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	<title>alimentação &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>alimentação &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Mudar nem sempre acontece como idealizamos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 17:21:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[Às vezes, o processo é mais lento, cheio de altos e baixos e exige mais do que força de vontade: exige disposição para encarar a realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse. É sobre estar aberta a observar seus hábitos de forma honesta. Reconhecer o que já não faz sentido. Aceitar que [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, o processo é mais lento, cheio de altos e baixos e exige mais do que força de vontade: exige disposição para encarar a realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre estar aberta a observar seus hábitos de forma honesta. Reconhecer o que já não faz sentido. Aceitar que existe algo a ser cuidado, não com culpa, mas com responsabilidade. A vida traz muitos desafios: a rotina apertada, o cansaço, o acúmulo de funções, as pressões externas. Claro que tudo isso tem um peso. Mas é importante também olhar para o que está ao seu alcance. Nem sempre conseguimos controlar tudo, mas sempre podemos escolher por onde começar.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A transformação começa no momento em que você escolhe se comprometer. Não com a perfeição, mas com o autocuidado. Com a sua saúde, com a sua autoestima, com a mulher que você quer se tornar.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Parar de repetir que “não consegue”, que “sempre foi assim”, que “não nasceu pra isso”, é o primeiro passo para criar um novo caminho.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E muitas vezes, esse caminho começa em algo tão simples quanto o que você escolhe comer em um dia comum.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação pode te reconectar com a presença, com a autonomia e com sua força interna.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser um ponto de partida ou um espelho que revela onde você tem se colocado na própria vida. Você não precisa mudar tudo de uma vez. Mas precisa aceitar o convite de se cuidar com mais consciência. De assumir seu papel na construção da sua saúde, da sua energia e do seu bem-estar. E principalmente, de acreditar que é possível fazer diferente. Mesmo que seja devagar. Mesmo que dê medo. Mesmo que você ainda não saiba exatamente como.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você sente que não sabe por onde começar, saiba: você não precisa fazer isso sozinha. O acompanhamento nutricional pode te ajudar a tornar esse caminho mais leve e possível, com um plano de ação construído junto com você e que se encaixe na sua rotina, na sua realidade e nos seus valores.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque cuidar da alimentação também é sobre ter suporte e transformar intenção em ação.</p>
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		<title>Conexão entre Emoções e Alimentação: Como Nossas Emoções Influenciam o Cardápio do Dia a Dia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 01:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu Mirella Boscatto Torchia, nutricionista CRN 31978 venho mais uma vez escrever para a Revista A alimentação é muito mais do que uma simples necessidade biológica; ela está intimamente ligada às nossas emoções e ao nosso bem-estar. Quantas vezes você já se viu buscando aquele pedaço de chocolate ou um prato de massa após um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Eu Mirella Boscatto Torchia, nutricionista CRN 31978 venho mais uma vez escrever para a Revista</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação é muito mais do que uma simples necessidade biológica; ela está intimamente ligada às nossas emoções e ao nosso bem-estar. Quantas vezes você já se viu buscando aquele pedaço de chocolate ou um prato de massa após um dia difícil?! Ou se recompensando com uma sobremesa especial depois de uma conquista? Essas escolhas alimentares não são coincidências—nossas emoções desempenham um papel significativo na maneira como nos alimentamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje o que mais oriento nas consultas e ajudo meus pacientes é Ciência das Emoções e da Alimentação. Diversas pesquisas têm mostrado que há uma ligação complexa entre nossas emoções e nossos padrões alimentares. Sentimentos de estresse, ansiedade, alegria e tristeza podem todos influenciar nossas escolhas alimentares de maneiras diferentes. Quando estamos estressados ou ansiosos, por exemplo, é comum procurarmos alimentos ricos em açúcar e gordura, conhecidos como &#8216;comfort foods&#8217;, que podem ter um efeito temporário de elevar nosso humor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque esses alimentos estimulam a liberação de neurotransmissores, como a dopamina, que estão associados às sensações de prazer e recompensa. No entanto, esse alívio é frequentemente temporário e pode levar a um ciclo vicioso de alimentação emocional, onde consternados pelos efeitos negativos na saúde a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso como Estratégias para uma Alimentação Emocionalmente Equilibrada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1- Reconheça Seus Triggers Emocionais: O primeiro passo para uma alimentação mais consciente é reconhecer os gatilhos emocionais que levam você a comer. Mantenha um diário alimentar e registre não apenas o que você come, mas também como se sente antes e depois de cada refeição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2- Busque Alternativas Saudáveis: Encontre alternativas saudáveis para suas &#8216;comfort foods&#8217;. Por exemplo, se você costuma recorrer ao sorvete em momentos de tristeza, experimente substituir por um smoothie de frutas congeladas com iogurte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3- Pratique a Atenção Plena (Mindfulness): A prática da atenção plena, ou mindfulness, pode ajudar a desenvolver uma relação mais saudável com a comida. Coma devagar, preste atenção aos sabores, texturas e aromas dos alimentos. Isso pode ajudar a promover a saciedade e prevenir a overeating.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4- Inclua Alimentos que Melhoram o Humor: Alguns alimentos são conhecidos por seus benefícios em melhorar o humor e combater o estresse. Alimentos ricos em ômega-3, como salmão e nozes, podem ajudar a reduzir sintomas de depressão. Alimentos ricos em triptofano, como ovos, são precursores da serotonina, o neurotransmissor do &#8220;bem-estar&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5- Cuidado com as Dietas Restritivas: Dietas muito restritivas podem aumentar o estresse e a ansiedade em torno da alimentação. Em vez disso, adote uma abordagem equilibrada e permissiva, permitindo-se desfrutar de seus alimentos favoritos com moderação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre com o cuidado nutricional e junto de uma nutricionista um Cardápio Diário Balanceado e Emocionalmente Satisfatório sempre será a melhor alternativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre emoções e alimentação é complexa, mas com maior conscientização e algumas estratégias práticas, é possível desenvolver um padrão alimentar que promova não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional. Lembre-se de que a chave está no equilíbrio e na moderação. Permita-se desfrutar dos prazeres da alimentação enquanto cuida de seu corpo e de sua mente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mirella Boscatto Torchia</p>



<p class="wp-block-paragraph">@mirellaboscatto</p>



<p class="wp-block-paragraph">CRN 31978</p>
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		<title>Como ajudar alguém na alimentação com câncer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 01:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[ajudar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[A nutrição é essencial para a saúde e o bem-estar, especialmente durante o tratamento do Câncer. Além de ajudar tecidos e feridas a cicatrizarem melhor; evitarproblemas causados ​​por falta de nutrientes e hidratação o suficiente; e até encurtar Internação hospitalar. Como tal, é considerada uma terapia ou tratamento para pacientes com câncer, isso ajuda a: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A nutrição é essencial para a saúde e o bem-estar, especialmente durante o tratamento do Câncer. Além de ajudar tecidos e feridas a cicatrizarem melhor; evitarproblemas causados ​​por falta de nutrientes e hidratação o suficiente; e até encurtar Internação hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como tal, é considerada uma terapia ou tratamento para pacientes com câncer, isso ajuda a:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Prevenir a perda de peso indesejada durante o tratamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Manter músculos, energia, força e mobilidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Apoiar o sistema imunológico</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Promover a cura de tecidos danificados durante e após o tratamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Ajuda a lidar com os efeitos colaterais de alguns tratamentos</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Reduzir os riscos de complicações como infecções, úlceras de pressão</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nutrição pode ser fornecida de várias maneiras, incluindo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Nutrição oral – alimentos e líquidos são consumidos pela boca</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Suplementos ou Complementos alimentares em pó, líquidos ou capsulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Alimentação por sonda – fórmula nutricional líquida especial administrada através de um tubo que vai para o estômago ou intestino</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Nutrição intravenosa – nutrição especializada dada diretamente na corrente sanguínea</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Uma combinação de qualquer um dos itens acima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim a nutrição oral é o método preferido e mais comum para fornecer nutrição e inclui:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Alimentos regulares (chamamos de Dieta Geral)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Alimentos com textura modificada (por exemplo, alimentos mais macios)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Fortificação de alimentos (por exemplo, adicionar algo extra aos alimentos para aumentar conteúdo nutricional)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Planos de dieta especializados (por exemplo, alta proteína, alta energia)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Suplementos nutricionais (por exemplo, bebidas ricas em proteínas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação por sonda é usada quando o paciente não consegue comer e beber o suficiente alimentos e líquidos pela boca. O tubo pode ser inserido no estômago ou pelo nariz ou pode passar diretamente para o estômago através de uma incisão feita na pele. O nutricionista que trabalha com o a equipe médica prescreverá as fórmulas nutricionais especializadas corretas para o paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas comuns que afetam a nutrição durante a internação hospitalar, pode ser difícil para os pacientes cumprirem suas necessidades nutricionais. Pacientes em tratamento para câncer podem ter: maiores necessidades nutricionais e enfrentam problemas que afetam sua alimentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante tratamentos de câncer, como cirurgia, quimioterapia, terapia medicamentosa e radiação, o corpo utiliza mais energia (calorias) e proteínas. Alguns tratamentos também podem têm efeitos colaterais, que incluem:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Perda de apetite</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Náuseas e/ou vômitos</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Úlceras na boca ou garganta</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Hábitos intestinais irregulares (ou seja, diarreia ou prisão de ventre)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Mudanças no paladar e no cheiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estratégias de sintomas para ajudar:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perda de apetite (Coma quantidades menores com mais frequência, Beber líquidos após ou entre as refeições, Coma primeiro os alimentos que fornecem mais energia e proteína (por exemplo, carne, ovos, frango, peixe e laticínios) Distraia-se: você pode comer mais quando não está pensando nisso Mantenha-se em movimento: o exercício estimula o apetite e a digestão. Pense na comida como seu combustível e parte do seu tratamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">Náusea e vômito (Coma regularmente para evitar a fome, que pode piorar os sintomas, Experimente líquidos frios e claros, como suco, refrigerante de gengibre e limonada, escolha alimentos “frios” do cardápio hospitalar (por exemplo, sanduíches, sobremesas), Aproveite ao máximo quando estiver se sentindo bem, consumindo alimentos ricos em energia alimentos e líquidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Feridas na Boca ou dores de garganta (Selecione alimentos mais macios, dieta pastosa, branda ou liquida se precisar, Alimentos frios e líquidos como sorvete, iogurte, creme, leite e outras bebidas frias podem ser calmantes e também fornecer nutrição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diarreia (Beba muitos líquidos para repor perdas, Limitar a cafeína no chá, café e alguns refrigerantes (por exemplo, cola), Às vezes, fibra solúvel (por exemplo, purê de maçã) pode ajudar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Constipação (Beba bastante líquido para manter as fezes moles, Aumentar a ingestão de fibras com cereais integrais, frutas e vegetais, Mantenha-se em movimento – o exercício ajuda na digestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas com cheiro e mudanças no paladar: (Experimente diferentes alimentos no menu, pois alguns podem ter um sabor melhor do que outros. Experimente combinações incomuns. Às vezes um molho doce vai bem com alimentos salgados. Peça talheres de plástico se os talheres de metal causarem um sabor “metálico”, Experimente beber com o auxílio de um canudo para evitar o contato com as papilas gustativas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coisas que você pode fazer para ajudar seu familiar com nutrição:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Incentive a comer e beber. (com temperos inovadores) Lembre-se de que cada garfada conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faça das refeições uma ocasião agradável e social – você pode querer comer juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pergunte ao seu familiar sobre sua ingestão nutricional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Você está comendo menos que o normal?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Você come menos da metade das refeições?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Você tem algum sintoma que dificulte sua alimentação?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pergunte aos profissionais de saúde (por exemplo, médico, enfermeiro, nutricionista) se o seu membro da família está recebendo nutrição suficiente:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Quanto ele deveria comer e beber por dia?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Algum efeito colateral os impede de comer o suficiente?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Quanta comida ele come de cada bandeja de refeição?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Traga os alimentos ou bebidas favoritos ou preferidos do seu familiar. Pergunte à enfermeira ou nutricionista quais alimentos podem ser trazidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mirella Boscatto Torchia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nutricionista Crn 31978</p>



<p class="wp-block-paragraph">@mirellaboscatto</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pós-graduada em Oncologia pelo Hospital Israelita Albert Einsten</p>
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		<title>Nutrição e Autocuidado: O Poder da Alimentação no Outubro Rosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 19:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Outubro Rosa é um mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, uma doença que afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Para nós, mulheres empreendedoras e multitarefas, que muitas vezes colocamos o cuidado dos outros à frente do nosso próprio bem-estar, este é um lembrete poderoso de que nossa saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Outubro Rosa é um mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, uma doença que afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Para nós, mulheres empreendedoras e multitarefas, que muitas vezes colocamos o cuidado dos outros à frente do nosso próprio bem-estar, este é um lembrete poderoso de que nossa saúde deve ser uma prioridade. E uma das formas mais eficazes de cuidarmos de nós mesmas é através da alimentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nutrição desempenha um papel crucial na prevenção do câncer de mama. Uma alimentação balanceada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras, pode ajudar a reduzir o risco, pois esses alimentos são ricos em vitaminas, minerais, antioxidantes e fitoquímicos, substâncias que protegem as células do corpo contra danos que podem levar ao desenvolvimento do câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é importante limitar o consumo de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares, gorduras saturadas e sódio, que estão associados a um maior risco de várias doenças crônicas, incluindo o câncer de mama. Um hábito alimentar equilibrado é uma forma de autocuidado que pode ter um impacto significativo na nossa saúde a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitas de nós, que vivemos na correria do dia a dia, é fácil cair na armadilha de uma alimentação rápida e nem sempre saudável. Contudo, o Outubro Rosa é uma oportunidade para refletirmos sobre nossas escolhas alimentares e a importância da alimentação consciente. Estar presente no momento das refeições, escolher alimentos que realmente nutrem o corpo e comer de forma que respeite nossas necessidades físicas e emocionais são práticas que podem transformar nossa relação com a comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação consciente também nos ajuda a reconhecer a diferença entre a fome física e a fome emocional, um passo essencial para manter um peso saudável e reduzir fatores de risco relacionados ao câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da alimentação vai muito além de estética; é um ato de autocuidado e amor-próprio. Ao adotar hábitos alimentares saudáveis, você não está apenas prevenindo o câncer de mama, mas também construindo uma base sólida para uma vida longa e cheia de realizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste Outubro Rosa, encare o desafio de cuidar da sua saúde como você cuida do seu negócio: com planejamento, estratégia e, acima de tudo, com amor. Lembre-se de que a alimentação é um pilar fundamental para manter a sua energia, o seu bem-estar e a sua força para enfrentar os desafios do dia a dia. Cuidar de si mesma é o primeiro passo para cuidar de tudo o que você ama. Que tal cuidarmos mais da nossa saúde e da saúde das mulheres ao nosso redor? Juntas, podemos alcançar coisas que seriam mais difíceis sozinhas.</p>
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		<title>Comer emocional na TPM &#8211; Saiba como lidar </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 15:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Comer emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[TPM]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já reparou como o ciclo menstrual pode impactar seus hábitos alimentares? Lidar como comer emocional durante a TPM é um desafio comum, principalmente devido àsflutuações hormonais dessa fase. Muitas mulheres experimentam uma combinação deirritabilidade, cansaço, ansiedade e tristeza, o que pode intensificar a fome e o desejo poralimentos específicos, como doces e chocolates. Esses [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você já reparou como o ciclo menstrual pode impactar seus hábitos alimentares? Lidar com<br>o comer emocional durante a TPM é um desafio comum, principalmente devido às<br>flutuações hormonais dessa fase. Muitas mulheres experimentam uma combinação de<br>irritabilidade, cansaço, ansiedade e tristeza, o que pode intensificar a fome e o desejo por<br>alimentos específicos, como doces e chocolates. Esses alimentos podem proporcionar<br>prazer e alívio momentâneo ao estimular a liberação de dopamina, mas podem não ser a<br>solução mais eficaz para lidar com a questão de forma duradoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br>Passo 1: Reconhecimento e Consciência</strong><br>O primeiro passo para lidar melhor com a fome emocional é reconhecer e trazer à<br>consciência seus padrões comportamentais e os gatilhos para o comer emocional.<br>Pergunte-se: Quais são os pensamentos que passam na sua cabeça nesses momentos?<br>Quais são as situações ou emoções que desencadeiam esses desejos?<br>Identificando esses pontos, você pode se preparar e manejar a situação de uma forma<br>diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Passo 2: Alternativas para o Comer emocional.</strong><br>Crie opções para lidar com suas emoções sem descontar tudo na comida. Não busque<br>anestesiar todas as emoções difíceis com a comida, em vez disso, procure entender o que<br>você está realmente buscando.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br>Exemplos Práticos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br>Exemplo 1: Mudança de Humor</strong><br>● Situação: Você acorda irritada e sente que o dia não vai ser bom.<br>● Ação: Ao perceber essas mudanças no humor, tente uma distração saudável.<br>Coloque sua música preferida, dance ou faça uma atividade relaxante como um<br>banho quente seguido de uma massagem com creme pós-banho. Isso pode<br>transformar seu humor e fazer você se sentir melhor sem recorrer à comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Exemplo 2: Sentimento de Tristeza ou Solidão</strong><br>● Situação: Você se sente para baixo, triste ou sozinha.<br>● Ação: Em vez de buscar conforto na comida, mande uma mensagem para uma<br>amiga ou ligue para alguém de confiança. Outra opção é reformular os pensamentos<br>que estão provocando o sentimento: Tem alguma outra maneira de ver essa<br>situação? Pratique a autocompaixão e procure outras maneiras de se sentir melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No início, buscar outras alternativas pode ser difícil, mas com o tempo, isso promove uma<br>relação mais equilibrada com a alimentação e traz benefícios como maior<br>autoconhecimento e gentileza consigo mesma. Evitar a autocrítica e reduzir a culpa e a<br>ansiedade são passos importantes para melhorar seu bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Um acompanhamento nutricional pode ser extremamente benéfico nesse processo. Com o<br>apoio de um profissional, é possível desenvolver estratégias personalizadas para lidar com<br>o comer emocional e melhorar o bem-estar geral durante a TPM. Isso pode incluir um plano<br>alimentar adaptado às suas necessidades e suporte para gerenciar melhor suas emoções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Enfrentar o comer emocional durante a TPM é um processo autoconhecimento e<br>adaptação. Reconhecer seus padrões e gatilhos, buscar alternativas saudáveis e contar<br>com o apoio de profissionais são passos essenciais para transformar essa relação com a<br>comida. Com essas estratégias, você pode cultivar uma vida mais equilibrada e saudável,<br>mesmo nos dias mais desafiadores.</p>
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		<title>É possível manter uma alimentação equilibrada mesmo com a rotina corrida?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 19:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabemos que muitas mulheres possuem jornadas duplas ou até triplas, equilibrando afazeres do trabalho, de casa e do cuidado com os filhos. No entanto, é necessário refletir onde fica o nosso próprio autocuidado, tanto físico quanto mental. Para conseguirmos dar o nosso melhor, não podemos esquecer como a alimentação e a nutrição desempenham um papel [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que muitas mulheres possuem jornadas duplas ou até triplas, equilibrando afazeres do trabalho, de casa e do cuidado com os filhos. No entanto, é necessário refletir onde fica o nosso próprio autocuidado, tanto físico quanto mental. Para conseguirmos dar o nosso melhor, não podemos esquecer como a alimentação e a nutrição desempenham um papel importante no nosso desempenho. Portanto, esse cuidado deve ser um compromisso inegociável conosco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Para manter o equilíbrio durante a rotina, algumas ações são essenciais, como a organização da rotina. A verdade é que o ambiente que nos cerca faz toda a diferença no nosso comportamento e atitudes. Nosso cérebro, por si só, gosta de organização. Pense no seu ambiente de trabalho, na sua mesa: você trabalha melhor em um ambiente limpo e organizado ou em um bagunçado? Tenho certeza de que você escolheu a primeira opção. Não deixe para pensar sobre sua alimentação em situações como uma sexta-feira à noite pós-trabalho, e isso é apenas uma das situações que posso listar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É preciso escolher nossas batalhas e ponderar o que realmente faz sentido para você. Se comer bem faz parte das suas metas, a melhor alternativa é dedicar um tempo livre da sua semana para organizar e planejar a sua alimentação. Você estará preparando o seu ambiente para que seguir um planejamento alimentar se torne cada vez mais fácil e prático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Aqui estão algumas sugestões valiosas para a organização da sua rotina alimentar:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Monte sua lista de compras: Dê preferência para alimentos naturais ou minimamente processados, como frutas, verduras, queijos brancos, iogurtes naturais, ovos, arroz, feijão, carnes magras, geleia 100% fruta e temperos naturais.</li>



<li>Deixe os alimentos pré-preparados: Frutas picadas, folhas e vegetais higienizados, frango desfiado, patês, carnes temperadas, marmitinhas e caldos congelados. Esses alimentos vão ajudar muito em momentos corridos. E se você deseja ainda mais praticidade, alguns supermercados oferecem folhas já higienizadas, frutas picadas, frango desfiado congelado e vegetais já higienizados e picados.</li>



<li>Separe ideias para suas refeições: Isso facilita que você faça boas escolhas. Tente identificar em quais refeições você tem mais dificuldade e faça um cardápio simples para a sua semana. Inclua opções práticas como sanduíches naturais, omeletes recheados, Rap10 com carnes e vegetais, iogurte com whey e frutas. Use sua criatividade.</li>



<li>Tenha uma rede de apoio: Compartilhe com seus familiares a responsabilidade do preparo das refeições. Dê à alimentação o tempo e a atenção que ela precisa na sua vida. Reavalie como você tem usado o seu tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a organização da rotina alimentar.</li>



<li>Observe como suas emoções impactam seu comportamento alimentar: Como você tem se relacionado com a comida? A comida é uma recompensa ou a única fonte de prazer na sua vida? Um nutricionista pode te ajudar nesta e em muitas outras questões para você desenvolver uma boa relação com a comida e o corpo.<br>Mudar hábitos alimentares leva tempo, dedicação, constância e boas doses de recomeço! Mas com a prática, fica cada vez mais fácil!</li>
</ol>
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		<title>O significado do peso na balança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 13:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[balança]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[peso]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vida saudável]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos pacientes que buscam o emagrecimento chegam no consultório com o hábito de se pesar frequentemente. Alguns, várias vezes ao dia. Não são todos que sabem que a balança, em si, não é o melhor parâmetro para avaliar se os objetivos estão sendo atingidos ou não. Além disso, esse hábito muitas vezes resulta em baixa [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Muitos pacientes que buscam o emagrecimento chegam no consultório com o hábito de se pesar frequentemente. Alguns, várias vezes ao dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não são todos que sabem que a balança, em si, não é o melhor parâmetro para avaliar se os objetivos estão sendo atingidos ou não. Além disso, esse hábito muitas vezes resulta em baixa autoestima, menor satisfação corporal e também sintomas associados a tristeza, uma vez que o emagrecimento pode ser mais cauteloso e a ausência de resultados imediatos pode trazer frustração, desânimo, e até abandono do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A balança te mostra um número que representa o peso total, mas não especifica do que é o peso. Perder gordura corporal e ganhar massa magra podem te deixar com o mesmo peso na balança, porém com uma composição corporal totalmente diferente. Comparar-se e usar de referência o peso de alguém, por esse motivo, não faz o menor sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante, é saber que o peso na balança oscila durante o dia. Fatores como o funcionamento intestinal, ingestão hídrica, volume alimentar, alterações hormonais, trazem diferença no peso. Alguns aspectos que devemos avaliar em consultório são o período pré menstrual na mulher, acúmulo de glicogênio muscular, intestino preso, edema por alto consumo de sódio, desidratação, qualidade do sono, imunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, pessoas não são números. Por trás desses valores, existem histórias, comportamentos e motivos. Pesar-se diariamente pode te deixar ansioso e frustado e atrapalhar no processo do emagrecimento. Adote como parâmetro uma roupa que te servia, o espelho e fotos. Para que você tenha resultados é preciso enxergar muito além do peso. Procure sempre um profissional capacitado!</p>
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		<title>Compulsão alimentar e ‘fazer dieta’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 19:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Dieta]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo revela que fazer dieta sem supervisão nutricional traz maior risco para compulsão alimentar Uma pesquisa realizada na Faculdade de Medicina (FMUSP) com estudantes procurou compreender o comportamento alimentar e os desejos intensos por comida e transtornos alimentares nos alunos que faziam dietas sem acompanhamento profissional. O estudo, realizado pelo psiquiatra Táki Athanássios Cordás, foi [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Estudo revela que fazer dieta sem supervisão nutricional traz maior risco para compulsão alimentar</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa realizada na Faculdade de Medicina (FMUSP) com estudantes procurou compreender o comportamento alimentar e os desejos intensos por comida e transtornos alimentares nos alunos que faziam dietas sem acompanhamento profissional. O estudo, realizado pelo psiquiatra Táki Athanássios Cordás, foi feito através de um questionário respondido de forma on-line anonimamente por mais de 800 universitários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados demonstraram uma relação enorme entre a prática de dietas não supervisionada e maior ocorrência de comportamentos de risco para transtornos alimentares. Dentre os universitários, 25% disseram que haviam praticado a dieta low carb nos últimos três meses e 7,5% alegaram apresentar práticas compensatórias, como o uso de laxantes e o vômito induzido. Nenhum deles foi acompanhado por um profissional. Mais de 50% desses aderidos à dieta low carb responderam sentir culpa após comer carboidratos e grande preocupação com peso e forma corporal, sendo que esse grupo demonstrou maior consumo de alimentos como chocolate e menor ingestão de arroz e pão francês, em comparação ao o grupo que não seguiu a dieta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram encontrados, também, altos níveis de desejo intenso por comida nos praticantes da low carb e do jejum intermitente. Como o contexto das dietas se trata de restrição no consumo de alimentos específicos, surgem pensamentos de autocontrole, o que leva a restrição cognitiva, a qual recruta uma série de componentes neurais, voltados a um alimento que não pode ser ingerido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa, foi possível demonstrar que o conflito entre ‘desejar a comida’ e a restrição cognitiva, ampara a ocorrência de compulsões alimentares. Este fato se deve ao não acompanhamento por um profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessária uma maior abrangência acerca desse assunto entre os jovens, reconhecendo que tais praticas trazem malefícios e sofrimento. Os dados sobre Depressão nessa idade são mais conhecidos, mas é preciso também atenção aos casos de comportamento alimentar inadequado, pois muitos nem sabem que precisam de ajuda profissional.</p>
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		<title>Ultraprocessados e Obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ultraprocessados]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo feito nos Estados Unidos nos trouxe estimativas do impacto do consumo de alimentos ultraprocessados no risco de obesidade. O embasamento foi feito nos dados de 3.587 jovens de 12 a 19 anos, onde foram divididos em três grupos de acordo com a quantidade consumida dos ultraprocessados. Comparando os que mais ingeriam ultraprocessados (aproximadamente [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo feito nos Estados Unidos nos trouxe estimativas do impacto do consumo de alimentos ultraprocessados no risco de obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O embasamento foi feito nos dados de 3.587 jovens de 12 a 19 anos, onde foram divididos em três grupos de acordo com a quantidade consumida dos ultraprocessados. Comparando os que mais ingeriam ultraprocessados (aproximadamente 64% do total consumido na alimentação) com os que comiam menos (média de 18,5%), foi observado que os jovens do primeiro grupo tinham 45% a mais de chance de obesidade e 63% a mais de chance de gordura visceral, um dado preocupante, pois esta condição está relacionada com o desenvolvimento de diabetes tipo 2, hipertensão, dislipidemia, doença arterial coronariana, e aumento do risco de mortalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse estudo, foi pioneiro na associação do processamento dos alimentos industrializados com a pandemia de obesidade originada nos Estados Unidos nos anos 1980 e que, no século 21, atingiu a maioria dos países do mundo. Foi a partir desse trabalho que lançaram as recomendações do Guia Alimentar para a população brasileira de 2014, o qual traz a recomendação do consumo de alimentos in natura ou minimamente processados e evitar os ultraprocessados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os alimentos e bebidas ultraprocessados possuem aditivos químicos (corantes, aromatizantes, emulsificantes e espessantes) com o intuito de melhorar as características sensoriais dos produtos. A maior parte possui alto valor energético e quantidades altas de gordura e açúcar, algo diretamente ligado ao ganho de peso. Devemos nos atentar também aos alimentos rotulados como “de baixa caloria”, mas que podem interferir na perda de peso por fatores que vão além da composição nutricional, como a sinalização de saciedade do organismo ou modificando a microbiota do intestino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa do estudo, a dieta dos adolescentes foi avaliada pelo Recordatório Alimentar de 24 horas. A partir deste, eles foram divididos em três grupos. O primeiro grupo com os jovens que consumiam até 29% do total de gramas da dieta em ultraprocessados. No segundo, aqueles para os quais esse percentual variou entre 29% e 47% e, no terceiro, aqueles com valores acima de 48%. Foram avaliados os dados antropométricos de todos os participantes &#8211; peso, altura e circunferência da cintura. O risco de obesidade total foi estimado com base no IMC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que o arroz com feijão ainda seja a base da alimentação brasileira, um estudo&nbsp;divulgado pelo Ministério da Saúde revelou que o consumo de ultraprocessados é frequente no país até mesmo entre crianças com menos de 5 anos: mais de 80% dos indivíduos nessa faixa etária fazem uso regular. O consumo desses produtos substitui os alimentos in natura ou minimamente processado em uma fase em que os hábitos alimentares estão sendo formados. A exposição das crianças e adolescentes a esses alimentos obesogênicos representa uma verdadeira programação para problemas futuros de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, devemos controlar a exposição dos jovens à esse tipo de alimentos e conscientizar os consumidores, tanto os pais, quanto os filhos. Estratégias como restrição de publicidades, regras de rótulos mais legíveis quanto aos malefícios de certos alimentos, e mais informações sobre escolhas alimentares saudáveis.</p>
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		<title>“Iniciei a introdução alimentar e preciso voltar ao trabalho, o que eu faço?” </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Oct 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Baby]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Introdução Alimentar Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade real]]></category>
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					<description><![CDATA[A volta para o trabalho é um assunto que incomoda a maior parte das mães. Nesse momento, acontece uma difícil separação. Mas estou aqui para facilitar esse processo para vocês. Em primeiro lugar, devemos lembrar que a introdução alimentar deve ser iniciada aos 6 meses de idade do bebê. É nesse momento que ele apresenta [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A volta para o trabalho é um assunto que incomoda a maior parte das mães. Nesse momento, acontece uma difícil separação. Mas estou aqui para facilitar esse processo para vocês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeiro lugar, devemos lembrar que a introdução alimentar deve ser iniciada aos 6 meses de idade do bebê. É nesse momento que ele apresenta os sinais de prontidão, que são quando a criança consegue sentar sozinha e sem apoio, consegue apoiar a cabecinha firme, leva objetos e alimentos à boca e consegue comunicar quando está satisfeita e não quer mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já recebi em meu consultório mães que antecipam a introdução alimentar no intuito de facilitar para a pessoa que cuidará da criança em sua ausência de volta ao trabalho. Mas isso é um erro. Dentre os principais prejuízos de iniciarmos a introdução alimentar antes da hora são o maior risco de engasgo (um grande temor de todos os pais), e a frustração tanto do bebê quanto da mãe, pois a criança não está pronta para receber a alimentação, e ambos ficam frustrados com o resultado. Nesses casos, se a mãe precisa voltar ao trabalho e o bebê ainda mama no peito, ela deve tirar o leite e deixar para que a pessoa que vá ficar com a criança possa oferecer. Caso o bebê faça uso de fórmulas, a indicação é continuar só com ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na hora do preparo da alimentação do seu bebê, muitas mães para facilitar a rotina congelam os alimentos em porções individuais. Existem forminhas especificas para essa pratica. Lembre-se de deixar os alimentos separados, pois é assim que devemos oferecê-lo à criança. Depois é só descongelar, aquecer em banho maria e dar ao bebê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período de introdução alimentar é um momento de aprendizado e adaptação, devendo ser agradável e prazeroso tanto para a mãe quanto para o bebê. Os bons hábitos aprendidos nessa fase, são para a vida inteira. Portanto, atente-se a esse aspecto tão importante da vida do seu pequeno.</p>
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