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	<title>Dia da Consciência Negra &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>Dia da Consciência Negra &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>O topo, além de masculino, também é branco?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Thalita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 15:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Começo esse texto já dizendo que embora este não seja o meu lugar de fala, é uma sincera busca por entender o lugar do outro. Não estou tentando apresentar esse lugar como quem fala dele, mas, sim, apresentando alguns fatos e me dispondo a uma reflexão junto com vocês! E assim, como qualquer pessoa, me [&#8230;]]]></description>
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<p>Começo esse texto já dizendo que embora este não seja o meu lugar de fala, é uma sincera busca por entender o lugar do outro. Não estou tentando apresentar esse lugar como quem fala dele, mas, sim, apresentando alguns fatos e me dispondo a uma reflexão junto com vocês! E assim, como qualquer pessoa, me reservo o direito de errar e até mesmo de estar, em alguns pontos, equivocada.</p>



<p><br>Primeiramente, gostaria de apontar que o empreendedorismo pode parecer luxo para alguns, mas, a verdade é que a grande maioria dos empreendedores exercem a função por necessidade e não por paixão. As pessoas precisam trabalhar, precisam ganhar dinheiro, precisam viver. Então, para uma grande maioria, o empreendedorismo não é liberdade (financeira, de tempo, geográfica), mas sim fruto da necessidade de um povo que não consegue emprego, oportunidades e boas remurenações.</p>



<p><br>Além disso, o Brasil é o país com maior número de empreendedores, sendo cerca da metade, mulheres empreendedoras. Ainda, se pensarmos só em microempreendedores (MEI), as mulheres representam 48% dos CNPJs.</p>



<p><br>Mas, ainda, entre essas mulheres, existe um outro recorte necessário de ser feito que pode inclusive nos assustar, mulheres negras tem muito menos oportunidades do que as mulheres brancas. Isso significa que até no empreendedorismo feminino (que já representa um lugar importante para nós), existe ainda a presença do racismo estrutural, que se apresenta como um ponto importante de ser pensado e refletido para poder gerar mudança.</p>



<p><br>Vamos observar: considerando que a grande maioria dos empreendedores hoje, o fazem por necessidade e não porque queriam ou tiveram uma oportunidade, podemos destacar, segundo o SEBRAE que apenas 35% das mulheres brancas empreendem porque precisam, e se tratando de mulheres negras esse número sobe para 51%.</p>



<p><br>As funções que mulheres brancas e negras exercem também parecem ser diferentes, e o SEBRAE apresenta que a principal função das mulheres negras são relacionadas aos serviços domésticos, além de recebem a menor renda média de aproximadamente R$ 1.384,00.</p>



<p>É possível percebermos que um fato leva a outro. A população branca, em regra, tem mais escolaridade que a população preta, e isso reflete em todas as outras oportunidades que brancos e negros terão, mantendo, assim, cada vez mais brancos e menos negros em posições de destaque ou até mesmo, lugares de oportunidade.</p>



<p>Percebemos que se empreender é um desafio para quem arrisca, muito mais é para as mulheres negras, vez que os desafios a serem superados são muito maiores. Quando se trata de empréstimos bancários, as mulheres pretas tem muito menos chances de conseguir, mesmo se não tiverem restrição no nome ou impedimento para o empréstimo.</p>



<p>O que queremos apresentar aqui é que embora falamos tanto sobre empreendedorismo feminino, e sabemos que essa luta tem causa e necessidade, ainda é possível chegarmos em um lugar mais delicado, onde as oportunidades são ainda mais escassas. É onde ser mulher é ainda mais difícil. A luta da mulher é necessária, mas a luta da mulher preta é um lugar que precisamos nos dispor a olhar com empatia e fortalecer essa luta e a voz que elas tem.</p>



<p>Nosso sonho é por um mundo onde não seja necessário segmentar nada, não seja necessário falar em empreendedorismo feminino, basta dizer, empreendedorismo, onde não é preciso falar mulher preta, basta dizer mulher, ou ainda, basta dizer humano, gente, pessoa. Enquanto esse dia não chega, seguimos na luta que não escolhemos, mas pela qual precisamos lutar.</p>
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		<title>Dia da Consciência Negra na Educação Infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 23:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Dia da Consciência Negra é comemorado no Brasil no dia 20 de novembro e todo ano são propostas novas abordagens sobre a importância da data de forma a impulsionar o debate contra as diferentes formas de preconceito e racismo existentes na sociedade. Podemos afirmar que o trabalho dos cidadãos africanos, que foram obrigados a [&#8230;]]]></description>
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<p>O Dia da Consciência Negra é comemorado no Brasil no dia 20 de novembro e todo ano são propostas novas abordagens sobre a importância da data de forma a impulsionar o debate contra as diferentes formas de preconceito e racismo existentes na sociedade.</p>



<p>Podemos afirmar que o trabalho dos cidadãos africanos, que foram obrigados a migrar para o Brasil, são base da construção do país. Entre os séculos XVI e XIX aproximadamente 11 milhões de pessoas de diversos países da África foram trazidas para as Américas forçadamente, como escravos. O Brasil recebeu seis milhões desses cidadãos. Foi o trabalho destes, quesustentou os lucros do país por séculos, em lavouras de café e cana-de-açúcar, minas de ouro e diamante e como serviçais domésticos.Foi a partir dessa escravidão que vieram os ganhos de latifundiários e fazendeiros e os produtos para exportação, tendo sido de grande impacto no crescimento da economia brasileira.</p>



<p>A conscientização e a desconstrução nas escolas sobre a questão étnico-racial não devem ser abordadas apenas no Dia 20 de Novembro, sendo um trabalho contínuo, que requer práticas pedagógicas trabalhadas ao longo do semestre letivo e da vida do aluno. A história, cultura e os costumes afro-brasileiros são componentes que podem ser tratados de maneiras diferentes no decorrer do ano, com o uso da dança, espetáculos infantis, rodas de conversa, oficinas, filmes, entre outros.</p>



<p>Os professores e educadores são peças chave no processo de aprendizado e seus exemplos são essenciais. Por isso, para que exista essa influência, é necessário que a equipe pedagógica e todos os profissionais estejam engajados em inspirar os alunos na busca por uma sociedade mais justa. Os acontecimentos históricos que aconteceram no período da escravidão dos povos africanos e em sua migração para o continente americano, a forma que se deu a abolição da escravatura e a implementação do Dia da Consciência Negra, devem ser abordados.</p>



<p><strong>A capoeira tem origem africana. Um tipo de luta com grande expressividade para a cultura brasileira, que tem como características principais a defesa pessoal e movimentos corporais ágeis. A luta ainda conta com musicalidade, onde os participantes tocam instrumentos de origem afro-brasileira como o atabaque, berimbau e o agogô, e cantam as músicas típicas.</strong></p>



<p>Assim, músicas, danças, jogos, brincadeiras e atividades de origem africana devem ser introduzidos na educação infantil de forma a conscientizar e abraçar esse tema tão importante.</p>



<p>Precisamos compreender como as questões étnico-raciais são importantes para o nosso país e como isso nos agrega e nos torna um povo só, assim, talvez, a gente consiga construir um país melhor e mais justo para todos.</p>
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