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	<title>Bruna Ohanna &#8211; Revista Revolution</title>
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	<description>Mais que uma revista, uma revolução.</description>
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	<title>Bruna Ohanna &#8211; Revista Revolution</title>
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		<title>Sendo autêntica em tempos de alta nos conteúdos rasos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
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					<description><![CDATA[Fevereiro chegou, e nesse mês no Brasil já sabemos que ocorre um dos períodos mais aguardados do ano: o Carnaval. Fato é que, ultimamente, temos testemunhado uma onda de conteúdos “carnavalescos” durante o ano todo em algumas redes sociais, especialmente no TikTok. “Trends” de dancinhas são viralizadas constantemente, e de fato se trata de um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Fevereiro chegou, e nesse mês no Brasil já sabemos que ocorre um dos períodos mais aguardados do ano: o Carnaval. Fato é que, ultimamente, temos testemunhado uma onda de conteúdos “carnavalescos” durante o ano todo em algumas redes sociais, especialmente no TikTok.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Trends” de dancinhas são viralizadas constantemente, e de fato se trata de um tipo de conteúdo que tem ganhado cada vez mais espaço. Os “TikTokers” conquistaram seu lugar ao Sol e estão surfando a onda do momento. Mas a pergunta que fica é: quem não é adepto às dancinhas e não se sente confortável em reproduzir esse tipo de conteúdo, está ficando para trás ou ainda tem seu espaço?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu particularmente nunca fui fã das comemorações mais comuns de Carnaval. Grandes aglomerações não me atraem, muito menos a fugacidade com que relações são estabelecidas nas festas de Carnaval, se é que você me entende…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como sempre usei e continuo usando o Carnaval de uma forma não tão comum, priorizando descanso, contato com a natureza, com Deus e evitando aglomerações com fins tipicamente carnavalescos, também opto por usar as minhas redes sociais de maneira diferente, escolhendo não seguir o que a maioria está fazendo quando isso não faz sentido pra mim. Mais importante do que visibilidade, engajamento, números e alcance, é o respeito pelo que me faz bem. Escolho conscientemente não me atravessar com ações que nada combinam com quem eu sou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia é importante nas redes sociais, principalmente quando as usamos como ferramenta de trabalho, mas até onde uma estratégia substitui a nossa verdade? A boa estratégia é aquela que te faz alcançar os melhores resultados possíveis sem te fazer se sentir forçada a compartilhar aquilo que você claramente não está confortável para postar. Até porque, se o que você traz nas suas redes não conversar com a sua essência, não gerará conexão e identificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe absolutamente nenhum problema em ser adepto às dancinhas, mas não se sinta mal em não ser. Caso você se perceba remando contra a maré, saiba hoje que existe espaço para você. Não há nada de errado em conteúdos superficiais, muitas pessoas nas mídias sociais buscam apenas entretenimento sim, mas também não é ruim querer oferecer conteúdos mais profundos e que instiguem reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais ou no Carnaval, há lugar para todos brilharem sob o Sol. A sua mensagem quando autêntica, funciona. O que não vale é se fantasiar de algo que definitivamente não te representa só para agradar um alguém ou um algoritmo.</p>
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		<title>Permutas de viagens: passeio ou trabalho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
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					<description><![CDATA[Essa época de início de ano remete a férias, invariavelmente. Fica claro que o ambiente geral é propício para pensar em viagens, sombra e água fresca. Claro que nem sempre é a realidade da maioria, eu mesma, nesse momento, estou acelerando meus negócios e focando na vida profissional. Por outro lado, algumas influencers optam por [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Essa época de início de ano remete a férias, invariavelmente. Fica claro que o ambiente geral é propício para pensar em viagens, sombra e água fresca. Claro que nem sempre é a realidade da maioria, eu mesma, nesse momento, estou acelerando meus negócios e focando na vida profissional. Por outro lado, algumas influencers optam por viajar no melhor estilo “permuta”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Permuta, nesse caso, nada mais é do que uma troca entre a influenciadora e a empresa, onde a empresa oferece seus benefícios sem custo para a criadora de conteúdo, que por sua vez cria conteúdo e posta em suas redes sociais, divulgando a empresa em questão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso das viagens, a permuta com influencers é mais comum entre hotéis, resorts e agências de viagens. Acaba sendo bom para quem disponibiliza a hospedagem/viagem e bom para quem vai usufruir (influencer). De fato, configura uma relação “ganha/ganha”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão aqui é: até onde a influenciadora consegue desfrutar desses momentos sem pensar quase que o tempo todo em criar conteúdo? E por outro lado, se essa parceria não render frutos suficientes, até que ponto valeu a pena para a empresa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das formas de metrificar o retorno é através dos links e/ou cupons de desconto parametrizados, que possibilitam a empresa identificar os clientes que vieram da indicação da influenciadora em questão. Outra forma seria pedindo os números de “views”, interações, engajamento e cliques através dos insights do Instagram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas para a influencer, onde começa o trabalho e termina o lazer? Ou: quando começa o passeio e termina o trabalho? É uma linha tênue de difícil visualização. Por esse motivo, nesses casos o meu lema é: combinado não sai caro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aconselhável conversar previamente para pontuar aspectos importantes da parceria e até obter um briefing sobre expectativas e objetivos da empresa participante da permuta, para que haja um alinhamento, minimizando assim riscos de frustrações e quebra de expectativa de alguma das partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a influenciadora tem clareza das informações pertinentes às suas atribuições, ela consegue se planejar de maneira prévia e dividir seu tempo de forma a separar períodos para o trabalho, que envolve toda a criação de conteúdo e divulgação (que leva tempo) e períodos de descanso pleno, desfrutando e curtindo também. O que inclusive torna o conteúdo mais real e menos engessado. Identificação e desejo convertem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem tudo são flores, e por outro lado nem tudo são pedras. É possível curtir profundamente momentos proporcionados por permutas de viagens, mas é importante saber que não é só lazer, é trabalho também. Mesmo se divertindo, em alguns momentos será necessário adotar posturas profissionais, abrindo mão do que você gostaria de fazer naquela hora para se direcionar para o que precisa ser feito de fato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atuei 5 anos como comissária de voo e tive que aprender na prática a fazer esse balanço para encontrar equilíbrio nas viagens e na rotina. No fim das contas, voltamos àquela frase que muito bem se aplica nesses casos: combinado não sai caro. </p>
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		<title>Influencer: um hobby ou uma profissão a ser considerada para 2023?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 13:48:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[Profissões 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[Como saber se um hobby pode se tornar uma profissão lucrativa, ou ainda, quando um hobby pode se tornar um trabalho promissor? Penso que respostas para perguntas como essas, na maioria das vezes, estão mais dentro de nós do que do lado externo, mas independentemente disso,existem informações pertinentes a serem consideradas antes de tomarmos decisões importantes. É [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Como saber se um hobby pode se tornar uma profissão lucrativa, ou ainda, quando um hobby pode se tornar um trabalho promissor? Penso que respostas para perguntas como essas, na maioria das vezes, estão mais dentro de nós do que do lado externo, mas independentemente disso,existem informações pertinentes a serem consideradas antes de tomarmos decisões importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sabido que eu já passei por uma transição de carreira que mudou todo o rumo da minha história. Fui comissária de voo da Azul Linhas Aéreas de 2014 até 2019, quando saí e abri minha empresa voltada para treinamentos e ministrações de cursos online para futuros comissários de voo. Acontece que a verdade por trás disso envolveu muito planejamento. Tive que me programar de diversas maneiras para fazer isso acontecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro precisei me organizar financeiramente de modo que eu conseguisse ter na minha reserva de emergência o equivalente a um ano do meu custo de vida, para que eu pudesse empreender tranquilamente, na certeza de que mesmo que não entrasse nem 1 centavo de lucro na minha empresa durante o seu primeiro ano, eu não passasse dificuldade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro planejamento fundamental foi voltado para a minha preparação e capacitação enquanto profissional que ministraria cursos, eu precisava da didática para aliar ao meu conhecimento técnico. Isso ainda sem falar nos estudos de empreendedorismo digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com toda a antecipação, existem questões que nunca vamos prever, bem como acontecimentos que nos pegarão de surpresa&nbsp;na nossa transição, mas busco sempre acreditar que na vida eu nunca perco: ou eu ganho, ou eu aprendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na minha caminhada no mundo da influência digital não é diferente. Aprendemos com quem já sabe, mas também desenvolvemos a sabedoria de&nbsp;tirar lições&nbsp;dos nossos erros e acertos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade que você precisa saber é que é totalmente possível conciliar sua atual atividade laboral principal com a profissão de digital influencer, porque sim, é uma profissão. Acontece que não é por isso que você&nbsp;deveabandonar&nbsp;“do nada”&nbsp;sua principal fonte de renda atual. Aliás, se você gosta dessa atividade em questão, pode e deve unir esses temas com seus assuntos abordados na rede social. Um acaba alavancando o outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Bru, mas e quando a gente almeja trabalhar unicamente com as mídias digitais?” Nesse caso, um conselho pessoal é investir tempo e dedicação, usando as estratégias certas, até a influência digital te dar um retorno financeiro equivalente ou maior do que a atividade anterior. Além&nbsp;disso, é importante ter uma reserva de emergência, sabendo que&nbsp;os ganhos não serão fixos, apesar de muito gratificantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, ano novo nos traz ventos&nbsp;de mudança, de coragem, de transformação e de desejo de arriscar. Pois aja em direção a isso, invista nos seus sonhos, tire as metas do papel, crie um ano memorável, de um jeito que te faça ter orgulho de lembrar&nbsp;dele nos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudar é difícil, mas ficar no mesmo lugar, sendo esse um lugar que não te cabe mais, também é. Escolha o seu difícil. Não desejo só um bom 2023 para você, desejo um excelente “você” para 2023.</p>
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		<title>Digital influencer: de quantos seguidores preciso para ser considerada uma?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 12:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se trata de influência digital existem diversos conceitos que permeiam a imaginação dos usuários das mídias digitais. Um pensamento muito frequente é o de que se faz necessário ter pelo menos dezenas de milhares de seguidores nas redes sociais para poder ser considerada uma influenciadora digital. Será que procede? Eu trabalho também através de uma plataforma de influenciadores [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quando se trata de influência digital existem diversos conceitos que permeiam a imaginação dos usuários das mídias digitais. Um pensamento muito frequente é o de que se faz necessário ter pelo menos dezenas de milhares de seguidores nas redes sociais para poder ser considerada uma influenciadora digital. Será que procede?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu trabalho também através de uma plataforma de influenciadores que direciona as campanhas de acordo com os perfis e nichos dos “IGs” no Instagram. A plataforma liga as marcas às influenciadoras,&nbsp;identificandose você cumpre&nbsp;ou não&nbsp;os requisitos para participar da campanha em questão, bem como informa a remuneração para aquela ação. Ontem vi disponível nessa plataforma uma campanha para uma marca que gosto muito, e quando conferi se cumpria os requisitos, havia um que eu não atendia. Adivinha qual deles eu não&nbsp;dei “check”?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por incrível que pareça, a única exigência da marca que eu não atendia enquanto influenciadora, era o número de seguidores. E então você me pergunta: “nossa, que pena,&nbsp;Bru. Você não tinha o número mínimo exigido pela marca?” Não. Aí é que tá. O meu número de seguidores estava muito além da quantidade máxima que a empresa pedia. E agora você deve estar se perguntando qual era o número de seguidores&nbsp;desejado para essa campanha, certo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que a maioria pensa, existe uma estratégia forte por parte do marketing das marcas ao escolher&nbsp;nano influenciadores&nbsp;para suas campanhas nas mídias digitais. Pense comigo: quando você precisa de indicação de algo, para quem você pergunta, para alguém que você considera distante e inalcançável ou para uma amiga, uma pessoa que você sente próxima, com quem você consegue se identificar?&nbsp;Em quem você confiaria para seguir uma indicação?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre isso (literalmente). Hoje as empresas reconhecem o alto poder de conversão, se tratando de porcentagem, dos&nbsp;nano influenciadores. Essa estratégia se faz ainda mais poderosa no caso de negócios locais aliando influencers locais na divulgação da marca. O fato é: existe espaço para todos. Para ser uma influenciadora, basta influenciar. Já fazemos isso até inconscientemente, então se colocarmos intenção, o poder de influência só tende a ser potencializado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E sabe aquela campanha na plataforma que citei acima? Para se candidatar era necessário ter entre 1.000 e 10.000 seguidores. Não mais que dez mil seguidores. Essa faixa é justamente a que caracteriza a influencer como nano influenciadora. Isso mostra a evolução das percepções acerca das mídias sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato é que você pode até não querer, mas está influenciando e/ou sendo influenciada. Cabe a cada uma perceber se gosta de fazer isso&nbsp;com foco&nbsp;nas redes sociais e decidir se quer influenciar intencionalmente e ser remunerada por isso.&nbsp;Os grandes nomes do cenário da influência digital começaram pequeno&nbsp;e mostram que dá para crescer e atingir altos patamares através das redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao passo que hoje a “concorrência” é maior, o que faz parecer ser mais difícil se destacar, temos mais estudos de caso e exemplos do que funciona e do que não funciona atualmente. Diferente de quem chegou “quando tudo isso aqui era mato” e só tinha a base da tentativa e erro para crescer, temos histórias e cases de sucesso para nos inspirar. Não tem que ser fácil (e não é), mas você precisa saber que é possível.</p>
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		<title>Redes sociais e seu impacto na infância das nossas crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2022 16:08:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é nada raro nos depararmos com crianças sendo expostas às redes sociais cada vez mais cedo, e muitas vezes sem a supervisão de seus responsáveis. O objetivo não é dar um veredito de certo ou errado, mas sim refletir sobre os possíveis desdobramentos de hábitos aparentemente inofensivos, mas que têm potencial para desencadear uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Não é nada raro nos depararmos com crianças sendo expostas às redes sociais cada vez mais cedo, e muitas vezes sem a supervisão de seus responsáveis. O objetivo não é dar um veredito de certo ou errado, mas sim refletir sobre os possíveis desdobramentos de hábitos aparentemente inofensivos, mas que têm potencial para desencadear uma série de consequências indesejáveis, porém duradouras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que esse é o novo modelo de infância? Será que tentar controlar, dosar e modificar o excesso de consumo e produção de conteúdo das crianças nas mídias sociais seria adiar o inevitável? Ou seria possível encontrar um ponto de equilíbrio entre o ideal e o excessivo? E se sim, qual seria o ideal?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão é essa, muitos pais agem na base da tentativa e erro, tentando não serem “caretas”, ultrapassados e retrógrados demais, nem permissivos além da conta. A verdade é que a maioria foge desses extremos opostos. Acontece que esses conceitos podem ser (e são) relativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato é que a criança não pode deixar de ser criança, agir como criança e se preocupar apenas com coisa de criança. Se a questão da comparação nas mídias já é uma dificuldade para nós, adultos, imagine os efeitos que pode surtir sobre os pequenos, os quais ainda estão formando suas crenças, a forma como veem o mundo e, principalmente, a forma como enxergam a si mesmos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não dá para liberar o livre consumo de tudo o que é postado na internet sem nos indagarmos sobre o que isso pode acarretar na mente das nossas crianças. Com ou sem internet, criança demanda atenção, participação e supervisão. Não adianta o responsável entregar um equipamento eletrônico para ela com a falsa crença de que vai obter sossego e tranquilidade enquanto a criança se entretém na internet, delegando às mídias uma tarefa que seria do próprio responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma hora ou outra, a conta chega. Como resultado, vemos adolescentes cada vez mais ansiosos, depressivos, não vendo razões para viver, já que não possuem a vida dos sonhos “vendida” na internet. E esse é só um dos inúmeros desdobramentos de uma geração que está crescendo com o celular na mão e olhos na tela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez seja tarde para mudar a ideia de como utilizamos a internet, mas certamente ainda está em tempo de não deixarmos o excesso desse uso na infância prejudicar o futuro das nossas crianças.</p>
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		<title>O peso de ser alguém que você não é</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Sep 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[Especial de 1 Ano Revista Revolution]]></category>
		<category><![CDATA[Influenciadoras]]></category>
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					<description><![CDATA[Que realidades sejam ditas: o peso na balança não é nada comparado ao peso que nós mesmas nos colocamos para tentar passar uma mensagem do que gostaríamos de ser e onde gostaríamos de estar agora. A carga que levantamos na musculação é bem mais leve do que a carga que inserimos todos os dias nos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><br>Que realidades sejam ditas: o peso na balança não é nada comparado ao peso que nós mesmas nos colocamos para tentar passar uma mensagem do que gostaríamos de ser e onde gostaríamos de estar agora. A carga que levantamos na musculação é bem mais leve do que a carga que inserimos todos os dias nos nossos ombros para nos adequar a uma moldura que a gente nem sabe se gosta, mas que nos disseram que é a correta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós passamos a vida toda ouvindo o que era esperado de nós, o que deveríamos ou não fazer, o que poderíamos ou não ser. Até quando? Já passou da hora de bancarmos o que nós gostamos de fazer, de mostrarmos que somos mais do que nossa profissão e que não existe profissão melhor ou pior, existe apenas o que faz sentido individualmente para cada uma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como influencer, não é incomum perceber que algumas pessoas não veem a influência digital como trabalho. Não imaginam o tempo que leva para idealizar, montar uma narrativa, desenvolver, trazer à realidade, gravar e editar uma “publi”, por exemplo. Se você acha que as influenciadoras “ganham” as coisas, está enganada. Não existe almoço grátis, nenhuma marca está dando nada “de graça”. Se ela investe em uma influenciadora, seja em caráter de permuta ou em publicidade paga, é porque ela sabe que aquilo dará um retorno muito maior do que o que está sendo investido naquela digital influencer em questão. A influenciadora “vende” o tempo e a visibilidade dela, e precisa sim ser remunerada por isso, ela não “ganha” nada, é um pagamento pelo seu trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que a questão da falta de valorização de profissões e trabalhos que não são considerados tradicionais é percebida em diversas outras áreas. Qual designer nunca ouviu a frase: “ah, você cobra tudo isso? Então deixa, tenho um sobrinho que vai fazer para mim”. Qual social media nunca ouviu: “isso tudo para cuidar das redes? Conheço alguém que faz mais barato.” Sem falar nos próprios parentes e amigos que se perguntam: “nossa, é tão inteligente, podia ter feito engenharia, direito, medicina”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E nisso vemos jovens escolhendo carreiras se baseando unicamente em status, simplesmente para entregar um diploma para família, deixando seus verdadeiros talentos, dons e desejos de lado, se frustrando lá na frente. Temos testemunhado pessoas carregando o peso de ser quem elas não são simplesmente para agradar. Agradar a quem? Porque se tem alguém que vai conviver com você e com as consequências das suas escolhas, é você mesma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você parar e avaliar, hoje temos influenciadoras, pessoas do marketing digital, designers e social medias, por exemplo, que estão sendo muito bem sucedidos em suas áreas, diferentemente de alguns que se viram escolhendo suas profissões se baseando em status e aparência social. Isso falando em remuneração, sem nem citar a autorrealização e o bem estar pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, influenciadoras são menosprezadas, não raramente ouço o termo “blogueirinha” como algo pejorativo. Oi? Já percebeu a revolução que as “blogueirinhas” têm feito no marketing? Influenciar é um dom, inclusive objeto de estudo da literatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Onde muitos desperdiçam seu tempo, as influenciadoras se fazem presentes estrategicamente sendo remuneradas e construindo seus nomes e suas respectivas carreiras. Quem se aventura a começar simplesmente por achar que vai ser algo “fácil”, cai do cavalo rapidamente. Essa construção leva anos de dedicação e paciência, assim como tudo o que vale a pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, é preciso coragem para soltar o peso de ser alguém que você não é. Ousadia para não carregar mais o peso das expectativas que são colocadas sobre você desde antes de você nascer. Intensidade para bancar o que você quer ser e não o que te disseram que era correto. Vão existir olhares tortos e palavras atravessadas? Certamente. Mas entre o julgamento de quem está de fora e o reconhecimento de só quem sabe a sua verdade (você mesma), escolha a honestidade de acordar todos os dias optando não pelo que é mais fácil, mas pelo que faz sentido para você. Experimente, pode ser libertador.</p>
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		<title>Bastidores de uma vida (im)perfeita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[Rotina]]></category>
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					<description><![CDATA[Quantas vezes já olhamos para vidas supostamente perfeitas nas redes sociais e acabamos por cair na armadilha de nos comparar? A verdade é que não é nada incomum nos colocarmos em posição de menos favorecidas quando nos comparamos com aquelas pessoas que vemos no virtual, esquecendo-nos inclusive de que outras mulheres que nos veem de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes já olhamos para vidas supostamente perfeitas nas redes sociais e acabamos por cair na armadilha de nos comparar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que não é nada incomum nos colocarmos em posição de menos favorecidas quando nos comparamos com aquelas pessoas que vemos no virtual, esquecendo-nos inclusive de que outras mulheres que nos veem de fora podem estar se comparando conosco neste exato momento. O ciclo de “a grama do vizinho é mais verde que a minha” nunca foi tão infindável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, a culpa por essa comparação é de quem expõe apenas seu palco, ou de quem não compreende que nunca se deve comparar o próprio bastidor com o palco do outro? Existe uma resposta correta? A responsabilidade é dividida?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperar que o outro demonstre suas fraquezas, vulnerabilidades e pensamentos de dúvida é pedir muito de alguém que pode estar tentando lidar com suas questões da forma como pode. Não sejamos tão exigentes com essas pessoas. Por outro lado, não podemos ser tão ingênuas também, uma vez que existe gente criando vidas fakes para vender uma ideia de realidade que nunca existiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o que você não pode controlar e o que você consegue, opte por se blindar de maneira a não cair na tentação de se comparar. Porque acredite, você sempre sairá em desvantagem enquanto comparar o que você passa (e que muitas vezes só você sabe), com o que a outra escolheu propositalmente mostrar sobre a vida dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa blindagem pode acontecer de diversas formas, a principal delas é parando para ouvir os seus pensamentos e os sentimentos que são desencadeados quando, nas redes sociais, você é espectadora de vidas aparentemente mais interessantes que a sua, especialmente das “blogueiras” e influencers. Leandro Karnal diz que “as redes sociais são um estimulador de sentimentos negativos de comparação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já parou para pensar que muitas vezes vidas que parecem “mais interessantes” podem ser, na verdade, apenas mais editadas? Então ao se sentir desmotivada ao invés de impulsionada, ao notar que você está tendo pensamentos de comparação e de autodepreciação ao invés de se sentir inspirada, seja radical, silencie o perfil, pare de acompanhar, pare de seguir ou até mesmo bloqueie quando até sem seguir você se sente tentada a ir lá no “ig” da criatura para dar uma “stalkeadinha”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se preocupe com o que vão pensar. Mais importante do que alguém pode achar de você e de suas atitudes, é o que você pensa sobre si mesma. Estimule pensamentos de amor, de cuidado e de aceitação por você o tempo todo, e quando não for possível, observe os gatilhos, aprenda a se conhecer e a saber o que desencadeia pensamentos injustos sobre quem você é.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembre-se sempre: você não é o que está passando agora, você não é o que seu perfil nas redes sociais diz sobre você. Você é o que Deus diz sobre você: amada, criativa e capaz, mesmo que suas vozes internas muitas vezes digam o contrário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tenho novidades: a vida das blogueiras não é perfeita. Elas têm seus próprios desafios diariamente, mesmo que não estejam mostrando isso. No fim, estamos todas no mesmo barco, buscando mediante tentativa e erro, encontrar as doses ideais do que nos faz bem e do que devemos evitar. E quando você achar o que te faz bem, invista. Quando ficar claro o que você deve evitar, não titubeie, sua saúde mental é primordial e inegociável. E se alguém não entender, tudo bem, faça por você. </p>
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		<title>Influência com intenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Ohanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influencer]]></category>
		<category><![CDATA[Influencer digital]]></category>
		<category><![CDATA[Influência]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[A verdade é que todos estão influenciando o tempo todo, consciente ou inconscientemente. A questão que fica é: você está usando sua influência com intencionalidade ou tem deixado esse cargo designado aos ventos do acaso? Eu sou a Bruna Ohanna, tenho 27 anos e moro em Uberlândia. Dentre outros tantos rótulos, me apresento como influenciadora [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que todos estão influenciando o tempo todo, consciente ou inconscientemente. A questão que fica é: você está usando sua influência com intencionalidade ou tem deixado esse cargo designado aos ventos do acaso?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sou a Bruna Ohanna, tenho 27 anos e moro em Uberlândia. Dentre outros tantos rótulos, me apresento como influenciadora digital. Ou influencer. Ou blogueira sem blog. Ou aquela moça do Instagram. Você já parou para pensar sobre como as pessoas se referem a você? Sobre como elas te descrevem ou quais são os nomes que elas dão às atividades profissionais que você desempenha? Como você é conhecido? E como você gostaria de ser reconhecido?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parei para pensar sobre isso há algum tempo e concluí que isso vai depender da maneira como cada um se coloca, não somente como a pessoa se apresenta, mas como os outros a reconhecem a partir do que ela compartilha ao longo de seus dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E como eu me apresento? Profissionalmente como Bruna Ohanna, ex-comissária de voo, mentora de futuros comissários, influenciadora, empreendedora, professora e marketeira digital. Um breve resumo de uma descrição complexa que eu não ousaria fazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O engraçado é que sempre que vou preencher minha profissão em formulários que pedem essa informação, nunca coloco a mesma ocupação. Dependendo do meu “mood” do dia eu informo profissões diferentes. Nenhuma em que eu não atue de fato, mas realmente em alguns dias eu me sinto mais encaixada em uma ou outra profissão dentre as que citei acima, dependendo das tarefas desempenhadas ou da minha “to do list”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dia de resolver muitas burocracias? Empreendedora. Dia de responder meus alunos dos cursos de inglês para comissários, ou de excelência no atendimento, ou de gerenciamento de comportamentos inconvenientes e indisciplinados, ou ainda dúvidas sobre o meu curso de como ser chamado para processos seletivos? Professora. Dia de idealizar, planejar, gravar, editar e postar “publis”? Influenciadora. Dia de planejar os próximos lançamentos e estratégias a serem utilizadas para abertura de vagas dos meus cursos? Marketeira Digital. Dia de sessão com meus mentorandos? Mentora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de agora tenho a liberdade optar por preencher os formulários com uma nova atividade. Dia de escrever um artigo para a coluna “Influencer” da revista? Colunista. Nada como a liberdade de escolher diariamente o que sou. E muitas vezes preciso desempenhar em um mesmo dia todos esses papéis, nesse dia escolho preencher com a primeira função que me vem à mente. E de verdade? Eu gosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que tem algo em comum dentro de todas as minhas versões. Em cada uma delas, de diferentes formas, exerço o papel da influenciadora. Estou sempre influenciando, até quando não percebo. A partir disso me coloco em um lugar de buscar ser intencional em tudo o que eu faço, sabendo para que rumo quero levar as pessoas que me tem como alguma referência, em menor ou maior grau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje conto com mais de 95 mil seguidores no Instagram, mas não é isso que faz de mim uma influenciadora. O que me torna uma influencer é o quanto as pessoas confiam em mim, o quanto dão crédito ao que eu digo, mostro, indico e ensino. Olhando por esse ponto, todas nós somos influenciadoras, inclusive você, que talvez tenha até um “rançozinho” velado por blogueiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão é que as influenciadoras digitais profissionais acharam um meio monetizar através de algo que todos já fazem, mesmo sem saber que estão fazendo. Elas se colocaram presentes e disponíveis para trabalhar em um local onde a maioria está gastando seu tempo de lazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você não se enxergue influenciando. Talvez você esteja influenciando mais do que imagina e nem tenha se dado conta disso. Muito provavelmente você também é influenciada diariamente. A influência está presente desde sempre, e quando aprendemos a usá-la com intenção, a “magia” acontece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E dessa “magia” essa coluna decolou. É um prazer fazer parte da tripulação da revista e é melhor ainda ter você a bordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguardo ansiosamente pelos próximos voos nessa nova coluna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ass.: Bruna Ohanna, Colunista </p>
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