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	<title>corpo &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>corpo &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>O CORPO DA MÃE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kamilla Corsino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 17:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de ser mãe, o corpo era apenas nosso. Um território particular, muitas vezes alvo de críticas internas, comparações externas, dietas e expectativas. Era um corpo que a sociedade ensinava a julgar. Mas ainda assim, era um corpo conhecido. Então, vem a maternidade, e o corpo deixa de ser só nosso. Ele passa a ser [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Antes de ser mãe, o corpo era apenas nosso. Um território particular, muitas vezes alvo de críticas internas, comparações externas, dietas e expectativas. Era um corpo que a sociedade ensinava a julgar. Mas ainda assim, era um corpo conhecido.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, vem a maternidade, e o corpo deixa de ser só nosso. Ele passa a ser casa, ninho, berço vivo. Passa a abrigar duas existências em uma só pele. O corpo da mãe se expande em medidas, em sentidos, em funções. Mas também se contrai no tempo que sobra para si, no olhar que antes sabia reconhecer quem era no espelho.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a gestação, cada centímetro é mudado. A barriga cresce, os seios crescem mais ainda com o alimento, a respiração se encurta, o centro de equilíbrio muda. E com essas mudanças, vêm as comparações, os medos, os comentários indesejados. O corpo da mãe vira vitrine. Todo mundo quer opinar sobre ele: “Você está enorme!”, “Essa barriga está muito baixa”, “Já deu tempo de voltar à forma?”<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas qual forma? O corpo da mãe não volta, ele segue em frente.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O pós-parto é, muitas vezes, mais desafiador do que a gravidez. É um reencontro com um corpo que parece não ser nosso. Há cicatrizes visíveis e invisíveis. Há vazamentos, dores, inchaços, sangramentos. E ainda assim, espera-se que a mulher sorria, se mostre grata, radiante. Que agradeça pelo privilégio da<br>maternidade mesmo quando tudo dói, quando sua autoestima desaba, quando ela se sente invisível.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E no meio disso tudo, nasce uma mãe. Alguém que tenta se reconhecer em um corpo novo, em uma rotina que gira em torno de outro ser, em noites sem sono e dias que se misturam.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso coragem para amar esse corpo. Coragem para aceitar a barriga que não voltou a ser como antes, os seios que mudaram de formato, a flacidez que veio para ficar, a cicatriz da cesariana ou o períneo sensível. Coragem para parar de buscar nas redes sociais os “corpos de antes e depois” que ignoram a mudança do que se viveu.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas também é preciso ternura. Ternura para agradecer esse corpo que abrigou uma vida, ternura para tocá-lo com carinho e não com cobrança, ternura para olhar suas marcas como medalhas de um processo profundo, humano e transformador.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O corpo da mãe tem uma beleza que não se encaixa em moldes. Porque é uma beleza cheia de significado. É um corpo que não apenas viveu, ele gerou, sustentou, entregou. Ele se doou para que outro corpo pudesse existir.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, mais do que voltar ao corpo de antes, que tal construir um novo olhar sobre o corpo de agora?<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A maternidade não precisa apagar quem a mulher era, mas pode expandir quem ela é. E isso começa com o reconhecimento: o corpo mudou, sim, mas isso não é perda, é potência.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez, um dia, diante do espelho, a mãe se olhe e perceba que aquele corpo ali é sagrado. Com rugas, com linhas, com dobras e curvas, mas também com histórias, força e presença. E que ela não precisa mais pedir desculpas por não caber em padrões. Porque ela já coube em milagres.</p>
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		<title>Por que emagrecer exige paciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 01:58:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[balança]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecer]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[paciência]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos em um mundo acelerado, onde o que era novidade ontem, hoje já perdeu a graça. Com um clique, a comida chega à nossa porta, as mensagens são instantâneas e a informação aparece num piscar de olhos. E, de alguma forma, começamos a acreditar que nosso corpo deveria acompanhar essa velocidade. Para a mulher, esse [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Vivemos em um mundo acelerado, onde o que era novidade ontem, hoje já perdeu a graça. Com um clique, a comida chega à nossa porta, as mensagens são instantâneas e a informação aparece num piscar de olhos. E, de alguma forma, começamos a acreditar que nosso corpo deveria acompanhar essa velocidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a mulher, esse ritmo é ainda mais intenso. São reuniões, prazos, metas, clientes para atender, família para cuidar&#8230; tudo exige urgência. E, quando decidimos emagrecer, melhorar a saúde ou mudar a estética, queremos resultados imediatos. Mudamos hábitos, seguimos um plano alimentar, entramos na academia&#8230; mas, se os resultados não aparecem rápido o suficiente, vem a frustração. E o que fazemos? Ou desistimos, ou buscamos atalhos: dietas restritivas, jejuns prolongados, treinos exaustivos, chás milagrosos, medicamentos…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas me diz uma coisa: você já parou para observar o tempo da natureza?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma gravidez dura, em média, nove meses. Uma lagarta não vira borboleta de um dia para o outro, ela passa pelo estágio de pupa, um processo silencioso e essencial. Cada estação do ano segue seu próprio ciclo. Cada fase da lua tem seu tempo. Uma árvore leva anos até dar frutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tudo na natureza tem um ritmo, por que seria diferente com o nosso corpo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu corpo funciona da mesma forma. Ele precisa de tempo para se adaptar, se fortalecer e responder aos novos estímulos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas mudanças acontecem rápido, sim. Melhorar a hidratação, ajustar a alimentação e dormir melhor já trazem benefícios em poucos dias. Mas grandes transformações levam tempo. E, acima de tudo, precisam de constância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que queremos viver no ritmo da tecnologia, mas o nosso corpo segue o ritmo da biologia. Ele não entende pressa, ele entende processos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez essa seja a grande lição: respeitar o tempo das coisas. Parar de lutar contra o tempo. Deixar de lado a ansiedade pelo resultado e confiar no processo. Por exemplo, você investe tempo na sua carreira porque sabe que os resultados virão. Por que não enxergar seu bem-estar da mesma forma?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que você está construindo agora não é apenas um número na balança. É uma nova relação com a comida, com o seu corpo e, principalmente, com você mesma. Isso não acontece da noite para o dia. Mas acontece se você permitir que o tempo faça o seu trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando você respeita o tempo do seu corpo, você não está desistindo, está investindo! No seu bem-estar, na sua energia, na sua melhor versão.</p>
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		<title>Comida, corpo e sociedade &#8211; Uma conversa necessária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 14:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[conversa]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já parou para pensar em como o seu corpo conta a história da sua vida? Elereflete nossas emoções, rotinas, desafios e até as condições do ambiente em quevivemos. Quando falamos em sobrepeso e obesidade, não estamos tratandoapenas de um número na balança, mas de uma realidade que afeta a maioria dosbrasileiros. No mês de [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Você já parou para pensar em como o seu corpo conta a história da sua vida? Ele<br>reflete nossas emoções, rotinas, desafios e até as condições do ambiente em que<br>vivemos. Quando falamos em sobrepeso e obesidade, não estamos tratando<br>apenas de um número na balança, mas de uma realidade que afeta a maioria dos<br>brasileiros.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>No mês de março, tivemos o Dia Mundial da Obesidade, uma data para<br>conscientização sobre um problema que vai muito além das escolhas individuais.<br>Muitas vezes, ouvimos que emagrecer depende apenas da força de vontade, mas a<br>realidade é bem diferente. Nossa saúde não se resume apenas ao que colocamos<br>no prato, ela também é moldada pelo ambiente que nos cerca.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>Atualmente, <strong>68% da população brasileira já está acima do peso</strong>, com as<br>mulheres sendo especialmente impactadas. Mas por que isso acontece? Não se<br>trata apenas de &#8220;comer menos e se exercitar mais&#8221;. A obesidade é influenciada por<br>fatores hormonais, emocionais, sociais e econômicos. Desde a sobrecarga mental<br>que muitas mulheres enfrentam, passando pela falta de tempo para cuidar da<br>alimentação, até a pressão estética que nos empurra para dietas extremas e o efeito<br>sanfona.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>E, enquanto o peso na balança aumenta, aumenta também o julgamento. Fomos<br>condicionadas a ver o nosso corpo como algo a ser corrigido, mas é fundamental<br>compreender que a obesidade é uma questão de saúde pública. Os desafios do<br>sobrepeso e da obesidade vão muito além da estética – eles dizem respeito à nossa<br>saúde. E saúde não se constrói com culpa e julgamento, mas com informação,<br>suporte e acesso a um tratamento humanizado.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>Se queremos mudanças reais, <strong>precisamos de políticas públicas que promovam<br>um ambiente mais saudável para todas nós.</strong> Precisamos de uma sociedade que<br>incentive o acesso à alimentação nutritiva, que facilite a prática de atividade física e<br>ofereça um tratamento que respeite e acolha cada indivíduo de forma<br>individualizada.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>Enquanto cobramos essas mudanças, também podemos agir juntas. Vamos trocar<br>experiências, apoiar umas às outras e criar um novo olhar para o autocuidado – um<br>olhar mais gentil, sem cobranças impossíveis, sem culpas e sem soluções mágicas.<br>Que tal começarmos com pequenas ações no dia a dia, buscando grupos de apoio,<br>compartilhando informações úteis e transformando nosso ambiente?</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><br>A obesidade é um desafio coletivo, e a mudança também precisa ser. Vamos juntas<br>transformar esse cenário?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Outubro Rosa: um chamado para o cuidado com o corpo e a fé no Deus que cuida de nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 20:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
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					<description><![CDATA[Outubro é um mês conhecido pela cor rosa. Nas ruas, nas redes sociais, nas lojas e até nos ambientes de trabalho, vemos o rosa como símbolo de um movimento importante: a prevenção do câncer de mama. Em meio a tantas campanhas, luzes e mensagens, precisamos nos lembrar de que, além do cuidado físico, há também [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Outubro é um mês conhecido pela cor rosa. Nas ruas, nas redes sociais, nas lojas e até nos ambientes de trabalho, vemos o rosa como símbolo de um movimento importante: a prevenção do câncer de mama. Em meio a tantas campanhas, luzes e mensagens, precisamos nos lembrar de que, além do cuidado físico, há também um chamado profundo para o cuidado espiritual – para que estejamos alinhadas com Aquele que nos criou e nos ama incondicionalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bíblia nos ensina que o corpo é o templo do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19). Como cristãs, somos convidadas a cuidar desse templo de forma amorosa e responsável. Prevenir, fazer exames e buscar orientação médica são atitudes de gratidão e obediência a Deus, que nos deu a vida e nos chama a zelar por ela. O autocuidado é uma forma de reconhecer que nossa vida é valiosa e que devemos honrar o corpo que Ele nos concedeu. Quando realizamos ações de prevenção, estamos dizendo: “Senhor, agradeço por esta vida que me deu, e quero viver plenamente o propósito que o Senhor tem para mim.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitas mulheres, o diagnóstico de câncer de mama traz medo e incertezas. Mas sabemos que, em meio ao deserto, a presença de Deus é ainda mais real. O Salmo 46:1 nos lembra: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.” Quando enfrentamos batalhas na saúde, precisamos lembrar que Ele está conosco. Podemos encontrar consolo, força e esperança no Pai, mesmo nos momentos mais difíceis. Ele é o Deus que cura, que restaura e que nos renova. Em Isaías 41:10, encontramos uma promessa poderosa: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como igreja e como comunidade cristã, temos o privilégio e a responsabilidade de apoiar e caminhar ao lado de quem passa por momentos difíceis. Jesus nos ensina a ser suporte uns para os outros, a carregar as cargas dos nossos irmãos (Gálatas 6:2) e a orar com fé e compaixão. Em nossa comunidade, podemos oferecer mais que palavras; podemos ser mãos que amparam, ombros que suportam, e ouvidos que escutam. Se você conhece alguém que está passando por um diagnóstico de câncer de mama, saiba que sua presença, seu carinho e suas orações são preciosos para ela. Você pode ser instrumento de Deus para fortalecer e encorajar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção é um ato de amor, não apenas por nós, mas também pelas pessoas que amamos. A Bíblia nos ensina a amar o próximo como a nós mesmas (Marcos 12:31), e como podemos amar bem os outros se não cuidamos de nós? Quando nos prevenimos, estamos demonstrando amor próprio e gratidão pelo dom da vida. Reserve um tempo para realizar os exames, para entender mais sobre o seu corpo e para praticar o autocuidado. Essas pequenas atitudes podem ter um grande impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outubro Rosa não é apenas sobre o corpo, mas também sobre a alma. Em meio ao processo de prevenção ou de luta contra a doença, somos chamadas a renovar nossa fé e nossa confiança no Senhor. Romanos 8:28 nos ensina que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.” Mesmo quando não entendemos o porquê de certas situações, podemos confiar que Ele tem um plano perfeito. Nossas vidas estão em Suas mãos, e Ele nunca nos abandona.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que neste Outubro Rosa possamos também nos unir em oração, intercedendo por todas as mulheres que enfrentam essa batalha. Vamos pedir a Deus que fortaleça cada uma delas, que derrame Sua paz sobre seus corações e que, em Sua infinita bondade, conceda cura e restauração. Vamos pedir que Ele dê sabedoria aos médicos, que guie cada tratamento e que esteja presente em cada consulta, exame e procedimento. Que a presença de Deus seja uma âncora de paz e esperança, firmando-nos em Sua palavra e em Suas promessas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outubro Rosa é mais do que uma campanha, é uma oportunidade de sermos intencionais no cuidado conosco, de fortalecer nossos laços com as irmãs ao nosso redor e de buscar a Deus em tudo. Vamos fazer deste mês um tempo de conscientização e também de renovação espiritual, lembrando que o nosso Criador nos fez de forma maravilhosa (Salmo 139:14) e que Ele cuida de cada detalhe da nossa vida. Que possamos cuidar do nosso corpo, fortalecer nossa fé e amar com o amor que Deus derrama sobre nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Setembro Amarelo: O corpo mostra sinais</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/setembro-amarelo-o-corpo-mostra-sinais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daiana Figueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 21:45:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira 3 sinais que as unhas mostram para ansiedade, depressão, transtorno alimentar e mais. Olá, queridas leitoras, que bom estar com vocês mais uma vez. Aqui,&#160;vamos tratar de um tema sensível, mas que pode salvar vidas: O&#160;Setembro Amarelo. Nele, nos empenhamos pela prevenção ao suicídio. A ligação entre transtornos psiquiátricos e doenças dermatológicas já é algo constatado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Confira 3 sinais que as unhas mostram para ansiedade, depressão, transtorno alimentar e mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Olá, queridas leitoras, que bom estar com vocês mais uma vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui,&nbsp;vamos tratar de um tema sensível, mas que pode salvar vidas: O&nbsp;Setembro Amarelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nele, nos empenhamos pela prevenção ao suicídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ligação entre transtornos psiquiátricos e doenças dermatológicas já é algo constatado. Cada um desses transtornos se manifesta na pele de forma diferente como: acne, onicotilomania, acrocianose, úlceras e outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, temos as chamadas escoriações psicogênicas, ou seja, a pessoa provoca em si as lesões, sem apresentar condição dermatológica de base. Essas escoriações ocorrem onde as mãos alçam com facilidade. E esse transtorno acomete principalmente mulheres, independentemente da idade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os casos mais comuns de acarretarem escoriações são: depressão e ansiedade, transtorno de personalidade borderline, transtorno dismórfico corporal, transtorno de uso de substâncias, transtornos alimentares, tricotilomania e cleptomania.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o ato de escoriar-se é uma resposta ao sentimento de tensão aumentada, somado à tentativa de resistir a esse sentimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A externalização na pele impacta a vida social e emocional. As lesões carregam consigo um estigma difícil de lidar. Mesmo que, em sua maioria, elas não apresentem risco direto à vida, afetam a qualidade de vida podendo gerar isolamento social e redução da autoestima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3&nbsp;</strong><strong>condições</strong><strong>&nbsp;</strong><strong>para observar nas unhas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1&nbsp;–&nbsp;Onicotilomania</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma neurose compulsiva. O mais frequente é o ato de tracionar as cutículas para trás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso causa distrofia do corpo da unha e prejudica seu crescimento, que em casos graves pode ser irreversível. Além de poder abrir porta para infecções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 – Onicofagia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roer as unhas!<br>Isso mesmo, o hábito de roer as unhas e com os dentes mexer nas laterais das unhas costuma ser uma resposta a situações de estresse, ansiedade e tristeza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, ocorre sangramento podendo descolar toda a unha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui, os riscos maiores são de unha encrava e infecção, que pode inclusive acometer o apêndice, pelos pedacinhos de unha e cutícula engolidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3 – Unhas encravadas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sem tirar de forma compulsiva os cantos das unhas ou&nbsp;roê-las, o corpo pode responder a uma&nbsp;condição psicológica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As células envolvidas no crescimento e desenvolvimento das unhas podem reagir, fazendo com que a unha cresça mais fechada, o que acaba por encravá-las. Esse quadro pode gerar muita dor em alguns casos, podendo trazer também inflamações e infecções nas laterais das unhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como uma Podóloga pode ajudar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de conseguirmos auxiliar com tratamentos como:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25aa.png" alt="▪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;Desinfecção e curativos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25aa.png" alt="▪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;Ortoniquinia: aplicação de&nbsp;órteses para corrigir a alteração da curvatura das unhas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25aa.png" alt="▪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;Cortes técnicos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de outras técnicas que podem ajudar nos processos de cicatrização, cura física das mãos&nbsp;e pés&nbsp;e, não menos importante, no cuidado e elevação&nbsp;da autoestima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante dizer que, quem convive com essas situações precisa da ajuda de uma equipe multidisciplinar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Daiana compartilha:&nbsp;</strong><strong>Meu Setembro Amarelo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Queridas, sei que este assunto é muito sensível. E sinto no coração de compartilhar o que vivi.&nbsp;Então, segue meu testemunho abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando meu filho tinha sete anos, começou a&nbsp;comer&nbsp;as pontas dos dedos&nbsp;(mutilar)&nbsp;a pele.&nbsp;Começou com esse ato,&nbsp;o que parece normal para muitas crianças e adolescentes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma das muitas tentativas em entender esse comportamento, perguntei por que ele estava fazendo aquilo. Ele contou que estava sofrendo bullying na escola, onde era machucado por&nbsp;duas crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resolvida essa situação, ao longo dos anos, fui percebendo um estado profundo de tristeza na vida dele. E observei que as unhas dele começaram a encravar&nbsp;e isso foi um alerta para mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Orei e pedi ajuda a Deus, porque não sabia o que estava acontecendo com ele. Ele tentou dois suicídios. E foi muita fé, força e amor para que passássemos por tudo isso.&nbsp;Também, contamos com uma equipe de profissionais que nos ajudou muito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje&nbsp;ele está muito bem, é um adolescente de&nbsp;17&nbsp;anos cheio de vida e sonhos!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você tem alguém perto e percebe algum dos sinais pelas unhas, ofereça ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma palavra de acolhimento pode fazer toda diferença na vida de&nbsp;uma pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escolha pela vida!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até breve.</p>
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