IDW Company lidera com protagonismo feminino e diversidade racial no entretenimento brasileiro

Com 90% de mulheres negras em cargos de liderança, empresa se consolida como referência em inclusão e inovação no setor.

Empresa é responsável pela produção do Club Renaissance na América Latina com Beyoncé, além de trazer nomes como Sister Nancy, Erykah Badu, Victória Monet, Tems e muitos outros.

Em um mercado historicamente marcado pela desigualdade de gênero e racial, a IDW Company surge como um exemplo disruptivo no entretenimento brasileiro. Fundada e liderada pela CEO Potyra Lavor e pela sócia Ana Amélia Nunes, a empresa aposta em uma estrutura organizacional radicalmente diversa: 90% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres negras, e 80% do quadro de funcionários é composto por mulheres.

A representatividade vai além dos números. Na IDW, 90% dos colaboradores são pessoas negras e 100% da equipe de comunicação é formada por mulheres LGBTQIA+. Essa configuração não apenas desafia os padrões do setor, como também redefine o que significa criar experiências culturais autênticas e conectadas com o Brasil profundo. O que isso revela sobre o restante do mercado?

“Na IDW, estamos ativamente construindo um ambiente onde a equidade de gênero e a diversidade não são apenas valores, mas a base de tudo o que fazemos. Acreditamos que essa autenticidade e representatividade são a chave para criar experiências que emocionam e transformam. Essa visão oferece ferramentas únicas para criar projetos que realmente dialoguem com a alma do Brasil”, afirma Ana Amélia Nunes, diretora de conteúdo da IDW Company.

A empresa tem se destacado por sua atuação em projetos de alto impacto, como a curadoria de shows internacionais, a produção do único Club Renaissance da América Latina com Beyoncé, além de nomes como Erykah Badu, Victoria Monét, Lianne La Havas, Tems e muitos outros, e a liderança do AFROPUNK no Brasil. Com uma metodologia própria que entrelaça cultura, memória e inovação, a IDW se posiciona como um hub criativo que transforma diversidade em potência de mercado.

Mas a pergunta que fica é: se é possível construir uma empresa com protagonismo negro, feminino e LGBTQIA+ no centro da criação e da gestão, por que tantas outras ainda resistem? A IDW não apenas inspira, ela provoca. Sua existência é um lembrete de que diversidade não é tendência, é urgência.

Revista Revolution

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