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	<title>autoconhecimento &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>autoconhecimento &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Os 72 Nomes de D&#8217;us e a Cura Cabalística</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 00:54:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cabala]]></category>
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		<category><![CDATA[cura cabalística]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação]]></category>
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					<description><![CDATA[Compreendendo o Poder Transformador da Cabala Profª Sandra Regina Rudiger &#8211; @sandrareginarudiger A Cabala, oferece diversas ferramentas espirituais para o autoconhecimento, transformação e cura. Entre essas ferramentas, os 72 Nomes de D&#8217;us ocupam um lugar de destaque como códigos de energia espiritual que, segundo a tradição, permitem acessar dimensões superiores de consciência e promover mudanças [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Compreendendo o Poder Transformador da Cabala</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Profª Sandra Regina Rudiger &#8211; @sandrareginarudiger</em><em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Cabala, oferece diversas ferramentas espirituais para o autoconhecimento, transformação e cura. Entre essas ferramentas, os 72 Nomes de D&#8217;us ocupam um lugar de destaque como códigos de energia espiritual que, segundo a tradição, permitem</p>



<p class="wp-block-paragraph">acessar dimensões superiores de consciência e promover mudanças profundas em diferentes aspectos da vida, incluindo a saúde física, emocional e espiritual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 72 Nomes de D&#8217;us não são nomes convencionais, mas combinações de três letras hebraicas extraídas de três versículos consecutivos do Livro do Êxodo (14:19-21). Cada nome é formado a partir das letras correspondentes a cada versículo, resultando em 72</p>



<p class="wp-block-paragraph">sequências de três letras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas combinações são consideradas portais para acessar diferentes aspectos da energia divina e são utilizadas na meditação, oração e práticas de cura cabalística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A origem dos 72 Nomes remonta ao episódio bíblico da travessia do Mar Vermelho. De acordo com os cabalistas, os três versículos do Êxodo, cada um com exatamente 72 letras, formam uma matriz mística. Ao alinhar essas letras, surgem as 72 combinações que representam diferentes facetas da energia de D&#8217;us.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na tradição cabalística, acredita-se que Moisés utilizou esse conhecimento para abrir o Mar Vermelho, demonstrando o poder de transformação e proteção desses nomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada um dos 72 Nomes corresponde a uma frequência energética específica e está associado a</p>



<p class="wp-block-paragraph">atributos como cura, proteção, prosperidade, amor, purificação, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prática cabalística envolve a meditação visual nas letras hebraicas de cada nome, muitas vezes acompanhada de intenções ou orações específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O simples ato de contemplar essas combinações, segundo os cabalistas, ativa uma ressonância espiritual capaz de promover mudanças internas e externas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cura cabalística não se limita ao corpo físico; ela abrange os níveis emocional, mental e espiritual do ser humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 72 Nomes são vistos como ferramentas para remover bloqueios energéticos, equilibrar emoções, fortalecer a conexão com o divino e restaurar o fluxo natural de energia vital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Praticantes relatam benefícios como alívio de ansiedade, clareza mental, superação de traumas e até melhoras em quadros de saúde física quando utilizam os nomes em suas práticas meditativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Mem Hei Shin ( מהש) – Cura, restauração e equilíbrio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Aleph Lamed Dalet (אלד) – Proteção contra energias negativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Yod Lamed Yod ( ילי) – Fortalecimento da saúde e do sistema imunológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Hei Hei Ayin ( ההע) – Purificação e renovação espiritual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Samech Aleph Lamed ( סאל) – Superação de obstáculos e abertura de caminhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 72 Nomes de D&#8217;us são um dos maiores legados da Cabala para a humanidade, oferecendo uma ponte entre o mundo material e o espiritual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora sua aplicação demande estudo e respeito pela tradição, qualquer pessoa pode se beneficiar da meditação e da contemplação desses nomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante lembrar que a cura cabalística não substitui tratamentos médicos convencionais, mas pode ser uma poderosa aliada no processo de autoconhecimento, fortalecimento interior e bem-estar integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aqueles que desejam se aprofundar, recomenda-se buscar orientação com estudiosos da Cabala ou participar de grupos de estudo, onde o aprendizado é compartilhado e ampliado por meio da experiência coletiva.</p>
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		<title>Ansiedade Normal e Ansiedade Patológica-Descubra a diferença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade patológica]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A ansiedade é um mecanismo natural dos seres humanos. Em nosso processo de evolução nós desenvolvemos a capacidade de entrar em estado de alerta, como uma defesa aos perigos aos quais éramos expostos. Este mecanismo de defesa (denominado de mecanismo de luta e fuga) continua a ser acionado em nós e faz com que o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A ansiedade é um mecanismo natural dos seres humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nosso processo de evolução nós desenvolvemos a capacidade de entrar em estado de alerta, como uma defesa aos perigos aos quais éramos expostos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este mecanismo de defesa (denominado de mecanismo de luta e fuga) continua a ser acionado em nós e faz com que o nosso corpo se prepare para algo que vai ou que pode acontecer, nos fazendo ficar vigilantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observe que quando você está ansiosa, você tende a ficar mais agitada que o normal, em estado de alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ansiedade </strong><strong>é</strong><strong> considerada normal</strong><strong>&nbsp;</strong><strong>quando tem causa aparente, dura pouco tempo e n</strong><strong>ã</strong><strong>o exige muito esfor</strong><strong>ç</strong><strong>o para que sejamos capazes de controlar e super</strong><strong>á</strong><strong>-la.</strong><strong>&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É</strong><strong> comum e normal a todas n</strong><strong>ó</strong><strong>s ficarmos ansiosas em situa</strong><strong>çõ</strong><strong>es especificas, especialmente quando nos expomos ou somos submetidas a algum tipo de avalia</strong><strong>çã</strong><strong>o, como ao fazer uma prova ou falar em publico, apresentar um trabalho escolar ou na faculdade, expor alguma id</strong><strong>é</strong><strong>ia, fazer uma palestra ou uma entrevista de emprego, ter uma conversa dif</strong><strong>í</strong><strong>cil com algu</strong><strong>é</strong><strong>m ou quando precisamos lidar com situa</strong><strong>çõ</strong><strong>es que exigem muito de nosso emocional, com sentimentos que n</strong><strong>ã</strong><strong>o sabemos administrar. Afinal, quem nunca ficou ansiosa diante de situa</strong><strong>çõ</strong><strong>es como essas?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante aprender a lidar com essa ansiedade que acontece no nosso dia a dia, já que muitas ocasiões podem nos trazer inquietações. São situações difíceis de passar, que nos sobrecarregam emocionalmente, mas que logo após sua conclusão, voltamos a nos sentir bem.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ansiedade normal ocorrem alguns sintomas, porém&nbsp;eles são passageiros.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora possa aparecer em diversos momentos da vida, é uma ansiedade saudável e não atrapalha aspectos do nosso cotidiano. Um estado de alerta diante de uma causa evidente é um instinto normal de sobrevivência de uma pessoa saudável, é uma defesa natural do organismo a possíveis ameaças, e é essencial para a sobrevivência da espécie.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, ficar ansiosa diante de situações como as citadas acima, é apresentar ansiedade normal e esperada e não patológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, algumas pessoas vivenciam estas reações de forma mais freqüente e intensa, que pode ser considerada patológica e comprometer a saúde emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma grande diferença entre a ansiedade passageira e normal e a ansiedade patológica é que o transtorno de ansiedade&nbsp;é uma doença psicológica caracterizada pela preocupação excessiva, cenários desastrosos de situações que nunca vão acontecer, deixando a pessoa sempre em estado de alerta com a expectativa de que a qualquer momento o pior pode acontecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, quando essa vivência se repete constantemente e é acompanhada por pensamentos negativos, geralmente catastróficos, nosso corpo entende que devemos ficar em permanente estado de alerta para nos proteger do que está por vir, ou seja, quando a ansiedade se apresenta em excesso, de forma desproporcional ao problema ou a situação enfrentada, ela deixa de ser considerada natural e passa a ser identificada como ansiedade patológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse estresse traz consigo várias manifestações físicas, como suor excessivo, tremores, palpitações, falta de ar, sensação de morte eminente, sensação de aperto no peito, insônia, medo de enlouquecer, entre outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses episódios, com manifestação sintomática gerado pelo excesso de ansiedade são chamadas de crises de ansiedade, que acontecem quando a ansiedade se manifesta de forma intensa e repentina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um quadro de ansiedade patológica traz muitos prejuízos a curto e a longo prazo, além de afligir funções biológicas, a ansiedade patológica costuma despertar medos e angústias que geram isolamento, dificuldade de lidar com o dia a dia deixando de efetuar tarefas rotineiras, afastamento e dificuldades de relacionamento, se tornando parte da identidade da pessoa e determinando o que ela pode ou não fazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ocorrer ainda o estabelecimento de doenças psicossomáticas, que são aquelas doenças geradas por problemas psicológicos não resolvidos como, doenças de pele, gastrite, úlceras, enxaqueca, labirintites, entre outras. É muito comum, a pessoa procurar um médico com uma queixa de dor física e acabar descobrindo que o problema é psicológico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, um transtorno de ansiedade pode abrir espaço para o estabelecimento de um quadro de&nbsp;depressão, pois a pessoa fica extremamente desgastada por não conseguir lidar com a sua ansiedade e acaba entrando em um quadro depressivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, fica claro que conviver com um transtorno de&nbsp;ansiedade é muito diferente de estar ansioso momentaneamente, o transtorno envolve diversas questões emocionais e muitas delas são um mistério até mesmo para a pessoa ansiosa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ressaltar que as causas não são totalmente identificadas, sendo conhecidos alguns fatores de riscos como a genética, casos em familiares, dificuldade em gerenciar momentos de estresse e mesmo a ocorrência de algum evento traumático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a ansiedade deixa de ser natural e passa a acompanhar sintomas físicos e psicológicos, a pessoa deve procurar um profissional da saúde mental para uma avaliação. Se você suspeita que sua ansiedade é exagerada, desproporcional, não deixe de buscar ajuda profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo artigo falaremos sobre atitudes que aplicadas, podem ajudar a lidar com a ansiedade normal e também com os episódios de ansiedade patológica e os tipos de tratamento mais adequado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero ter ajudado!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Aquino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga Clínica</p>
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		<title>A verdade por trás da mentira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Mar 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Autorrespeito]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Todas nós já falamos alguma mentira em algum momento, e isso é uma verdade! O grande problema é quando a mentira se torna um hábito ou uma estratégia de &#8220;resolução&#8221; dos nossos problemas ou de situações embaraçosas. A mentira não é um ato da incapacidade de alguém em relatar a verdade, também não é um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Todas nós já falamos alguma mentira em algum momento, e isso é uma verdade!</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande problema é quando a mentira se torna um hábito ou uma estratégia de &#8220;resolução&#8221; dos nossos problemas ou de situações embaraçosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mentira não é um ato da incapacidade de alguém em relatar a verdade, também não é um relato impreciso da verdade pela falta de habilidade em descrevê-la, a mentira é um ato consciente de quem sabe que a sua descrição não é coerente com o que fez e mesmo assim a sustenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mentiras e as omissões podem ser desvendadas ao se observar a relação entre o comportamento da pessoa e o que ela fala, ou seja, a descrição precisa ser coerente com os fatos, é necessário haver correspondência entre o &#8220;fazer&#8221; e o &#8220;falar&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto falar a verdade quanto contar uma mentira são comportamentos verbais aprendidos e mantidos pelas conseqüências que produzem e claro, em muitas situações há ganhos imediatos com a mentira, não podemos negar isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mentira pode afastar ou adiar conseqüências desagradáveis e de alguma forma isso traz alguns benefícios. Se mentir trouxe algumas &#8220;vantagens&#8221;, esse comportamento tende a se repetir, repetir e repetir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que isso tem relação com o caráter, não é porque se conseguiu uma vantagem que esse comportamento se torna uma constante, há diferenças expressivas entre já ter mentido em alguma circunstância e ser um mentiroso inveterado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mentira muitas vezes é um fardo pesado, é cansativo mentir e esse hábito pode gerar muito stress mental, adoecimento e rompimento de laços afetivos importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O hábito da mentira pode ser, além de tudo isso, a expressão de alguma debilidade emocional, que muitas vezes está relacionada com a dificuldade em assumir os próprios erros, com a falta de autorresponsabilidade ou mesmo pelo medo de não sermos aceitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você se lembra qual foi a última vez e em qual circunstância você mentiu?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com medo de perder o relacionamento amoroso escolhem mentir como forma de evitar conflitos ou desgastes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com baixa autoestima escolhem mentir por medo da rejeição, da crítica e do julgamento dos outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas inseguras muitas vezes escolhem mentir por se sentirem incapazes de resolver problemas, e mentem na esperança de não se sentirem rejeitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas frágeis emocionalmente escolhem o caminho da mentira na tentativa de evitar conflitos e confrontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas mentir é sempre um risco. Esse risco na maioria das vezes, ao invés de ajudar a resolver a questão, só faz piorar, gerando consequências desastrosas e confusões desnecessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, um(a) parceiro(a) que trai e ao ser descoberto(a) continua a mentir, tem suas chances diminuídas de ser perdoado, já que nega que errou e mente sobre seu comportamento desvendado. Afinal, como perdoar o que se sabe, mas que nunca foi confessado?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já vi casos desse tipo de mentira ser descoberto, confessado e perdoado. Mas também já vi pessoas sustentando a mentira, carregando um fardo terrível e por não ter coragem de agir com a verdade e confessar sua falha, perderem o grande amor da sua vida&#8230; É, a mentira pode tomar proporções devastadoras.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso nos revela que a outra face da mentira é, muitas vezes, o medo, a insegurança, um olhar de incapacidade para si, a baixa autoestima, e até a própria dificuldade de perdoar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mentira nos deixa frágeis e reféns de situações, que mesmo complexas e delicadas, seriam possíveis de serem resolvidas com a verdade, porque ainda que vergonhosa e dolorosa, a verdade nos liberta e nos humaniza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que nem sempre se pode aceitar a verdade sem que algum tipo de sanção seja administrada, podem haver consequências e é preciso saber enfrenta-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma é importante ter ciência de que mentir nem sempre representa uma patologia. A mentira é um espelho que reflete uma distorcida imagem do nosso interior, e quando ocorre repetidas vezes, pode denunciar um desvio de caráter ou mesmo uma debilidade emocional que certamente atrapalhará os vários aspectos da nossa vida, familiar, pessoal e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você se identifica com essa descrição, talvez seja bom se perguntar se não é o momento de buscar auxilio profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas vezes a ajuda dos amigos ou da família já não é mais o suficiente e precisamos encarar a verdade sobre nós e buscar ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se julgue e nem se martirize, busque apoio e refaça sua história com a verdade que liberta!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conte comigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Aquino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga Clinica </p>
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		<title>As máscaras do carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 00:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Datas comemorativas]]></category>
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					<description><![CDATA[O conceito de máscaras (persona) foi originado na psicologia analítica, ou como também é conhecida, psicologia junguiana. Segundo o psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Jung, todos apresentamos personas ou máscaras sociais ao representarmos nossos diversos papéis e fazemos isso na tentativa de nos aproximar daquilo que pensamos ser uma representação aceitável de nós mesmas ao outro e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O conceito de máscaras (persona) foi originado na psicologia analítica, ou como também é conhecida, psicologia junguiana. Segundo o psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Jung, todos apresentamos personas ou máscaras sociais ao representarmos nossos diversos papéis e fazemos isso na tentativa de nos aproximar daquilo que pensamos ser uma representação aceitável de nós mesmas ao outro e ao mundo, já que todas temos receios de nos apresentar como somos. São máscaras de artificialidade que se sobrepõe à nossa verdadeira natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossas máscaras servem para orientar expectativas e impressões, para nos sentirmos melhor conosco mesmas. A idéia de que estamos em um palco muitas vezes nos parece verdadeira. Representamos em cada contexto da nossa vida e dessa forma nos relacionamos com as outras pessoas e com cada situação, adotando máscaras diferentes conforme o ambiente social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Usamos essas máscaras sempre que o medo de sermos mal vistas, rejeitadas ou agredidas pelo que somos ou desejamos, aparece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jung fala da máscara social, sobre o que um ser humano devia &#8220;parecer ser”, como uma saída os receios que todos temos de nos apresentarmos como somos e como uma tentativa de sentir-nos melhor para enfrentar situações desagradáveis.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso nos influencia a representar e a usar nossas máscaras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As máscaras teatrais surgiram na Grécia antiga, eram utilizadas para encobrir o rosto dos atores, dando a eles a oportunidade de representação e a ênfase aos papéis que representavam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do grego temos também a persona, que é um termo que significa máscara.&nbsp; A palavra personalidade vem de persona e Carl Jung, descreveu a persona como a imagem que uma pessoa se mostra externamente, e a atitude que assume como resposta às situações dentro das suas vivências e experiências. Essa máscara encobre o &#8220;eu&#8221; dando lugar a essa persona que é uma representação de nós mesmas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que tudo isso se dá, na grande maioria das vezes de modo inconsciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As redes sociais mostram isso com clareza. Não pense agora na rede social de alguém, pense na sua. Dê uma olhada nela após a leitura desse texto e avalie se lá não estão as máscaras ou a persona que você escolheu apresentar ao mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja bem, eu não estou te repreendendo ou julgando por isso, de forma nenhuma, até porque todos nós nos valemos dessas máscaras, em maior ou menor grau. Porém é muito válido reconhecer esse mecanismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É evidente que o uso de máscaras podem criar um reduto de segurança, mas isso também pode gerar o risco de que nem nós mesmas saibamos bem quem somos de tão identificadas que nos tornamos com nossas máscaras ou&nbsp;personas, já que isso geram um senso de proteção em nós, das expectativas e censuras dos outros. Por isso torna-se difícil viver sem algum tipo de máscaras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas podemos viver de máscaras o tempo todo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qual o perigo de usá-las?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que resta de nós se as tirarmos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quais as máscaras utilizamos todos os dias e nem percebemos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a infância aprendemos a desenvolver nossas máscaras, mas podemos formá-las também na adolescência e na fase adulta, dependendo da necessidade, já que as máscaras são uma estratégia de interação com nossas primeiras referencias, ou seja, a família e posteriormente com as demais pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A máscara mais comum vem da necessidade de reconhecimento, pertencimento e aprovação que todo ser humano tem e para alcançar isso, começamos a &#8220;agradar&#8221; desde a infância. Com nossa máscara começamos a agradar a todos (muitas vezes a custa de nos desagradar) puramente pela necessidade inconsciente de ser aceita, amada e reconhecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o passar do tempo, se essa necessidade não é suprida, as máscaras se fortalecem, em uma busca externa, incessante e frustrante, na qual os comportamentos vão sendo repetidos a todo tempo e a todo custo e nós nos podemos nos perder e nos distanciar demais do nosso verdadeiro eu. Quando nos perdemos de nós e nos distanciamos demais de quem somos, nos tornamos vazias, tristes, sem esperança e insatisfeitas com a vida que temos. Olhamos para nós e não sabemos quem somos, só temos a certeza de que o que vemos de nós, não é o que gostaríamos de ser.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso entender que não somos as máscaras que criamos e o autoconhecimento pode ser um caminho a ser trilhado pois, ainda que doloroso em alguns momentos, produz em nós um retorno, uma volta (muitas vezes a infância) e uma nova oportunidade de chegarmos mais próximos da nossa essência e da vida que faz sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode não parecer, mas não é nada fácil identificar nossas máscaras. Primeiro é necessário compreender que todos nós temos máscaras, e que elas são importantes para nossa saúde mental, depois devemos buscar reconhecer sua existência e ter como objetivo tornar consciente os conteúdos inconscientes. Tão importante como tomar conhecimento dessas personas é saber qual usar de acordo com a situação vivida, como um ator com seus personagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que nos adaptar e responder às várias situações sociais com que nos deparamos não é o mesmo que fingir, passa por conciliar aquilo que queremos transmitir com o que o mundo realmente percebe sobre nós. Seja como for, não é fingir: é responder adequadamente às várias situações sociais, adaptando-nos a elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais consciente nos tornamos de nossa verdadeira essência, mais se reduzirá a ação das máscaras em nossa vida, de modo que nós podemos e devemos usá-las mas nossa escolha deve ser sempre consciente, assertiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de autoconhecimento pode elevar o nível de consciência sobre nós mesmas, e revelar quais tipos de máscaras são utilizadas, se elas são positivas ou negativas. E o mais importante, o que originou essas máscaras e nos fez reproduzir determinados comportamentos, nos auxiliando na resignificação dos acontecimentos e na manifestação da nossa essência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a identificação das nossas máscaras se faz importante compreender quais são as negativas e porque elas são usadas, quais carências nos levaram a utilizar cada tipos específico de máscara. Existem muitas variações de personas e mascaras, por exemplo, a mascara da prestativa, da religiosa, da desapegada, da humilde, da boa moça, da sexy, da mãe de família, da batalhadora, entre tantas outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você reconhece alguma dessas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se não, quais são as máscaras que você tem utilizado ao longo da sua vida?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ter consciência de nossas máscaras nos dará a oportunidade de rever nossos relacionamentos e nossos comportamentos e nos dará o poder de irmos atrás da nossa essência e em busca do nosso verdadeiro eu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanta complexidade tem o nosso ser não é mesmo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a gente que pensava que usávamos máscaras apenas para nos divertir ou nos disfarçar no carnaval&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, o carnaval pode ser uma ocasião onde muitas mascaras &#8220;caem&#8221; revelando o self ou o &#8220;eu real&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que esse artigo seja revelador para você!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Aquino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga Clínica</p>
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		<title>Autoimagem X Autoestima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[autoimagem]]></category>
		<category><![CDATA[psicóloga]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Olá mulheres revolucionárias! Nosso assunto hoje é: Autoimagem e Autoestima! De modo geral confundimos esses conceitos e ficamos perdidas e confusas. Acreditamos erroneamente que a autoestima está ligada somente com nossa forma física, com o quanto nos encaixamos em padrões estabelecidos de beleza que nos influenciam e nos oferecem imagens “perfeitas” diariamente. Porém autoestima vai [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Olá mulheres revolucionárias!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso assunto hoje é: Autoimagem e Autoestima!</p>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral confundimos esses conceitos e ficamos perdidas e confusas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos erroneamente que a autoestima está ligada somente com nossa forma física, com o quanto nos encaixamos em padrões estabelecidos de beleza que nos influenciam e nos oferecem imagens “perfeitas” diariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Porém autoestima vai muito além, é uma construção histórica e social e é a imagem que temos de nós mesmas não só nos aspectos físicos mas comportamentais, sociais e emocionais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação da autoestima é influenciada em boa parte pela maneira com que os pais se relacionam com os filhos e pela dinâmica da convivência familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A herança afetiva que trazemos da infância interfere diretamente na confiança e na valoração que damos à nós mesmas e, portanto, na forma como enfrentamos os desafios em qualquer etapa da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é raro nos depararmos com pessoas que possuem um nível tão baixo de autoestima que muitas vezes nem conseguem acionar seus mecanismos de superação nem mesmo para decidir aspectos simples de sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato é que, se nossa autoimagem estiver distorcida corremos o risco de que nossa autoestima esteja baixa, já que nossa autoestima é o quanto nós gostamos da imagem que temos de nós mesma, o quanto nos sentimos capazes e adequadas para a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma autoestima ajustada nos faz sentir querida, amada, respeitada e a nos vermos como um dom oferecido ao mundo!</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a nossa autoestima que cria um conjunto de expectativas das nossas possibilidades, do que nós posso ser e ter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da nossa autoestima é muito importante porque nós agimos e nos relacionamentos de acordo com a forma que nos vemos e do quanto gostamos de nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que as vivências familiares não são completamente determinantes na personalidade de uma pessoa, pois cada ser humano é capaz de superar traumas vividos e pode também desconstruir crenças negativas cultivadas pelos seus pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que o “combustível afetivo” recebido na família não tenha sido positivo e que as experiências vivenciadas ao longo da vida não tenham sido edificantes para uma personalidade forte e uma autoestima ajustada, ainda assim&nbsp;está nas mãos de cada pessoa a auto superação e a capacidade de fortalecer seus alicerces emocionais e reconstruir seu amor próprio com coragem e determinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Ajuste seu foco para quem você é, descubra sua essência, assuma uma nova maneira de pensar, de se ver e de ver o mundo ao seu redor.</p>
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