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	<title>amamentação &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Qual é a composição do Leite Materno?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[A importância do aleitamento materno nós já abordamos por aqui (e confesso, continuaremos incentivando essa dádiva), e vocês já sabem que o leite materno é o alimento &#8211; completo &#8211; e ideal para os bebês, devendo ser oferecido exclusivamente até os seis meses de idade e como complemento da alimentação até os 2 anos. Mas [&#8230;]]]></description>
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<p>A importância do aleitamento materno nós já abordamos por aqui (e confesso, continuaremos incentivando essa dádiva), e vocês já sabem que o leite materno é o alimento &#8211; completo &#8211; e ideal para os bebês, devendo ser oferecido exclusivamente até os seis meses de idade e como complemento da alimentação até os 2 anos. Mas o que nem sempre é falado: o que tem nesse leite que o torna tão especial?</p>



<p><br>A composição do leite materno varia, com o tempo, e de acordo com alguns fatores como a alimentação materna e a idade do bebê.<br>O primeiro líquido produzido pelo organismo materno é o colostro, que começa a ser produzido por volta da 20a semana de gestação e segue até 5 a 7 dias após o parto. Ele é rico em componentes imunológicos, como a imunoglobulina A secretora, lactoferrina, leucócitos e fatores de desenvolvimento, como o fator de crescimento epidérmico (EGF). O colostro é o alimento perfeito para o recém-nascido, constituindo a sua primeira imunização, protegendo-o contra infecções e alergias, ajudando a amadurecer o intestino para funcionar com eficácia, estimulando a eliminação do mecônio.</p>



<p><br>O leite de transição representa um período de maior produção para suprir as necessidades nutricionais para o desenvolvimento e crescimento do bebê. A quantidade de leite produzida nesse período chega a volumes de 600 ou 700 ml em 24 horas, enquanto o colostro produzido no início era bem menor. As mamas estão agora no modo de desenvolvimento de produção, regulando a quantidade de leite necessária para o bebê. Na composição do leite, há níveis mais elevados de gordura e lactose.</p>



<p><br>O leite se torna maduro quando o bebê completa um mês. A partir dessa fase, a composição do leite não mudará muito – a não ser que seu bebê precise de proteção extra, pois ele se adapta às necessidades do seu bebê e quando ele mama, a saliva envia sinais para que o seu corpo produza mais leite, com anticorpos específicos). O leite maduro contém um teor menor de proteínas, maior quantidade de gorduras boas e de componentes que protegem seu bebê contra infecções bacterianas e virais.</p>



<p><br>Independente do tipo, os nutrientes no leite humano derivam dos lactócitos, alimentação materna ou estoques de nutrientes maternos e a qualidade da alimentação materna deve ser vista. A composição de macronutrientes difere entre o leite de bebês pré-termo e a termo, sendo que o leite de pré-termos possui maiores quantidades de proteínas e gorduras. Entre os micronutrientes presentes, destacam-se as vitaminas A, B1, B2, B6, B12, D, e o iodo. Além disso, o leite humano contém fatores bioativos capazes de inibir a inflamação, além de aumentar a produção de anticorpos específicos, incluindo antioxidantes, interleucinas 1, 6, 8 e 10, fator transformador de crescimento (TGF), inibidores de protease leucocitária secretora (SLPI) e defensina 1.</p>
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		<title>Nutrição Materno Infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 18:08:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidado]]></category>
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					<description><![CDATA[A nutrição materno infantil engloba diferentes momentos na vida de uma mulher, desde as tentativas de engravidar, a gestação em si, até a alimentação da nutriz e do bebê. A nutricionista materno infantil tem a capacidade de orientar as mulheres enquanto tentantes sobre uma alimentação adequada para a fertilidade feminina e masculina, os melhores alimentos [&#8230;]]]></description>
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<p>A nutrição materno infantil engloba diferentes momentos na vida de uma mulher, desde as tentativas de engravidar, a gestação em si, até a alimentação da nutriz e do bebê.</p>



<p><br>A nutricionista materno infantil tem a capacidade de orientar as mulheres enquanto tentantes sobre uma alimentação adequada para a fertilidade feminina e masculina, os melhores alimentos para a concepção e as orientações para a gestação. A partir disso, há o acompanhamento durante toda a gestação, com os cuidados da dieta, que não são voltados apenas para o controle do ganho de peso, mas também com orientações para lidar com os principais sintomas de cada fase da gestação, que podem envolver enjoos, náuseas, vômitos, azia, sonolência e cansaço.</p>



<p><br>No nascimento do bebê, os olhos ficam todos voltados para o recém-nascido, mas essa mãe também precisa de cuidados. O conhecimento dos melhores alimentos para cada uma, no aleitamento materno, ajustes de peso, cuidados com patologias que possam existir, relação entre alimentação materna e cólicas do bebê, são alguns dos muitos pontos que precisam ser vistos.</p>



<p><br>A amamentação, que representa em si o leite materno, o alimento ideal para o seu bebê, suprindo todas as necessidades nutricionais até os seis meses de idade, pode ser um desafio para muitas mães. Dentre os seus benefícios estão o desenvolvimento saudável, menores chances de infecção no ouvido, alergias, eczemas, asma, diarreia, diabetes e obesidade. E para a mãe, a amamentação pode diminuir o risco do desenvolvimento de câncer de mama, câncer de ovário e diabetes tipo 2.</p>



<p><br>A introdução alimentar, recomendada a partir dos 6 meses, é de extrema importância para consolidar hábitos saudáveis futuros. Essa fase faz parte da definição do paladar e do contato com sabores e texturas. Com a orientação adequada, aspectos individuais são levados em conta, como o desenvolvimento de cada bebê, a região onde vivem e a cultura familiar. Nessa fase, é avaliado o ganho de peso e crescimento da criança e alguns pontos precisam ser vistos de forma atenta, como recusa alimentar, seletividade e alergias alimentares.</p>



<p><br>Cuidar da nutrição desde o início da vida é de grande importância para garantir um bom desenvolvimento. Buscar profissionais especializados, que entendam as condições de cada fase, desde a preconcepção, gestação até a alimentação da própria criança e da família é fundamental para a saúde de todos.</p>
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		<title>Outubro Rosa: Câncer de mama e amamentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Mamães]]></category>
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		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Já falamos por aqui sobre os inúmeros benefícios da amamentação tanto para a mãe, quanto para o bebê. E nesse mês de outubro, vamos destacar um desses benefícios em particular: a relação entre a amamentação e o desenvolvimento do câncer de mama. O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as [&#8230;]]]></description>
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<p>Já falamos por aqui sobre os inúmeros benefícios da amamentação tanto para a mãe, quanto para o bebê. E nesse mês de outubro, vamos destacar um desses benefícios em particular: a relação entre a amamentação e o desenvolvimento do câncer de mama.</p>



<p>O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo. Ele resulta de uma disfunção celular que se caracteriza pelo crescimento desordenado de células cancerígenas, formando um tumor. No período da amamentação, há uma complexa alteração hormonal que diminui certos hormônios que poderiam favorecer o desenvolvimento desse tipo de câncer na mulher, além da constante renovação celular nas mamas e eliminação de várias células que poderiam ter uma mutação e ser a origem do desenvolvimento do câncer de mama. <strong>Estudos apontam que o ato de amamentar também pode diminuir o risco de câncer de mama na pós-menopausa, e que por quanto mais tempo a mãe amamenta, menores são as chances de se desenvolver um tumor no futuro.</strong></p>



<p>Para as mulheres com parente de primeiro grau com câncer, a amamentação é recomendada para evitar o desenvolvimento de células neoplásicas. Além, é claro, de todos os outros benefícios como prevenção de pressão alta, colesterol alto, diabetes e obesidade. Existe relação entre a amamentação e a prevenção de outros tipos de câncer, como o de ovário, que poderia ser reduzido em 30% se as mulheres amamentassem por mais tempo. Há ainda uma menor propensão ao câncer de endométrio. Ou seja, quanto maior a duração da amamentação, menor é a possibilidade de câncer de endométrio e ovário.</p>



<p>Sobre o prognóstico oncológico, a gravidez não atrapalha, desde que o câncer de mama seja adequadamente tratado. Já durante a amamentação, caso a paciente seja diagnosticada, os cuidados devem ser redobrados e acompanhados pelo médico especialista, pois a mulher não poderá amamentar, devido ao tratamento e o risco da medicação passar para o bebê. Pacientes que fizeram mastectomia em uma das mamas e tem a outra sem alteração podem amamentar. Nas mulheres que fizeram a retirada parcial da mama, depende de cirurgia realizada, se os ductos que levam o leite até o mamilo não tiverem sofrido alteração, a amamentação ocorre naturalmente.</p>



<p>Esse é mais um dos inúmeros motivos pelos quais devemos incentivar a amamentação. E vale ressaltar, nesse mês de outubro (rosa), a importância da mamografia, sendo o principal método para o rastreamento da doença. Segundo o Instituto Oncoguia, diagnosticar o câncer precocemente aumenta significantemente as chances de cura, 95% dos casos identificados em estágio inicial têm possibilidade de cura.</p>



<p>Mulheres, vamos nos cuidar e ajudarmos umas às outras com conhecimento. Você não está sozinha nessa luta!</p>
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		<title>Ama(r)mentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[Amamentar é um tema que traz consigo muita polêmica. Quando temos informações de qualidade e conhecimento acerca de todos os seus benefícios e importância, fica mais fácil superarmos os obstáculos que vêm pela frente. A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de idade e, mesmo que nas últimas pesquisas os índices tenham crescido [&#8230;]]]></description>
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<p>Amamentar é um tema que traz consigo muita polêmica. Quando temos informações de qualidade e conhecimento acerca de todos os seus benefícios e importância, fica mais fácil superarmos os obstáculos que vêm pela frente.</p>



<p>A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de idade e, mesmo que nas últimas pesquisas os índices tenham crescido substancialmente, ainda não é uma maioria. Para contribuirmos com essa prática tão importante, nós, mães, precisamos de compreensão e apoio dos familiares, amigos, colegas de trabalho e profissionais de saúde.</p>



<p>O leite materno é o mais adequado para o bebê, que não vai necessitar de outro alimento até os 6 meses de idade. Após essa idade completa, a amamentação deve ser mantida e deve haver a introdução alimentar. Vamos fazer uma pontuação aqui para a informação de que o leite nunca é fraco. Isso mesmo. Seu leite não é fraco.</p>



<p>A aparência do leite muda de acordo com a fase da amamentação: nos primeiros dias temos o colostro, leite concentrado, mais amarelado, nutritivo e com muitos anticorpos. É a primeira vacina do bebê. E conforme a amamentação progride, o leite é produzido adequado às necessidades e à idade do bebê. Nosso corpo é sábio.</p>



<p>Quanto mais o bebê mama, mais leite se produz. Essa é a regra. A produção do leite acontece pela sucção do bebê. Por isso, a livre demanda é tão aconselhada. Assim, a mãe oferece o peito ao bebê sempre que ele quiser, inclusive, durante a noite. Para isso, o descanso é muito importante para a mãe, que deve ingerir muita água durante todo o dia.</p>



<p>Mas vamos lá, quais são as vantagens da amamentação? Em primeiro lugar, como já mencionado, o leite materno é o alimento mais completo que existe para o bebê até o sexto mês e só esse fato isolado já é de grande valia. O leite materno é fácil de digerir e não sobrecarrega o intestino e os rins do bebê. Ele protege o bebê de doenças e alergias, é prático, não precisa ferver, misturar, coar, dissolver ou esfriar e está sempre pronto, a qualquer hora ou lugar. Além, é claro, do vínculo mãe-bebê que é fortalecido nesse momento, transmitindo amor, carinho e troca de olhares. Tudo de bom! Para as mamães, a amamentação protege da perda de sangue em grande quantidade no pós-parto e diminui as chances da mãe desenvolver câncer de mama e de ovário.</p>



<p>É ou não é uma das dádivas mais maravilhosas dessa vida?</p>



<p>Mas, sabemos, que infelizmente, a amamentação não é uma realidade de todas as mamães. E se você, mamãe, não conseguiu amamentar, isso não significa que o mesmo amor não é compartilhado, nem mesmo que seja sua culpa. Não é sempre que a amamentação segue conforme o esperado, e saiba que você é a melhor para o seu bebê. Ele precisa de você! Use o momento de vocês para dar todo o seu amor, carinho, e a infinidade de sentimentos positivos que há ai dentro. Vocês são um time lindo!</p>
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