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	<title>#amizades &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>A influência da autoestima nas decisões da vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A autoestima é o alicerce da relação que temos conosco. Ela influencia diretamente como percebemos o nosso valor, nossas habilidades e o nosso lugar no mundo. Para nós mulheres, em particular, a autoestima muitas vezes é moldada por fatores internos e externos, como as experiências vividas na infância, a fala dos nossos pais a nosso [&#8230;]]]></description>
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<p>A autoestima é o alicerce da relação que temos conosco. Ela influencia diretamente como percebemos o nosso valor, nossas habilidades e o nosso lugar no mundo.</p>



<p>Para nós mulheres, em particular, a autoestima muitas vezes é moldada por fatores internos e externos, como as experiências vividas na infância, a fala dos nossos pais a nosso respeito, a internalização das relações familiares, a projeção das expectativas sociais e os padrões de beleza.</p>



<p>Toda essa construção pode impactar profundamente as decisões tomadas ao longo da nossa vida, desde escolhas na carreira até relacionamentos e autocuidado.</p>



<p>Quando a nossa autoestima está fortalecida, nossas decisões tendem a refletir confiança e autenticidade. Mulheres que reconhecem seu valor conseguem dizer “sim” para o que as fortalece e “não” para o que as prejudica.</p>



<p>Por outro lado, uma baixa autoestima pode nos levar a escolhas que buscam validação externa, mesmo que isso signifique ignorar nossas próprias necessidades e desejos. Por exemplo, alguém com a autoestima fragilizada pode permanecer em um relacionamento tóxico ou aceitar condições desfavoráveis no trabalho ou nas amizades por medo de não merecer algo melhor ou por medo da rejeição e da solidão.</p>



<p>Com tudo isso, é possível que, sem perceber, se de início a um ciclo de autossabotagem. Isso acontece porque a percepção de não ser boa o suficiente pode nos impedir de tentar ou de investir em nós mesma. Nossos sonhos são adiados, oportunidades são recusadas e as escolhas acabam sendo guiadas mais pelo medo de falhar do que pelo desejo de crescer.&nbsp;</p>



<p>Esse ciclo pode ser invisível, mas tem um impacto enorme na nossa qualidade de vida e na nossa realização pessoal e certamente é um ciclo que está associado à baixa autoestima e a autossabotagem.</p>



<p>Outro aspecto importante que não podemos desconsiderar é a influência dos padrões de beleza e da pressão para nos encaixarmos em moldes irreais e inalcançáveis.&nbsp;</p>



<p>Muitas mulheres deixam de se arriscar, se expor ou se valorizar porque sentem que não correspondem ao que a sociedade espera delas fisicamente.&nbsp;</p>



<p>Essa desconexão entre o que realmente somos e o que acreditamos “dever ser” pode nos levar a decisões baseadas em inseguranças, medos e desistências ao invés de nos fazer enxergar nossas reais capacidades e potenciais, o que de fato poderia nos fazer ir além e alcançar toda nossa potencialidade.</p>



<p>Por isso o primeiro passo para fortalecer nossa autoestima para decisões mais conscientes e assertivas é o autoconhecimento. Se conhecer profundamente é fundamental.&nbsp;</p>



<p>O autoconhecimento nos ajuda na percepção real das nossas potencialidades e também das nossas fragilidades, de modo que nos permite focar no que temos de bom para que se torne ainda melhor e também naquilo que são nossas áreas frágeis e vulneráveis, para melhorar o que for possível. </p>



<p><strong>Diante disso eu deixo aqui algumas perguntas para sua reflexão:</strong></p>



<p>Quais são seus valores, suas habilidades e seus limites?&nbsp;</p>



<p>Quais são suas potencialidades e suas fragilidades?</p>



<p>Saber quem você é com certeza vai te ajudar a fazer escolhas que respeitam sua essência.</p>



<p>Não posso deixar de dizer ainda da importância de cuidar de suas crenças de insuficiência e de não merecimento. Muitas de nós, mulheres, carregamos crenças como “não sou boa o suficiente” ou “não mereço”. Identificar e desafiar esses pensamentos é fundamental para nos libertar deles.</p>



<p>Aprender a reconhecer nossas vitórias, mesmo as menores, cria um senso de valor interno e afasta a dependência da validação externa, estando sempre atenta e tomando cuidado com o “monstro da comparação” e lembrando de que a nossa jornada é única, ou seja, nos comparar com outras mulheres, com outras histórias e vivências só alimenta nossas inseguranças e fragiliza nossa autoestima.</p>



<p>E por fim, reconheça seu valor!&nbsp;</p>



<p>Ele não é medido pela aprovação dos outros, mas pelo respeito que você tem por si mesma. Ao fortalecer sua autoestima, você se torna a principal autora das suas escolhas e constrói uma trajetória mais consciente e feliz.</p>



<p>Quando uma mulher desenvolve uma autoestima saudável e ajustada, ela se liberta das amarras que a impedem de viver plenamente. Suas decisões deixam de ser pautadas pelo medo ou pela necessidade de agradar, e passam a ser guiadas por seus desejos, sonhos e pela sua autenticidade.&nbsp;</p>



<p>A autoestima, portanto, não é apenas uma questão de se sentir bem consigo mesma; é uma ferramenta poderosa para criar uma vida alinhada com quem você realmente é. Pense nisso.</p>



<p>Com carinho!</p>



<p>Fátima Aquino&nbsp;</p>



<p>Psicóloga Clínica&nbsp;</p>



<p></p>
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