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	<title>Amor próprio &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>Amor próprio &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Estética X Instagram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daiara Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Apr 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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					<description><![CDATA[A estética é uma área que abrange diversos aspectos visuais, seja em relação ao corpo humano, à moda, à arquitetura, ao design, à arte, entre outras. Com o surgimento das redes sociais, principalmente do Instagram, a estética ganhou ainda mais importância na sociedade contemporânea, pois se tornou uma ferramenta fundamental para a construção da imagem [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A estética é uma área que abrange diversos aspectos visuais, seja em relação ao corpo humano, à moda, à arquitetura, ao design, à arte, entre outras. Com o surgimento das redes sociais, principalmente do Instagram, a estética ganhou ainda mais importância na sociedade contemporânea, pois se tornou uma ferramenta fundamental para a construção da imagem pessoal e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instagram é uma plataforma digital que possibilita a criação e o compartilhamento de imagens e vídeos, e é amplamente utilizada por pessoas de diferentes idades, gêneros e nacionalidades. Com mais de um bilhão de usuários ativos mensalmente, o Instagram se tornou uma ferramenta poderosa para a divulgação de conteúdo e para a construção de marcas pessoais e corporativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a utilização do Instagram também pode gerar impactos negativos na autoestima e na saúde mental das pessoas, principalmente quando a estética se torna um valor absoluto. A busca incessante pela imagem perfeita pode levar a comportamentos obsessivos, como dietas restritivas, uso excessivo de filtros e manipulação digital das imagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cultura do Instagram valoriza a beleza estereotipada, o que pode levar muitas pessoas a se sentirem inadequadas ou insuficientes. As redes sociais criam uma ilusão de perfeição, uma vez que as pessoas geralmente postam apenas as melhores versões de si mesmas, selecionando cuidadosamente as imagens que serão compartilhadas e aplicando filtros e correções de luz e cor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estética no Instagram também pode afetar a forma como as pessoas enxergam o mundo, pois muitas vezes as imagens compartilhadas são distorcidas e amplificadas, dando a impressão de que a vida dos outros é muito mais interessante e glamorosa do que a nossa própria vida. Isso pode levar a um sentimento de inveja e insatisfação constante, prejudicando a autoestima e o bem-estar emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o Instagram também pode ser uma ferramenta positiva para a valorização da diversidade e da inclusão. Muitas pessoas utilizam a plataforma para promover a autoaceitação e a representatividade, compartilhando imagens que fogem dos padrões estéticos impostos pela mídia tradicional. Essas pessoas têm o poder de influenciar positivamente a autoimagem de outras pessoas, mostrando que a beleza está em todas as formas, tamanhos e cores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a estética no Instagram pode ser utilizada como forma de expressão artística e criativa. Muitos artistas, fotógrafos e designers utilizam a plataforma como uma vitrine virtual para expor seu trabalho e alcançar um público maior. A estética pode ser uma forma de transmitir ideias, valores e sentimentos por meio das imagens, despertando emoções e inspirando outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para finalizar, a estética no Instagram pode ter tanto um impacto positivo quanto negativo na vida das pessoas. É importante lembrar que a beleza não pode ser medida por um padrão estético imposto pela sociedade, e que cada pessoa é única e valiosa por suas características individuais. Utilizar o Instagram como uma ferramenta de expressão e inspiração pode ser muito saudável, mas é fundamental manter uma relação equilibrada com a plataforma e com a própria imagem. É preciso reconhecer que as imagens compartilhadas no Instagram são apenas uma pequena parte da vida das pessoas, e que a realidade é muito mais complexa e diversa do que a aparência que se apresenta nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é importante que as pessoas aprendam a valorizar a diversidade e a respeitar as diferenças, em vez de se comparar constantemente com os outros e se sentir inadequadas por não se encaixarem em um padrão estético. A estética no Instagram pode ser uma ferramenta para a construção da autoimagem e da autoestima, mas é necessário ter consciência de que a beleza vai muito além da aparência física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, o Instagram é uma plataforma que influencia diretamente na forma como as pessoas enxergam a estética e a imagem pessoal. É importante estar consciente dos impactos positivos e negativos que essa rede social pode ter na saúde mental e na autoestima, buscando sempre uma relação saudável e equilibrada com a plataforma e com a própria imagem. A estética deve ser valorizada como uma forma de expressão e de representatividade, mas sem perder de vista a diversidade e a individualidade de cada pessoa.</p>
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		<title>Mulher, viaje sozinha sim!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais de Bem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Mar 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viajar sozinha]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem nunca quis fazer uma viagem e não encontrou uma companhia? Seja pela pessoa não poder por questões financeiras, ou por não ter férias no trabalho, ou pelos filhos, ou pelo namorado ciumento, ou porque simplesmente não tem alguém que queira disfrutar desse momento com você? Às vezes a gente tem tudo esquematizado, encontrou a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quem nunca quis fazer uma viagem e não encontrou uma companhia? Seja pela pessoa não poder por questões financeiras, ou por não ter férias no trabalho, ou pelos filhos, ou pelo namorado ciumento, ou porque simplesmente não tem alguém que queira disfrutar desse momento com você?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes a gente tem tudo esquematizado, encontrou a passagem barata, a data perfeita, tem o roteiro todo planejado de acordo como você sonhava, mas e agora? Cadê aquela pessoa que possa curtir esse momento ao seu lado?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes me peguei nesses pensamentos, sem saber se ia, buscava amigos, familiares, mas as datas e interesses não batiam e eu desistia de ir. O sentimento de frustração vinha, óbvio, afinal, será que preciso do outro para ser feliz, para me ajudar a criar momentos e memórias que eu mesma poderia estar criando sozinha?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pois é, parece clichê, mas já vi várias amigas e conhecidas passando pela mesma situação. O medo de viajar sozinha, de enfrentar um outro mundo, outras situações, ser desafiada pelo novo assusta, mas fica a minha dica, vale a pena, vale MUITO a pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher viajar sozinha acaba sendo um tema muito sensível. A sociedade machista que vivemos nos faz acreditar que tudo é perigoso, que nós mulheres somos muito vulneráveis, e até aquela ideia de que é “feio” para uma mulher sair pelo mundo viajando sozinha ainda é um tabu. A ideia de uma mulher ser livre é um tabu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu cheguei a um ponto que resolvi não esperar mais pelo outro, e decidi viajar, decidi ser feliz hoje. O sentimento de espera do namorado viajante, da amiga com tempo pra mim, do grupo de amigos que conseguem se organizar financeiramente para todos viajarem juntos foi deixada de escanteio. Resolvi me priorizar e ir atrás do que eu já amava ver em filmes, vídeos na internet e livros, resolvi conhecer tudo que me encantava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não vou dizer que as primeiras viagens foram fáceis, cada país, cada cidade, cada cultura, você passa um perrengue diferente, situações diferentes, mas todas te fazem evoluir e você volta com diversas histórias pra contar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já escutei diversas falas desagradáveis em viagens ou até mesmo por pessoas próximas ou não tão próximas a mim como “coitadinha, você não fica triste viajando sozinha?”, “Não se sente solitária viajando só?”, “Aposto que tá indo fazer farra”, “Mas seu namorado deixa?”, “Cadê seu pai?”. Foram frases que no início me incomodavam, mas que com o tempo me desafiaram mais e me fizeram deixar de lado aquele medo e até preconceito, me dando coragem e vontade de me jogar no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aprendi a apreciar a minha companhia e não tem nada mais prazeroso que se amar. Viajar sozinha é se sentir completa de si! É você, mesmo tendo família, amigos e até um parceiro, escolher a sua própria companhia para aquele momento especial e isso bastar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixo aqui meu relato que escrevi no Instagram há quase 3 anos atrás, quando voltei da Guatemala. Uma viagem de 3 dias para escalar e acampar no meio do mato em uma região com vulcão em erupção. Uma loucura que eu fui com muito medo, fui sendo criticada e sem muito apoio, mas que ultrapassou todas as minhas expectativas:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A última vez que entrei em um avião eu sentei a bunda na cadeira e queria levantar e fugir., estava muito nervosa. Engraçado como a gente tenta correr às vezes da felicidade, né?! Medo de que tudo acabasse.. bom acabou, mas coisas boas vieram com isso, sempre tem um lado positivo em tudo. Dessa vez eu entrei no avião e a adrenalina era tão grande que eu tava piraaaaando! Como pode? Eu estava indo sozinha para um país que não conhecia acampar em um vulcão.. SO ZI NHA! É algo que vinha na minha cabeça toda hora.. mas que fazia a adrenalina subir mais ainda.. Cheguei na Guatemala e me encantei, com o clima, com as pessoas, com a natureza, com a cidadezinha colonial, gracinha demais! Quando eu comecei a trilha, o desespero bateu demais! A vontade de desistir vinha de minutos em minutos, e eu ficava tentando planejar algo para conseguir sair dali, mas COMO? No meio do nada, naquele mato, qual era o caminho de volta? Como que eu ia fazer? Não tinha escolha.. só fui, escorregando, caindo, me machucando, torci o pulso, o pé, estalei o ombro.. COMO QUE ESTALA o ombro? Eu só sentia dor.. chegou um ponto que eu já não me importava mais, só queria que acabasse e sobrevivesse de alguma forma. Não é exagero, qualquer desatenção ou desequilibro em algum ponto, era ladeira a baixo. Foi muito dolorido.. fisicamente e emocionalmente. Mas quando eu consegui.. “Olha esse vulcão” era tudo que vinha a minha cabeça e a vontade de chorar vinha, era muita emoção.. mais uma viagem, mais uma experiência, mais uma história que me faz ter orgulho de ter essa coragem e determinação de ser feliz! Obrigada demais Deus!<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />”</p>
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		<title>Dedo podre! Porque você sempre está em relacionamentos ruins!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 21:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres fortes]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Eu não consigo entender, parece que é o mesmo filme se repetindo. Minha esperança se renova a cada novo relacionamento, mas com o passar dos dias tudo se repete, parece que já andei por aquele &#8220;caminho&#8221;, conheço onde isso vai dar&#8230; E sempre dá no mesmo lugar, eu sendo enganada, passada para trás, sendo colocada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu não consigo entender, parece que é o mesmo filme se repetindo. Minha esperança se renova a cada novo relacionamento, mas com o passar dos dias tudo se repete, parece que já andei por aquele &#8220;caminho&#8221;, conheço onde isso vai dar&#8230; E sempre dá no mesmo lugar, eu sendo enganada, passada para trás, sendo colocada em segundo plano. Não consigo ser prioridade para ninguém&#8230;&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatos como esse são freqüentes na clinica. Não poucas vezes ouvi isso durante meus atendimentos e posso afirmar que reconhecer isso já é um estagio avançado, que muitas mulheres não conseguem alcançar sem um auxilio profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estar em relacionamentos semelhantes e escolher sempre o mesmo tipo de homem é uma das característica das mulheres que identificamos como tendo o &#8220;dedo podre&#8221;. São mulheres que vivem as mesmas situações, com diferentes pessoas, sempre em busca da pessoa certa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente são homens complicados, indecisos, presos a relacionamentos do passado, comprometidos ou sem interesse em manter algo sério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encontrar a &#8220;pessoa certa&#8221; para se relacionar não é uma questão de sorte ou azar, é uma construção que começa em você. Nada acontece na sua vida que não seja através de você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dessa forma de pensar, não é difícil responder a seguinte pergunta:</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que existe em comum entre esses homens com quem você se envolveu? VOCÊ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredite, o problema dos seus relacionamentos ruins pode ser você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não estou dizendo que não existam homens canalhas, sem caráter, sangue frio, narcisistas, que faça tudo de forma calculada. Sim, eles existem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas será que todos os 10 namorados que você teve respondem a esse padrão? Dificilmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então voltemos nossa atenção onde ela deve estar, em você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa visão do mundo, do outro, das relações e de nós mesmas é formada a partir das experiências e do ambiente em que vivemos desde a nossa infância, e são eles que constroem em nós a forma de ver e de relacionar, tanto conosco mesmas quanto com o outro e com tudo a nossa volta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, se você teve um lar onde a figura masculina era fria, demonstrava pouco ou nenhum afeto, se você não cresceu sendo apreciada, valorizada, elogiada e amada, é bem possível que tenha internalizado que amor é isso, e que ser amada é dessa forma e assim, acaba sempre escolhendo homens que tenham essas atitudes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser que você tenha aprendido esse padrão, e hoje nas suas relações, aceite esse &#8220;pouco&#8221; e até se incomode quando recebe mais. Por isso algumas mulheres relatam que quando encontra um homem amoroso, interessado, carinhoso, sentem que o homem começa a grudar ou a ser muito afetivo, elas se cansam e vão atras de alguém que corresponda ao modelo do que é amar que elas tem internalizado, ou seja, o pouco afeto, uma certa frieza e uma falta de priorizacao, que é o modelo que elas apreenderam desde a infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A forma como os pais ofertam amor à criança é, muito provavelmente, a forma com que&nbsp; ela irá esperar receber amor do mundo e os padrões amorosos repetitivos serão&nbsp; consequências do tipo de criação que tivemos, ou seja, a maneira como a nossa família nos apresenta o amor é um fator decisivo na maneira como vamos lidar com esse sentimento ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Freud chamou essa necessidade de repetir uma experiência familiar, de “compulsão à repetição”. Ele acreditava que era causada por uma pulsão de natureza física e psicológica. Recentemente, a neurociência apresentou a mesma explicação, descobriu&nbsp; que os neurônios gostam de caminhos conhecidos que são repetidos em&nbsp;looping para que o cérebro gaste menos energia e se mantenha estável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, continuar a escolher relações com padrões comportamentais semelhantes tem a ver com a necessidade do ser humano de repetir o mesmo hábito, porque isso é mais confortável para o cérebro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim é possível entender que por traz disso há uma razão psicológica e que nem tudo é uma questão de falta de sorte.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse olhar ampliado, é essencial compreender o porquê de ter dado errado sempre e se dar a chance de perceber que o término não é só por causa do outro. Se as relações terminam sempre da mesma forma, uma hora fica insustentável pensar que a culpa é só do outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando nos recusamos a olhar para nós, permanecemos com crenças rígidas e com os mesmos padrões comportamentais, o que gera um ciclo vicioso negativo que muitas vezes, acontece de forma inconsciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso antes de amar e aceitar alguém, precisamos nos amar e nos aceitar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É muito importante e produtivo olhar para nossas luzes e sombras, para nossas qualidades e defeitos e nos permitir rever e criar novos caminhos mentais, novas formas de ver a nós mesmas, o outro e as relações, desenvolvendo uma percepção saudável e ajustada de todas essas esferas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que isso não é algo simples ou mesmo fácil. Mas é possível e libertador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sentir que precisa de ajuda nesse processo, não pense duas vezes e procure ajuda psicológica, esse é o caminho mais seguro para sua transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Boa sorte!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fatima Aquino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga Clinica</p>
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		<title>AUTOACEITAÇÃO &#8211; Acredite, é seguro ser você!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Autoaceitação]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é autoaceitação? Aceitar a si mesma é abraçar tudo o que você é, suas luzes e suas sombras, seu jeito, seu temperamento e sua personalidade, sua história, suas qualidades e seus defeitos. A maioria de nós possuímos aspectos e características que gostaríamos de mudar, podem ser aspectos do caráter, do comportamento, do físico. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O que é autoaceitação?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aceitar a si mesma é abraçar tudo o que você é, suas luzes e suas sombras, seu jeito, seu temperamento e sua personalidade, sua história, suas qualidades e seus defeitos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria de nós possuímos aspectos e características que gostaríamos de mudar, podem ser aspectos do caráter, do comportamento, do físico. Mas independente do que não gostamos precisamos aprender a aceitá-los e a nos acolher com amor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autoaceitação cria um espaço seguro que nos permite ser realmente quem somos. Aceitar que você pensa o que pensa, que deseja o que deseja e que você é quem você é, sem negação, isto te torna mais real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando negamos nossa essência, o máximo que conseguimos é criar uma ilusão de quem realmente somos, fingindo e mantendo uma máscara que no final nos faz mais mal do que bem. Agindo assim nossa saúde mental corre risco, podendo desencadear crises existenciais, ansiedades, processos depressivos e desinteresse pela vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceitando inteiramente quem somos, alcançamos mais felicidade, amor-próprio, bem-estar emocional e saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando aceitamos inteiramente quem somos encontramos conforto e satisfação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem se aceita por completo, está em paz com sua inteireza, reconhece sua condição de ser imperfeito, deixando de temer suas falhas e seus defeitos e podendo então transformá-los.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como conseqüência, possui autoestima elevada, amor por si mesma, segurança e menor necessidade de aceitação dos outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um aspecto importante da autoaceitação é que ela é a pré-condição para a mudança. Aceitar não significa que você deve se conformar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carl Roges disse:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O paradoxo curioso é que quando eu me aceito como sou, posso então mudar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só quando nos aceitamos podemos mudar e ir em busca da nossa melhor versão, já que é&nbsp; impossível fugir de nós mesmas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceitar-se por inteira não é amar suas falhas e seus pontos fracos, mas olhar para eles como aspectos da sua existência que podem ser transformados de forma significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse processo não costuma ser simples nem fácil. É um caminho composto por muitos altos e baixos, especialmente para quem está acostumada a se criticar e a potencializar seus defeitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, não é um feito impossível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de autoaceitação é também um processo de construção da autoconfiança, da autoestima e do autoconhecimento. Através da observação de quem você é, de um olhar amoroso para você mesma, focando na identificação de caracteristicas únicas em você, aceitando e enxergando o seu valor para além dessas características positivas e negativas, desenvolvendo a capacidade de reconhecê-los sem permitir que eles te possuam. Sem comparações, sem impressões errôneas de si mesma, sem dores do passado e medos que te impeçam de ser livre para vivenciar a sua essência única.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceite sua individualidade, só você tem seu jeito, seu cheiro, seu toque, seu gosto!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Celebre sua unicidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E acredite. É seguro ser quem você é!</p>
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