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	<title>alimentação infantil &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>alimentação infantil &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>“Meu filho não está se alimentando bem”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Sep 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Na infância, a recusa alimentar pode existir e em determinados períodos do amadurecimento, a alimentação pode sofrer modificações. A questão é que, por falta de conhecimento ou impaciência, podemos ter atitudes que acabam atrapalhando a alimentação dos pequenos. Um dos erros mais comuns que impactam na qualidade dessa alimentação é a monotonia alimentar. Se todos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Na infância, a recusa alimentar pode existir e em determinados períodos do amadurecimento, a alimentação pode sofrer modificações. A questão é que, por falta de conhecimento ou impaciência, podemos ter atitudes que acabam atrapalhando a alimentação dos pequenos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos erros mais comuns que impactam na qualidade dessa alimentação é a monotonia alimentar. Se todos os dias, os mesmos alimentos são oferecidos da mesma forma, sem variações, a criança pode, de fato, enjoar e pedir por algo diferente. Muitas vezes, isso acontece pela facilidade e falta de tempo de preparar receitas diferentes ou até porque os pais sabem que “macarrão ele come”, então apostam apenas nesse alimento. Nessas horas, vale usar da criatividade para montar refeições que sejam praticas, mas que variem os alimentos. Isso é muito importante para o crescimento do seu filho, que precisa de diferentes nutrientes para se desenvolver. A adição de legumes no arroz, como o brócolis ou a cenoura já traz uma cor, e o feijão pode ser substituído às vezes por ervilha ou lentilha para variar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O açúcar é outro grande problema para o paladar dos pequenos. Quanto mais doce você oferece, mais açúcar eles pedem e isso pode atrapalhar na aceitação dos outros alimentos. Esse tipo de paladar pode ter um impacto muito negativo na qualidade da alimentação dessa criança. Atente-se então, desde o início da introdução alimentar a oferecer todos os tipos de alimentos, incluindo por exemplo as frutas azedas e não apenas as doces. Moldando, assim, um melhor paladar para seu filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As papinhas liquidificadas em excesso, sem evolução de textura, também podem ser ruins para o desenvolvimento do paladar. Vejam só, ao liquidificar todos os alimentos, a criança não sabe identificar os sabores e tudo se torna “o mesmo gosto”. Oferecer os alimentos separados é importante e pode ser um momento de interação entre pais e filhos. Você pode ensinar para ele o nome, as cores e conforme ele for crescendo vai saber identificar cada alimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro erro clássico que pode passar despercebido muitas vezes é não existir um momento para se fazer a refeição. O ato de sentar na mesa e ter um horário para àquele fim dá outro significado para a criança. Uma criança que come em pé, correndo, por partes, não entende o motivo e a importância daquele momento. Na hora da refeição, é importante que o foco seja àquele momento. É difícil esperar que essa criança aprenda a comer e se alimentar bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, claro, um ponto que impacta negativamente em vários aspectos da vida dos bebês: falta de rotina. Uma criança se alimenta bem se ela se sente segura e confortável, algo que a rotina traz. Ela sabe que tem a hora do almoço, e depois a hora do soninho, depois uma frutinha. Para a criança estar pronta para arriscar em provar novos alimentos, ela precisa se sentir segura. E a rotina de cada casa é uma. Só deve existir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, existem pequenos pontos do dia a dia que acabam afetando a alimentação dos pequenos e aqui citamos alguns. Comece a prestar atenção nesses pontos e adequá-los na rotina da sua casa. Se mantenha informada, busque profissionais capacitados e esteja aberta a aprender sobre o mundo vasto da maternidade.</p>
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		<title>Corantes na Alimentação Infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, sabemos que com a industrialização, os alimentos que consumimos não são mais puramente compostos de nutrientes para o sustento da vida. No processo, são adicionadas substâncias ao alimento, os aditivos. Aditivo alimentar é qualquer ingrediente colocado no alimento ou em bebidas durante seu preparo. Ele não tem o objetivo de nutrir, mas sim de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, sabemos que com a industrialização, os alimentos que consumimos não são mais puramente compostos de nutrientes para o sustento da vida. No processo, são adicionadas substâncias ao alimento, os aditivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aditivo alimentar é qualquer ingrediente colocado no alimento ou em bebidas durante seu preparo. Ele não tem o objetivo de nutrir, mas sim de melhorar fatores como textura, sabor, cor do alimento ou bebida, ou para conservá-los. Eles podem ser naturais ou artificiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na indústria de alimentos, eles são fundamentais, mas para a nossa saúde, podem não ser tão bons assim. E menos ainda para a saúde das crianças, que, normalmente, são os maiores consumidores desses produtos. A relação entre quantidade ingerida e peso corporal é maior na criança do que no adulto, além de elas terem um organismos mais imaturo&nbsp; para digerir essas substâncias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Crianças que consomem muitos alimentos industrializados podem desenvolver diabetes, hipertensão, obesidade e ficar mais agitadas. Alguns corantes estão associados à maior risco de câncer. A legislação permite até determinada quantidade do uso dos aditivos e eles precisam ser informados no rótulo. O que não é obrigatório é a informação dos malefícios para a saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alimentos industrializados apresentam elevado teor gorduras, sódio, conservantes, corantes e aditivos que deveriam ser evitados.&nbsp;Na infância, o marketing influencia pelos rótulos chamativos.&nbsp;&nbsp; Além disso, os nomes dos aditivos não são de fácil leitura e o consumidor não tem tempo para pesquisar item por item.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, é necessário conhecimento acerca de alimentos falsamente saudáveis, e priorizar alimentos in natura. Uma dica na hora de escolher industrializados é optar pelos com menor número de ingredientes.</p>
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		<title>Reflexo de GAG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês]]></category>
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					<description><![CDATA[O mundo da maternidade traz consigo muitas novidades e termos que nunca havíamos ouvido. O reflexo de GAG é um desses termos, novo para muitas mamães. Ele é um reflexo natural protetivo no qual o bebê expele o alimento que não consegue engolir.&#160;É aquela ânsia que os bebês têm no início da introdução alimentar. O [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O mundo da maternidade traz consigo muitas novidades e termos que nunca havíamos ouvido. O reflexo de GAG é um desses termos, novo para muitas mamães. Ele é um reflexo natural protetivo no qual o bebê expele o alimento que não consegue engolir.&nbsp;É aquela ânsia que os bebês têm no início da introdução alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reflexo de GAG acontece porque a criança ainda é muito nova e os alimentos são uma novidade para ela. É um novo descobrimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas mamães não sabem identificar o reflexo e pensam que a criança está engasgando. Mas não está. Engasgo é quando o alimento está realmente parado na garganta da criança. Nesses casos, é necessária uma manobra, a qual tem muita importância em ser aprendida, pois já salvou muitas vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então vamos as recomendações. Primeiramente, o ideal é que a introdução alimentar tenha inicio aos 6 meses de vida do bebê. Antecipar os sinais de prontidão pode ser perigoso. É claro que cada criança é única, então existem excessões e um acompanhamento especializado pode propor novas direções.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sinais de prontidão são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">-O bebê conseguir se sentar sozinho, sem apoio</p>



<p class="wp-block-paragraph">-O apoio da cabeça (conseguir mante-la firme)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-O bebê conseguir levar os alimentos à boca</p>



<p class="wp-block-paragraph">-O bebê comunicar quando está satisfeito</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cuidados necessários no início da introdução alimentar para evitar o engasgo são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Não deixe o bebê sozinho</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Observe-o enquanto ele come</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Não permita que ele leve nada na boca sem supervisão</p>



<p class="wp-block-paragraph">-O bebê deve estar sentado durante as refeições, com a cabeça ereta</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Tenha um lugar apropriado para as refeições</p>



<p class="wp-block-paragraph">No uso do método BLW</p>



<p class="wp-block-paragraph">(em que o bebê se alimenta “sozinho” com os alimentos em pedaços), o corte desses alimentos deve ser feito de forma correta e segura. É fundamental que tudo esteja preparado da forma correta para esse momento de aprendizado. Como nos primeiros meses o bebê não consegue fazer a pinça, os cortes longitudinais, compridos, mas finos, são ideais, pois ele pega o alimento inteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, são inúmeros os conhecimentos que a maternidade nos traz, e a curiosidade de estudar e entender sobre esse mundo agrega confiança e segurança para as mamães, e consequentemente, para o bebê. Esteja sempre aberta a aprender novas habilidades e a paciência tem que nos acompanhar nesse processo. </p>
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		<title>Qual é a composição do Leite Materno?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[A importância do aleitamento materno nós já abordamos por aqui (e confesso, continuaremos incentivando essa dádiva), e vocês já sabem que o leite materno é o alimento &#8211; completo &#8211; e ideal para os bebês, devendo ser oferecido exclusivamente até os seis meses de idade e como complemento da alimentação até os 2 anos. Mas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A importância do aleitamento materno nós já abordamos por aqui (e confesso, continuaremos incentivando essa dádiva), e vocês já sabem que o leite materno é o alimento &#8211; completo &#8211; e ideal para os bebês, devendo ser oferecido exclusivamente até os seis meses de idade e como complemento da alimentação até os 2 anos. Mas o que nem sempre é falado: o que tem nesse leite que o torna tão especial?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A composição do leite materno varia, com o tempo, e de acordo com alguns fatores como a alimentação materna e a idade do bebê.<br>O primeiro líquido produzido pelo organismo materno é o colostro, que começa a ser produzido por volta da 20a semana de gestação e segue até 5 a 7 dias após o parto. Ele é rico em componentes imunológicos, como a imunoglobulina A secretora, lactoferrina, leucócitos e fatores de desenvolvimento, como o fator de crescimento epidérmico (EGF). O colostro é o alimento perfeito para o recém-nascido, constituindo a sua primeira imunização, protegendo-o contra infecções e alergias, ajudando a amadurecer o intestino para funcionar com eficácia, estimulando a eliminação do mecônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O leite de transição representa um período de maior produção para suprir as necessidades nutricionais para o desenvolvimento e crescimento do bebê. A quantidade de leite produzida nesse período chega a volumes de 600 ou 700 ml em 24 horas, enquanto o colostro produzido no início era bem menor. As mamas estão agora no modo de desenvolvimento de produção, regulando a quantidade de leite necessária para o bebê. Na composição do leite, há níveis mais elevados de gordura e lactose.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O leite se torna maduro quando o bebê completa um mês. A partir dessa fase, a composição do leite não mudará muito – a não ser que seu bebê precise de proteção extra, pois ele se adapta às necessidades do seu bebê e quando ele mama, a saliva envia sinais para que o seu corpo produza mais leite, com anticorpos específicos). O leite maduro contém um teor menor de proteínas, maior quantidade de gorduras boas e de componentes que protegem seu bebê contra infecções bacterianas e virais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Independente do tipo, os nutrientes no leite humano derivam dos lactócitos, alimentação materna ou estoques de nutrientes maternos e a qualidade da alimentação materna deve ser vista. A composição de macronutrientes difere entre o leite de bebês pré-termo e a termo, sendo que o leite de pré-termos possui maiores quantidades de proteínas e gorduras. Entre os micronutrientes presentes, destacam-se as vitaminas A, B1, B2, B6, B12, D, e o iodo. Além disso, o leite humano contém fatores bioativos capazes de inibir a inflamação, além de aumentar a produção de anticorpos específicos, incluindo antioxidantes, interleucinas 1, 6, 8 e 10, fator transformador de crescimento (TGF), inibidores de protease leucocitária secretora (SLPI) e defensina 1.</p>
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		<title>Ama(r)mentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Amamentar é um tema que traz consigo muita polêmica. Quando temos informações de qualidade e conhecimento acerca de todos os seus benefícios e importância, fica mais fácil superarmos os obstáculos que vêm pela frente. A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de idade e, mesmo que nas últimas pesquisas os índices tenham crescido [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Amamentar é um tema que traz consigo muita polêmica. Quando temos informações de qualidade e conhecimento acerca de todos os seus benefícios e importância, fica mais fácil superarmos os obstáculos que vêm pela frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de idade e, mesmo que nas últimas pesquisas os índices tenham crescido substancialmente, ainda não é uma maioria. Para contribuirmos com essa prática tão importante, nós, mães, precisamos de compreensão e apoio dos familiares, amigos, colegas de trabalho e profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O leite materno é o mais adequado para o bebê, que não vai necessitar de outro alimento até os 6 meses de idade. Após essa idade completa, a amamentação deve ser mantida e deve haver a introdução alimentar. Vamos fazer uma pontuação aqui para a informação de que o leite nunca é fraco. Isso mesmo. Seu leite não é fraco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aparência do leite muda de acordo com a fase da amamentação: nos primeiros dias temos o colostro, leite concentrado, mais amarelado, nutritivo e com muitos anticorpos. É a primeira vacina do bebê. E conforme a amamentação progride, o leite é produzido adequado às necessidades e à idade do bebê. Nosso corpo é sábio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais o bebê mama, mais leite se produz. Essa é a regra. A produção do leite acontece pela sucção do bebê. Por isso, a livre demanda é tão aconselhada. Assim, a mãe oferece o peito ao bebê sempre que ele quiser, inclusive, durante a noite. Para isso, o descanso é muito importante para a mãe, que deve ingerir muita água durante todo o dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas vamos lá, quais são as vantagens da amamentação? Em primeiro lugar, como já mencionado, o leite materno é o alimento mais completo que existe para o bebê até o sexto mês e só esse fato isolado já é de grande valia. O leite materno é fácil de digerir e não sobrecarrega o intestino e os rins do bebê. Ele protege o bebê de doenças e alergias, é prático, não precisa ferver, misturar, coar, dissolver ou esfriar e está sempre pronto, a qualquer hora ou lugar. Além, é claro, do vínculo mãe-bebê que é fortalecido nesse momento, transmitindo amor, carinho e troca de olhares. Tudo de bom! Para as mamães, a amamentação protege da perda de sangue em grande quantidade no pós-parto e diminui as chances da mãe desenvolver câncer de mama e de ovário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É ou não é uma das dádivas mais maravilhosas dessa vida?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, sabemos, que infelizmente, a amamentação não é uma realidade de todas as mamães. E se você, mamãe, não conseguiu amamentar, isso não significa que o mesmo amor não é compartilhado, nem mesmo que seja sua culpa. Não é sempre que a amamentação segue conforme o esperado, e saiba que você é a melhor para o seu bebê. Ele precisa de você! Use o momento de vocês para dar todo o seu amor, carinho, e a infinidade de sentimentos positivos que há ai dentro. Vocês são um time lindo!</p>
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		<title>Refrigerante na infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Chioato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando o assunto é alimentação infantil, devemos saber que o consumo de refrigerantes nunca deve ser incentivado. Estudos mostram que, além do excesso de açúcar, existe uma ligação entre o consumo de refrigerantes e o comportamento agressivo em crianças. Em um estudo publicado no The Journal of Pedriatrics, foram ajustados fatores como depressão materna e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quando o assunto é alimentação infantil, devemos saber que o consumo de refrigerantes nunca deve ser incentivado. Estudos mostram que, além do excesso de açúcar, existe uma ligação entre o consumo de refrigerantes e o comportamento agressivo em crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um estudo publicado no <em>The Journal of Pedriatrics</em>, foram ajustados fatores como depressão materna e violência doméstica e, ainda assim, a agressão e os problemas de atenção foram relacionados ao alto consumo de refrigerante por crianças pequenas. As crianças que ingeriam quatro ou mais refrigerantes por dia tinham duas vezes mais chances de entrar em brigas, agredir fisicamente e estragar os pertences de outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O motivo definitivo por trás dessa relação ainda não está claro, mas sabemos que alguns ingredientes dos refrigerantes afetam as crianças, como por exemplo, a cafeína, que é um psicoestimulante e, em crianças com menor peso, pode ter um efeito ainda maior. O aspartame, presente nos refrigerantes, parece estar relacionado à irritabilidade e o benzoato de sódio, relacionado ao TDAH.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O refrigerante é uma caloria vazia. Ou seja, além de não fornecer nutrientes para a criança, pode suprimir o apetite e fazer com que ela deixe de consumir alimentos necessários para sua saúde. Mamães, sejamos sábias: o cérebro do seu filho está em desenvolvimento, assim como todo o seu corpo, e oferecer algo tão prejudicial, que pode afetar todo o seu organismo em formação por toda a química presente, é um ato que deve ser evitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, 9,4% das meninas e 12,4% dos meninos são considerados obesos, de acordo com os critérios adotados pela OMS para classificar a obesidade infantil, o que é uma preocupação que apenas conseguiremos modificar com mudanças nos hábitos alimentares. É válido lembrar que as crianças repetem o que elas veem e as mudanças devem ser no âmbito familiar. Quando um lar se torna mais saudável, a criança também se torna mais saudável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os refrigerantes, além de todo o mal causado pelo excesso de açúcar, podem causar cáries e danificar o esmalte dos dentes. Seu consumo pode prejudicar na absorção de alguns nutrientes e provocar insônia e irritabilidade. Os gases presentes nos refrigerantes podem levar à desconforto abdominal por distenderem o intestino, causando dor e incômodo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Definitivamente, está longe de ser uma boa escolha. Normalmente, crianças que consomem muito refrigerante tendem a não consumir água, podendo até consumir mais refrigerante do que água no dia, pensando ser um substituto. Oferecer opções mais saudáveis e ensinar o seu filho a ter um paladar mais apurado é a melhor escolha que você pode fazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mamães, lembrem-se que os hábitos que vocês cultivam em seus filhos podem ter repercussão em suas vidas a longo prazo. É sempre bom estarmos atentas ao tipo de alimentação que ofertamos aos nossos pequenos, porque com bons hábitos, a saúde deles será outra!</p>
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