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	<title>Moda &#8211; Revista Revolution</title>
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	<title>Moda &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Moda Infantil e Segurança: Como Evitar Acidentes Domésticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina David Carol David]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 14:25:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Carolina David Quem convive com crianças pequenas sabe dos riscos de acidentes domésticos! Pode parecer que os pequenos estão ativamente procurando novas formas de se machucarem. Os responsáveis buscam constantemente por alternativas para tornar a casa “à prova de crianças&#8221;. Porém, comumente, o vestuário é excluído deste movimento de proteção &#8211; mesmo que ele [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Carolina David</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem convive com crianças pequenas sabe dos riscos de acidentes domésticos! Pode parecer que os pequenos estão ativamente procurando novas formas de se machucarem. Os responsáveis buscam constantemente por alternativas para tornar a casa “à prova de crianças&#8221;. Porém, comumente, o vestuário é excluído deste movimento de proteção &#8211; mesmo que ele ocasione acidentes, inclusive fatais.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para começar, é importante mencionar que existe sim uma norma de segurança para roupas infantis. No Brasil, é a NBR 16365/2015 que orienta medidas de segurança para o mercado. Entretanto, a norma, que completou a sua primeira década neste ano, não é uma obrigatoriedade, apenas uma orientação. Em outras palavras, nem todas as empresas seguirão com as recomendações descritas. Por isso a importância dos pais e responsáveis estarem atentos aos perigos escondidos nas roupas das crianças,<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro fator de risco é o capuz. Vamos imaginar o cenário: uma criança está brincando num escorregador e, ao escorregar, seu capuz fica preso no brinquedo. Não parece completamente improvável, certo? Existem registros de acidentes em parquinhos, em escolas e até em provadores de lojas, resultando no falecimento de várias crianças. Pelo mesmo motivo, cordões na região do pescoço, fitas e tiras devem ser evitados a todo custo (a não ser que sejam menores do que cinco centímetros, segundo a NBR)!<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro elemento de atenção são os trajes de piscina. A orientação dos salva-vidas é que maiôs e calções não sejam adquiridos em cores como o azul e o verde, pois dificultam a localização da criança em caso de afogamento. Cores fortes e brilhantes como o rosa, o laranja, o amarelo e o vermelho são as mais indicadas.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Botões são outro elemento de atenção: devem sempre estar bem presos e resistirem a testes de arrancamento. Afinal, caso algum botão se solte, pode ser engolido pela criança &#8211; e dependendo da idade do pequeno, o tamanho do botão pode resultar num quadro de sufocamento.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem outras recomendações que saem do campo da letalidade, mas que podem evitar ferimentos. É o caso das lantejoulas, que não devem existir em roupas para bebês. Mesmo para crianças maiores, até os três anos de idade, elas podem arranhar a pele, se soltarem (e retoma-se o risco de ingestão) ou quebrarem, podendo perfurar ou cortar. Zíperes, por exemplo, devem ter um acabamento especial na região do pescoço, para evitar lesões na pele. Etiquetas devem ser feitas de cetim ou silkadas na peça, para evitar irritações e cortes.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos tecidos não serem contemplados na NBR, pediatras e profissionais da moda recomendam atenção à composição, principalmente em roupas para crianças até os três anos de idade, sendo o cuidado redobrado quando falamos de recém-nascidos.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Recomenda-se tecidos feitos com fibras naturais, como o algodão e a lã antialérgica. As fibras naturais são mais respiráveis, proporcionando conforto térmico e evitando o acúmulo de suor, que pode causar assaduras. As fibras artificiais e sintéticas também passam por processos químicos que podem gerar<br>alergias em peles muito sensíveis. Sempre verifique a composição na etiqueta: no mínimo, a peça deve ter 50% de fibras naturais na composição, porém o ideal são porcentagens mais altas. Tecidos com poliéster e acrílico, por exemplo, não devem entrar em contato direto com a pele.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas são algumas das principais precauções quando falamos de vestuário infantil. Além da estética, é preciso observar a praticidade, o conforto e a segurança das peças para que nossas crianças possam explorar o mundo e se desenvolver adequadamente, sem riscos &#8211; e com muito estilo.</p>
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		<title>O Vestido de Noiva Sempre foi Branco?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina David Carol David]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 18:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[branco]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Carolina David Quando você pensa em um vestido de noiva, qual a primeira coisa que lhe vem à mente? Para a maioria da população ocidental, uma noiva é identificada por um belo vestido na cor branca. Silhuetas, tecidos e acabamentos são todos elementos secundários na identificação da futura esposa e a cor representa a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Carolina David</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando você pensa em um vestido de noiva, qual a primeira coisa que lhe vem à mente?<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a maioria da população ocidental, uma noiva é identificada por um belo vestido na cor branca. Silhuetas, tecidos e acabamentos são todos elementos secundários na identificação da futura esposa e a cor representa a tradição do traje. Porém, não foi sempre que as mulheres adotaram o branco para o seu dia especial.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antigamente, as noivas vestiam-se de vermelho, dourado, verde e até preto. Num contexto histórico e social em que o casamento representava uma aliança estratégica, movimento mais político do que romântico, o principal intuito do traje da noiva era enaltecer o status das famílias e expor a riqueza dos parentes da noiva. Neste caso, as cores do vestido costumavam representar as cores presentes nos brasões familiares, mas este não era um fator tão relevante quanto a beleza e a luxuosidade da peça.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">No séc. XVI, a rainha Mary Stuart da Escócia casou-se de branco, em homenagem à família da mãe, os Guise, cujo brasão possuía a cor. Já no séc. XVII, a rainha Maria de Médice casou-se com um modelo branco com fios dourados. Historiadores acreditam que a escolha foi um protesto à estética religiosa da época, que privilegiava a cor escura.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi só no séc. XVIII que a moda do vestido branco realmente entrou em voga &#8211; e a responsável por isso foi Josefina Bonaparte: para a cerimônia de coroação de Napoleão, os trajes utilizados por ele e Josefina foram confeccionados em suntuosos tecidos brancos, para simbolizar clareza, bondade e iluminação. Vestidos brancos também eram uma grande tendência na época, inspirados na cultura greco-romana.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que a dupla ainda não era casada e o Papa se recusou a coroá-los sem o devido matrimônio. Desta forma, o casamento ocorreu ali mesmo. Problema resolvido! Involuntariamente, o vestido de coroação de Josefina acabou se tornando o próprio vestido de noiva da Imperatriz e estabeleceu uma das tendências de moda mais fortes e duradouras.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">No séc. XIX, a Rainha Vitória também aderiu ao vestido branco para celebrar sua união com o Príncipe Albert. A união foi retratada como um casamento por amor, dando uma conotação romântica ao vestido branco. Entretanto, a escolha da Rainha foi altamente estratégica: como chefe de Estado, com os negócios em mente, ela queria apoiar e estimular a indústria de renda britânica. Artesãs habilidosas enfrentavam a pobreza devido à invenção dos teares mecânicos; então ela escolheu uma grande peça de renda feita à mão, e o branco era a melhor cor para exibir o trabalho.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi após o casamento da Rainha Vitória que o branco se popularizou de vez, tornando-se elemento indispensável nos casamentos.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A simbologia da pureza associada ao traje branco também consolidou-se no séc. XIX, com os três relatos de aparição de Nossa Senhora onde, em todos, ela vestia-se de branco. A partir deste momento, a cor passou a representar a castidade da noiva.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, não é toda noiva que utiliza o branco (ou as variantes marfim, off-white e gelo) como símbolo de sua pureza. A cor tornou-se tradicional e seu uso é um símbolo de passagem que tantas mulheres elegem para seu grande dia.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja por desejo, tradição ou simbologia, ao que tudo indica o vestido branco não sairá de cena tão cedo permanecerá como uma peça especial do guarda-roupa feminino!</p>
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		<title>Gabriela Rosa faz da consultoria de imagem e estilo uma ferramenta de comunicação assertiva que transmite autenticidade e estratégia à marca pessoal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
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					<description><![CDATA[Criadora da imersão de moda italiana “Dolce Far Moda”ajuda mulheres a construírem a sua própria identidade visual unindo estilo a valores, objetivos e posicionamento Gabriela Rosa é especialista em imagem, estilo e marca pessoal. Ela possui 27 anos de experiência no universo da moda, com passagem por mais de 30 países durante a suacarreira como [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Criadora da imersão de moda italiana “Dolce Far Moda”ajuda mulheres a construírem a sua própria identidade visual unindo estilo a valores, objetivos e posicionamento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Gabriela Rosa é especialista em imagem, estilo e marca pessoal. Ela possui 27 anos de experiência no universo da moda, com passagem por mais de 30 países durante a suacarreira como modelo. Na pandemia, se mudou para aItália e se formou em consultora de imagem e estilo. Foi nesse período que ela criou o “Dolce Far Moda”, o seu programa de imersão de moda internacional realizado em Milão e Florença. Atualmente, Gabriela presta consultoria ensinando as suas clientes a fazerem da vestimenta uma forma de expressão assertiva para concretizarem objetivos pessoais e profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ex-modelo iniciou a sua carreira aos 14 anos de idade, quando ainda morava em Salvador (BA). “Começou com comentários da minha irmã, que dizia que eu era alta e magra como uma modelo. A minha mãe foi a minha maior incentivadora. Ela viu uma nota no jornal local sobre um curso de modelo e manequim em uma agência, recortou e me inscreveu. Desde então, nunca mais parei”, lembra Gabriela Rosa. Logo em seguida, surgiu a sua primeira oportunidade para trabalhar no exterior, em Cingapura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dessa experiência, se consagrou na carreira internacional fazendo campanhas, editoriais, catálogos e desfiles para marcas pelo mundo a fora. Em 2013, a mãede Gabriela foi diagnosticada com câncer e foi quando eladecidiu retornar para Salvador. Quatro anos depois, Gabriela perdeu a mãe para a doença. “Passei por um luto profundo. Para transformar a dor em algo produtivo, e foi quando criei um e-commerce de moda praia brasileira em Miami, com peças feitas à mão por mulheres do Nordeste. Um trabalho que unia moda, propósito e cultura”, diz</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o surgimento da pandemia, Gabriela Rosa encerrou o projeto e foi morar na Itália. Se formou em Consultoria de Imagem e Estilo, se especializou em Fashion Image andStyling pelo Istituto Marangoni, experiências essas que consolidaram a sua formação técnica e estratégica para o desenvolvimento de marca pessoal. “Milão se tornou a minha segunda casa. Foi na Itália que vivi três grandes histórias de amor: com meu filho, com meu marido e com a moda italiana”, complementa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também no país estrangeiro, foi onde Gabriela Rosa criou a Dolce Far Moda, imersão que proporciona experiências transformadoras no coração da moda italiana, através de uma curadoria exclusiva feita em Milão e Florença. No programa, os participantes têm a oportunidade de vivenciar a moda na prática, com contato direto com profissionais do setor, ampliando repertório e aprendendo a pensar de uma maneira especial e que abrace a moda com outra visão. “A minha missão é ajudar as mulheres ase expressarem com autenticidade e segurança, usando a imagem não como máscara, mas como espelho de quem realmente são!”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SOBRE GABRIELA ROSA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Gabriela Rosa é especialista em imagem, estilo e marca pessoal. Natural de Salvador (BA), de 41 anos, ela possui27 anos de experiência no universo da moda, com passagem por mais de 30 países durante a sua carreira como modelo. Durante a pandemia, se mudou para a Itália e se formou em consultora de imagem e estilo. Foi nesse período que a ex-modelo criou o “Dolce Far Moda”, a suaimersão de moda internacional realizada em Milão e Florença. Através de toda essa bagagem, Gabriela se dedica a guiar mulheres em seus processos de autoconhecimento, autoestima, desenvolvimento e posicionamento de marca pessoal através da moda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instagram Gabriela Rosa: @gabrielarosastyle</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instagram Dolce Far Moda: @dolcefarmoda_</p>



<p class="wp-block-paragraph">Site: <a href="http://dolcefarmoda.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dolcefarmoda.com</a></p>
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		<title>Alta Costura: O mercado de luxo atemporal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 16:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[alta costura]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Marlize Baierle e Fernando Theodoro No mundo do luxo, onde tudo é excesso para muitos, a alta costura se destaca pela rareza. Ela não grita — sussurra com elegância. Feita à mão, ponto a ponto, a alta costura é a mais nobre expressão da moda, criada para mulheres que não seguem tendências, mas escrevem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Marlize Baierle e Fernando Theodoro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">No mundo do luxo, onde tudo é excesso para muitos, a alta costura se destaca pela rareza. Ela não grita — sussurra com elegância. Feita à mão, ponto a ponto, a alta costura é a mais nobre expressão da moda, criada para mulheres que não seguem tendências, mas escrevem sua própria história através do que vestem. A maior parte das maisons de haute couture (como Chanel, Dior, Valentino, Schiaparelli, Elie Saab) cria peças exclusivamente para o público feminino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado de luxo feminino, vestir-se com alta costura é mais do que escolher uma roupa. É viver uma experiência sensorial, íntima, feita sob medida para o corpo, a ocasião e, sobretudo, para a alma. É ter tempo para si, ser escutada, ser compreendida — e, então, revelada em tecidos, formas e acabamentos que são pura arte.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marlise Baierle</strong>, uma designer de luxo com mais de 30 anos de atuação no mercado nacional e internacional, transforma vestidos de noiva e trajes de festa em verdadeiras joias em forma de tecido. Suas criações são esculturas de afeto, emoção e precisão. Feitos sob medida, seus vestidos são sonhos possíveis — para mulheres que desejam viver momentos marcantes com beleza, segurança e identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fernando Theodoro</strong>, com mais de 25 anos de experiência, mestre da alfaiataria sob medida, para homens e mulheres, cria ternos e camisas de altíssimo padrão que compreendem que a elegância começa no corte, no tecido e na postura. Seus trajes não seguem fórmulas — seguem a anatomia, o estilo e a jornada de quem os veste. Cada peça é construída com rigor técnico, silhueta impecável e o toque discreto do refinamento clássico que nunca sai de cena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O vestir no luxo é estar bem com os sentidos e a representação de quem sou”. Marlize Baierle</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os Passos do Vestir na Alta Costura e mercado de luxo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Entendimento e Intenção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começa com um encontro. Um momento de escuta e percepção, onde são compreendidos o estilo pessoal, o contexto da ocasião e a essência de quem irá vestir. O luxo verdadeiro nasce da conexão entre desejo, estética e significado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Conceito e Croqui</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nas referências e necessidades da cliente, o croqui é desenhado com exclusividade. Um traço técnico e sensível que antecipa o caimento, a fluidez e a proposta visual da peça. O conceito se transforma em imagem — e depois, em forma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Curadoria de Materiais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tecidos nobres são cuidadosamente selecionados: sedas, tules italianos, rendas francesas, organzas e bordados manuais. Cada material é escolhido pela harmonia entre textura, estrutura e a narrativa estética da criação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Modelagem e Primeira Prova</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A peça ganha corpo com modelagem precisa, respeitando as proporções reais. Na primeira prova, avalia-se caimento, conforto e presença. É o momento em que o esboço começa a ganhar alma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Construção Artesanal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A confecção é conduzida por mãos experientes, com acabamentos feitos à mão. Pregas, forros, aplicações e estruturas internas são desenvolvidos com técnicas refinadas, revelando leveza, estrutura e sofisticação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Ajustes e Finalização</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As provas finais garantem perfeição absoluta. Cada linha é revisada, cada detalhe refinado para que a peça se molde com naturalidade ao corpo, oferecendo liberdade e imponência ao vestir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7. Entrega e Ritual de Vestir</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrega é parte da experiência: embalagem especial, orientação de uso e, se desejado, acompanhamento no momento de vestir. Alta costura é mais que roupa — é celebração, memória e legado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui deixamos seus contatos para uma conversa direta com esses grandes artistas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marlize Baierle</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Telefone: (11) 982807795</p>



<p class="wp-block-paragraph">E-mail: <a href="mailto:marlizebaierle@gmail.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">marlizebaierle@gmail.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fernando Theodoro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Telefone: (11) 999991655</p>



<p class="wp-block-paragraph">E-mail:<a href="mailto:fernandotheodorojr@gmail.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> fernandotheodorojr@gmail.com</a></p>
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		<title>4 combinações nada óbvias que provam que o preto e branco não é a única saída</title>
		<link>https://revistarevolution.com.br/4-combinacoes-nada-obvias-que-provam-que-o-preto-e-branco-nao-e-a-unica-saida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Karina Tânia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 18:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[azul]]></category>
		<category><![CDATA[branco]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você é do tipo que ama moda, mas ainda torce o nariz quando o look sai da zona de conforto e do preto e branco, então esse texto é pra você. Sim, é possível combinar cores coloridas com elegância e sem parecer um bloco de carnaval. Muita gente acha que o look colorido é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Se você é do tipo que ama moda, mas ainda torce o nariz quando o look sai da zona de conforto e do preto e branco, então esse texto é pra você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, é possível combinar cores coloridas com elegância e sem parecer um bloco de carnaval. Muita gente acha que o look colorido é automaticamente informal ou exagerado. Mas a verdade é que dá pra ser moderna, chique e divertida <em>ao mesmo tempo</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E antes que você diga que isso “não é pra você”, respira fundo e vem conferir essas quatro combinações. Todas sem preto, sem branco, e com muito estilo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a><strong>1. Rosa com Marsala: a elegância que você não esperava</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não, não é rosa com vermelho vibrante. É rosa com <strong>marsala</strong>, aquele vinho chique, mais fechado. O resultado? Um look colorido, mas com ares de mulher elegante que sabe o que está fazendo. Fica moderno, diferente e muito sofisticado. O rosa traz leveza, o marsala dá peso. É o match perfeito!</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="601" height="339" src="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image.gif" alt="" class="wp-image-8204"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a><strong>2. Verde petróleo + Azul: irmãs cromáticas do bom gosto</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sabe quando duas cores parecem nasceram pra andar juntas? É o caso do <strong>verde petróleo com azul</strong>. Elas são vizinhas no círculo cromático (aquele que já apareceu por aqui em outras postagens) e se completam de forma super harmônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma combinação que quase ninguém aposta, mas que transmite elegância, criatividade e muita segurança. Se você apostar em tecidos encorpados, peças de alfaiataria ou cortes retos pra deixar o look ainda mais sofisticado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="601" height="339" src="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image.jpeg" alt="" class="wp-image-8201" srcset="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image.jpeg 601w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-300x169.jpeg 300w" sizes="(max-width: 601px) 100vw, 601px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Laranja com Marsala: a dupla ousada que exala sofisticação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, o marsala apareceu de novo. E não é à toa. Ele é o tipo de cor que <em>pede respeito</em>. Junto do laranja, traz alegria sem perder o ar sério. É uma combinação que eu amo! O laranja brilha, o marsala sustenta. Funciona muito bem quando você quer colorir o look, mas sem parecer que tá indo pro bloco das 7h.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="601" height="339" src="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2.jpeg" alt="" class="wp-image-8205" srcset="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2.jpeg 601w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2-300x169.jpeg 300w" sizes="(max-width: 601px) 100vw, 601px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a><strong>4. Roxo com Verde: moderna, confiante e nada caricata</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é pra quem quer causar impacto — do bom. A combinação de <strong>roxo com verde</strong> pode até parecer ousada, mas quando você escolhe tons mais fechados e tecidos estruturados, o resultado é puro requinte. Coloca isso numa calça verde musgo com uma blusa roxa e blazer reto… você vai ver como as pessoas vão parar pra te perguntar de onde veio esse look.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="601" height="339" src="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1.jpeg" alt="" class="wp-image-8203" srcset="https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1.jpeg 601w, https://revistarevolution.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-300x169.jpeg 300w" sizes="(max-width: 601px) 100vw, 601px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a><strong>E se alguém não gostar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">“Talvez o seu marido ache estranho. Talvez sua amiga diga que nunca usaria. Mas adivinha? Tá tudo bem! Quem tem que gostar é você. Quem veste a roupa é você. E quem vai arrasar, também.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Comece aos poucos.<br></em>&nbsp;Se ainda não se sente pronta para montar um look inteiro colorido, insira um ponto de cor por vez. Um sapato, uma bolsa, uma blusa diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Vai às compras?<br></em>&nbsp;Considere incluir essas cores (rosa, marsala, laranja, roxo, verde, azul petróleo) na sua próxima wishlist. São curingas modernos que te tiram do básico sem perder a classe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qual dessas combinações você vai tentar fazer?</p>
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		<title>O Medo de Repetir Roupa e o Bloqueio da Memória Afetiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina David Carol David]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 18:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Carolina David Você tem um evento importante e a primeira coisa que pensa é: não tenho o que vestir! Sente uma dose automática de ansiedade: é preciso buscar o traje perfeito.Olhar lojas, provar modelos, comprar via e-commerce, garantir que chegue na data especial. A situação parece mais difícil quando temos que pensar na impressão, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Carolina David</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Você tem um evento importante e a primeira coisa que pensa é: não tenho o que vestir! Sente uma dose automática de ansiedade: é preciso buscar o traje perfeito.<br>Olhar lojas, provar modelos, comprar via e-commerce, garantir que chegue na data especial. A situação parece mais difícil quando temos que pensar na impressão, na mensagem não-verbal que a roupa transmite. Se se vestir é comunicar, precisamos pensar no que dizer, como dizer.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a maioria, o objetivo da roupa perfeita é que esta seja, além de adequada, marcante. Tenha certa presença, receba a dose equilibrada de atenção. Depois desta saga, a missão é cumprida, o evento passa… e a roupa nova? Passa a habitar o guarda-roupa.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que a tal roupa que deveria ser marcante cumpriu com seu papel: ficou marcante demais. Toda vez que você se depara com ela, lembra do evento. E se você se lembra, significa que todos irão lembrar também. A pobre peça demora a ser usada novamente. E quando aparece outro momento oportuno, a busca pelo traje ideal começa novamente.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">De onde vem o medo de repetir a roupa? Quem definiu que reutilizar uma peça representa falta de originalidade, de estilo? Por mais absurdo que pareça, o responsável tem nome e sobrenome: este hábito nasceu por culpa de Napoleão Bonaparte.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi durante seu governo (1804-1815) que o imperador francês proibiu as damas de sua corte de repetirem o look. Mas a medida nada teve a ver com o gosto pela novidade: foi uma iniciativa comercial para proteger e desenvolver a indústria têxtil da França, obrigando a corte a consumir quantidades absurdas de tecido.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia foi tão poderosa que em pleno século XXI, no Brasil, tantas pessoas (principalmente as mulheres) ainda sentem a obrigação &#8211; e não o desejo &#8211; de comprar uma roupa nova.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este hábito, que não é benéfico nem para as economias pessoais e nem para o meio ambiente, nos impede de obter algo tão importante: a memória afetiva com o vestuário. Não permitimos apego à roupa. Por mais que o evento utilizado tenha sido especial, ela sempre será a roupa <strong>do evento</strong> e não <strong>do usuário</strong>. A sensação boa de pertencimento que temos com as peças que vestimos acabam se restringindo às peças do cotidiano, vencidas por tanto tempo de uso.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E sem a sensação de carinho e apego, dificilmente gastamos tempo e dedicação na conservação deste traje. O mínimo defeito é sinal de repasse &#8211; seja por descarte, venda ou doação. Não há problema com estas alternativas, mas se investimos tanta energia buscando o look perfeito, por que não investimos a mesma energia para preservá-lo?<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E vale ressaltar: repetir roupa não é repetir o look. Ambos são permitidos, mas não são equivalentes. Uma mesma peça pode estar em diversas combinações.<br>Explorar as possibilidades do que já existe em seu armário é uma janela para abusar da criatividade.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O vestuário faz parte da construção de nossa identidade. Com base nisso, qual o problema de utilizá-lo mais do que uma vez? Qual o problema da roupa cumprir com o seu papel de identificação? A roupa que permanece no guarda-roupa é resultado de uma boa compra, guiada pelo autoconhecimento e não pela diretriz da tendência, tão efêmera.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">E se mesmo assim você, leitora, ficar receosa na hora de optar por uma peça que já foi estreada, com medo de que ela tenha sido representativa demais de uma determinada situação, lembre-se: a roupa não é mais marcante que a pessoa que a traja. Se ela não se sobrepõe, ela complementa a sua personalidade &#8211; e é isso que garante que ela seja tão especial.</p>
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		<title>Guarda-roupa na gestação: o estilo que (ainda) me veste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karina Tânia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 02:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		<category><![CDATA[guarda-roupa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
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					<description><![CDATA[E não são só as mudanças físicas. O turbilhão hormonal também entra em cena, bagunçando emoções, autoestima e percepção de si mesma. Se tem algo que aprendi nesse processo, é que quando você não tem clareza sobre o que te representa – e por que te representa – é fácil se perder. Existe uma linha [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">E não são só as mudanças físicas. O turbilhão hormonal também entra em cena, bagunçando emoções, autoestima e percepção de si mesma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tem algo que aprendi nesse processo, é que quando você não tem clareza sobre o que te representa – e por que te representa – é fácil se perder. Existe uma linha muito tênue entre o autocuidado e o abandono de si nessa fase. A gente pensa que são “só nove meses”, que vai passar rápido, que não vale a pena investir em roupas novas. Mas o tempo da gestação é mais lento do que parece – e pode ser mais dolorido quando a imagem refletida no espelho não traz acolhimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não falo só do corpo. Ele vai mudar mesmo, inúmeras vezes. Mas quando a casca – a roupa – também não conversa com o que você sente, tudo fica ainda mais difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comprar algumas peças para atravessar essa fase com mais leveza e conforto fez todo o sentido para mim. Anos atrás, acompanhei uma mulher que decidiu não comprar roupas durante a gravidez e admirei sua escolha. Achei que faria o mesmo. Mas bastaram algumas semanas para perceber que não seria possível. Roupas apertadas incomodam, machucam, e deixam marcas que não são só físicas – são emocionais também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As roupas do dia a dia influenciam diretamente na nossa disposição. E, nessa fase, tudo o que gera bem-estar precisa ser valorizado. Por isso, fiz questão de investir em peças elegantes, confortáveis e que – mesmo servindo por pouco tempo – me ajudaram a viver esse momento com mais beleza e presença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, quando olho minhas fotos e vídeos, sinto orgulho da mulher que estou me tornando. Sempre acreditei que existe um estilo além do espelho. E sigo acreditando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque quando você se vê – de verdade – no reflexo, nas imagens, nos detalhes do seu vestir, muitos pensamentos vêm à tona. Sobre corpo, pele, proporções, roupa. E se esses pensamentos não forem bondosos com você, a chance de se desmoronar é alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A roupa não resolve tudo. Mas ela pode ser um abraço nos dias em que o mundo parece apertado demais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E você? Como vivenciou ou está vivenciando essa fase em relação ao seu guarda-roupa?</p>
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		<title>Vestir-se para o Sucesso: A Consultoria de Imagem como Ferramenta de Poder para Mulheres em Todos os Ambientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 01:41:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Karin Szperling Eskenazi Em um mundo onde a presença feminina se consolida cada vez mais em espaços de liderança, a maneira como nos vestimos deixou de ser apenas uma questão estética — tornou-se uma linguagem silenciosa, porém poderosa, que transmite credibilidade, autenticidade e propósito. É nesse contexto que a consultoria de imagem e estilo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Karin Szperling Eskenazi</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um mundo onde a presença feminina se consolida cada vez mais em espaços de liderança, a maneira como nos vestimos deixou de ser apenas uma questão estética — tornou-se uma linguagem silenciosa, porém poderosa, que transmite credibilidade, autenticidade e propósito. É nesse contexto que a consultoria de imagem e estilo vem ganhando protagonismo entre as mulheres que buscam se destacar, seja no mundo corporativo, em eventos sociais, culturais ou até no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consultoria de imagem vai muito além da escolha de peças da moda. Trata-se de autoconhecimento, estratégia e comunicação visual. Cada cor, textura, corte e acessório têm o poder de reforçar quem somos e o que queremos dizer sem precisar pronunciar uma palavra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A imagem bem construída é uma extensão da identidade pessoal. Quando uma mulher entende o que lhe favorece, ela se empodera, ganha confiança e transmite isso ao mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O poder das cores: mais que estilo, uma ferramenta de influência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pilares da consultoria de imagem, o estudo das cores merece destaque especial. A análise cromática — processo que identifica a paleta de tons que mais harmoniza com as características naturais de cada mulher — é o ponto de partida para composições que favorecem o tom de pele, cabelo e olhos, realçando a beleza de forma natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o impacto das cores vai além da estética. Elas influenciam a percepção das outras pessoas e o próprio estado emocional de quem as usa. O vermelho, por exemplo, está associado à energia, poder e sensualidade. É ideal para eventos em que é preciso marcar presença com confiança. Já o azul transmite serenidade, profissionalismo e credibilidade — uma escolha certeira para reuniões e apresentações importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ocasiões mais festivas, tons metálicos e vibrantes como dourado, esmeralda ou fúcsia podem expressar criatividade e ousadia. Em contextos formais ou conservadores, neutros sofisticados como bege, off-white e cinza claro trazem elegância e sobriedade, sem perder a feminilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vestir-se para cada ocasião: estilo com estratégia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das maiores vantagens de investir em consultoria de imagem é aprender a montar um guarda-roupa inteligente e versátil, com peças que transitam entre diferentes eventos e ambientes sem perder coerência. A mulher moderna ocupa múltiplos papéis e precisa de um estilo que acompanhe sua rotina dinâmica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para eventos corporativos, o ideal é buscar equilíbrio entre autoridade e elegância. Alfaiataria bem cortada, tecidos de qualidade e acessórios pontuais formam uma imagem de liderança sem excessos. Para eventos sociais como coquetéis, lançamentos ou premiações, a sofisticação ganha protagonismo com vestidos fluidos, joias delicadas e maquiagem mais elaborada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No universo casual chic — ideal para brunchs, encontros informais ou viagens — o segredo está na combinação de conforto e estilo. Calças amplas, peças em linho, blusas com cortes assimétricos e cores bem escolhidas garantem uma presença marcante, mesmo na simplicidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Imagem é identidade: autenticidade é a nova elegância</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que seguir tendências ou se enquadrar em estereótipos, a verdadeira elegância está em conhecer a própria essência e traduzi-la em imagem. A consultoria de imagem não impõe regras, mas revela possibilidades. Mulheres que lideram, inovam e inspiram outras mulheres têm entendido que se vestir bem não é vaidade — é estratégia, comunicação e respeito por si mesma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, cada vez mais executivas, empreendedoras, influenciadoras e profissionais de diferentes áreas têm recorrido à consultoria de imagem como um investimento pessoal e profissional. Afinal, vestir-se com propósito é vestir-se de poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Moda: uma indústria feminina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Revolution]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 00:53:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[feminina]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[MOda]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Carolina David Ao jogarmos a palavra “moda” no Google Imagens encontramos imediatamente muitas imagens de roupas, passarelas, bastante cor-de-rosa e, acima de tudo, imagens de mulheres. Mulheres fazendo compras, usando roupas e acessórios, croquis femininos, etc. As imagens não diferem do imaginário coletivo e não é segredo que esta indústria é constantemente associada ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Carolina David</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao jogarmos a palavra “moda” no Google Imagens encontramos imediatamente muitas imagens de roupas, passarelas, bastante cor-de-rosa e, acima de tudo, imagens de mulheres. Mulheres fazendo compras, usando roupas e acessórios, croquis femininos, etc. As imagens não diferem do imaginário coletivo e não é segredo que esta indústria é constantemente associada ao sexo feminino. Será que essa perspectiva é verdadeira?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento realizado pela plataforma <a href="https://1granary.substack.com/p/women-make-up-74-of-fashion-courses" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1GRANARY</a> (2025) aponta que nas universidades de moda espalhadas pelo mundo, as mulheres compõem cerca de 74% das turmas do curso, o que colabora para a perspectiva de uma indústria essencialmente feminina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados da ABIT (Associação Brasileira de Indústria Têxtil) de 2018 relatam que 64% da força de trabalho no mercado de moda brasileiro é feminina. Outras pesquisas apontam uma estimativa de 75%. Com base nisso, não há dúvida de que esta indústria baseia-se no trabalho de mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste caso, a moda seria um exemplo de mercado bilionário que se estrutura a partir de mulheres trabalhadoras, empreendedoras e competentes. Em outras palavras, uma indústria poderosa construída na base do <em>girl power</em> , no empoderamento feminino, desconstruída e livre de desigualdade de gênero – ou, como diriam alguns, desigualdade de gênero contra a minoria masculina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste caso, a moda seria um exemplo de mercado bilionário que se estrutura a partir de mulheres trabalhadoras, empreendedoras e competentes. Em outras palavras, uma indústria poderosa construída na base do girl power, no empoderamento feminino, desconstruída e livre de desigualdade de gênero – ou, como diriam alguns, desigualdade de gênero contra a minoria masculina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente, os dados se apresentam um pouco mais complexos do que isso: apesar da superioridade feminina ao longo da cadeia de moda, em 2016, dos 50 maiores CEOs de empresas nacionais no setor, apenas 14% eram lideradas por mulheres. Também não havia nenhuma dama entre os 10 CEOs mais bem pagos da indústria. De acordo com a mesma pesquisa da 1 GRANARY, apenas 12% dos diretores criativos são diretoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última edição do principal evento de moda no calendário nacional, a SPFW N°59, 17,64% das marcas desfiladas eram de autoria feminina. Essa diferença está escondida no imaginário coletivo, que mesmo recheado de estereótipos, traz um reflexo da realidade: ao pensarmos em moda, pensamos em mulheres, mas a figura masculina é a que ocupa o papel do estilista, do executivo, do industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar que não é demérito dessas figuras masculinas terem escalado aos altos cargos e terem seus respectivos trabalhos reconhecidos. A questão abordada é o fato, no mínimo curioso, de que as porcentagens e estereótipos se apresentem tão discrepantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que ocorre é que 64% da indústria não desaparece quando necessitamos de profissionais competentes para assumir altos cargos. Essas mulheres apenas não são contempladas. É improvável que, dentre um grupo tão extenso de trabalhadoras, não existissem algumas tão competentes, esforçadas, e que desejassem avidamente estas posições, em comparação com os trabalhadores da indústria, que estão inegavelmente em menor número.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da fama de ser uma área vanguardista e ‘pra frentex’, a moda como indústria não difere de tantas outras no mercado nacional: dados do IBGE mostram que as mulheres ocupam apenas 39% dos cargos de liderança no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A moda foi, é e sempre será uma ferramenta de análise comportamental, um reflexo de nossa sociedade. Naturalmente, a produção deste setor não falha em cumprir o mesmo papel de denunciadora social, nos mostrando que ainda temos um caminho a percorrer na equidade trabalhista.</p>
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		<title>Tenho medo de chamar atenção quando me visto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karina Tânia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 17:23:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[chamar atenção]]></category>
		<category><![CDATA[criativas]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[MOda]]></category>
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					<description><![CDATA[Se tem uma coisa que trava muitas mulheres na hora de se vestir, é o medo dechamar atenção. Você quer ousar mais, testar cores diferentes, brincar comcombinações criativas, mas quando chega o momento de colocar aquele lookbapho… bate a insegurança. &#8220;E se falarem de mim? E se acharem que estouexagerada? E se eu parecer uma [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Se tem uma coisa que trava muitas mulheres na hora de se vestir, é o medo de<br>chamar atenção. Você quer ousar mais, testar cores diferentes, brincar com<br>combinações criativas, mas quando chega o momento de colocar aquele look<br>bapho… bate a insegurança. &#8220;E se falarem de mim? E se acharem que estou<br>exagerada? E se eu parecer uma luz de Natal piscando no meio da multidão?&#8221; Pois<br>é, essa é uma daquelas crenças que a gente carrega sem nem perceber.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde criança, ouvimos coisas como &#8220;Olha que feio, chamando atenção desse<br>jeito!&#8221; e a ideia vai grudando na nossa cabeça. Crescemos acreditando que se<br>cuidar demais é algo fútil, que mulher bonita não pode ser inteligente, que<br>destacar-se é um problema. E o resultado? Um guarda-roupa cheio de roupas<br>básicas, sem identidade, sem aquela dose de personalidade que faz a diferença.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O medo de chamar atenção acontece porque, ao tentar algo novo, você está<br>quebrando um padrão que foi confortável por muito tempo. Se sempre usou roupas<br>neutras, colocar uma blusa vermelha já parece um evento! E sim, as pessoas vão<br>notar. Mas calma, notar não é criticar. Quando você entende o que está fazendo,<br>quando descobre por que certas peças funcionam para você, a segurança cresce e<br>o medo vai ficando para trás.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das maiores armadilhas desse medo é o ciclo do &#8220;compra mas não usa&#8221;. Num<br>dia de coragem, você se aventura e compra aquela saia estampada maravilhosa,<br>mas quando chega a hora de vestir, o pânico bate e lá vai você de novo para a calça<br>jeans e a camiseta básica. Resultado? Um armário cheio de peças que não saem<br>da etiqueta e frustração por não conseguir sair da bolha.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, imagina como isso afeta não só a sua moda, mas também a sua carreira.<br>Quantas vezes você já não se segurou em uma reunião, com medo de parecer<br>&#8220;demais&#8221;? Aquela promoção que você tanto quer pode estar atrelada à sua<br>presença, ao impacto que você causa, à imagem que transmite. E adivinha?<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Chamar atenção da forma certa pode ser exatamente o que você precisa!<br>Tudo começa aos poucos. Não precisa sair do preto e branco direto para um vestido<br>neon. Pequenas mudanças já fazem toda a diferença: um acessório, uma barra de<br>calça dobrada, um sapato colorido. O importante é entender que a sua imagem<br>deve estar sob o SEU controle, não das roupas, não dos medos, não da opinião<br>alheia. A próxima vez que você se olhar no espelho e sentir vontade de trocar de<br>roupa por medo de chamar atenção, respire fundo e pense: &#8220;Isso aqui sou eu me<br>escondendo ou me expressando?&#8221; Escolha se mostrar ao mundo, porque você<br>merece ser vista!</p>
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