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	<title>Cultura &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>Cultura &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>À Mesa com a Revolution</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 01:18:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabores que contam histórias. São Paulo nunca deixa de surpreender e, entre as esquinas que misturam cultura, arte e gastronomia, dois endereços têm encantado quem busca mais do que uma boa refeição: experiências memoráveis. Nosso primeiro destino é o MEA, um restaurante mediterrâneo que combina leveza e sofisticação em cada detalhe. Localizado em Pinheiros, um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Sabores que contam histórias.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo nunca deixa de surpreender e, entre as esquinas que misturam cultura, arte e gastronomia, dois endereços têm encantado quem busca mais do que uma boa refeição: experiências memoráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso primeiro destino é o MEA, um restaurante mediterrâneo que combina leveza e sofisticação em cada detalhe. Localizado em Pinheiros, um bairro cheio de glamour e com restaurantes deliciosos, e sob a idealização de Lalo Zanini, o ambiente conta com dois andares, ambiente intimista e um charmoso espaço para eventos, o MEA é perfeito tanto para um jantar a dois, quanto para almoços de negócios com um toque de exclusividade. O cardápio apresenta uma fusão impecável de ingredientes frescos e criatividade autoral. Nossa dica é o risoto de limão-siciliano com creme de figo e camarão pistola, uma combinação que equilibra</p>



<p class="wp-block-paragraph">acidez e suavidade na medida certa. Para encerrar, a sobremesa Jardim de Chocolate é um espetáculo à parte, delicada, artística e irresistível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o recém-inaugurado Nômade Bar e Restaurante traz um conceito que une drinks autorais, gastronomia contemporânea e uma experiência sensorial completa. Também localizado no bairro de Pinheiros, o ambiente é aconchegante, a decoração sofisticada e cada detalhe convida à pausa, ideal para almoços longos de fim de semana ou happy hours que se estendem noite adentro. Nossa escolha vai para o Pesto e Mar, um prato que celebra o encontro entre o frescor do mar e o sabor marcante das ervas. E, para finalizar, a Torta Dubai é o doce equilíbrio entre o luxo e o conforto, perfeita para quem ama sobremesas com presença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o Mediterrâneo e o contemporâneo, o MEA e o Nômade representam dois lados da gastronomia paulistana: a arte de comer bem e viver experiências que alimentam todos os sentidos.</p>
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		<title>FASHION LAW: A RELAÇÃO DO DIREITO NA INDÚSTRIA DA MODA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 01:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Naiara Aparecida Lima Vilela – Professora de Direito na Universidade Federal de Uberlândia, Doutoranda em Direito FADISP, Mestre em Direito UFU, Advogada especialista em Direito da Moda, Direito Digital e Compliance e Direito Constitucional.Membro da Comissão de Direito da Moda OAB 13ª Subseção Minas Gerais. @naiaralimavilela A moda é uma das manifestações culturais e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Por: Naiara Aparecida Lima Vilela – Professora de Direito na Universidade Federal de Uberlândia, Doutoranda em Direito FADISP, Mestre em Direito UFU, Advogada especialista em Direito da Moda, Direito Digital e Compliance e Direito Constitucional.Membro da Comissão de Direito da Moda OAB 13ª Subseção Minas Gerais.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>@naiaralimavilela</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A moda é uma das manifestações culturais e econômicas mais influentes do mundo contemporâneo. Mais do que um simples conjunto de tendências estéticas, a moda representa identidades, movimentos sociais, valores simbólicos e, principalmente, um setor econômico de extrema relevância global. A indústria da moda movimenta bilhões de dólares anualmente, envolve cadeias produtivas complexas e influencia diretamente comportamentos de consumo e dinâmicas culturais. Nesse contexto, surge a necessidade de um campo jurídico especializado: o <strong>Direito da Moda (Fashion Law). </strong>Esse ramo busca compreender e regulamentar as múltiplas relações jurídicas que emergem dentro da cadeia produtiva e criativa da moda, abrangendo desde a proteção da propriedade intelectual até questões trabalhistas, contratuais, ambientais e de responsabilidade civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora questões jurídicas relacionadas à moda já existissem há séculos, como conflitos sobre marcas, patentes ou contratos de trabalho, foi a partir dos anos 2000 que juristas e instituições começaram a tratar o tema de forma sistematizada, com especial menção ao trabalho da professora Susan Scafidi, da Fordham University, em Nova York que criou o primeiro curso acadêmico voltado exclusivamente ao estudo do Direito da Moda, inaugurando assim um espaço institucional para a reflexão sobre os desafios jurídicos específicos nessa indústria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o interesse pelo Direito da Moda também tem crescido de forma significativa. Com a consolidação do país como um importante polo criativo e produtivo no setor têxtil e de vestuário, cresceu a demanda por regulamentação e proteção jurídica. Questões como a pirataria de marcas, concorrência desleal, exploração de mão de obra e sustentabilidade colocaram a moda no centro de debates jurídicos contemporâneos. Por ser aindústria da moda multifacetada que envolve diversas etapas como criação, produção, distribuição, comercialização e consumo, em cada uma dessas fases há incidência de normas jurídicas de diferentes ramos do Direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais campos de interação entre Direito e Moda é a propriedade intelectual. Os estilistas, marcas e designers produzem criações originais que necessitam de proteção contra cópias indevidas e apropriações não autorizadas. Essa proteção ocorre por meio de marcas registradas, desenhos industriais e, em alguns casos, direitos autorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto crucial é o papel dos contratos. A moda depende de inúmeras relações contratuais: acordos de licenciamento, parcerias entre marcas e estilistas, contratos de modelagem, franquias, distribuição e e-commerce. A formalização jurídica dessas relações é fundamental para evitar litígios e assegurar segurança jurídica às partes envolvidas. Além disso, com o avanço das plataformas digitais, novas formas de comercialização — como o marketplace e os contratos com influenciadores digitais — exigem atenção jurídica específica para regulamentar direitos de imagem, publicidade e responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por trás dessa indústria encontra-se empregados e, por essa razão, questões relacionadas à exploração de mão de obra, trabalho análogo ao escravo e segurança do trabalho são desafios constantes. O Direito do Trabalho atua para proteger os trabalhadores, assegurar condições dignas e responsabilizar empresas que descumpram normas trabalhistas e de direitos humanos. Casos emblemáticos de trabalho forçado e exploração infantil em cadeias produtivas de grandes marcas internacionais trouxeram à tona a importância da responsabilidade social corporativa e da due diligencenas relações de produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">lém disso, nos últimos anos, a moda tem sido alvo de críticas por seu impacto ambiental significativo, especialmente na chamada “fast fashion”, que produz roupas em massa com baixo custo e alto desperdício. O Direito Ambiental se relaciona com a moda ao impor normas sobre descarte de resíduos, uso de recursos naturais, poluição e responsabilidade por danos ambientais. Normas internacionais e legislações nacionais vêm sendo adaptadas para responsabilizar empresas e incentivar práticas sustentáveis, como economia circular, reciclagem de tecidos e uso de materiais menos poluentes. Assim, o Direito também atua como instrumento de transformação socioambiental no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Direito da Moda emerge então como um campo interdisciplinar e dinâmico, capaz de dialogar com diversas áreas jurídicas para responder aos desafios complexos da indústria da moda. Seu surgimento reflete a crescente importância econômica, cultural e social da moda, bem como a necessidade de garantir proteção jurídica eficiente aos criadores, trabalhadores, consumidores e ao meio ambiente. Mais do que criar regras, o Direito da Moda tem o potencial de promover práticas mais éticas, sustentáveis e transparentes dentro do setor, equilibrando interesses econômicos e direitos humanos. À medida que a moda se torna cada vez mais globalizada e digital, os desafios jurídicos tendem a se intensificar, exigindo constante atualização e reflexão crítica por parte dos operadores do Direito. Por isso&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“O Fashion Law é a costura invisível que entrelaça o universo jurídico ao mundo da moda, harmonizando criação e proteção.” (Naiara A. L. Vilela)</strong></p>
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		<title>Quem é Mônica Xavier?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 17:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Empathie]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Mônica Xavier]]></category>
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					<description><![CDATA[Criadora do Instituto Empathiae, Monica Xavier é movida por um propósito que pulsa empatia, coragem e transformação — especialmente para mães que recebem o diagnóstico da deficiência de seus filhos. Mônica não apenas escuta histórias difíceis: ela adentra suas vidas no momento de maior fragilidade, as toma em pelas mãos como quem segura uma peça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Criadora do Instituto Empathiae, Monica Xavier é movida por um propósito que pulsa empatia, coragem e transformação — especialmente para mães que recebem o diagnóstico da deficiência de seus filhos. Mônica não apenas escuta histórias difíceis: ela adentra suas vidas no momento de maior fragilidade, as toma em pelas mãos como quem segura uma peça de porcelana delicada e frágil — com cuidado, beleza e respeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre fios e tecidos, criou os programas Mães que Criam – Crochê e Mães que Criam – Costura, onde cada ponto é uma forma de reconstruir o mundo interno de quem vive a maternidade atípica. Sua atuação é de presença genuína — daquelas que fazem a diferença sem alarde, mas com profundidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela é mãe — de filhos que hoje são adultos, mas que sempre terão nela o abrigo que possam precisar. É cuidadora de histórias, tradutora de afetos, tecelã de vínculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Onde estiver, leva junto a escuta atenta, a palavra doce e o desejo de criar redes mais humanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre alinhas e espectros</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O Instituto Empathiae promove evento de cultura inclusiva</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo dia 23 de setembro, comemorando o Dia Nacional da Luta da pessoa com deficiência, a Fábrica de Cultura de Diadema será palco de um dia especial dedicado à inclusão, ao acolhimento e à valorização das potencialidades de pessoas com deficiência e de suas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação conta com uma oficina de tear, onde jovens com deficiência poderão experimentar a arte têxtil de forma criativa e sensorial. Paralelamente, haverá uma roda de conversa para acolher as mães presentes, proporcionando um espaço de escuta, troca de experiências e fortalecimento mútuo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, uma oficina prática de psicomotricidade trará o tema “O movimento como meio para a alfabetização”, destacando como o corpo e o movimento contribuem para o processo de aprendizagem. Para encerrar, a energia e a alegria tomarão conta com uma oficina de dança coordenada pela talentosa dançarina Paloma Fonseca, referência na dança inclusiva e inspiração para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento é aberto ao público e reafirma o compromisso com uma sociedade mais acolhedora, acessível e diversa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serviço:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Data: 23 de setembro, das 9h às 13h</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Local: Fábrica de Cultura Diadema</p>



<p class="wp-block-paragraph">R. Vereador Gustavo Sonnewend Neto, 135</p>



<p class="wp-block-paragraph">Centro, Diadema &#8211; SP</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Instituto Empathiae</strong> é uma organização da sociedade civil dedicada a acolher e fortalecer mães e famílias que recebem o diagnóstico de deficiência de seus filhos no momento da notícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nos valores de empatia, honestidade, transparência e respeito à vida, o Instituto promove espaços de escuta e apoio emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos na capacidade de adaptação e transformação de cada ser humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossos programas, como “Mães que Criam – Crochê” e “Mães que Criam – Costura”, unem geração de renda e fortalecimento de vínculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, contribuímos para que famílias vivam o desafio da deficiência com dignidade, afeto e esperança.</p>
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		<title>Política x Cultura: Carnaval é feriado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Markendorf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 17:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dúvida]]></category>
		<category><![CDATA[feriado]]></category>
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					<description><![CDATA[Todo ano surge a mesma dúvida: Carnaval é feriado nacional? A resposta curta é:não. Mas a resposta completa envolve política, economia e debates culturais. O Carnaval é um ponto facultativo na maior parte do país. Isso significa que cabeaos estados e municípios decidirem se haverá ou não expediente. Empresasprivadas também têm liberdade para definir se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Todo ano surge a mesma dúvida: Carnaval é feriado nacional? A resposta curta é:<br>não. Mas a resposta completa envolve política, economia e debates culturais.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Carnaval é um ponto facultativo na maior parte do país. Isso significa que cabe<br>aos estados e municípios decidirem se haverá ou não expediente. Empresas<br>privadas também têm liberdade para definir se darão folga aos funcionários ou se<br>seguirão a jornada normal.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, em algumas cidades e estados, leis locais transformaram o Carnaval<br>em feriado oficial. Isso acontece, por exemplo, no Rio de Janeiro, onde a Lei<br>Estadual 5243/2008 estabelece a terça-feira de Carnaval como feriado. Em<br>Salvador e em Recife não há um feriado oficial, mas a cultura carnavalesca é tão<br>forte que praticamente todas as atividades são suspensas.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui neste ponto é importante lembrarmos da nossa estrutura federativa e como se<br>organiza a federação brasileira, para entendermos como uma lei local estadual<br>impacta nas cidades do respectivo estado, por exemplo.<br>Na organização do Estado brasileiro, a Constituição Federal estabelece a divisão de<br>competências entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios,<br>formando o chamado pacto federativo.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A União, como governo central, detém poderes soberanos e legisla sobre matérias<br>de interesse nacional, como defesa, política externa e sistema monetário. Os<br>estados possuem autonomia política, administrativa e financeira, podendo criar suas<br>próprias constituições, desde que respeitem a Constituição Federal.<br>Já os municípios são as unidades mais próximas dos cidadãos, responsáveis por<br>temas como saúde, educação e serviços urbanos, sendo regidos por leis orgânicas<br>próprias. E o Distrito Federal? Bem, essa jabuticaba eu vou deixar para outra coluna<br>(rs).<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta forma, o federalismo brasileiro é caracterizado pela indissolubilidade, ou seja,<br>os entes federativos não podem se separar ou alterar o modelo. Além disso, há<br>descentralização política, o que significa que cada esfera de governo tem<br>competências próprias para tomar decisões, evitando a concentração de poder.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto do Carnaval, essa estrutura federativa se reflete na autonomia dos<br>estados e municípios para definirem seus feriados locais. Assim, enquanto algumas<br>cidades e estados oficializam o Carnaval como feriado, outros mantêm apenas o<br>ponto facultativo, gerando debates entre diferentes setores da sociedade sobre o<br>impacto econômico e cultural da medida.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E é aqui que a polêmica política do Carnaval ganha força. Pois quando não há uma<br>regra nacional, quem decide são os agentes políticos. Prefeitos e governadores<br>costumam enfrentar um dilema: declarar feriado e incentivar o turismo ou manter o<br>expediente normal para evitar prejuízos econômicos?<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Carnaval é um dos maiores eventos do país, movimentando bilhões de reais e<br>impulsionando setores como hotelaria, transporte e alimentação. Mas comerciantes<br>e empresários de setores não ligados à festa costumam reclamar do impacto<br>econômico da paralisação, especialmente em cidades que não têm tradição<br>carnavalesca.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário pós-pandemia trouxe algumas mudanças, por exemplo, em cidades e<br>estados que tradicionalmente decretavam ponto facultativo e que passaram a optar<br>por manter o expediente normal, sob o argumento de recuperação econômica.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas é claro que, esse é mais um exemplo de como o Estado interfere até mesmo<br>nas tradições populares. Se a festa é um fenômeno cultural e econômico<br>consolidado, será que precisa da tutela do Estado para existir?<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, o Carnaval também é uma aula sobre federalismo, autonomia e intervenção<br>estatal. O que não dá é para colocar o Estado no papel de mestre-sala da festa<br>toda. Isso sim seria um enredo atravessado (rs).<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo cheio de liberdade e até a próxima!</p>
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		<title>Halloween</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giulia Cherulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 16:50:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Celebração]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Datas comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das bruxas]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Halloween]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabe o que é Halloween? Qual a sua origem e porque celebramos essa data no Brasil? O Halloween, ou o dia das bruxas, é uma celebração popular de culto aos mortos. Sua celebração iniciou com os celtas, antigos habitantes da Europa Ocidental, Oriental e parte da Ásia menor, onde se idealizava a mortalidade da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você sabe o que é Halloween? Qual a sua origem e porque celebramos essa data no Brasil?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Halloween, ou o dia das bruxas, é uma celebração popular de culto aos mortos. Sua celebração iniciou com os celtas, antigos habitantes da Europa Ocidental, Oriental e parte da Ásia menor, onde se idealizava a mortalidade da alma. A comemoração é anualmente, celebrada no dia 31 de outubro, data que coincide com o outono, cuja característica principal é a queda das folhas, o que significa o fim da morte ou iniciação de uma nova vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O termo tem origem na expressão em inglês “AllHallow´s Eve”, véspera de Todos os Santos, uma referência à data celebrada pela Igreja Católica no dia 1° de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A celebração do Halloween no Brasil acontece de uma forma tímida, um tanto que acanhada, passando quase despercebida entre as comemorações brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas práticas realizadas para a celebração do dia das bruxas no Brasil é assistir um filme de terror, as escolas de inglês proporcionam atividades voltadas com fervor à cultura de países que costumam festejar, a realização da marcha que chama atenção porque algumas fantasias são assustadoras, os pais que levam as crianças para pedirem doces ou travessuras, assim como alguns canais de televisão preparam uma grade de programação especial para a semana do Halloween.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os povos espanhóis existe uma tradição de ir de porta em porta tocando, cantando e pedindo dinheiro para as almas do purgatório, há também uma antiga lenda irlandesa que tem costume de usar a abóbora iluminada que seria a cara de um tal Jack Ou´Lantern, que na noite de Todos os Santos, convidou o diabo a beber em sua casa, fingindo ser um bom cristão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se tratando do incentivo a cultura local de forma estratégica, proposital e simbólica há um projeto de Lei 2.762 de 2003 com o objetivo de atribuir sentido a data e quer instituir o dia 31 de outubro como o Dia do Saci, que é retratado como um menino travesso, no folclore brasileiro. Fato este que pode ser associado às travessuras de Halloween.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do cenário, muitos brasileiros criticam a influencia da cultura norte-americano no Brasil, como também acreditam que a celebração do Halloween contraria a ideia do cristianismo, sendo o Brasil um Estado laico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qual a sua opinião quanto à celebração da tradição em estabelecimentos, como nas dependências escolares?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2009 o Vaticano divulgou uma matéria falando de mensagens perigosas na festa do Halloween, afirmando ser uma data anticristã por ter uma ligação com o oculto, assim como existe um projeto de Lei n° 014/2017 que é contra a qualquer prática de celebração do dia das bruxas, afirmando ser uma festa ligada a outra cultura, crenças e não pertencer ao folclore nacional, fomentando por certos templos religiosos o que de toda sorte não deve ser comemorada em escola pública municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com as tradições do folclore brasileiro, muitos de nós preferimos as tradições estrangeiras para celebrar o dia das bruxas, e apesar de toda fervura para a celebração, a festa e/ou atividades acontece entre pequenos grupos de pessoas, em clubes, escolas e casas noturnas, caracterizando como algo pouco significativo e simbólico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, celebra o Halloween? </p>
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		<title>Día de Los Muertos no México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Oct 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dia de Los Muertos]]></category>
		<category><![CDATA[Halloween]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se fala em outubro, as pessoas já lembram do Halloween, celebrado oficialmente na data de 31 de outubro. Ao contrário do que muitos acreditam, o Día de los Muertos não é uma versão mexicana do Halloween. Apesar da coincidência nas datas e que ambas envolvem fantasias e festividades, o Día de Los Muertos é [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando se fala em outubro, as pessoas já lembram do Halloween, celebrado oficialmente na data de 31 de outubro. </strong><strong>Ao contrário do que muitos acreditam, o Día de los Muertos não é uma versão mexicana do Halloween.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da coincidência nas datas e que ambas envolvem fantasias e festividades, o Día de Los Muertos é uma celebração bem diferente e única.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história dessa celebração tem origem indígena, desde a época dos astecas e maias. Quando os colonizadores espanhóis chegaram nessas terras, vendo esses rituais pagãos que eram celebrados em agosto, buscaram alterar a data comemorativa para o fim de outubro e o início de novembro, no intuito de deixar a data mais próxima do&nbsp;<strong>Dia de Todos os Santos</strong>&nbsp;e do<strong>&nbsp;Dia de Finados</strong>, celebrados pelo catolicismo nos dias 1º e 2 de novembro, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ritual festivo passou por diversas alterações ao longo dos anos, recebendo também uma grande influência católica, sendo hoje comemorado, não só no México, como também encontrado em alguns países da América Central, como Guatemala, El Salvador e também nos Estados Unidos, influenciado pela grande presença de imigrantes mexicanos no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses dias de festividade, segundo a crença popular, os mortos retornam dos túmulos para visitarem os vivos. Por essa razão, as famílias montam um altar com objetos do falecido e oferendas como forma de que eles encontrem o caminho de volta para casa e assim, presenteá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A celebração dessa data é comemorada de forma diferente em cada região do México, cada Estado com suas particularidades. As cidades, ruas, restaurantes, tudo é muito enfeitado nessa época, principalmente os cemitérios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há regiões em que as pessoas vão aos cemitérios, limpam as sepulturas, levam comida e ficam lá a noite toda com o ente querido. Como acreditam que as almas saem dos túmulos para os visitarem, as pessoas ficam no cemitério para caminharem com mortos pela noite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras regiões é comum também alguns tirarem os ossos do túmulo e limparem durante a noite. Outros apenas celebram com os altares construídos em suas casas colocando flores, não só no altar, como também nas portas da casa e pela rua da vizinhança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como a região norte do país, recebe grande influência dos Estados Unidos, a tradição possui mais traços e semelhanças da celebração do Halloween, mas não perde as características do Día de los Muertos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa celebração é uma data muito significativa, acredito que a mais especial do país. Há uma grande celebração nas ruas, desfiles, carros alegóricos, uma multidão dançando, todos fantasiados e curtindo com a família e amigos, estilo o Carnaval no Brasil, porém sem o uso de álcool nas ruas, por ser proibido a utilização na maioria das cidades do país. Algo que quase todo mundo respeita, sendo necessário pagar multa ou até ser detido.<a></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma curiosidade importante de mencionar, para enfatizar a importância dessa data é que o Día de Los Muertos foi declarado Patrimônio Cultura Imaterial da Humanidade pela Unesco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você já conhecia um pouco sobre essa data?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que tenha gostado de saber um pouco mais sobre uma cultura tão próxima de nós!</p>
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