problemas emocionais, lançando luz sobre a importância de abordar a saúde mental dos estudantes de maneira sensível e eficaz.</p>



<p>Os problemas emocionais, como ansiedade, depressão, estresse e baixa autoestima, podem afetar significativamente o desempenho acadêmico de um aluno. A sala de aula, muitas vezes, é um ambiente altamente competitivo e de pressão, onde os estudantes podem se sentir sobrecarregados pelas expectativas, tanto próprias quanto externas. Essa pressão constante pode levar a um ciclo de frustração, evasão das responsabilidades escolares e falta de concentração.</p>



<p>Além disso, problemas emocionais podem prejudicar a capacidade de um aluno em lidar com situações sociais, resultando em dificuldades de interação com colegas e professores. O isolamento social e a sensação de inadequação podem agravar ainda mais o quadro, tornando a escola um ambiente desafiador e desmotivador.</p>



<p>É importante que educadores e profissionais da área da saúde reconheçam a relação intrincada entre a saúde mental e o desempenho acadêmico. Ao identificar sinais precoces de problemas emocionais, é possível oferecer o suporte necessário para que os estudantes enfrentem os desafios de forma saudável. Isso pode incluir a implementação de programas de bem-estar emocional, sessões de aconselhamento escolar e a promoção de um ambiente inclusivo e acolhedor.</p>



<p>A colaboração entre pais, educadores e profissionais de saúde mental é fundamental para criar um sistema de apoio abrangente que enderece tanto as necessidades acadêmicas quanto emocionais dos alunos. Ao adotar uma abordagem holística, é possível proporcionar um ambiente onde os estudantes se sintam seguros para expressar suas emoções, aprender a gerenciar o estresse e desenvolver habilidades emocionais essenciais para o sucesso acadêmico e pessoal.</p>



<p>Em última análise, reconhecer a interligação entre dificuldades escolares e problemas emocionais é fundamental para construir uma base sólida para o crescimento educacional e pessoal dos alunos. Ao tratar a saúde mental como um componente central da educação, estamos investindo no potencial humano e criando um ambiente que promove a aprendizagem saudável, a resiliência e o bem-estar global dos estudantes.<br>Certamente, abordar as dificuldades escolares causadas por problemas emocionais requer uma abordagem abrangente e sensível. Aqui estão algumas soluções e estratégias que podem ser adotadas para ajudar nesse processo:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Programas de Educação Emocional: Introduzir programas educacionais que ensinem habilidades de inteligência emocional, autoconsciência e regulação emocional. Isso pode ajudar os alunos a entender e gerenciar suas emoções, tornando-os mais resilientes diante de desafios acadêmicos.</li>



<li>Aconselhamento Escolar: Disponibilizar serviços de aconselhamento escolar onde os alunos possam conversar com profissionais treinados sobre suas preocupações emocionais. Isso oferece um espaço seguro para expressar sentimentos e receber orientação para lidar com o estresse e ansiedade.</li>



<li>Mentoria e Tutoria: Implementar programas de mentoria e tutoria, onde alunos mais experientes possam orientar os mais novos. Isso pode criar um senso de comunidade, proporcionando aos alunos um apoio emocional adicional.</li>



<li>Ambiente Inclusivo: Criar um ambiente de sala de aula inclusivo, onde os alunos se sintam valorizados e respeitados. Isso reduzirá o estigma associado a problemas emocionais e incentivará a abertura para discutir questões emocionais.</li>



<li>Atividades de Relaxamento: Introduzir práticas de relaxamento, como meditação, ioga ou exercícios de respiração, como parte do currículo escolar. Essas práticas podem ajudar os alunos a reduzir o estresse e melhorar o foco.</li>



<li>Comunicação Aberta: Encorajar uma comunicação aberta entre pais, educadores e alunos. Os pais devem ser informados sobre a importância da saúde mental e como podem apoiar seus filhos em casa.</li>



<li>Flexibilidade no Aprendizado: Oferecer opções flexíveis de aprendizado que atendam às diferentes necessidades dos alunos. Isso pode incluir diferentes métodos de avaliação, prazos estendidos e oportunidades de aprendizado personalizado.</li>



<li>Grupos de Apoio: Criar grupos de apoio para alunos que enfrentam problemas emocionais semelhantes. Isso permite que eles compartilhem experiências, encontrem apoio mútuo e aprendam maneiras eficazes de lidar com desafios.</li>



<li>Treinamento para Educadores: Fornecer treinamento para educadores sobre como identificar sinais de problemas emocionais em seus alunos e como oferecer apoio adequado. Educadores bem informados podem desempenhar um papel fundamental na detecção precoce e encaminhamento para serviços de apoio.</li>



<li>Parcerias com Profissionais de Saúde Mental: Estabelecer parcerias com</li>



<li>profissionais de saúde mental para oferecer serviços de aconselhamento e terapia na escola. Isso pode facilitar o acesso dos alunos a suporte profissional quando necessário.<br>Lembrando que cada escola e comunidade são únicas, é essencial adaptar essas soluções e estratégias de acordo com as necessidades específicas dos alunos e do ambiente escolar. O objetivo é criar um ambiente que promova o bem-estar emocional e permita que os alunos enfrentem os desafios acadêmicos de maneira saudável e eficaz.</li>
</ol>
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		<title>Emoções na idade pré-escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[educação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[idade pré escolar]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se perguntou sobre a evolução das emoções dos seus filhos? Nesta edição, preparei um resumo para vocês. Por volta dos 3-4 anos, a criança provavelmente:• Utiliza palavras para descrever sentimentos básicos como tristeza, felicidade, raiva e excitação;• Aprende a empatia e entende que ela deve pedir desculpas quando faz algo errado &#8211; mesmo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já se perguntou sobre a evolução das emoções dos seus filhos?</p>



<p>Nesta edição, preparei um resumo para vocês.</p>



<p>Por volta dos 3-4 anos, a criança provavelmente:<br>• Utiliza palavras para descrever sentimentos básicos como tristeza, felicidade, raiva e excitação;<br>• Aprende a empatia e entende que ela deve pedir desculpas quando faz algo errado &#8211; mesmo que, muitas vezes, você precise lembrá-la;<br>• Aprende a generosidade e demonstra entender a ideia de compartilhar &#8211; mas ela não irá compartilhar o tempo todo.</p>



<p>Aos 4-5 anos, a criança provavelmente:<br>•Utiliza palavras para descrever sentimentos mais complexos como: frustração, aborrecimento e constrangimento;<br>• Omite a verdade sobre algo que ela se sente culpada, envergonhada ou assustada;<br>• Progresso no autocontrole de emoções fortes como: raiva, frustração e decepção, e tem menos acessos de raiva.</p>



<p>A partir dos 5 anos:<br>• A criança já consegue fazer uso de palavras para descrever sentimentos complexos como culpa e ciúme.</p>



<p>Existem diferenças nos comportamentos normais quando avaliamos o domínio social em crianças pré-escolares. Algumas fazem amigos com facilidade, enquanto outras demoram algum tempo para observar o que acontece antes de se abrir para o grupo.</p>



<p>A socialização tem papel fundamental no desenvolvimento na idade pré-escolar. Conforme a criança brinca com outras pessoas ela desenvolve habilidades como dividir, compartilhar, cooperar, ouvir os outros e aprender a lidar com divergências e conflitos.</p>



<p>Uma habilidade essencial fortalecida nessa fase é a auto regulação, que significa a capacidade de compreender e administrar seu comportamento e suas reações aos sentimentos e ao que acontece ao seu redor, incluindo a capacidade de:<br>• regular as reações às emoções, como frustração ou excitação;<br>• acalmar-se depois de algo com forte impacto emocional ou perturbador;<br>• focar em uma tarefa;<br>• redirecionar a atenção para uma nova tarefa;<br>• controlar impulsos;<br>• aprender comportamentos que o ajudem a se dar bem com outras pessoas.</p>
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		<title>Meu filho é desatento, pode ser TDAH?</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/meu-filho-e-desatento-pode-ser-tdah/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 19:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[tdah]]></category>
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					<description><![CDATA[Já ouviu falar sobre o TDAH? Apesar de muitofalado, existem ainda muitas dúvidas sobre causas, sintomas, tipos&#160;e tratamento.&#160;&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;&#160; O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico,&#160;ou seja, causados no cérebro,&#160;de causas genéticas,&#160;que aparece na infância e frequentemente acompanha a pessoa&#160;por toda a sua vida.&#160;Ele é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já ouviu falar sobre o TDAH? Apesar de muitofalado, existem ainda muitas dúvidas sobre causas, sintomas, tipos&nbsp;e tratamento.&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico,&nbsp;ou seja, causados no cérebro,&nbsp;de causas genéticas,&nbsp;que aparece na infância e frequentemente acompanha a pessoa&nbsp;por toda a sua vida.&nbsp;Ele é o transtorno mais comum no mundo, identificado em crianças e adolescentes. Estima-se que&nbsp;3 a 5% das crianças possuem TDAH, e na metade dos casos, o transtorno acompanha a pessoa&nbsp;por toda&nbsp;vida&nbsp;adulta, embora os sintomas podem se tornar&nbsp;mais brandos.</p>



<p>Crianças com TDAH tendem a ter dificuldade no aprendizado escolar,&nbsp;por envolver sintomas de desatenção, nada tem a ver com falta de inteligência, pelo contrário, a maioria das crianças possuem grandes habilidades.</p>



<p>É um transtorno difícil de fechar diagnóstico pelo fato de conter muitos sintomas e características, e dentre as características principais estão a desatenção, impulsividade e Inquietude.&nbsp;Segundo estudos, a predisposição genética e a ocorrência de alterações nos neurotransmissores (dopamina e noradrenalina) que estabelecem as conexões entre os neurônios na região frontal do cérebro são a principal causa do&nbsp;TDAH.</p>



<p>Para uma avaliação correta é importante lembrar que é necessário passar por um especialista, mas a lista abaixo pode te ajudar a identificar algumas características:</p>



<p>•&nbsp;Dificuldade em prestar atenção a detalhes e tarefas;</p>



<p>•&nbsp;Parece não escutar quando se fala diretamente com ele (a);</p>



<p>•&nbsp;Não segue instruções tem problema em terminar tarefas do dia a dia;</p>



<p>•&nbsp;Tem dificuldade para se organizar;</p>



<p>•&nbsp;Perde coisas necessárias para fazer tarefas do dia a dia;</p>



<p>•&nbsp;É facilmente distraído por estímulos externos;</p>



<p>•&nbsp;Tem dificuldade em ficar sentado em lugares como salas de aula ou recepção;</p>



<p>•&nbsp;Corre ou sobe muito nas coisas;</p>



<p>•&nbsp;Tem dificuldades para brincar&nbsp;calmamente;</p>



<p>•&nbsp;Fala muito, explode em respostas antes das questões serem completadas;</p>



<p>•&nbsp;Tem dificuldades em esperar a sua vez e interrompe os outros.</p>



<p>•&nbsp;Às vezes responde com agressividade diante de frustrações (é preciso diferenciar, nesses casos, com o transtorno opositor desafiador. (Que será falado no meu próximo texto).</p>



<p>Existem 3 tipos de TDAH, mas cada um com um padrão de sintomas de desatenção, hiperatividade e&nbsp;<strong>impulsividade</strong>&nbsp;ou uma combinação dessas duas características. Por isso, entenda melhor sobre as características e sintomas de cada um dos tipos:</p>



<p><strong>1) TDAH tipo desatento</strong></p>



<p>•&nbsp;A pessoa tem dificuldade para manter a concentração durante muito tempo em um assunto específico. Além disso, pode ser facilmente distraída por qualquer estímulo externo;</p>



<p>•&nbsp;Erram muito por&nbsp;falta de atenção&nbsp;no que estão fazendo;</p>



<p>•&nbsp;Evitam atividades que demandam um grande esforço mental;</p>



<p>•&nbsp;Muitas vezes esquecem o que iam falar;</p>



<p>•&nbsp;Tem dificuldade em se organizar com a&nbsp;gestão de tempo&nbsp;e, além disso, com objetos;</p>



<p>•&nbsp;Hábito de perder coisas importantes para o dia a dia;</p>



<p>•&nbsp;Não ouvem quando o chamam, podendo ser considerados desinteressados ou egoístas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>2) TDAH tipo hiperativo/impulsivo</strong></p>



<p>•&nbsp;São inquietos, não conseguem ficar parados. Além disso, têm mania de mexer mãos e pés quando estão sentados e não conseguem ficar um só lugar por muito tempo;</p>



<p>•&nbsp;Têm tendência a&nbsp;vícios: jogos,&nbsp;álcool,&nbsp;drogas e outros;</p>



<p>•&nbsp;Não sabem lidar bem com frustrações;</p>



<p>•&nbsp;Costumam ter um temperamento explosivo;</p>



<p>•&nbsp;Frequentemente, mudam seus planos de uma hora para a outra;</p>



<p>•&nbsp;Fazem mais de uma atividade ao mesmo tempo, isso porque não gostam de tédio;</p>



<p>•&nbsp;São, muitas vezes, considerados imaturos;</p>



<p>•&nbsp;Além disso, têm dificuldade em se expressar: a fala não acompanha a velocidade de seus pensamentos.</p>



<p><strong>3) TDAH tipo combinado</strong></p>



<p>Para identificar um caso de Transtorno de Déficit de Atenção do tipo combinado é mais difícil. Isso porque, é necessário que a pessoa apresente uma combinação dos dois tipos acima, com sintomas de desatenção e hiperatividade.</p>



<p>Além disso, vale lembrar que que, em todos os casos, é necessário entender se esses sintomas estão interferindo o funcionamento social, acadêmico ou profissional da pessoa. Ou seja, só assim pode-se&nbsp;realizar um diagnóstico correto, feito por psicólogos e&nbsp;neuropsicólogos&nbsp;e psiquiatras.</p>



<p>O tratamento do TDAH, é feito com uma combinação de medicamentos, orientação aos pais e professores, além de técnicas especificas que são&nbsp;ensinadas a essa criança. A terapia Cognitivo Comportamental também é indicada&nbsp;e é uma atribuição exclusiva de psicólogos.&nbsp;O tratamento com fonoaudiólogo está recomendado em casos específicos, caso exista Dislexia,&nbsp;Disortografia.</p>



<p>Crianças com TDAH tendem a ter dificuldade no aprendizado escolar,&nbsp;por terem&nbsp;sintomas de desatenção, nada tem a ver com falta de inteligência, pelo contrário, a maioria das crianças possuem grandes habilidades. O TDAH não é um problema de aprendizado, mas as dificuldades em manter a atenção, a desorganização e a inquietude atrapalham bastante o rendimento escolar.</p>



<p>Se você desconfia que seu filho possa ter TDAH, procure ajuda e faça o diagnósticos, para que ele consiga levar uma vida normal e tranquila, tanto pessoal quanto acadêmica.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CRECHE: Um direito da mãe trabalhadora ou da criança?</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/creche-um-direito-da-mae-trabalhadora-ou-da-crianca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Giulia Cherulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 17:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Creche]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[Visibilidade Social]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta é uma questão que constantemente causa divergências entre as esferas jurídica e educacional. A&#160;Constituição Federal&#160;em seu art.&#160;7º&#160;garante à mãe trabalhadora o direito de, após o nascimento de seu filho, requerer licença de 120 dias de afastamento do trabalho, sem prejuízo do seu salário. A&#160;mãe trabalhadora ainda tem assegurado o direito a berçário ou creche [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Esta é uma questão que constantemente causa divergências entre as esferas jurídica e educacional.</p>



<p>A&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/188546065/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988">Constituição Federal</a>&nbsp;em seu art.&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10641213/artigo-7-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988">7º</a>&nbsp;garante à mãe trabalhadora o direito de, após o nascimento de seu filho, requerer licença de 120 dias de afastamento do trabalho, sem prejuízo do seu salário. A&nbsp;mãe trabalhadora ainda tem assegurado o direito a berçário ou creche nos locais de trabalho, sempre que a empresa tiver trinta ou mais mulheres trabalhando.</p>



<p>Em contrapartida o <a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1031134/estatuto-da-crian%C3%A7a-e-do-adolescente-lei-8069-90">Estatuto da Criança e do Adolescente</a>&nbsp;e o art.&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10650040/artigo-208-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988">208</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/188546065/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988">Constituição Federal</a>&nbsp;asseguram o atendimento em creche e em pré-escola&nbsp;às crianças&nbsp;de 0 a 6 anos de idade.</p>



<p>Observamos que o direito de ambos se entrelaça, pois garantir o direito de acesso à creche às crianças cujas mães sejam trabalhadoras auxilia o desenvolvimento profissional da genitora.</p>



<p>A forma como este direito deve ser garantido se confunde no momento de classificar a creche como possível direito social das mães ou como início da vida escolar da criança. E erroneamente a maioria de nós ainda possui a visão de que somente a mãe trabalhadora tem direito a uma vaga para seu filho na creche.</p>



<p>Temos fatores que dificultam o acesso das crianças pequenas à Educação Infantil, dos quais citamos: a dificuldade de encontrar uma vaga nas escolas públicas, a distância entre o domicílio e a instituição pleiteada, a qualidade dos serviços oferecidos pelo município, entre outros.</p>



<p>Em relação ao déficit de vagas, podemos afirmar que a demanda vai muito além das longas listas de espera que se formam nas unidades públicas, pois, frequentemente, os pais ou responsáveis, ao terem conhecimento das grandes listas de espera e da inexistência de vagas, desistem de inserir o nome da criança na lista e passam a buscar novas alternativas.</p>



<p>A maioria das crenças que atribuem à creche a visão estereotipada de local para “guardar” as crianças enquanto suas mães trabalham derivam do desconhecimento da organização espaço-tempo e das funções cuidar-educar que as creches assumem.</p>



<p>O movimento de mulheres nos anos 1970, reivindicando creches, foi fundamental para o surgimento da creche como instituição, com a função de cuidar e educar as crianças (Oliveira, 1999). Como instituição, ela representa um bem, um direito da criança e do trabalhador, uma conquista da sociedade civil organizada com a finalidade de promover o desenvolvimento infantil, especialmente quanto às suas necessidades e competências educativas.</p>



<p>Esse fato teve como consequência a procura por creche tanto pelas mães trabalhadoras como pelas que não trabalhavam fora, pois essas contavam com poucos recursos no espaço doméstico para garantir a socialização da criança.</p>



<p>Vê-se também que a educação infantil integra o sistema de ensino, sendo um dever do Estado e organiza-se segundo normas do Sistema Educacional vigente.</p>



<p>Portanto, precisamos ter bem claro que a oferta de vagas em creches e escolas de educação infantil pública não se trata de um favor, mas sim um&nbsp;direito de todas as crianças de 0 a 6 anos.</p>



<p>E é preciso que este problema tenha visibilidade social, pois somente através do reconhecimento desta demanda serão mobilizados esforços e recursos para a ampliação do atendimento à Educação Infantil com qualidade. </p>
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